BRESSER 70900 NG - Telescópio

70900 NG - Telescópio BRESSER - Manual de utilização gratuito

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Notice BRESSER 70900 NG - page 76
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Marca : BRESSER

Modelo : 70900 NG

Categoria : Telescópio

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Perguntas frequentes - 70900 NG BRESSER

Baixe as instruções para o seu Telescópio em formato PDF gratuitamente! Encontre o seu manual 70900 NG - BRESSER e retome o controlo do seu dispositivo eletrónico. Nesta página estão publicados todos os documentos necessários para a utilização do seu dispositivo. 70900 NG da marca BRESSER.

MANUAL DE UTILIZADOR 70900 NG BRESSER

Manual de utilização ................................................................. 76

Estes são os componentes do telescópio (g. 1–3) 1 Tubo do telescópio 2 Buscador 3 Parafuso de ajuste do buscador 4 Abertura do tubo 5 Objectiva 6 Anel de retenção da ocular 7 Roda de ajuste da nitidez 8 Suporte do tubo 9 Cabeça do tripé (com compensação da altura dos pólos e montagem) 10 Prateleira para acessórios 11 Clipes de xação (no tripé) 12 Garfo de retenção (no estribo central) para a prateleira 13 Pernas do tripé 14 Veio exível (longo) 15 Veio exível (curto) 16 Aranha do tripé 17 Barra de ajuste da latitude 18 3 oculares (Ø 31,7 mm ou 11/4”): f = 20 mm, f = 12 mm, f = 4 mm 19 Reector zénite 20 Lente inversora 1,5x NÍVEL I – Montagem

2. Informações gerais sobre a montagem,

local de instalação Antes de iniciares a montagem, deves escol- her um local de instalação adequado ao teu telescópio. O melhor será montar este aparel- ho num local, no qual tenhas uma boa visibili- dade para o céu, uma base estável e espaço suciente. Importante: aperta todos os parafusos apenas “manualmente” e evita “apertar em excesso”.

Pega no tripé e coloca-o na vertical com os pés para baixo. Pega agora em duas das per- nas do tripé (13) e puxa-as com cuidado até estarem totalmente abertas. Todo o peso do tripé é suportado numa perna. Em seguida, posiciona o tripé na vertical. Componentes no anel de retenção da ocular (g. 8) 21 Parafuso de xação 21a Capa de protecção Componentes no reector zénite (g. 9) 22 Parafuso de xação Componentes no buscador (g. 10) 23 Armação dianteira da lente (objectiva) 23a Anel de contorno da objectiva 24 Suporte do buscador Componentes no tubo (g. 12) 25 Capa de protecção Eixo com veio exível (g. 13) 26,27 Parafuso de xação do veio exível Compensação da altura dos pólos (g. 14): 28 Parafuso de xação da altura dos pólos 29 Barra de ajuste da latitude 30 Placa de inclinação Componentes da montagem (g. 15) 26 Veio exível (para eixo horário, para seguimento) 27 Veio exível (para eixo de declinação) 31 Grampo vertical 31a Eixo de declinação 32 Adaptador tipo rabo de andorinha 33 Bloqueio horizontal

1^78 Solta os três clipes de xação (11) (g. 1 + 4) nas pernas do tripé, puxa cada perna indivi- dualmente até ao comprimento desejado (vê a g. 4), fecha os clipes de xação e coloca o tripé numa base xa e plana. DICA: Um pequeno nível de bolha de ar na prateleira de acessórios pode ajudar-te no alinhamento horizontal do teu tripé.

4. Montar a prateleira

A prateleira de acessórios (10) (g. 1 + 3) é encaixada com o lado plano para baixo no centro da aranha do tripé (g. 2, 16) e mon- tada com uma rotação de 60° no sentido dos ponteiros do relógio (g. 5). Os três rebites da prateleira têm de coincidir e encaixar nos garfos de retenção (12) (g. 1 + 3) dos estribos centrais. Se necessário, pressionar a aranha do tripé um pouco para baixo.

Para a montagem do tubo do telescópio (1) (g. 1) soltas o parafuso de obturação da braçadeira do tubo (8) (g. 6) e abres a bra- çadeira. Coloca o tubo no centro do suporte e fecha novamente a braçadeira. Apertar o parafuso de obturação no suporte com a mão. Coloca agora o tubo, incluindo o suporte do tubo, com a abertura da objectiva no sentido marcado (marcação N na cabeça do tripé, seta do Norte e gura do telescópio na mon- tagem) na montagem. Fixa o suporte do tubo com o parafuso de xação do adaptador tipo rabo de andorinha na cabeça da montagem (g. 7).

6. Instalar a ocular

O equipamento básico do teu telescópio in- clui três oculares (18) (g. 2) e um reector zénite (19) (g. 2). Com as oculares determi- nas a ampliação correspondente do teu te- lescópio. Antes de colocares as oculares e o reec- tor zénite, deves retirar a capa de protecção (21a) do anel de retenção da ocular (6) (g. 1). Solta os parafusos de aperto (21) no anel de retenção da ocular e encaixa primeiro o reector zénite. Em seguida, aperta nova- mente os parafusos de aperto (21).

No suporte do buscador encontram-se parafu- sos de ajuste do buscador (3) (g. 1): dois par- afusos de aperto (preto) e um contra-parafuso com mola (prateado). Os parafusos de aperto (pretos) devem ser apertados uniformemente, de forma a sentir-se uma resistência, através da qual o tubo do buscador ca xo. Antes iniciares a observação, é obrigatório ajustar o buscador – para isso, o buscador e o telescópio principal têm de estar virados para a mesma posição. Para o alinhamento, procede da seguinte forma: Pega na ocular de 20 mm, coloca-a no re- ector zénite e vira o telescópio principal para um objecto terrestre bem denido e fácil de encontrar (g. 11, p. ex. a torre de uma igre- ja, o telhado de uma casa). A distância deve perfazer, no mínimo, 200 a 300 m. Mantém o objecto exactamente no centro do campo de visão da ocular. A reprodução da imagem é vertical, mas la- teralmente invertida. No buscador, a imagem é reproduzida na vertical e lateralmente cor- recta. Roda agora (para a direita/esquerda) um dos dois parafusos de aperto do tubo do buscador e olha continuamente através do buscador. Prossegue até o retículo do buscador alcançar a posição exacta, que cor- responde à observação através da ocular do telescópico principal. Ajuste da nitidez do buscador: Roda a armação dianteira da lente (23) até duas voltas para a esquerda. Ago- ra podes ajustar o anel de contorno (23a) individualmente. Em seguida, xa da mesma forma, desa- pertando e apertando os parafusos de aperto (22), a ocular de 20 mm no reector zénite. Presta atenção para que a lente da ocular es- teja na vertical, virada para cima. Isso facilita a observação. Caso contrário, desaperta o parafuso de aperto (21) no anel de retenção da ocular e gira o reector zénite para esta posição.

7. Montagem e alinhamento do buscador

Desloca o pé do suporte do buscador (24) to- talmente para a base do suporte do buscador no tubo do telescópio (g. 10). O suporte do buscador encaixa. Presta atenção para que a objectiva do buscador esteja virada na di- recção da abertura dianteira do tubo.

d80 NÍVEL II – A utilização do telescópio

1. Manuseamento – Montagem

O teu telescópio está equipado com uma montagem que permite dois tipos de obser- vação. A: Azimutal = ideal para a observação ter- restre B: Paraláctica = ideal para a observação do céu (observação astronómica) Relativamente à A: No caso da montagem azimutal, o telescópio é rodado no sentido horizontal e vertical.

Para facilitar o ajuste de precisão exacto do eixo de declinação e de ascensão recta, os veios exíveis são colocados nos suportes previstos de ambos os eixos. O veio exível longo (14) (g. 1) é montado pa- ralelamente ao tubo do telescópio. A xação efectua-se com um parafuso de aperto (16,

17) no entalhe previsto do eixo.

O veio exível curto (15) (g. 1) é montado la- teralmente. A xação efectua-se com um pa- rafuso de aperto (16, 17) no entalhe previsto do eixo. O teu telescópio já está operacional. Olha através do buscador e focaliza num ob- jecto distante. Roda a armação da lente dian- teira (23) para uma ou outra direcção até o objecto surgir com nitidez. Aparafusa o anel de contorno (23a) no sentido da armação da lente.

8. Capas de protecção

Para protegeres o interior do teu telescópio do pó e da sujidade, a abertura do tubo está protegida com uma capa de protecção (25). Também existe uma capa de protecção (21) no anel de retenção da ocular (6) (g. 1). Para conseguires observar, tens de retirar as capas das aberturas.

Quando saíres de um compartimento ilu- minado para o ar livre durante a noite, tens de deixar que os teus olhos se adaptem à escuri- dão. Após aprox. 20 minutos, podes iniciar a observação astronómica. Não observes a partir de um compartimento fechado e coloca o teu telescópio com os acessórios no seu local de instalação aprox. 30 minutos antes do início da observação, a m de garantir uma compensação da tempe- ratura no interior do tubo. Além disso, deves prestar atenção para que o teu telescópio se encontre numa base estável e ao nível do solo.

3. Primeiro alinhamento

Solta o parafuso de xação da altura dos pó- los (28) e coloca a placa de inclinação (32) conforme a escala da barra de ajuste da latitu- de (29) na latitude do local onde te encontras (na Alemanha aprox. 50°). Alinha o tripé com a marcação do Norte (N) no sentido Norte. A parte superior da placa de inclinação também está virada para Norte. A barra de ajuste da latitude indica o Sul.

4. Ajuste da latitude geográca

Verica a latitude do teu local de observação num mapa de estradas, num atlas ou na Inter- net. A Alemanha encontra-se entre a latitude geográca de 54° (Flensburg) e 48° (Mu- nique) a norte. Solta agora o parafuso de xação da altura dos pólos (28) e inclina a placa de inclinação (32) até o algarismo, que se encontra na bar- ra de ajuste da latitude (29) no caso do blo- queio, corresponder à latitude do local onde te encontras (p. ex. 51°). DICA: A latitude exacta da tua localização encontra- se num atlas, sempre na margem direita ou esquerda de um mapa geográco. Também poderás encontrar informações na tua câma- ra municipal, registo predial ou na Internet: P. ex. em www.heavens-above.com. Aí podes seleccionar o teu país em “Anonymous user > Select”; os dados serão indicados em se- guida.

Gira o eixo de declinação (8), incluindo ao su- porte do telescópio, 90° para cima (as marca- ções de setas brancas à frente na montagem cam frente a frente). Coloca correctamente o tubo (ver gura do telescópio e seta de norte) no suporte e aperta o parafuso de xação. A ocular do telescópio está virada para o solo, a objectiva para a Estrela Polar. Solta o grampo Solta o parafuso de xação da altura dos pó- los (28) e baixa a placa de inclinação (30), até car na horizontal (ou seja, até ao encosto). Aperta novamente o parafuso de xação da altura dos pólos. Solta o bloqueio vertical (31) e coloca o tubo na horizontal. Volta a apertar o bloqueio.

O telescópio pode agora ser movido na hori- zontal e vertical, mediante a rotação de am- bos os veios exíveis (14, 15) (g. 1). Relativamente à B: Kapitel (3–11).

2. Alinhamento (à noite)

Um local de instalação escuro é extremamen- te importante para muitas observações, pois as luzes perturbadoras (lâmpadas, lanternas) podem prejudicar consideravelmente a nitidez dos detalhes da imagem produzida pelo tele- scópio.82 Se necessário, podes alinhar o telescópio à estrela com a ajuda dos veios exíveis, bem como ajustar a nitidez na roda de ajuste da nitidez (7) (g. 1). Além disso, podes ajustar agora uma amplia- ção maior, mudando de ocular (com uma dis- tância focal menor). Presta atenção ao facto de a ampliação das estrelas quase não ser perceptível. DICA: As oculares são sistemas de lentes semelhan- tes ao olho humano. Com a ocular é obtida a imagem existente no ponto focal da objec- tiva, ou seja, tornada visível e ampliada. São necessárias oculares de diferentes distâncias focais, para se conseguir diferentes amplia- ções. da barra de ajuste da latitude e o eixo de de- clinação e coloca a estrela polar no centro do campo de visão da ocular. Em seguida, volta a apertar o grampo. O tripé não deve voltar a ser deslocado ou ajustado, pois perderá o al- inhamento. O telescópio está agora alinhado correctamente. Este procedimento é necessário, para que o seguimento dos objectos celestes seja con- seguido.

6. Posição de seguimento ou de observação

Solta o bloqueio vertical (8) e inclina o tubo do telescópio 90° para baixo. Solta o bloqueio horizontal (33) e gira o tele- scópio 180° para a direita ou para a esquer- da até a lente da objectiva estar virada para o céu. Aperta novamente todos os bloqueios, de for- ma que possa ocorrer um seguimento pelo veio exível. O accionamento manual do eixo horário (eixo de ascensão recta, eixo R.A) através do eixo exível (26) compensa a rotação da Terra, de forma que o objecto posicionado permanece sempre no campo de visão da ocular. Se quiseres virar para um outro objecto, sol- ta os bloqueios, gira o tubo no sentido ade- quado e aperta os bloqueios novamente. O ajuste de precisão efectua-se com os veios exíveis (14, 15) (g. 1).

O teu telescópio está alinhado e ajustado. Para conseguires uma posição de observa- ção confortável, solta com cuidado o par- afuso da braçadeira do tubo (8) (g. 1), de forma que possas rodar o tubo do telescópio. Coloca a ocular e o tubo do buscador numa posição, a partir da qual a observação pode ser confortável. O alinhamento de precisão efectua-se com a ajuda do tubo do buscador (2). Olha através do buscador e tenta, p. ex., alinhar a estrela polar (g. 16) ao centro, no retículo do busca- dor (g. 17). No caso do ajuste exacto, o veio do eixo horário (26), assim como o veio do eixo de declinação (27) são muito úteis.

Depois de teres ajustado a estrela polar no buscador e de olhares através da ocular, de- ves conseguir reconhecer a estrela polar no telescópio.

Começa cada observação com uma ocular de baixa ampliação (= elevada distância focal, p. ex. 20 mm).

9. Em busca das estrelas

No início, a orientação no céu de estrelas pa- recerá difícil, pois as estrelas e as constela- ções estão sempre em movimento e alteram a sua posição no céu conforme a estação do ano, a data e a hora. A excepção é a estrela polar. Através dela é projectado (de uma forma consideravelmen- te precisa) o eixo polar da Terra. O chamado Pólo Norte Celestial forma o ponto de partida de todos os mapas estelares. O reector zénite (19) (g. 2) efectua uma in- versão da imagem (reexão) e é utilizado para a observação do céu. Para veres uma imagem vertical e horizontal- mente correcta, tens de utilizar a lente inver- sora fornecida. Solta o parafuso de aperto (21) e retira o es- pelho zénite do anel de retenção da ocular (6) (g. 1). Coloca agora a lente inversora (20) (g. 2) no anel de retenção da ocular e aperta novamente o parafuso de aperto com a mão. Em seguida, coloca a ocular (p. ex. f = 20 mm) na abertura da lente inversora e aperta o parafuso de aperto. Distância focal do telescópio : Distância focal da ocular = Ampliação Sendo assim, calculamos 900 mm : 20 mm = 45x 900 mm : 12 mm = 75x 900 mm : 4 mm = 225x Nota: No desenho (g. 18) poderás ver algumas das constelações e disposições de estrelas mais conhecidas, que são visíveis durante todo o ano. A disposição das estrelas depende da data e da hora. Se tiveres direccionado o teu telescópio para uma destas estrelas, observarás que ela terá desaparecido do campo visual da tua ocular em pouco tempo. Para compensar este efei- to, accionas o veio exível (17) do eixo horário e o teu telescópio seguirá o caminho aparente desta estrela.

O equipamento básico do teu telescópio in- clui três oculares (18) (g. 2). Com as ocu- lares determinas a ampliação correspondente do teu telescópio. 1*84

11. Desmontagem do telescópio

Após uma observação interessante e bem su- cedida recomenda-se que todo o telescópio seja guardado num local seco e bem ventila- do. Não te esqueças de encaixar as capas de protecção na abertura dianteira do tubo e no anel de retenção da ocular. Todas as oculares e os componentes ópticos devem ser guarda- dos nas respectivas bolsas. DICA: A lente inversora não é a adequada para a ob- servação astronómica. Neste caso, trabalha apenas com o reector zénite e uma ocular. Para observações de objectos terrestres e naturais podes utilizar a lente inversora com uma ocular. Erro Solução Sem imagem Retira a capa protectora do pó da abertura da objectiva Imagem pouco nítida Ajusta a nitidez na roda de ajuste da nitidez Não se consegue ajustar a nitidez Espera a compensação da temperatura (aprox. 30 minutos) Má imagem Nunca olhes através de um vidro Objecto de observação no buscador, mas não visível no telescópio Ajusta o buscador (ver Nível II, capítulo 7) Seguimento difícil dos eixos mediante os veios Equilibra o telescópio Imagem “torta” apesar do reector zénite O apoio da ocular no reector zénite tem de ser alinhado na vertical Eliminação de erros:85

  • Sistema de objectiva de duas lentes (acromato) em vidro
  • Montagem azimutal com compensação da altura dos pólos (Sistema de montagem perfeito com eixos exíveis)
  • Aumento: 45x – 337,5x
  • Diâmetro do ponto de soldadura: 70 mm
  • Distância focal: 900 mm
  • 6x25 telescópio de procura

2. Possíveis objectos de observação:

Em seguida, procuramos e explicamos alguns corpos celestes e aglomerados de estrelas muito interessantes para ti. As imagens cor- respondentes no nal do manual explicam o modo como podes ver os objectos através do teu telescópio com as oculares fornecidas e boas condições de visibilidade: A lua A lua é o único satélite natural da Terra. (g. 19) Diâmetro: 3.476 km Distância: aprox. 384.401 km A lua é conhecida desde a época pré-históri- ca. A seguir ao sol, ela é o segundo objecto mais luminoso no céu. Como a lua gira du- rante mês em redor da Terra, o ângulo entre a Terra, a lua e sol altera-se continuamente; facto que é comprovado pelas fases da lua. A duração entre duas fases consecutivas da lua perfaz aprox. 29,5 dias (709 horas). Névoa de Órion (M 42) M 42 na constelação de Órion (g. 20) Ascensão recta: 05:32,9 (horas : minutos) Declinação: –05:25 (graus : arco-minutos) Distância: 1.500 anos-luz Com uma distância aproximada de 1500 anos-luz, a névoa de Órion (Messier 42, abre- viatura M 42) é a névoa difusa mais luminosa no céu – visível a olho nu e um objecto que vale a pena ver em telescópios de todos os tamanhos, desde os mais pequenos binócu- los até ao maiores observatórios da terra e o Hubble Space Telescope. Trata-se da parte principal de uma grande nu- vem de hidrogénio gasoso e pó, que se es- tende por mais de 10 graus acima de metade da constelação de Órion. A expansão desta enorme nuvem perfaz várias centenas de anos-luz. Nebulosa do Anel na Leier (M 57) M 57 na constelação de Leier (g. 21) Ascensão recta: 18:510,7 (horas : minutos) Declinação: +32:58 (graus : arco-minutos) Distância: 2.000 anos-luz A famosa Nebulosa do Anel M 57 na cons- telação de Leier é muitas vezes considerada como um protótipo de uma nebulosa plane- tária; pertence aos magnícos objectos do céu de Verão do hemisfério norte. Novas descobertas indicaram que se trata muito provavelmente de um anel (Torus) de matéria altamente luminosa, que rodeia as estrelas centrais (apenas visíveis com grandes tele- scópios), e não de uma estrutura gasosa es- férica ou elipsóidica.86 Se a nebulosa do anel for observada pela parte lateral, ela assemelha-se à Nebulosa de Haltere (M 27). No caso deste objecto, observamos precisamente o pólo da névoa. Nebulosa do Haltere na Constelação da raposa (M 27) M 27 na constelação da Raposa (g. 22) Ascensão recta: 19:590,6 (horas : minutos) Declinação: +22:43 (graus : arco-minutos) Distância: 1.250 anos-luz A Nebulosa do Haltere (M 27) na constelação da Raposa foi a primeira nebulosa planetária a ser descoberta. A 12 de Julho de 1764 Charles Messier descobriu esta nova classe fascinante de objectos. Vemos estes objec- tos quase desde o seu plano equatorial. Se virmos a Nebulosa do Haltere a partir de um dos pólos, ela apresentará provavelmente a forma de um anel e assemelhar-se-á à Nebu- losa do Anel M 57. Este objecto já se consegue visualizar com relativa facilidade com ampliações reduzidas e boas condições atmosféricas. f=20 mm f=12 mm f=4 mm A lua Névoa de Órion (M 42) Nebulosa do Anel na Leier (M 57) Nebulosa do Halte- re na Constelação da raposa (M 27)

3. Pequeno ABC do telescópio

O signica ... Lente Barlow: Com a lente Barlow, baptizada com o nome do seu inventor Peter Barlow (matemático e fí- sico britânico, 1776-1862) é possível aumen- tar a distância focal de um óculo monobloco. Dependendo do tipo de lente é possível uma duplicação ou mesmo uma triplicação da dis- tância focal. Dessa forma, pode também au- mentar-se a ampliação. Vê também “Ocular”. Distância focal: Todas as coisas, que aumentam um objecto através de uma óptica (lente), têm uma de- terminada distância focal. Por distância focal entende-se o caminho que a luz percorre desde a lente até ao ponto focal. O ponto fo- cal é também designado por foco. No foco a imagem é nítida. No caso de um telescópio, as distâncias focais do óculo monobloco e da ocular são combinadas. Lente: A lente direcciona a luz declinada de forma a criar uma imagem nítida no ponto focal após uma determinada distância (distância focal). Ocular: Uma ocular é um sistema de umas ou mais lentes parecido com o teu olho. Com uma ocular, a imagem nítida é obtida no ponto fo- cal de uma lente e ampliada. Para o cálculo da ampliação podes usar uma fórmula de cálculo muito simples: Distância focal do óculo monobloco: Distân- cia focal da ocular = ampliação Como podes ver: no caso de um telescópio, a ampliação depende da distância focal da ocular e também da distância focal do óculo monobloco. Daí resulta, com base na fórmula de cálculo, a seguinte ampliação, ao utilizares uma ocular de 20 mm e um óculo monobloco com uma distância focal de 600 mm: 600 mm : 20 mm = ampliação 30x Lente inversora: A lente inversora é colocada antes da ocular nos apoios da ocular do óculo monobloco. Ela pode aumentar a ampliação da ocular através da lente integrada (na maioria dos casos em 1,5x). A imagem é – tal como o nome indica – invertida se for utilizada uma lente inversora e surge na vertical e até lateralmente correcta. Ampliação: A ampliação corresponde à diferença entre a observação a olho nu e a observação com um aparelho amplicador (p. ex. telescópio). Ela torna a observação mais fácil. Se um tele- scópio possuir uma ampliação de 30x, podes ver um objecto 30 vezes maior do que a olho nu. Vê também “Ocular”. Reector zénite: Um espelho que direcciona o raio de luz para o ângulo direito. No caso de um óculo mono- bloco recto pode corrigir-se a posição de ob- servação e olhar-se confortavelmente para a ocular desde a parte de cima. A imagem pro- jectada através de um reector zénite surge na vertical mas lateralmente invertida.88 NEBEZPEČÍ tělesného poškození! Nikdy se nedívejte s tímto přístrojem přímo do slunce nebo do jeho okolí. Hrozí NEBEZPEČÍ OSLEPNUTÍ! Děti musí používat přístroj pouze pod dohle- dem. Zabraňte dětem v přístupu k balicím ma- teriálům (plastové sáčky, pryžové pásky atd.)! Hrozí NEBEZPEČÍ UDUŠENÍ! NEBEZPEČÍ POŽÁRU! Nevystavujte přístroj, a to především čočky, žádnému přímému slunečnímu záření! Svazkováním světelných paprsků by mohlo dojít k požárům. NEBEZPEČÍ poškození věcného majetku! Přístroj nerozebírejte! Obraťte se v případě závady na Vašeho odborného prodejce. Prodejce se spojí se servisním stře- diskem a může přístroj příp. zaslat do servisní- ho střediska za účelem opravy. Nevystavujte přístroj teplotám vyšším než 60 °C! POKYNY pro čištění Čočky (okuláry a/nebo objektivy) čistěte pouze měkkou tkaninou neuvolňující vlákna (např. z mikro- vláken). Tkaninu nepřitlačujte příliš silně, aby nedošlo k poškrábání čoček. Pro odstranění odolnějších zbytků nečistot navlhčete čisticí tkaninu kapalinou pro čištění brýlí a mírným tlakem otřete tkaninou čočky. Chraňte přístroj před prachem a vlhkostí! Po- nechejte přístroj po použití, a to především při vyšší vlhkosti vzduchu, aklimatizovat po urči- tou dobu při pokojové teplotě, aby se odpa- řila zbytková vlhkost. Nasaďte ochranné kryty proti prachu a uložte přístroj do dodaného pouzdra. OCHRANA soukromí! Dalekohled je určen pro soukromé použití. Dbejte na soukromí Vašich spoluobčanů – nepozorujte tímto přístrojem například interiéry bytů! LIKVIDACE Balicí materiál zlikvidujte podle druhu. Informace týkající se řádné likvidace získáte u komunální organizace služeb pro li- kvidaci a nebo na úřadě pro životní prostředí.89