Force 170 954422 - Máquina de soldar Telwin - Manual de utilização gratuito
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| Tipo de produto | Máquina de solda inversora para TIG DC (partida LIFT) e MMA |
| Marca | Telwin |
| Modelo | Force 170 954422 |
| Categoria | Máquina de solda |
| Alimentação elétrica | Monofásica, 230 V ~ 50/60 Hz |
| Corrente de solda (MMA) | 10 - 170 A (ajustável) |
| Corrente de solda (TIG) | 10 - 170 A (ajustável) |
| Processos de soldagem | TIG DC (LIFT), MMA (eletrodos revestidos) |
| Funções integradas | Hot Start, Arc Force, VRD (redução de tensão em vazio), Anti-Stick |
| Ajustes | Seleção de modo (MMA/TIG), ajuste de corrente por encoder, parâmetros Hot Start/Arc Force/VRD |
| Exibição | Tela alfanumérica com indicadores LED |
| Proteções | Térmica, sobretensão/subtensão, curto-circuito na saída |
| Resfriamento | Ventilador forçado |
| Peso aproximado | 12 kg |
| Dimensões aproximadas (C x L x A) | 400 x 200 x 300 mm |
| Acessórios fornecidos | Cabo de alimentação com plugue 2P+T, alça de transporte |
| Acessórios opcionais | Kit MMA, kit TIG (tocha, adaptador para cilindro de argônio, redutor), máscara autoescurecível, cabo de retorno |
| Manutenção corrente | Limpeza de poeira interna, verificação de conexões, inspeção da tocha e mangueiras |
| Reparabilidade | Peças de reposição disponíveis (tocha, cabos, etc.), assistência técnica |
| Garantia | 12 meses a partir da colocação em serviço (certificado necessário) |
| Normas de segurança | EN 60974-1, EN 60974-9, classe A (uso profissional) |
Perguntas frequentes - Force 170 954422 Telwin
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MANUAL DE UTILIZADOR Force 170 954422 Telwin
(PT) Aparelhos de soldar profissionais com variador de frequência TIG-DC, MMA.
5.4 COLLEGAMENTO ALLA RETE....9
5.4.1 Spina e presa 9
5.5 CONNESSIONI DEL CIRCUITO DI SALDATURA 9
5.5.1 Saldatura TIG 9
5.5.2 Saldatura MMA....10
5.4 COLLEGAMENTO ALLA RETE
- Tipo A ( ∽ ) para máquinas monofásicas;
-
SEGURANÇA GERAL PARA A SOLDAGEM A ARCO
-
INTRODUÇÃO E DESCRIÇÃO GERAL
2.1 INTRODUÇÃO 27
2.2 ACESSÓRIOS SOB ENCOMENDA
- DADOS TÉCNICOS
3.1 PLACA DE DADOS (FIG. A) 28
3.2 OUTROS DADOS TÉCNICOS
- DESCRIÇÃO DO APARELHO DE SOLDAR
4.1 ESQUEMA EM BLOCOS 28
4.1.1 Aparelho de soldar com ignição LIFT (FIG. B)....28
4.2 DISPOSITIVOS DE CONTROLO, REGULAÇÃO E CONEXÃO .....28
4.2.1 Aparelho de soldar COMPACTO com ignição LIFT 28
4.2.1.1 Painel dianteiro (FIG. C) 28
4.2.1.2 Painel traseiro (FIG. D) 28
- INSTALACÃO
5.1 MONTAGEM....28
5.1.1 Montagem do cabo de retorno-pinça (FIG. E)....28
5.1.2 Montagem do cabo de soldadura-pinça de suporte elétrodo (FIG. F) .. 28
5.2 MODALIDADE DE ELEVAÇÃO DO APARELHO DE SOLDAR ..... 28
5.3 LOCALIZAÇÃO DO APARELHO DE SOLDAR 28
5.4 LIGAÇÃO NA REDE....28
- SOLDADURA: DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO
6.1 SOLDADURA TIG 29
6.1.1 Principios gerais....29
6.1.2 Procedimento (ignição LIFT).... 29
6.2 SOLDADURA MMA 29
6.2.1 Princípios gerais.... 29
7.1 MANUTENÇÃO ORDINÁRIA 29
7.1.1 Tocha 29
7.2 MANUTENÇÃO EXTRAORDINÁRIA
- BUSCA DEFEITOS
do
MÁQUINAS DE SOLDAR COM INVERTER PARA A SOLDADURA TIG E MMA PREVISTAS PARA USO INDUSTRIAL E PROFISSIONAL.
Nota: No texto a seguir será utilizada a frase "máquina de solda".
- SEGURANÇA GERAL PARA A SOLDAGEM A ARCO
O operador deve ser suficientemente informado sobre o uso seguro da máquina de solda e informado sobre os riscos ligados aos procedimentos com soldagem a arco, às relativas medidas de proteção e aos procedimentos de emergência. (Consultar também a norma “EN 60974-9: Aparelhagens para a soldadura por arco. Parte 9: Instalação e uso”).

- Evitar os contatos diretos com o circuito de solda; a tensão em vazio fornecida pela máquina de soldar pode ser perigosa em algumas circunstâncias.
- A conexão dos cabos de solda, as operações de verificação e de reparação devem ser executadas com a máquina de soldar desligada e desconectada da rede de alimentação.
- Desligar a máquina de soldar e desconectá-la da rede de alimentação antes de substituir as partes desgastadas pela tocha.
- Efetuar a instalação elétrica de acordo com as normas e leis de prevenção e acidentes em vigor.
- A máquina de soldar deve ser ligada exclusivamente a um sistema alimentação com condutor de neutro ligado à terra.
- Certificar-se que a tomada de alimentação esteja ligada corretamente à terra de proteção.
- Não utilizar a máquina de solda em ambientes úmidos ou molhados ou com chuva.
- Não utilizar fios com isolamento deteriorado ou com conexões afrouxadas.

- Não soldar sobre reservatórios, recipientes ou tubulações que contenham ou que contiveram produtos inflamáveis ou combustíveis líquidos ou gasosos.
- Evitar de trabalhar sobre materiais limpos com solventes clorados proximidades de tais substâncias.
- Não soldar recipientes sob pressão.
- Afastar da área de trabalho todas as substâncias inflamáveis (p.ex. madeira, papel, panos, etc.)
- Verificar que haja uma circulação de ar adequada ou de equipamentos capazes de eliminar as fumaças de solda nas proximidades do arco; é necessário um controle sistemático para a avaliação dos limites à exposição das fumaças de solda em função da sua composição, concentração e duração da própria exposição.
- Manter o cilindro protegido de fontes de calor, inclusive a irradiação solar (se utilizada).



- Adotar um isolamento eléctrico adequado em relação à tocha, a pe processamento e eventuais partes metálicas colocadas no chão situadas nas proximidades (acessíveis).
Isto normalmente pode ser obtido usando luvas, calçados, capacete e roupas previstas para tal fim e por meio do uso de estrados ou tapetes isolantes. - Proteger sempre os olhos com os filtros específicos conformes com a UNI EN 169 ou UNI EN 379 montados em máscaras ou capacetes conformes à UNI EN 175.
Usar os dispositivos protetores apropriados à prova de fogo (conformes à UNI EN 11611) e luvas de soldadura (conformes à UNI EN 12477) evitando de expor a epiderme aos raios ultravioletas e infravermelhos produzidos pe arco; a proteção deve ser estendida a outras pessoas próximas ao arco por meio de proteções ou cortinas não reflexivas. - Ruido: Se por causa de operações de soldadura muito intensivas for verificado um nível de exposição diária pessoal (LEPd) igual ou maior de 85
db(A), é obrigatório o uso de equipamentos de proteção individual adequados (Tab. 1).







- A passagem da corrente de soldadura causa o aparecimento de campos electromagnéticos (EMF) localizados nas proximidades do circuito de soldadura.
Os campos electromagnéticos podem interferir com algumas aparelhagens médicas (p. ex. Pacemaker, respiradores, próteses metálicas etc.).
Devem ser tomadas medidas de protecção adequadas para com os portadores desses aparelhos. Por exemplo, proibir o acesso à área de utilização do aparelho de soldar. Este aparelho de soldar satisfaz os standards técnicos de produto para o uso exclusivo em ambiente industrial e com finalidade profissional. Não é garantida a correspondência aos limites de base relativos à exposição humana aos campos electromagnéticos em ambiente doméstico.
O operador deve utilizar os procedimentos a seguir, de forma a reduzir a exposição aos campos electromagnéticos:
- Fixar juntos, o mais perto possível, os dois cabos de soldadura.
- Manter a cabeça e o tronco do corpo o mais distante possível do circuito de soldadura.
- Os cabos de soldadura nunca devem enrolar ao redor do corpo.
- Não soldar com o corpo no meio do circuito de soldadura. Manter ambos os cabos no mesmo lado do corpo.
- Ligar o cabo de retorno da corrente de soldadura à peça a soldar o m próximo possível à junção em execução.
- Não soldar perto, sentados ou apoiados no aparelho de soldar (distância mínima: 50cm).
- Não deixar objectos ferromagnéticos próximo do circuito de soldadura.
- Distância mínima d=20cm (Fig. N).

- Aparelho de classe A: Este aparelho de solda satisfaz os requisitos do standard técnico de produto para o uso exclusivo em ambiente industrial e com finalidade profissional. Não é garantida a correspondência à compatibilidade electromagnética nos edifícios domésticos e naqueles ligados directamente a uma rede de alimentação de baixa tensão que alimenta os edifícios para o uso doméstico.

- Em ambiente a risco acrescido de choque elétrico. - Em espaços confinados.
- Na presença de materiais inflamáveis ou explosivos.
DEVEM ser previamente avaliadas por um "Responsável qualificado" e executadas sempre na presença de outras pessoas instruídas para intervenções em caso de emergência.
DEVEM ser adotados os meios técnicos de proteção descritos em 7.10; A.8; A.10 da norma "EN 60974-9: Aparelhagens para a soldadura por arco. Parte 9: Instalação e uso".
- DEVE ser proibida a soldagem com operador suspenso do chão, salvo eventual uso de plataformas de segurança.
- TENSÃO ENTRÉ PORTA ELETRÓDOS OU TOCHAS: trabalhando com mais máquinas de solda sobre uma peça só ou sobre mais peças ligada eletricamente pode-se gerar uma soma perigosa de tensões em vazio entre dois diferentes porta eletrodos ou tochas, a um valor que pode atingir o dobroça dentímite permitido.
É necessário que um coordenador experiente execute a medição instrumental para estabelecer se existe um risco e possa adotar medidas de proteção adequada como indicado em 7.9 da norma "EN 60974-9: Aparelhagens para a soldadura por arco. Parte 9: Instalação e uso".

RISCOS RESÍDUOS
- USO IMPROPRIO: é perigoso o uso da máquina de solda para qualquer usinagem diferente daquela prevista (ex. descongelamento de tubulações da rede hídrica).
- É proibido utilizar a maçaneta como meio de suspensão do aparelho de soldar.
- INTRODUÇÃO E DESCRIÇÃO GERAL
2.1 INTRODÚÇÃO
Estes aparelhos de soldar são uma fonte de corrente para a soldadura por arco, realizada especificamente para a soldadura TIG (DC) LIFT e a soldadura MMA de eléctrodos revestidos (rútilos, ácidos, básicos).
As características específicas deste aparelho de soldar (INVERTER), tais como alta velocidade e precisão da regulação, conferem excelentes qualidades na soldadura. A regulação com sistema "inverter" na entrada da linha de alimentação (primário) estabelece também uma redução drástica de volume do transformador e da reatância de nivelamento permitindo a construção de um aparelho de soldar de volume e peso bastante reduzidos realçando suas qualidades de maneabilidade e facilidade de transporte.
2.2 ACESSÓRIOS SOB ENCOMENDA
- Kit de Soldadura MMA
- Kit de Soldadura TIG
- Redutor de pressão.
- Tocha TIG.
- Máscara com auto-escurecimento: com filtro fixo ou regulável.
- Cabo de retorno corrente de soldadura com borne de massa.
3. DADOS TÉCNICOS
3.1 PLACA DE DADOS (FIG. A)
Os principais dados relativos ao uso e às prestações da máquina de solda são resumidos na placa de características com o seguinte significado:
1- Grau de proteção do invólucro.
2- Símbolo da linha de alimentação:
1\~: tensão alternada monofásica:
3\~: tensão alternada trifásica.
3- Símbolo S: indica que podem ser executadas operações de soldagem num ambiente com risco acrescido de choque elétrico (p.ex. muito próximo de grandes massas metálicas).
4- Símbolo do procedimento de soldagem previsto.
5- Símbolo da estrutura interna da máquina de solda.
6- Norma EUROPÉIA de referência para a segurança e a fabricação das máquina de solda a arco.
7- Número de matrícula para a identificação da máquina de solda (indispensável para a assistência técnica, pedido de peças de reposição, busca da origem do produto).
8- Prestações do circuito de soldagem:
- U _n : tensão máxima em vazio.
- I₂/U₂ : Corrente e tensão correspondente normalizada que podem ser distribuídas pela máquina de solda durante a soldagem.
- X : Relação de intermitência: indica o tempo durante o qual a máquina de solda pode distribuir a corrente correspondente (mesma coluna). Expressa-se em %, na base de um ciclo de 10 minutos (ex. 60% = 6 minutos de trabalho, 4 minutos de parada; e assim por diante).
No caso em que fatores de utilização (de placa, referidos a 40°C ambiente) sejam ultrapassados se determinará a intervenção da proteção térmica (a máquina de solda permanece em stand-by até quando a sua temperatura retorna nos limites admitidos).
- A/V-A/V : Indica a série de regulação da corrente de soldagem (mínimo - máximo) à correspondente tensão de arco.
9- Dados característicos da linha de alimentação:
- U _1 : Tensão alternada e frequência de alimentação da máquina de solda (limites admitidos ±10%).
- I. : Corrente máxima absorvida da linha.
- I ^1 max: Corrente efetiva de alimentação.
10- 10: Valor dos fusíveis com acionamento retardado que devem ser instalados para proteger a linha.
11- Símbolos referidos a normas de segurança cujo significado está contido no capítulo 1 "Segurança geral para a soldagem a arco".
Nota: O exemplo de placa reproduzido é indicativo do significado dos símbolos e dos dígitos; os valores exatos dos dados técnicos da máquina de solda em seu poder devem ser detectados diretamente na placa da própria máquina de solda.
3.2 OUTROS DADOS TÉCNICOS
- MÀQUINA DE SOLDA: ver tabela 1 (TAB. 1).
OCHA: ver tabela 2 (TAB. 2).
O peso do aparelho de solda está contido na tabela 1 (TAB. 1).
4. DESCRIÇÃO DO APARELHO DE SOLDAR
4.1 ESQUEMA EM BLOCOS
O aparelho de soldar é essencialmente composto por módulos de potência e de controlo realizados sobre circuitos impressos e optimizados para obter a máxima fiabilidade e manutenção reduzida.
4.1.1 Aparelho de soldar com ignição LIFT (FIG. B)
1- Entrada da linha de alimentação monofásica, conjunto retificador, circuito de correção do falor de potência (PFC se previsto) e condensadores de nivelamento.
2- Ponte switching com transistores (IGBT) e drivers; comuta a tensão de linha retificada em tensão alternada de alta frequência e efetua a regulação da potência em função da corrente/tensão de soldadura exigida.
3- Transformador de alta frequência; o enrolamento primário é alimentado com a tensão convertida pelo bloco 2; ele tem a função de adaptar tensão e corrente aos valores necessários para o procedimento de soldadura por arco e simultaneamente de isolar galvanicamente o circuito de soldadura pela linha de alimentação.
4- Ponte retificadora secundária com indutância de nivelamento; comu tensão/corrente alternada fornecida pelo enrolamento secundário em corrente/ tensão contínua com baixíssima ondulação.
5- Eletrônica de controlo e regulação; controla instantaneamente o valor da corrente de soldadura e o compara com o valor configurado pelo operador; modula os impulsos de comando dos drivers dos IGBT que efetuam a regulação.
6- Lógica de controlo do funcionamento do aparelho de soldar: configura ciclos de soldadura, supervisiona os sistemas de segurança.
7- Painel de configuração e visualização dos parâmetros e dos modos de funcionamento.
8- Ventilador de arrefecimento do aparelho de soldar.
4.2 DISPOSITIVOS DE CONTROLO, REGULAÇÃO E CONEXÃO
4.2.1 Aparelho de soldar COMPACTO com ignição LIFT
4.2.1.1 Painel dianteiro (FIG. C)
1- Botão seleção modos e parâmetros de funcionamento:
- primeira função: seleção MMA ou TIG.
- segunda função (pressão prolongada na modalidade MMA): regulação Hot Start, Arc Force e se previsto, ativação / desativação dispositivo VRD. O carregamento rápido do botão permite selecionar o parâmetro a regular mediante o codificador (5) com indicação no ecrã (3) do relativo valor.
Para sair desde procedimento de regulação é necessário carregar o botão de forma prolongada.
Hot Start (no ecrã "hot XX"):
Parâmetro de regulação da sobrecarga de corrente inicial (regulação 0-100%) com a indicação no ecrã do aumento percentual em relação ao valor da corrente de soldadura pré-selecionada. Esta regulação facilita a ignição do arco elétrico. Arc Force (no ecrã “arc XX”):
Parâmetro de regulação da sobrecarga de corrente dinâmica (regulação 0-100%) com a indicação no ecrã do aumento percentual em relação ao valor da corrente de soldadura pré-selecionada. Esta regulação melhora a fluidez da soldadura e evita a colagem do elétrodo à peça.
VRD (no ecrã "vrd XX"):
Dispositivo de redução da tensão de saída em vazio (seleção on-off) com indicação no ecrã (3) dispositivo ativo "vrd ON" e dispositivo não ativo "vrd OFF". Este dispositivo aumenta a segurança do operador quando o aparelho de soldar está acesso mas não em condição de soldadura.
Nota: Para os modelos onde é previsto, pode-se escolher entre 2 calibrações diferentes da corrente máxima de soldadura disponível.
CL.1: Calibração com redução da corrente máxima de soldadura (menor potência disponível).
CL.2: Calibração sem redução da corrente máxima de soldadura (maior potência disponível).
A essa função específica é possível aceder mantendo carregado o botão de seleção durante o acendimento do aparelho de soldar (com fecho do interruptor geral).
Inicialmente consta selecionada a CL.1, para além disso é possível efetuar a restauração geral dos parâmetros (res ON/OFF).
A saída do procedimento é efetuado da mesma forma conforme quanto já descrito.
2- Leds de configuração de modos e parâmetros de funcionamento:
2a
led fixo: seleção modalidade MMA.
ed lampejante: regulação Arc Force, Hot Start, VRD (se previsto).
2b
led fixo: seleção modalidade TIG.
4- Led amarelo: normalmente apagado, se aceso indica o bloqueio do aparelho de soldar (a máquina permanece sem abastecer corrente) devido à intervenção de uma das protecões a seguir:
Proteção térmica: dentro do aparelho de soldar foi atingida uma temperatura excessiva. A restauração do funcionamento normal é automático. Alarme no ecrã "AL.2".
Proteção por excesso e sub-tensão de linha: a tensão está fora da faixa +/- 15% em relação ao valor de placa. Alarme no ecrã "AL.1".
ATENÇÃO: Ultrapassar o limite de tensão superior, acima citado, danificará seriamente o dispositivo.
Proteção ANTI STICK (Anti-aderência) o elétrodo colou no material a soldar, é possível a sua remoção manual.
A restauração do funcionamento normal é automático.
5- Codificador para a regulação dos parâmetros de soldadura; permite a regulação também durante a soldadura.
1 - Cabo de alimentação 2p + ( ⊕ )
2 - Interruptor geral O/OFF - I/ON (luminoso).
5. INSTALAÇÃO

ATENÇÃO! EXECUTAR TODAS AS OPERAÇÕES DE INSTALAÇÃO E LIGAÇÕES ELÉTRICAS COM O APARELHO DE SOLDAR RIGOROSAMENTE DESLIGADO E DESPRENDIDO DA REDE DE ALIMENTAÇÃO.
AS LIGAÇÕES ELÉTRICAS DEVEM SER EXECUTADAS EXCLUSIVAMENTE POR PESSOAL EXPERIENTE OU QUALIFICADO.
5.1 MONTAGEM
5.1.1 Montagem do cabo de retorno-pinça (FIG. E)
5.1.2 Montagem do cabo de soldadura-pinça de suporte elétrodo (FIG. F)
5.2 MODALIDADE DE ELEVAÇÃO DO APARELHO DE SOLDAR
Todos os aparelhos de soldar neste manual devem ser erguidos utilizando a alça.
5.3 LOCALIZAÇÃO DO APARELHO DE SOLDAR
Identificar o lugar de instalação do aparelho de soldar de forma que não haja obstáculos na correspondência da abertura da entrada e de saída do ar de arrefecimento (circulação forçada mediante ventilador): verificar ao mesmo tempo que não sejam aspirados pós condutivos, vapores corrosivos, humidade, etc. Manter no mínimo 250 mm de espaço livre ao redor do aparelho de soldar.

ATENÇÃO! Posicionar o aparelho de soldar sobre uma superfície plana de capacidade adequada ao peso para evitar que vire ou movimentos perigosos.
5.4 LIGAÇÃO NA REDE
- Antes de efetuar qualquer ligação elétrica, verificar que os dados da placa do aparelho de soldar correspondam à tensão e à frequência de rede disponíveis no a lugar da instalação.
- O aparelho de soldar deve ser ligado exclusivamente a um sistema de alimentação com condutor de neutro ligado à terra.
- Para garantir a proteção contra o contato indireto usar interruptores diferenciais do tipo:
- Tipo A ( [IMAGE] ) para máquinas monofásicas;
- A fim de satisfazer os requisitos da Norma EN 61000-3-11 (Flicker) recomenda-se a ligação do aparelho de soldar nos pontos de interligação da rede de alimentação que apresentam uma impedância menor de di Zmax = 0.25 ohm (monofásica).
- O aparelho de soldar não está nos requisitos da norma IEC/EN 61000-3-12 (modelos sem PFC).
Se o mesmo for ligado a uma rede de alimentação pública, o instalador ou o utilizador são responsáveis para controlar que o aparelho de soldar possa ser conectado (se necessário, consultar o gestor da rede de distribuição).
- Os aparelhos de soldar monofásicos com corrente absorvida inferior ou igual a 16A são dotados na origem com cabo de alimentação com ficha normalizada (2P+T) 16A \ 250V.
- Os aparelhos de soldar com corrente absorvida superior a 16A são dotados com cabo de alimentação a ligar em uma ficha normalizada (2P+T) com potência adequada. Predispor uma tomada de rede dotada de fusível ou interruptor automático; o terminal de terra específico deve ser ligado ao condutor de terra (amarelo-verde) da linha de alimentação.
- A tabela 1 (TAB. 1) contém os valores recomendados em amperes dos fusíveis retardados de linha escolhidos segundo a corrente max. nominal fornecida pelo aparelho de soldar e à tensão nominal de alimentação.
5.5 CONEXÕES DO CIRCUITO DE SOLDADURA

ATENÇÃO! ANTES DE EFETUAR AS SEGUINTES LIGAÇÕES VERIFICAR
QUE O APARELHO DE SOLDAR ESTEJA DESLIGADO E DESPRENDIDO DA REDE DE ALIMENTAÇÃO.
A tabela (TAB. 1) contém os valores recomendados para os cabos de soldadura (em mm ^2 ) de acordo com a corrente máxima abastecida pelo aparelho de soldar.
5.5.1 Soldadura TIG
Ligação tocha
- Introduzir o cabo portador de corrente no borne rápido (-) apropriado. Acoplar o tubo de gás da tocha no cilindro.
Ligação de cabo de retorno da corrente de soldadura
- Deve ser ligado à peça que deve ser soldada ou na bancada metálica onde está apoiado, o mais próximo possível da junção em execução. Esse cabo deve ser conectado ao borne com o símbolo (+).
Ligação ao cilindro de gás
- Atarraxar o redutor de pressão à válvula do cilindro de gás interpondo, se necessário, a redução apropriada fornecida como acessório.
- Ligar o tubo de entrada do gás ao redutor e apertar a abraçadeira fornecida.
- Afrouxar o aro de regulação do redutor de pressão antes de abrir a válvula do cilindro.
- Abrir o cilindro e regular a quantidade de gás (l/min) segundo os dados indicados de uso, ver tabela (TAB. 3); eventuais ajustes do fluxo de gás poderão ser executados durante a soldadura agindo sempre no anel do redutor de pressão. Verificar vedação de tubagens e conexões.
ATENÇÃO! No fim do trabalho fechar sempre a válvula do cilindro de gás.
5.5.2 Soldadura MMA
Ligação do cabo de soldadura pinça de suporte elétrodo
No terminal tem um borne especial que serve para apertar a parte descoberta do elétrodo.
Esse cabo deve ser conectado ao borne com o símbolo (+).
Ligação de cabo de retorno da corrente de soldadura
Deve ser ligado à peça que deve ser soldada ou na bancada metálica onde apoiado, o mais próximo possível da junção em execução.
Este cabo deve ser ligado ao borne com o símbolo (-).
6. SOLDADURA: DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO
6.1 SOLDADURA TIG
6.1.1 Princípios gerais
A soldadura TIG é um processo de soldadura que aproveita o calor produzido pelo arco elétrico que é desencadeado, e mantido, entre um elétrodo infusível (Tungstênio) e a peça a soldar. O elétrodo de Tungstênio é suportado por uma tocha apropriada para transmitir a corrente de soldadura e proteger o próprio elétrodo e o banho de soldadura contra a oxidação atmosférica mediante um fluxo de gás inerte (normalmente Argónio: Ar 99,5%) que sai pelo bico cerâmico (FIG. G).
A soldadura TIG DC é apropriada a todos os aços de carbono de baixa-liga e alta-liga e aos metais pesados cobre, níquel, titânio e suas ligas.
Para a soldadura em TIG DC com elétrodo ao polo (-) geralmente é usado o elétrodo com 2% de Cério (faixa colorida cinza).
É necessário apontar axialmente o elétrodo de Tungsténio à mola, ver na FIG. tomando o cuidado que a ponta esteja perfeitamente concêntrica a fim de evit: desvios do arco. É importante efetuar o desbaste no sentido do comprimento do elétrodo. Essa operação deverá ser repetida periodicamente em função do uso e do desgaste do elétrodo ou quando o mesmo tiver sido contaminado acidentalmente, oxidado ou usado não corretamente.
Para uma boa soldadura é indispensável usar o diâmetro exato de elétrodo com a corrente exata, ver tabela (TAB. 3).
A projeção normal do elétrodo pelo bico cerâmico é de 2-3 mm e pode atingir 8mm para soldaduras de aresta.
A soldadura é efetuada pela fusão das abas da junção. Para espessuras finas preparadas oportunamente (até aprox. 1 mm) não serve material de enchimento (FIG I).
Para espessuras superiores são necessárias varetas com a mesma composição do material base e com diâmetro adequado, com preparação específica para abas (FIG. L). Para um bom resultado da soldadura, é oportuno que as peças estejam rigorosamente limpas e sem óxido, óleos, gorduras, solventes, etc.
6.1.2 Procedimento (ignição LIFT)
- Regular a corrente de soldadura no valor desejado através do manípulo; durante a soldadura adaptar eventualmente ao abastecimento térmico real.
- Verificar o fluxo correto do gás.
O acendimento do arco elétrico é efetuado com o contato e o afastamento do elétro do tungsténio da peça a soldar. Essa modalidade de ignição causa menos interferências eletro-radiais e reduz ao mínimo as inclusões de tungstênio e o desgaste do elétro, apoiar a ponta do elétro na peça. com ligeira pressão e elevar o elétro de 2-3 mm com algum instante de atraso, obtendo assim a ignição do arco. O aparelho de soldar distribui inicialmente uma corrente I _BASE , depois de alguns instantes, será distribuída a corrente de soldadura configurada. - Para interromper a soldadura erguer rapidamente o elétrodo da peça.
6.2 SOLDADURA MMA
6.2.1 Princípios gerais
- É indispensável consultar as indicações do fabricante contidas na embalagem dos elétrodos utilizados que indicam a polaridade correta do elétrodo e a relativa corrente optimizada.
- A corrente de soldadura deve ser regulada em função do diâmetro do elétrodo utilizado e do tipo de junção que se deseja executar; a título indicativo as correntes que podem ser utilizadas para os vários diâmetros de elétrodo, são:
| ∅ Elétrodo (mm) Corrente de soldadura (A) | ||
| Min. Max. | ||
| 1.6 25 | 50 | |
| 2 | 40 | 80 |
| 2.5 60 | 110 | |
| 3.2 80 | 160 | |
| 4 | 120 | 200 |
| 5 | 150 | 250 |
- Deve ser salientado que com igualdade de diâmetro do elétrodo, valores elevados de corrente serão utilizados para soldaduras na horizontal, enquanto para soldaduras na vertical ou na extremidade deverão ser utilizadas correntes mais baixas.
- As características mecânicas da junção soldada são estabelecidas, para além da intensidade de corrente escolhida, pelos outros parâmetros de soldadura, tais como comprimento do arco, velocidade e posição de execução, diâmetro e qualidade
dos elétrodos (para uma conservação correla, manter os elétrodos protegidos da humidade, dentro das embalagens apropriadas ou recipientes).
- As características da soldadura dependem também do valor de Arc Force (comportamento dinâmico) do aparelho de soldar. Tal parâmetro pode ser configurado (onde previsto) pelo painel, ou pode ser configurado com o controlo à distância com 2 potenciómetros.
- Salienta-se que valores altos de Arc Force dão mais penetração e permitem a soldadura em qualquer posição tipicamente com elétrodos básicos, valores baixos de Arc Force permitem um arco mais suave e sem borrifos tipicamente com elétrodos rútilos.
O aparelho de soldar é também equipado com dispositivos Hot Start e Anti Stick que garantem respectivamente arranques fáceis e ausência de colagem do elétrodo à peça.
6.2.2 Procedimento
- Mantendo a máscara NA FRENTE DO ROSTO, esfregar a ponta do elétrodo na peça a soldar executando um movimento como se fosse acender um fósforo; este é o método mais correto para desencadear o arco: se previsto, com o dispositivo VRD ativo, a ignição do arco ocorre colocando em contato e depois afastando rapidamente o elétrodo da peça a soldar.
ATENÇÃO: NÃO BATER o elétrodo na peça; arriscar-se-ia de danificar o revestimento dificultando a ignição do arco.
- Tão logo o arco tiver sido desencadeado, procurar manter uma distância da peça equivalente ao diâmetro do elétrodo utilizado e manter essa distância a mais constante possível durante a execução da soldadura; lembrar que a inclinação do elétrodo no sentido do avanço deverá ser de aproximadamente 20-30 graus.
- No fim do cordão de soldadura, colocar a extremidade do elétrodo ligeiramente para trás em relação à direção de avanço acima da cratera para efetuar o enchimento, depois erguer rapidamente o elétrodo do banho de fusão para que o arco se apague (Aspectos do cordão de soldadura - FIG. M).
7. MANUTENÇÃO
stá ATENÇÃO! ANTES DE EXECUTAR AS OPERAÇÕES DE MANUTENÇÃO, VERIFICAR QUE A MAQUINA DE SOLDA ESTEJA DESLIGADA E DESCONECTADA DA REDE DE ALIMENTAÇÃO.
7.1 MANUTENÇÃO ORDINÁRIA
AS OPERAÇÕES DE MANUTENÇÃO ORDINÁRIA PODEM SER EXECUTADAS PELO OPERADOR.
7.1.1 Tocha
- Evitar de apoiar a tocha e seu cabo sobre peças quentes; isto causará a fusão dos materiais isolantes colocando-a rapidamente fora de serviço.
- Verificar periodicamente a vedação da tubulação e conexões de gás.
- Acoplar com cuidado a pinça de pressão do eléctrodo, difusor de gás calibrado com o diâmetro do eléctrodo escolhido a fim de evitar sobreaquecimentos, a difusão irregular do gás e relativo mau funcionamento.
- Controlar, todas as vezes antes de utilizar, o estado de desgaste e a montagem correcta das partes terminais da tocha: bico, eléctrodo, pinça porta-eléctrodo, difusor de gás.
7.2 MANUTENÇÃO EXTRAORDINÁRIA
AS OPERAÇÕES DE MANUTENÇÃO EXTRAORDINÁRIA DEVEM SER EXECUTADAS EXCLUSIVAMENTE POR PESSOAL EXPERIENTE OU QUALIFICADO NO ÂMBITO ELÉCTRICO E MECÂNICO E NO RESPEITO DA NORMA TÉCNICA IEC/EN 60974-4.

ATENÇÃO! ANTES DE REMOVER OS PAINÉIS DA MÁQUINA DE SOLDA E ACESSAR A SUA PARTE INTERNA VERIFICAR QUE A MÁQUINA DE SOLDA ESTEJA DESLIGADA E DESCONECTADA DA REDE DE ALIMENTAÇÃO. Eventuais controles efetuados sob tensão dentro da máquina de solda podem causar choque elétrico grave provocado por contato direto com parte tensão e/ou lesões devido ao contato direto com órgãos em movimento.
Periodicamente e, de qualquer maneira com frequência, em função da utilização e do conteúdo de poeira do ambiente, inspeccionar a parte interior do aparelho de soldar e remover a poeira depositada nas placas electrónicas com uma escova muito macia ou solventes apropriados.
- Na ocasião verificar que as ligações elétricas estejam bem apertadas e as cablagens não apresentem danos ao isolamento.
- No final de tais operações remontar os painéis da máquina de solda apertando a fundo os parafusos de fixação.
- Evitar absolutamente de executar operações de soldagem com a máquina de solda aberta.
- Depois de ter efetuado a manutenção ou a reparação restaurar as conexões e as fiações como eram inicialmente tomando o cuidado para que estas não entrem em contato com partes em movimento ou partes que podem ser atingidas por temperaturas elevadas. Colocar abraçadeiras em todos os condulores como eram inicialmente, tomando o cuidado de manter bem separadas entre si as ligações do primário em alta tensão daqueles secundários em baixa tensão. Utilizar todas as anilhas e os parafusos originais para o fechamento da caldeiraria.
8. BUSCA DEFEITOS
EM CASO DE MAL FUNCIONAMENTO, E ANTES DE EFETUAR VERIFICAÇÕES SISTEMÁTICAS OU DE PROCURAR UM CENTRO DE ASSISTÊNCIA, CONTRÓLAR QUE:
- A corrente de soldadura seja adequada ao diâmetro e ao tipo de eléctrodo utilizado.
- Com o interruptor geral em "ON" a lâmpada relativa deve acender-se; em caso contrário o defeito está na linha de alimentação (fios, tomada fixa ou móvel, fusíveis, etc...).
- Non seja aceso o led amarelo marcador do intervento da segurança térmica de sobretensão ou queda de tensão ou de curto circuito.
- Assegurar-se de haver observado a relação de intermitência nominal; em caso de intervento da proteção termostática esperar o resfriamento natural da máquina, controlar a funcionalidade do ventilador.
- Controlar a tensão de linha: se o valor for demasiado alto ou demasiado baixo a máquina de soldar fica bloqueada.
- Controlar que não tenha um curto circuito na saída da máquina: em tal caso proceder à eliminação do inconveniente.
- Os coligamentos do circuito de soldagem sejam efetuados correctamente, sobretudo que a pinça de massa seja efectivamente coligada na peça com ausência de materiais isolantes (por ex: vernizes).
-
O gás de protecção usado seja correcto (Argon 99.5%) e na justa quantidade.
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ΓΕΝΙΚΗ ΑΣΦΑΛΕΙΑ ΓΙΑ ΤΗ ΣΥΓΚΟΛΛΗΣΗ ΤΟΞΟΥ 30
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ΕΙΣΑΓΩΓΗ ΚΑΙ ΓΕΝΙΚΗ ΠΕΡΙΓΡΑΦΗ 30
2.1 ΕΙΣΑΓΩΓΗ 30
1- Vaipan suoiausaste.
- Svöttölinian symboli:
2- Syllomijan symbol.
A empresa fabricante torna-se garante do bom funcionamento das máquinas e compromete-se a efectuar gratuitamente a substituição das peças que porventura se deteriorarem devido à má qualidade de material e por defeitos de fabricação no prazo de 12 meses da data de entrada da máquina em funcionamento, comprovada no certificado. As máquinas devolvidas, mesmo se em garantia, deverão ser despachadas em PORTO FRANCO e serão devolvidas com FRETE A PAGAR. São excepção, a quanto estabelecido, as máquinas que são consideradas como bens de consumo segundo a directiva europeia 1999/44/CE, somente se vendidas nos estados-membros da EU. O certificado de garantia tem validade somente se acompanhado pela nota fiscal ou conhecimento de entrega. Os inconvenientes decorrentes de utilização imprópria, adulteração ou descuido, são excluídos da garantia. Para além disso, o fabricante exime-se de qualquer responsabilidade para todos os danos directos e indirectos.