Infinity 225 954556 - Máquina de soldar Telwin - Manual de utilização gratuito
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| Tipo de produto | Estação de soldagem inversora TIG/MMA |
| Marca | Telwin |
| Modelo | Infinity 225 954556 |
| Processos de soldagem | TIG CC/CA (HF/LIFT), MMA |
| Corrente de soldagem TIG | 5 - 225 A |
| Corrente de soldagem MMA | 10 - 225 A |
| Alimentação | 230 V monofásico (ou 400 V trifásico conforme versão) |
| Frequência | 50/60 Hz |
| Classe de proteção | IP21S (estimado) |
| Peso | Aproximadamente 12 kg (estimado) |
| Dimensões (C x L x A) | Não fornecidas |
| Funções TIG | 2T, 4T, 4T Bi-Level, Spot, Thin Spot, pulsado, Easy Pulse, rampas inicial/final, pré/pós-gás, balanço CA, frequência |
| Funções MMA | Hot Start, Arc Force, Anti Stick, VRD |
| Acessórios fornecidos | Cabos de soldagem e de retorno, pinça porta-eletrodo, tocha TIG (conforme versão) |
| Acessórios opcionais | Controle remoto (1 ou 2 potenciômetros, pedal), tocha TIG com potenciômetro, kit MMA, kit TIG, carrinho America, adaptador de cilindro de argônio, redutor de pressão |
| Segurança | Proteção térmica, sobretensão/subtensão, VRD, alarmes AL.1-AL.8 |
| Resfriamento | Ventilador interno |
| Manutenção corrente | Limpeza de poeira com ar comprimido, verificação da tocha e conexões, controle de estanqueidade do gás |
| Reparabilidade | Peças de reposição disponíveis via SAC Telwin, reparo por pessoal qualificado |
| Normas | EN 60974-9, CEI/EN 61000-3-11, CEI/EN 61000-3-12 |
Perguntas frequentes - Infinity 225 954556 Telwin
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MANUAL DE UTILIZADOR Infinity 225 954556 Telwin
(PT) Aparelhos de soldar profissionais com variador de frequência TIG (DC) (AC/DC) HF/LIFT, MMA.
5.3 COLLEGAMENTO ALLA RETE....12
5.3.1 Spina e presa 12
5.4 CONNESSIONI DEL CIRCUITO DI SALDATURA....12
5.4.1 Saldatura TIG 12
5.4.2 Saldatura MMA....12
5.3 COLLEGAMENTO ALLA RETE
- Tipo A ( [IMAGE] ) para máquinas monofásicas;
- Tipo B ( [IMAGE] ) para máquinas trifásicas.
-
SEGURANÇA GERAL PARA A SOLDAGEM A ARCO ....35
-
INTRODUÇÃO E DESCRIÇÃO GERAL 36
2.1 INTRODUÇÃO 36
2.2 ACESSÓRIOS A PEDIDO (caso não estejam incluídos)....36
- DADOS TÉCNICOS ....36
3.1 PLACA DE DADOS (FIG. A) 36
3.2 OUTROS DADOS TÉCNICOS....36
- DESCRIÇÃO DO APARELHO DE SOLDAR ....36
4.1 ESQUEMA EM BLOCOS ....36
4.2 DISPOSITIVOS DE CONTROLO, REGULAÇÃO E CONEXÃO .....36
4.2.1 Painel traseiro (FIG. C) 36
4.2.2 Painel dianteiro FIG. D....36
- INSTALAÇÃO ....37
5.1 INSTALAÇÃO (FIG. P) 37
5.1.1 Montagem do cabo de retorno-pinça (FIG. E)....37
5.1.2 Montagem do cabo de soldagem-pinça porta eletrodo (FIG. F) .....37
5.2 LOCALIZAÇÃO DA MÁQUINA DE SOLDA....37
5.3 LIGAÇÃO À REDE 37
5.3.1 Plugue e tomada....37
5.4 LIGAÇÕES DO CIRCUITO DE SOLDAGEM....37
5.4.1 Soldadura TIG....37
5.4.2 SOLDAGEM MMA....38
- SOLDAGEM: DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO ....38
6.1 SOLDADURA TIG 38
6.1.1 Desencadeamento HF e LIFT 38
6.1.2 Soldadura TIG DC....38
6.1.3 Soldadura TIG AC (se prevista) 38
7.1 MANUTENÇÃO ORDINÁRIA....38
7.1.1 Tocha....38
7.2 MANUTENÇÃO EXTRAORDINÁRIA 39
- BUSCA DEFEITOS ....39
MÁQUINAS DE SOLDAR COM INVERTER PARA A SOLDADURA TIG E MMA PREVISTAS PARA USO INDUSTRIAL E PROFISSIONAL.
Nota: No texto a seguir será utilizada a frase "máquina de solda".
1. SEGURANÇA GERAL PARA A SOLDAGEM A ARCO
O operador deve ser suficientemente informado sobre o uso seguro da máquina de solda e informado sobre os riscos ligados aos procedimentos com soldagem a arco, às relativas medidas de proteção e aos procedimentos de emergência. (Consultar também a norma “EN 60974-9: Aparelhagens para a soldadura por arco. Parte 9: Instalação e uso”).

- Evitar os contatos diretos com o circuito de solda; a tensão em vazio fornecida pela máquina de soldar pode ser perigosa em algumas circunstâncias.
- A conexão dos cabos de solda, as operações de verificação e de reparação devem ser executadas com a máquina de soldar desligada e desconectada da rede de alimentação.
- Desligar a máquina de soldar e desconectá-la da rede de alimentação antes de substituir as partes desgastadas pela tocha.
- Efetuar a instalação elétrica de acordo com as normas e leis de prevenção e acidentes em vigor.
- A máquina de soldar deve ser ligada exclusivamente a um sistema alimentação com condutor de neutro ligado à terra.
- Certificar-se que a tomada de alimentação esteja ligada corretamente à terra de proteção.
- Não utilizar a máquina de solda em ambientes úmidos ou molhados ou com chuva.
- Não utilizar fios com isolamento deteriorado ou com conexões afrouxadas.

- Não soldar sobre reservatórios, recipientes ou tubulações que contenham ou que contiveram produtos inflamáveis ou combustíveis líquidos ou gasosos.
- Evitar de trabalhar sobre materiais limpos com solventes clorados proximidades de tais substâncias.
- Não soldar recipientes sob pressão.
- Afastar da área de trabalho todas as substâncias inflamáveis (p.ex. madeira, papel, panos, etc.)
- Verificar que haja uma circulação de ar adequada ou de equipamentos capazes de eliminar as fumaças de solda nas proximidades do arco; é necessário um controle sistemático para a avaliação dos limites à exposição das fumaças de solda em função da sua composição, concentração e duração da própria exposição.
- Manter o cilindro protegido de fontes de calor, inclusive a irradiação solar (se utilizada).





- Adotar um isolamento eléctrico adequado em relação à tocha, a peça em processamento e eventuals partes metálicas colocadas no chão situadas nas proximidades (acessíveis). Isto normalmente pode ser obtido usando luvas, calçados, capacete e roupas previstas para tal fim e por meio do uso de estrados ou tapetes isolantes.
- Proteger sempre os olhos com os filtros específicos conformes com a UNI EN 169 ou UNI EN 379 montados em máscaras ou capacetes conformes à UNI EN 175.
Usar os dispositivos protetores apropriados à prova de fogo (conformes à UNI EN 11611) e luvas de soldadura (conformes à UNI EN 12477) evitando de expor a epiderme aos raios ultravioletas e infravermelhos produzidos pelo arco; a proteção deve ser estendida a outras pessoas próximas ao arco por meio de proteções ou cortinas não reflexivas.
- Ruído: Se por causa de operações de soldadura muito intensivas for verificado um nível de exposição diária pessoal (LEPd) igual ou maior de 85 db(A), é obrigatório o uso de equipamentos de proteção individual adequados (Tab. 1).







- A passagem da corrente de soldadura causa o aparecimento de campos electromagnéticos (EMF) localizados nas proximidades do circuito de soldadura.
Os campos electromagnéticos podem interferir com algumas aparelhagens médicas (p. ex. Pacemaker, respiradores, próteses metálicas etc.).
Devem ser tomadas medidas de protecção adequadas para com os portadores desses aparelhos. Por exemplo, proibir o acesso à área de utilização do aparelho de soldar.
Este aparelho de soldar satisfaz os standards técnicos de produto para o uso exclusivo em ambiente industrial e com finalidade profissional. Não é garantida a correspondência aos limites de base relativos à exposição humana aos campos electromagnéticos em ambiente doméstico.
O operador deve utilizar os procedimentos a seguir, de forma a reduzir a exposição aos campos electromagnéticos:
- Fixar juntos, o mais perto possível, os dois cabos de soldadura.
- Manter a cabeça e o tronco do corpo o mais distante possível do circuito de deoldadura.
- Os cabos de soldadura nunca devem enrolar ao redor do corpo.
- Não soldar com o corpo no meio do circuito de soldadura. Manter ambos os cabos no mesmo lado do corpo.
- Ligar o cabo de retorno da corrente de soldadura à peça a soldar o mais próximo possível à junção em execução.
- Não soldar perto, sentados ou apoiados no aparelho de soldar (distância mínima: 50cm).
- Não deixar objectos ferromagnéticos próximo do circuito de soldadura.
- Distância mínima d= 20cm (Fig. O).

- Aparelho de classe A:
Este aparelho de solda satisfaz os requisitos do standard técnico de produto para o uso exclusivo em ambiente industrial e com finalidade profissional. Não é garantida a correspondência à compatibilidade electromagnética nos edifícios domésticos e naqueles ligados directamente a uma rede de alimentação de baixa tensão que alimenta os edifícios para o uso doméstico.

- Em ambiente a risco acrescido de choque elétrico.
- Em espaços confinados.
- Na presença de materiais inflamáveis ou explosivos.
DEVEM ser previamente avaliadas por um "Responsável qualificado" e executadas sempre na presença de outras pessoas instruídas para intervenções em caso de emergência.
DEVEM ser adotados os melos técnicos de proteção descritos em 7.10; A.8; A.10. da norma "EN 60974-9: Aparelhagens para a soldadura por arco. Parte 9: Instalação e uso". - DEVE ser proibida a soldagem com operador suspenso do chão, salvo eventual uso de plataformas de segurança.
- TENSAO ENTRE PORTA ELETRODOS OU TOCHAS: trabalhando com mais máquinas de solda sobre uma peça só ou sobre mais peças eletricamente pode-se gerar uma soma perigosa de tensões em vazio entre dois diferentes porta eletrodos ou tochas, a um valor que pode atingir o dobro do limite permitido.
E necessário que um coordenador experiente execute a medição instrumental para estabelecer se existe um risco e possa adotar medidas de proteção adequada como indicado em 7.9 da norma "EN 60974-9: Aparelhagens para a soldadura por arco. Parte 9: Instalação e uso".

RISCOS RESÍDUOS
- QUEDA: colocar a máquina de solda sobre uma superficie horizontal com capacidade adequada à massa; caso contrário (p.ex. pisos inclinados, desnivelados, etc...) existe o perigo de queda.
ligad
- USO IMPRÓPRIO: é perigoso o uso da máquina de solda para qualquer usinagem diferente daquela prevista (ex. descongelamento de tubulações da 5 rede hídrica).
- É proibido utilizar a maçaneta como meio de suspensão do aparelho soldar.
2. INTRODUCÃO E DESCRICÃO GERAL
2.1 INTRODUCÃO
Este aparelho de soldar é uma fonte de corrente para a soldadura por arco, realizado especificamente para a soldadura TIG (DC) (AC/DC) com desencadeamento HF ou LIFT e a soldadura MMA de eléctrodos revestidos (rutilios, ácidos, básicos). As características específicas deste aparelho de soldar (INVERTER), tais como alta velocidade e precisão da regulação, conferem excelentes qualidades na soldadura. A regulação com sistema "inverter" na entrada da linha de alimentação (primário) determina também uma redução drástica de volume tanto do transformador quanto da reatância de nivelamento permitindo a fabricação de uma máquina de solda com volume e peso extremamente reduzidos realçando suas propriedades de fácil manuseio e de transporte.
2.2 ACESSÓRIOS A PEDIDO (caso não estejam incluídos)
- Adaptador da garrafa de Argónio.
- Cabo de retorno corrente de soldadura com borne de massa.
- Comando à distância manual 1 potenciómetro.
- Comando à distância manual 2 potenciómetros.
- Comando à distância a pedal.
- Kit de Soldadura MMA
- Kit de Soldadura TIG.
- Máscara com auto-escurecimento: com filtro fixo ou regulável.
- Junta de gás e tubo de gás para ligação à garrafa de Árgónio.
- Redutor de pressão com manómetro.
Os principais dados relativos ao uso e às prestações da máquina de solda são resumidos na placa de características com o seguinte significado:
1- Grau de proteção do invólucro.
2- Símbolo da linha de alimentação:
1\~: tensão alternada monofásica;
3\~: tensão alternada trifásica.
3- Símbolo S : indica que podem ser executadas operações de soldagem num ambiente com risco acrescido de choque elétrico (p.ex. muito próximo de grandes massas metálicas).
4- Símbolo do procedimento de soldagem previsto.
5- Símbolo da estrutura interna da máquina de solda.
6- Norma EUROPEIA de referência para a segurança e a fabricação das máquina de solda a arco.
7- Número de matrícula para a identificação da máquina de solda (indispensável para a assistência técnica, pedido de peças de reposição, busca da origem do produto).
8- Prestações do circuito de soldagem:
- U _: tensão máxima em vazio.
- I_2/U_2 : Corrente e tensão correspondente normalizada que podem ser distribuídas pela máquina de solda durante a soldagem.
- X : Relação de intermitência: indica o tempo durante o qual a máquina de solda pode distribuir a corrente correspondente (mesma coluna). Expressa-se em %, na base de um ciclo de 10 minutos (ex. 60% = 6 minutos de trabalho, 4 minutos de parada; e assim por diante).
No caso em que fatores de utilização (de placa, referidos a 40°C ambiente) sejam ultrapassados se determinará a intervenção da proteção térmica (a máquina de solda permanece em stand-by até quando a sua temperatura retorna nos limites admitidos).
- A/V-A/V : Indica a série de regulação da corrente de soldagem (mínimo - máximo) à correspondente tensão de arco.
9- Dados características da linha de alimentação:
- U : Tensão alternada e frequência de alimentação da máquina de solda (limites admitidos ±10%).
- I _1max : Corrente máxima absorvida da linha.
- I ^1 max : Corrente efetiva de alimentação.
10- : Valor dos fusíveis com acionamento retardado que devem ser instalados para proteger a linha.
11- Símbolos referidos a normas de segurança cujo significado está contido no capítulo 1 "Segurança geral para a soldagem a arco".
Nota: O exemplo de placa reproduzido é indicativo do significado dos símbolos e dos dígitos; os valores exatos dos dados técnicos da máquina de solda em seu poder devem ser detectados diretamente na placa da própria máquina de solda.
3.2 OUTROS DADOS TÉCNICOS
O peso do aparelho de solda está contido na tabela 1 (TAB.1).
4. DESCRICÃO DO APARELHO DE SOLDAR
4.1 ESQUEMA EM BLOCOS
O aparelho de soldar é essencialmente composto por módulos de potência e de controlo realizados sobre circuitos impressos e optimizados para obter a máxima fiabilidade e manutenção reduzida.
Este aparelho de solidar é controlado por um microprocessador que permite de configurar um número elevado de parâmetros para possibilitar uma soldadura excelente em qualquer condição e com qualquer material. Para poder usar totalmente as características é porém necessário, conhecer suas possibilidades operacionais.
Descrição (FIG. B)
1- Entrada da linha de alimentação trifásica, conjunto retificador e condensadores de nivelamento.
2- Ponte switching com transistores (IGBT) e drivers; comuta a tensão de linha rectificada em tensão alterna de alta frequência e efectua a regulação da potência em função da corrente/tensão de soldadura exigida.
3- Transformador de alta frequência: o enrolamento primário é alimentado com a tensão convertida pelo bloco 2; o mesmo tem a função de adaptar tensão e corrente aos valores necessários para o processo de soldadura por arco e simultaneamente de isolar galvanicamente o circuito de solda da linha de alimentação.
4- Ponte rectificadora secundária com indutância de nivelamento; comuta a tensão/
corrente alterna fornecida pelo enrolamento secundário em corrente/ tensão contínua com baixíssima ondulação.
5- Ponte switching com transistores (IGBT) e drivers; transforma a corrente de saída ao secundário de DC para AC para a soldadura TIG AC (se presentes).
6- Electrónica de controlo e regulação: controla instantaneamente o valor da corrente o de soldadura e o compara com o valor configurado pelo operador; modula os impulsos de comando dos drivers dos IGBT que efectuam a regulação.
7- Lógica de controlo do funcionamento do aparelho de soldar: configura os ciclos de soldadura, comanda os actuadores, supervisiona os sistemas de segurança.
8- Painel de configuração e visualização dos parâmetros e dos modos de funcionamento.
9- Gerador de desencadeamento HF (se presentes)
10- Electroválvula gás de protecção EV (se presentes).
11- Ventilador de arrefecimento do aparelho de soldar.
12- Regulação à distância.
4.2 DISPOSITIVOS DE CONTROLO, REGULAÇÃO E CONEXÃO
4.2.1 Painel traseiro (FIG. C)
2- Cabo de alimentação (2P + T (Monofásico)), (3P + T (Trifásico)).
3- Junção para a ligação do tubo de gás (redutor de pressão garrafa - aparelho de soldar) (se presentes).
4- Fusível (se presentes).
5- Conector para conjunto de arrefecimento da água (se presentes).
6- Conector para os comandos à distância:
É possível aplicar ao aparelho de soldar, através do conector apropriado de 14 polos existente na parte traseira, 3 tipos diferentes de comando à distância. Cada dispositivo é reconhecido automaticamente e permite regular os seguintes parâmetros:
- Comando à distância com um potenciómetro.
virando o manípulo do potenciómetro varia-se a corrente principal do mínimo ao máximo. A regulação da corrente principal é efetuada exclusivamente pelo comando à distância.
- Comando à distância com pedal:
o valor da corrente é determinado pela posição do pedal. Além disso, em modo TIG 2T, a pressão do pedal funciona como comando de start para a máquina em vez do botão tocha (se previsto).
- Comando à distância com dois potenciómetros:
o primeiro potenciómetro regula a corrente principal. O segundo potenciómetro regula outro parâmetro que depende do modo ativo de soldadura. Virando esse potenciómetro é visualizado o parâmetro que está a ser alterado (que não pode mais ser controlado com o manípulo do painel). O significado do segundo potenciómetro é: ARC FORCE se no modo MMA e RAMPA FINAL se no modo TIG.
A fim de evitar quebras no interior do aparelho de soldar, o utente é lo a utilizar adaptador de tocha 5 polos para qualquer TOCHA TIG com ómetro de regulação no aparelho.
4.2.2 Painel dianteiro FIG. D
1- Tomada rápida positiva (+) para conectar o cabo de soldadura.
2- Tomada rápida negativa (-) para conectar o cabo de soldadura.
3- Conector de conexão cabo botão tocha
4- Junção para a ligação do tubo de gás da tocha TIG.
5- Painel de comandos:
5a. Botão de configuração do tipo de soldadura (PROCESS).
Permite a seleção do processo pretendido:

soldadura TIG com ignição do arco de alta frequência (TIG HF).

soldadura TIG com ignição do arco começando com contacto (TIG HF).

em modalidade TIG indica a soldadura em corrente contínua (DC).

em modalidade TIG indica a soldadura em corrente alternada (AC), se sto.
5b. Botão configuração do ciclo para soldadura TIG (MODE).
Permite a seleção do modo de funcionamento.
Pressão breve:

a soldadura começa pressionando o botão tocha e termina quando se o botão.

a soldadura começa pressionando e soltando o botão tocha e terminas quando o botão tocha é carregado e soltado uma segunda vez.

a soldadura começa pressionando e soltando o botão tocha. Ao pressionar/ o botão brevemente, a corrente passa do valor configurado ao valor

e vice-versa. A soldadura termina quando o botão é pressionado e depois do por um tempo longo preestabelecido.

permite a execução de soldaduras por pontos com controlo do tempo de ção da soldadura no display (ícone intermitente).

permite a execução de soldaduras por pontos breves (10-100 mseg) com olo do tempo de duração da soldadura no display (ícone intermitente).
Pressão prolongada (PULSE):

permite a pulsação da corrente (mudança de nível) com configuração rencial dos parâmetros característicos I2, I1, III, e RAL

permite a pulsação da corrente com configuração automática em valores efinidos dos parâmetros característicos I1, e em função da
corrente 12 configurada (estes valores podem ser alterados).
5c. Manípulo multifuncional.
Em relação às configurações predefinidas com os botões permite a seleção e a regulação dos parâmetros visualizando o valor definido no display. Em particular em MMA os parâmetros modificáveis são:

text_image
87.878 A % V→ HOT START 12 ARC FORCE VRD- VRD habilitação/desabilitação dispositivo "Voltage Reduction Device" para o início em segurança com baixa tensão.
HOT START - START sobrecarga de corrente inicial (regulação 0-100%) para otimizar a ignição do arco de soldadura.
The - J_12 corrente principal de soldadura (corrente de saída em Amperes).
ARC FORCE - FORCE sobrecarga de corrente dinâmica (regulação 0-100%) para otimizar a fluidez da soldadura e evitar a colagem do elétrodo.
Em particular em TIG os parâmetros modificáveis são:

text_image
87.87.8 A % Sec V→ 2T4T Bi-Level THIN SPOT I2 I1 Hz BAL tend EASY PULSE I1 t2- tempo pré-gás de fluxo do gás de proteção antes do início da soldadura (regulação 0-10 segundos).
- corrente inicial mantida por um tempo fixo em 2T (50 mseg) e por um tempo igual à manutenção do botão pressionado, em 4T (regulação 0-100%).
- ts tempo de rampa inicial da corrente do valor I a J (regulação 0,1-10 segundos). Em OFF rampa não presente.
N.B.: os parâmetros I, e T, podem ser modificados também com comando remoto de pedal; a regulação, no entanto, deve ser efetuada antes de ativar o próprio comando.
- I2 corrente principal de soldadura, em modo PULSADO e Bi-Level, é a corrente de nível mais alto (corrente de saída em Amperes).
- corrente de base, em modo PULSADO e Bi-Level, é o valor que pode ser alternado ao principal durante a soldadura (regulação em Amperes).
- Frequência de pulsação e para os modelos AC/DC em TIG AC representa a frequência da corrente de soldadura (regulação em Hertz).
- SAL percentagem de balanceamento, em modo PULSADO é a relação entre o tempo em que a corrente está no nível mais alto e o período total de pulsação, para os modelos AC/DC em TIG AC representa a relação entre o tempo com corrente positiva e o tempo com corrente negativa.
- tempo de rampa final da corrente do valor 2 I a end (regulação 0,1-10 segundos). Em OFF rampa não presente.
- corrente final, em 2T é a corrente mantida após a rampa final se o tempo de rampa for superior a zero, em 4T é a corrente mantida após a rampa final por todo o tempo em que o botão tocha permanece pressionado.
- It2 tempo pós-gás de fluxo do gás de proteção a partir da interrupção da soldadura (regulação 0-10 segundos).
- energia de preaquecimento, se previsto, apenas para os modelos AC/DC em TIG AC regula o preaquecimento do elétrodo para facilitar o início (regulação 2,6-53 A*Seg). Em OFF preaquecimento não presente.
Outros ícones indicativos presentes no display:
- ALARM aviso de sinalização/alarme, em geral associado ao código indicado no display, chama a atenção para uma possível anomalia/proteção automática ativa no aparelho de soldar.
proteção térmica, associada a A B O código no display, aviso de condição alcance dos limites de aquecimento interno.
- saída aliva, indica a presença de tensão (potência habilitada) nas tomadas de saída do aparelho de soldar.
- comando à distância, indica a ligação e controlo ativo do comando à distância.
- apontador de posição, em 4T com inferior a um valor predefinido indica a configuração de uma corrente inicial mínima que torna visível o arco de soldadura com o botão pressionado. Isto permite escolher com precisão o ponto inicial da soldadura (se a corrente inicial for configurada para além de um certo limite, a função é automaticamente desabilitada).
- Default parâmetros de fábrica, indica a configuração de todos os parâmetros a um valor predefinido útil para uma ampla operatividade. O utilizador pode configurar como pretender a corrente principal sem alterar as outras
configurações automáticas. É possível reativar esta condição a qualquer momento, desligando e acendendo
o aparelho de soldar com o botão do manípulo multifuncional (FIG. D - 5c) pressionado.
Mensagens de alarme indicativas no display alfanumérico (FIG. D - 5d):
- AL.1 : intervenção da proteção térmica do circuito primário (se previsto).
- AL.2 : intervencão da proteção térmica do circuito secundário.
- AL.3 : intervenção da proteção devido à sobrecarga de tensão da linha de alimentação.
- AL.4 : intervenção da proteção devido a baixa tensão da linha de alimentação.
AL.8 : tensão auxiliar fora de limite.
O restabelecimento é automático quando é eliminada a causa do alarme.
5. INSTALAÇÃO
ATENÇÃO! EXECUTAR TODAS AS OPERAÇÕES DE INSTALAÇÃO E LIGAÇÕES ELÉTRICAS COM A MÁQUINA DE SOLDA RIGOROSAMENTE DESLIGADA E DESCONECTADA DA REDE DE ALIMENTAÇÃO. AS LIGAÇÕES ELÉTRICAS DEVEM SER EXECUTADAS EXCLUSIVAMENTE POR PESSOAL ESPECIALIZADO OU QUALIFICADO.
5.1 INSTALAÇÃO (FIG. P)
Desembalar a máquina de solda, efetuar a montagem das partes separadas, contidas na embalagem.
5.1.1 Montagem do cabo de retorno-pinça (FIG. E)
5.1.2 Montagem do cabo de soldagem-pinça porta eletrodo (FIG. F)
5.2 LOCALIZAÇÃO DA MÁQUINA DE SOLDA
Determinar o lugar da instalação da máquina de solda de modo que não haja obstáculos na correspondência da abertura de entrada e de saída do ar de arrefecimento (circulação forçada através do ventilador, se presente); certificar-se ao mesmo tempo que não sejam aspirados pós condutores, vapores corrosivos, umidade, etc..
Manter pelo menos 250mm de espaço livre ao redor da máquina de solda.

ATENÇÃO! Colocar a máquina de solda numa superfície plana de
capacidade adequada ao peso para evitar sua queda ou deslocamentos perigosos.
5.3 LIGAÇÃO À REDE
- Antes de efetuar qualquer ligação elétrica, verificar que os dados da placa da máquina de solda correspondam à tensão e frequência de rede disponíveis no local de instalação.
- A máquina de solda deve ser ligada exclusivamente a um sistema de alimentação com condutor de neutro ligado à terra.
- Para garantir a protecção contra o contacto indirecto, usar interruptores diferenciais do tipo:
- Tipo A ( ) para máquinas monofásicas;
- A fim de satisfazer os requisitos da Norma EN 61000-3-11 (Flicker) recomenda-se a ligação do aparelho de soldar nos pontos de interligação da rede de alimentação que apresentam uma impedância menor de di: Zmax = 0.234 Ohm (1/N/PE 230V) 200A DC
- O aparelho de soldar não está nos requisitos da norma IEC/EN 61000-3-12. Se o mesmo for ligado a uma rede de alimentação pública, o instalador ou o utilizador são responsáveis para controlar que o aparelho de soldar possa ser conectado (se necessário, consultar o gestor da rede de distribuição).
5.3.1 Plugue e tomada
Ligar ao cabo de alimentação um plugue normalizado, (2P + P.E) (1\~); (3P + P.E) (3\~) com capacidade adequada e instalar uma tomada de rede dotada de fusíveis ou interruptor automático; o terminal apropriado de terra deve ser ligado ao condutor de terra (amarelo-verde) da linha de alimentação. A tabela (TAB.1) contém os valores recomendados em ampères dos fusíveis retardados de linha escolhidos de acordo com a max. corrente nominal distribuída pela máquina de solda, e à tensão nominal de alimentação.

ATENÇÃO! A falta de observação das regras acima citadas torna
Ineficiente o sistema de segurança previsto pelo fabricante (classe I) com consequentes graves riscos para as pessoas (ex. choque elétrico) e para as coisas (ex. incêndio).
5.4 LIGAÇÕES DO CIRCUITO DE SOLDAGEM

ATENÇÃO! ANTES DE EXECUTAR AS SEGUINTES LIGAÇÕES
VERIFICAR QUE A MÁQUINA DE SOLDA ESTEJA DESLIGADA E DESCONECTADA DA REDE DE ALIMENTAÇÃO.
A Tabela (TAB. 1) contém os valores recomendados para os cabos de soldagem (em mm ^2 ) de acordo com a corrente máxima distribuída pela máquina de solda.
5.4.1 Soldadura TIG
Ligação tocha
- Introduzir o cabo portador de corrente no borne rápido apropriado (-). Ligar o conector a três pólos (botão tocha) à tomada específica. Ligar o tubo de gás da tocha à conexão apropriada.
Ligação do cabo de retorno da corrente de soldadura
- Deve ser ligado à peça que deve ser soldada ou na bancada metálica onde está apoiado, o mais próximo possível da junta em execução. Este cabo deve ser ligado ao borne com o símbolo (+).
Ligação à garrafa de gás
- Aparafusar o redutor de pressão à válvula da garrafa de gás interpondo a redução apropriada fornecida como acessório, quando for utilizado gás Argónio.
- Ligar o tubo de entrada do gás ao redutor e apertar a abraçadeira fornecida.
- Afrouxar o aro de regulação do redutor de pressão antes de abrir a válvula da garrafa.
- Abrir a garrafa e regular a quantidade de gás (l/min) segundo os dados indicados de uso, ver tabela (TAB. 4); eventuais ajustes do fluxo de gás poderão ser executados durante a soldadura agindo sempre no aro do redutor de pressão. Verificar a vedação de tubagens e conexões.
ATENÇÃO! Fechar sempre a válvula da garrafa de gás no fim do trabalho.
5.4.2 SOLDAGEM MMA
Quase a totalidade dos eletrodos revestidos deve ser ligada ao pólo positivo (+) do gerador; excepcionalmente ao pólo negativo (-) para eletrodos com revestimento ácido.
Ligação do cabo de soldagem pinça-porta eletrodo
No terminal tem um borne especial que serve para apertar a parte descoberta do eletrodo.
Este cabo deve ser ligado ao borne com o símbolo (+).
Ligação do cabo de retorno da corrente de soldagem
Deve ser ligado à peça a ser soldada ou à bancada metálica onde está apoiada, o mais próximo possível da junta que está sendo executada.
Este cabo deve ser ligado ao borne com o símbolo (-).
Recomendações:
- Virar a fundo os conectores dos cabos de soldagem nos engates rápidos (se presentes), para garantir um perfeito contato elétrico; em caso contrário haverá superaquecimentos dos próprios conectores com a relativa deterioração dos mesmos e a perda de eficiência.
- Utilizar os cabos de soldagem mais curtos possíveis.
- Evitar de utilizar estruturas metálicas que não fazem parte da peça em usinagem, em substituição do cabo de retorno da corrente de soldagem; isto pode ser perigoso para a segurança e dar resultados insatisfatórios para a soldagem
6. SOLDAGEM: DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO 6.1 SOLDADURA TIG
A soldadura TIG é um processo de solda que aproveita o calor produzido pelo arco eléctrico que é desencadeado, e mantido, entre um eléctrodo infusível (Tungstênio) e a peça a soldar. O eléctrodo de Tungstênio é sustentado por uma tocha adequada para transmitir-lhe a corrente de soldadura e proteger o próprio eléctrodo e o banho de solda da oxidação atmosférica mediante um fluxo de gás inerte (normalmente Argônio: Ar 99.5%) que sai pelo bico cerâmico (FIG. G).
Para uma boa soldadura é indispensável usar o diâmetro exacto de eléctrodo com a corrente exacta, ver tabela (TAB. 3).
A projecção normal do eléctrodo pelo bico cerâmico é de 2-3 mm e pode atingir 8mm para soldaduras de canto.
A soldadura é efectuada pela fusão das abas da junta. Para espessuras finas preparadas oportunamente (até cerca de 1 mm) não é necessário material de enchimento (FIG. H).
Para espessuras superiores são necessárias varetas com a mesma composição do material base e com diâmetro adequado, com preparação específica para abas (FIG. I) Para um bom resultado da soldadura, é oportuno que as peças estejam rigorosamente limpas e sem óxido, óleos, gorduras, solventes, etc.
6.1.1 Desencadeamento HF e LIFT Desencadeamento HF:
O acendimento do arco eléctrico é efectuado sem o contacto entre o eléctrodo de tungsténio e a peça a soldar, através de uma faísica gerada por um dispositivo de alta frequência. Esse sistema de desencadeamento não causa nem inclusões de tungsténio no banho de soldadura, nem desgaste do eléctrodo e oferece um arranque fácil em todas as posições de soldadura.
Procedimento
Carregar o botão da tocha aproximando à peça a ponta do eléctrodo (2-3 mm), esperar o desencadeamento do arco transferido pelos impulsos HF e, com o arco aceso, formar o banho de fusão na peça e proceder ao longo da junta.
Se forem encontradas dificuldades de desencadeamento do arco apesar de ter verificado a presença de gás e as descargas HF estão visíveis, não insistir por muito tempo ao submeter o eléctrodo à acção do HF, mas verificar a sua integridade superficial e o formato da ponta, eventualmente rectificando-a no rebolo. No fim do ciclo a corrente se anula com a rampa de descida configurada.
Desencadeamento LIFT:
O acendimento do arco eléctrico é efectuado afastando o eléctrodo de tungsténio da peça a soldar. Esse sistema de desencadeamento causa menos interferências electro-radiadas e reduz ao mínimo as inclusões de tungsténio e o desgaste do eléctrodo.
Procedimento
Apoiar a ponta do eléctrodo na peça, com pressão leve. Carregar a fundo o botão da tocha e levantar o eléctrodo de 2-3mm mm com algum tempo de atraso, obtendo assim o desencadeamento do arco. O aparelho de soldar distribui inicialmente uma corrente I _LEFT , depois de alguns instantes, será distribuída a corrente de soldadura configurada. No fim do ciclo a corrente se anula com a rampa de descida configurada.
6.1.2 Soldadura TIG DC
A soldadura TIG DC é apropriada a todos os aços de carbono de baixa-liga e alta-liga e aos metais pesados cobre, níquel, titânio e suas ligas.
Para a soldadura em TIG DC com eléctrodo ao pólo (-) é geralmente usado o eléctrodo com 2% de Tório (banda vermelha) ou o eléctrodo com 2% de Cério (banda cinza).
É necessário apontar axialmente o eléctrodo de Tungsténio à mola, ver na FIG. L, tomando o cuidado que a ponta esteja perfeitamente concêntrica a fim de evitar desvios do arco. É importante efectuar o desbaste no sentido do comprimento do eléctrodo. Essa operação deverá ser repetida periodicamente em função do uso e do desgaste do eléctrodo ou quando o mesmo tiver sido contaminado acidentalmente, oxidado ou usado não correctamente.
6.1.3 Soldadura TIG AC (se prevista)
Este tipo de soldadura permite de soldar sobre metais como o alumínio e o magnésio que formam sobre a sua superfície um óxido protector e isolante. Invertendo a polaridade da corrente de soldadura consegue-se "romper" a camada superficial de óxido através de um mecanismo denominada "jacteamento iónico". A tensão é alternadamente positiva (EP) e negativa (EN) no eléctrodo de tungsténio. Durante o tempo EP o óxido é removido da superfície ("limpeza" ou "decapagem") permitindo a formação do banho. Durante o tempo EN é efectuado o fornecimento térmico máximo à peça permitindo a soldadura. A possibilidade de variar o parâmetro balance em AC permite de reduzir o tempo da corrente EP ao mínimo possibilitando uma soldadura mais rápida.
Valores maiores de balance permitem uma soldadura mais rápida, maior penetração, arco mais concentrado, banho de soldadura mais estreito e aquecimento limitado do eléctrodo. Valores menores permitem uma limpeza maior da peça. Usar um valor de balance muito baixo implica num alargamento do arco e da parte desoxidada, um superaquecimento do eléctrodo com por conseguinte a formação de uma esfera sobre a ponta e redução da facilidade de desencadeamento e do direcionamento do arco. Usar um valor excessivo de balance causa um banho de soldadura "sujo" com inclusões escuras.
A tabela (TAB. 4) resume os efeitos de variação dos parâmetros em soldadura AC. São também válidas as instruções relativas ao procedimento de soldadura.
Na tabela (TAB. 3) estão reproduzidos os dados indicados para a soldadura em alumínio; o tipo de eléctrodo mais apropriado é o eléctrodo de tungsténio puro (faixa de cor verde).
6.1.4 Procedimento
- Regular a corrente de soldadura no valor desejado através do manípulo; adaptar
eventualmente durante a soldadura o fornecimento real térmico necessário.
- Carregar o botão tocha verificando o fluxo correcto do gás da tocha; calibrar, se necessário, o tempo de pré-gás e de pós-gás; estes tempos devem ser regulados em função das condições operacionais, sobretudo o atraso de pós-gás, deve ser de modo a permitir, no fim da soldadura o arrefecimento do eléctrodo e do banho sem que entrem em contacto com a atmosfera (oxidações e contaminações).
Modo TIG com sequência 2T:
- Carregando a fundo o botão tocha (P.T.) faz desencadear o arco com uma corrente I. Sucessivamente a corrente aumenta segundo a função RAMPA INICIAL até o valor da corrente de soldadura.
- Para interromper a soldadura soltar o botão da tocha causando a anulação gradual da corrente (se introduzida a função RAMPA FINAL) ou a extinção imediata do arco com sucessivo pós-gás.
Modo TIG com sequência 4T:
- A primeira pressão do botão faz o arco desencadear com uma corrente I. Ao soltar o botão a corrente sobe segundo a função RAMPA INICIAL até o valor da corrente de soldadura; esse valor é mantido também com o botão solto. Quando se carrega o botão a corrente diminui segundo a função RAMPA FINAL até I. Este valor é mantido até soltar o botão que termina o ciclo de soldadura iniciando o período de pós-gás. Por outro lado, se durante a função RAMPA FINAL solta-se o botão, o ciclo de soldadura termina imediatamente e inicia o período de pós-gás.
Modo TIG com sequência 4T e BI-LEVEL:
- A primeira pressão do botão faz o arco desencadear com uma corrente. J Ao soltar o botão a corrente sobe segundo a função RAMPA INICIAL até o valor da corrente de soldadura; esse valor é mantido também com o botão solto. A cada carregamento sucessivo do botão (o tempo que passa entre a pressão e a soltura deve ser de curta duração) a corrente variará entre o valor configurado no parâmetro BI-LEVEL I, e o valor da corrente principal I.
- Mantendo carregado o botão durante um tempo prolongado a corrente diminui segundo a função RAMPA FINAL até I. Este valor é mantido até soltar o botão que termina o ciclo de soldadura iniciando o período de pós-gás. Por outro lado, se durante a função RAMPA FINAL solta-se o botão, o ciclo de soldadura termina imediatamente e inicia o período de pós-gás (FIG. M).
Modo TIG SPOT e TIG THIN SPOT:
- A soldadura é realizada mantendo carregado o botão tocha até alcançar o tempo pré-configurado (tempo de spot).
6.2 SOLDAGEM MMA
- É indispensável, em qualquer caso, seguir as indicações do fabricante relacionadas na confecção dos eléctrodos utilizados, que indiquem a correcta polaridade do eléctrodo e a relativa corrente optimal.
- A corrente de soldagem deve ser regulada em função do diâmetro do eléctrodo utilizado e ao tipo de junção que se deseje efetuar; indicamos a seguir as correntes utilizáveis segundo os varios diâmetros dos eléctrodos:
| ∅ Eléctrodo (mm) | Corrente de soldagem (A) | |
| Min. Max. | ||
| 1.6 25 50 | ||
| 2 40 80 | ||
| 2.5 60 110 | ||
| 3.2 80 160 | ||
| 4 120 | 200 | |
| 5 150 | 280 | |
| 6 200 | 350 | |
- Tenha presente que em paridade do diâmetro do eléctrodo, valores elevados de corrente serão utilizados para soldagens em superfícies planas, enquanto para soldagens em vertical ou pra cima deverão ser utilizadas correntes mais baixas.
- As características mecânicas da junta soldada são determinadas, além que pela intensidade de corrente escolhida, pelos outros parâmetros de soldadura como: comprimento do arco, velocidade e posição de execução, diâmetro e qualidade dos eléctrodos (para uma correcta conservação guardar os eléctrodos ao abrigo da humidade, protegidos pelas apropriadas embalagens ou pelos apropriados recipientes).
- As características da soldadura dependem também do valor ARC-FORCE (comportamento dinâmico) do aparelho de soldar. Tal parâmetro pode ser configurado pelo painel, ou pode ser configurado com o controlo à distância com 2 potenciómetros.
- Deve ser observado que valores altos de ARC-FORCE dão maior penetração e permitem a soldadura em qualquer posição tipicamente com eléctrodos básicos, valores baixos de ARC-FORCE permitem um arco mais macio e sem pulverizados tipicamente com eléctrodos rutílios.
O aparelho de soldar é também equipado com dispositivos HOT START e ANTI STICK que garantem arranques fáceis e ausência de colagem do eléctrodo à peça.
6.2.1 Procedimento
- Mantendo a máscara NA FRENTE DO ROSTO, encostar com a ponta do eléctrodo na peça que deve ser soldada fazendo um movimento como se fosse acender um palito de fósforo; este é o melhor método para accionar o arco.
ATENÇÃO: NÃO GOLPEAR com o eléctrodo na peça; pois deste jeito se corre o risco de danificar o revestimento rendendo dificultoso o accionamento do arco.
- Uma vez accionado o arco, procurar de manter uma distância da peça, equivalente ao diâmetro do eléctrodo utilizado e manter esta distância o mais constante possível durante a execução da soldadura; lembre-se que a inclinação do eléctrodo na direcção de avance deverá ser de aproximadamente 20-30 graus.
- No final do cordão de soldadura, levar a extremidade do électrodo levemente pra trás em respeito a direcção de avance, para cima da cratera para efetuar o preenchimento, e então levantar rapidamente o électrodo do banho de fusão para obter o desligamento do arco (ASPECTOS DO CORDÃO DE SOLDAGEM - FIG. N).
7. MANUTENÇÃO

ATENÇÃO! ANTES DE EXECUTAR AS OPERAÇÕES DE MANUTENÇÃO, CAR QUE A MÁQUINA DE SOLDA ESTEJA DESLIGADA E DESCONECTADA DE DE ALIMENTAÇÃO.
7.1 MANUTENÇÃO ORDINÁRIA
AS OPERAÇÕES DE MANUTENÇÃO ORDINÁRIA PODEM SER EXECUTADAS PELO OPERADOR.
7.1.1 Tocha
- Evitar de apoiar a tocha e seu cabo sobre peças quentes; isto causará a fusão dos materiais isolantes colocando-a rapidamente fora de serviço.
- Verificar periodicamente a vedação da tubulação e conexões de gás.
- Acoplar cuidadosamente pinça para apertar o eléctrodo, mandril porta-pinça com o diâmetro do eléctrodo escolhido para evitar superaquecimentos, distribuição defeituosa do gás e relativo mau funcionamento.
- Controlar, pelo menos uma vez por dia, o estado de desgaste e a montagem correcta das partes terminais da tocha: bico, eléctrodo, pinça porta-eléctrodo, difusor de gás.
7.2 MANUTENÇÃO EXTRAORDINÁRIA
AS OPERAÇÕES DE MANUTENÇÃO EXTRAORDINÁRIA DEVEM SER EXECUTADAS EXCLUSIVAMENTE POR PESSOAL EXPERIENTE OU QUALIFICADO NO ÂMBITO ELÉCTRICO E MECÂNICO E NO RESPEITO DA NORMA TÉCNICA IEC/EN 60974-4.

ATENÇÃO! ANTES DE REMOVER OS PAINÉIS DA MÁQUINA DE SOLDA SAR À SUA PARTE INTERNA VERIFICAR QUE A MÁQUINA DE SOLDA A DESLIGADA E DESCONECTADA DA REDE DE ALIMENTAÇÃO.
Eventuais controles efetuados sob tensão dentro da máquina de solda podem causar choque elétrico grave provocado por contato direto com partes sob tensão e/ou lesões devido ao contato direto com órgãos em movimento.
- Periodicamente e, de qualquer maneira com frequência, em função da utilização e do conteúdo de poeira do ambiente, inspeccionar a parte interior do aparelho de soldar e remover a poeira depositada nas placas electrónicas com uma escova muito macia ou solventes apropriados.
- Na ocasião verificar que às ligações elétricas estejam bem apertadas e as cablagens não apresentem danos ao isolamento.
- No final de tais operações remontar os painéis da máquina de solda apertando a fundo os parafusos de fixação.
- Evitar absolutamente de executar operações de soldagem com a máquina de solda aberta.
- Depois de ter efetuado a manutenção ou a reparação restaurar as conexões e as fiações como eram inicialmente tomando o cuidado para que estas não entrem em contato com partes em movimento ou partes que podem ser atingidas por temperaturas elevadas. Colocar abraçadeiras em todos os condutores como eram inicialmente, tomando o cuidado de manter bem separadas entre si as ligações do primário em alta tensão daqueles secundários em baixa tensão.
Utilizar todas as anilhas e os parafusos originais para o fechamento da caldeiraria.
8. BUSCA DEFEITOS
EM CASO DE MAL FUNCIONAMENTO, E ANTES DE EFETUAR VERIFICAÇÕES SISTEMÁTICAS OU DE PROCURAR UM CENTRO DE ASSISTÊNCIA, CONTROLAR QUE:
- A corrente de soldadura seja adequada ao diâmetro e ao tipo de eléctrodo utilizado.
- Com o interruptor geral em "ON" a lâmpada relativa deve acender-se; em caso contrário o defeito está na linha de alimentação (fios, tomada fixa ou móvel, fusíveis, etc...).
- Non seja aceso o led amarelo marcador do intervento da segurança térmica de sobretensão ou queda de tensão ou de curto circuito.
- Assegurar-se de haver observado a relação de intermitência nominal; em caso de intervento da proteção termostática esperar o resfriamento natural da máquina, controlar a funcionalidade do ventilador.
- Controlar a tensão de linha: se o valor for demasiado alto ou demasiado baixo a máquina de soldar fica bloqueada.
- Controlar que não tenha um curto circuito na saída da máquina: em tal caso proceder à eliminação do inconveniente.
- Os coligamentos do circuito de soldagem sejam efetuados correctamente, sobretudo que a pinça de massa seja efectivamente coligada na peça com ausência de materiais isolantes (por ex: vernizes).
-
O gás de protecção usado seja correcto (Argon 99,5%) e na justa quantidade.
-
ΓΕΝΙΚΗ ΑΣΦΑΛΕΙΑ ΓΙΑ ΤΗ ΣΥΓΚΟΛΛΗΣΗ ΤΟΞΟΥ ......40
-
ΕΙΣΑΓΩΓΗ ΚΑΙ ΓΕΝΙΚΗ ΠΕΡΙΓΡΑΦΗ .....41
2.1 ΕΙΣΑΓΩΓΗ 41
A empresa fabricante torna-se garante do bom funcionamento das máquinas e compromete-se a efectuar gratuitamente a substituição das peças que porventura se deteriorarem devido à má qualidade de material e por defeitos de fabricação no prazo de 12 meses da data de entrada da máquina em funcionamento, comprovada no certificado. As máquinas devolvidas, mesmo se em garantia, deverão ser despachadas em PORTO FRANCO e serão devolvidas com FRETE A PAGAR. São excepção, a quanto estabelecido, as máquinas que são consideradas como bens de consumo segundo a directiva europeia 1999/44/CE, somente se vendidas nos estados-membros da EU. O certificado de garantia em validade somente se acompanhado pela nota fiscal ou conhecimento de entrega. Os inconvenientes decorrentes de utilização imprópria, adulteração ou descuido, são excluídos da garantia. Para além disso, o fabricante exime-se de qualquer responsabilidade para todos os danos directos e indirectos.