BRESSER 130650 EQ3 - Telescópio

130650 EQ3 - Telescópio BRESSER - Manual de utilização gratuito

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Notice BRESSER 130650 EQ3 - page 33
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Informações do produto

Marca : BRESSER

Modelo : 130650 EQ3

Categoria : Telescópio

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Perguntas frequentes - 130650 EQ3 BRESSER

Baixe as instruções para o seu Telescópio em formato PDF gratuitamente! Encontre o seu manual 130650 EQ3 - BRESSER e retome o controlo do seu dispositivo eletrónico. Nesta página estão publicados todos os documentos necessários para a utilização do seu dispositivo. 130650 EQ3 da marca BRESSER.

MANUAL DE UTILIZADOR 130650 EQ3 BRESSER

Instruções de utilização

Informações gerais Sobre este manual Leia com atenção as advertências de segurança deste manual. Utilize este produto apenas da forma descrita neste manual, a fim de evitar danos no aparelho ou ferimentos. Guarde o manual de instruções para que possa consultá-lo novamente sempre que quiser informações sobre as funções de operação. PERIGO! Este símbolo encontra-se antes da cada secção de texto, que chama a atenção para perigos que podem provocar ferimentos graves ou mortais provocados por utilização incorrecta. CUIDADO! Este símbolo encontra-se antes de cada secção de texto que chama a atenção para danos mate- riais ou ambientais provocados por utilização incorrecta. Finalidade de utilização Este produto destina-se exclusivamente ao uso privado. Foi desenvolvido para a representação ampliada de observações da natureza. Advertências gerais de segurança RISCO DE CEGUEIRA! Nunca direccione este aparelho directamente para o sol ou para perto do sol. RISCO DE CEGUEIRA! RISCO DE ASFIXIA! As crianças só devem utilizar o aparelho sob vigilância. Manter os materiais da embalagem (sacos de plásti- co, elásticos, etc.) afastados das crianças! RISCO DE ASFIXIA! RISCO DE INCÊNDIO! Não sujeite o aparelho – sobretudo as lentes – à radiação solar directa! A compressão da luz pode provocar um incêndio. CUIDADO! Não desmonte o aparelho! Em caso de avaria dirija-se ao centro de assistência responsável no seu país. Não sujeite o aparelho a altas temperaturas. PROTECÇÃO da privacidade! O dispositivo foi pensado para o uso privado. Respeite a privacidade dos seus vizinhos – não observando, por exemplo, o interior de habita- ções! Os acessórios podem variar dependendo do modelo. Peças (Fig. 1-3):

Tubo telescópico C Detector LED D Parafusos de ajustamento E Abertura do tubo F Objectiva G Fixação de poça ocular H Roda de focagem / Botão de ajuste da nitidez (Maksutov) I Suporte do tubo J Encaice

1) Tabuleiro de acessórios

1! Parafusos de regulação (tripé) 1@ Parafuso de fixação para prateleira de acessórios 1# Pernas do tripé 1$ Cabo de transmissão para regulação da declinação 1% Cabo de transmissão para regulação da ascensão recta 1^ Aranha do tripé 1& Peso + vara 1* Oculares 1( Espelho Zenit

2! Suportes (prateleira de acessórios) 2@ Suporte para smartphone SUGESTÃO! O eixo de ascensão recta (Fig. 16, linha verde) é também denominado de eixo horário. O eixo de declinação (Fig. 16, linha azul) é também denominado de eixo de elevação.

Peças (Fig. 16): O encaixe A Colar do tubo B Roda de focagem C Escala do eixo de ceclinacão D Parafuso de fixação do eixo de declinação E Ajuste de precisão do eixo de declinação F Escala de regulação do grau de latitude G Parafuso fixador e parafuso de regulação de ajustamento do grau de latitude H Contrapeso com parafuso de fixação I Parafuso fixador do eixo de ascensão recta J Escala do eixo de ascensão recta K Regulação de precisão do eixo de ascensão recta L Parafuso de fixação para alinhamento horizontal M Suporte de fixação para motor de seguimento opcional N Sistema de ligação para desengate do motor O Roda dentada de transmissão para motor de seguimento Parte I – A Montagem

1. Generalidade/Local:

Este manual descreve a montagem e o manuseamento de refra- tores (telescópio com lente), refletores (telescópio com refletor) e Maksutovs (telescópio com refletor-lente) com uma montagem equatorial (também "montagem alemã"). Há partes do manu- al que contêm, por isso, diferentes instruções para diferentes modelos de telescópios. Antes de dar inicio à montagem, escolha um loca que se adequa ao seu telescópico. È aconselhável instalar o aparelho num local onde possa visualizalr claramente o céu, numa superficie firme e com espaço suficiente à sua volta. Primeiro, tetire todas as peças da embalagem. Utilizando o diagrama, verifique se existem todas as peças. NOTA! aperte os parafusos apenas manualmente e evite apertá-los demais.- 34 -

As pernas do tripé estão pré-montadas e já com a cabeça do tripé (Fig. 5, X) e a aranha do tripé (Fig. 1, 16) ligadas. Tire o tripé de três pernas da embalagem e coloque-o na vertical com os pés virados para baixo. Tire agora duas pernas do tripé e puxe estas pernas do tripé com cuidado até estarem afastadas uma da outra em posição de abertura total. O peso total do tripé recai sobre uma perna. Instalar, de seguida, o tripé. Puxe agora para fora cada uma das pernas do tripé até ao comprimento desejado (ver Fig. 4) e aperte à mão agora cada um dos parafusos de aperto (Fig. 4, 11) (3 peças no total). Não moa a rosca dos parafusos! Com os parafusos de aperto, os segmentos internos das pernas do tripé são fixados na altura desejada. SUGESTÃO! Um pequeno nível de água sobre a placa de transferência do acessório pode ajudá-lo na instalação horizontal do seu tripé.

O passo seguinte é fixar a montagem (Fig. 1, 9) na cabeça do tripé (Fig. 5, X). Para isso, coloque a montagem em cima na cabeça do tripé e aperte à mão o parafuso de cabeça estriada de baixo. Proceda ao encaixe (9), coloque o peso sobre a vara do peso (17) e, pela parte de baixo, aperte bem a vara no espiral do encaixe. O encaixe está pronto, agora colocar o anel do tubo (8) sobre o mesmo e apertar bem com o parafuso (X). As óticas Maksutov não possuem braçadeira no tubo. O carril é colocado diretamente na montagem.

4. Montar o tabuleiro:

Desaparafuse primeiro o parafuso de fixação da prateleira de acessórios (12) na totalidade. Coloque agora a prateleira de acessórios (10) tal como indicado na Fig. 7. Aperte o parafuso de fixação (12) com a mão para fixar a prateleira de acessórios (10).

que se encontra no anel do tubo (8) e abra o anel.

5.2 Em seguida, coloque o tubo no centro do anel e volte a

fechar o mesmo. Agora fechte o suporte, apertando o parafuso. Nota: conforme o modelo, o colar do tubo também pode estar equipado com dois parafusos (Fig. 9b). Mas a montagem do tubo é feita, em princípio, da mesma maneira como acima descrito.

6.1. Em telescópios com o sistema de lentes (refractores) Juntamente com este telescópio são fornecidos, como suporte, dois oculares (18) e um espelho zenit (19). Através dos oculares, pode escolher a ampliação que desejar para o seu telescópio. Antes de introduzir os oculares e o espelho zenit, tem de retirar a tampa de protecção do tubo de ligação ocular (6). Desaperte o parafuso (X) do tubo ocular de ligação e introduza o espelho zenit. Volte a apertar o parafuso (X) do tubo de ligação ocular. A seguir, fixe a ocular de 20 mm no espelho de zénite, da mesma forma, abrindo e fechando os parafusos de aperto (Fig. 13a, X). Certifique-se de que o ocular está verticalmente direccionado para cima. Caso contrário, desaperte o parafuso de aperto (X) do tubo de ligação ocular e rode o espelho zenit até à posição vertical. 6.2. Em telescópios com o sistema de espelhos (reflectores) Desaperte os parafusos de aperto no adaptador da ocular (Fig. 1,6). Retire a ocular fornecida (Fig. 2,18) com a distância focal elevada de 20 mm e coloque esta directamente no adaptador. Aperte os parafusos (Fig. 3b, X) à mão. Retire a tampa de pro- tecção contra o pó da abertura do tubo. RISCO DE CEGUEIRA! Nunca direccione este aparelho directamente para o sol ou para perto do sol. RISCO DE CEGUEIRA!

7. Montagem do Detector LED

Nota: o detector LED dispõe de uma pilha que, no estado de entrega, está protegida com uma película de plástico contra descarga. Esta película deve ser retirada antes da primeira ligação (Fig.1d). Montagem do detector – Detector LED com conector Quick O detector LED (Fig. 1a) e o respectivo suporte formam uma unidade. Empurre o pé do detector LED completamente para a base correspondente no tubo do telescópio (Fig. 10, X). O suporte do detector encaixa. Importante: Tenha em atenção que a objectiva do detector LED aponta para a direcção da abertura do tubo (Fig. 1, 4).

8. Alinhamento do detector

O detector LED deve ser ajustado antes da utilização. Isto sig- nifica que o detector LED e o tubo do telescópio devem ser alinhados paralelamente. Coloque a ocular com a distância focal elevada no espelho de zénite (Fig. 13a, só para telescópios com sistema de lentes) ou directamente no adaptador da ocular (Fig. 13b, só para teles- cópios com sistema de espelhos). Com o telescópio, observe um objecto marcante a cerca de 300 de distância (por ex., a empena de uma casa, o cume da torre de uma igreja, etc.), até aparecer no centro do campo de visão (Fig. 15, A). Primeiro, ligue o detector LED (Fig,1, 2) no interruptor Ligar/ Desligar (Fig. 1b, Z). Escolha o nível “2“ para um funcionamento diurno ou o nível “1“ para um funcionamento nocturno. Olhe através do detector LED e alinhe o objecto, apertando os parafusos de ajustamento horizontais (Fig. 1b, X) e verticais (Fig. 1b, Y), de forma a ver o ponto vermelho no meio da imagem (Fig. 15, C). O detector LED e o telescópio estão agora alinhados um com o outro.

9. Tampa de Protecção

A abertura do tubo está munida de uma tampa para proteger o interior do telescópio do pó e da sujidade. Para a observação, retire a tampa da abertura.

10. Cabos de transmissão:

Para facilitar a regulação de precisão exacta do eixo de declinação e de ascensão recta, os cabos de transmissão estão colocados nos suportes previstos para esse efeito em ambos os eixos (Fig. 14, X). O cabo de transmissão comprido (Fig. 1, 14) é montado paralelamente ao tubo do telescópio. A fixação é feita com um parafuso de aperto no entalhe previsto no eixo. O cabo de transmissão curto (Fig. 1, 15) é montado de lado. A fixação é feita com um parafuso de aperto no entalhe previsto no eixo. O seu telescópio está agora pronto a funcionar. Parte II – Modo de usar

As informações seguintes são muito importantes para a precisão do ajustamento e posicionamento do seu telescópio durante uma noite de observação.- 35 -

O seu telescópio tem uma „montagem paralática“ (também montagem equatorial). Esta distingue-se através dos dois eixos rotativos verticais. (Fig. 16, a+b) O chamado eixo de ascensão recta (também AR ou eixo horário) (Fig. 16, b) deve estar alinhado de forma paralela ao eixo polar da Terra (Fig. 26, c). Para a instalação correcta da latitude, con- sulte a Parte II – 4. (Modo de usar – Instalação). Com a ajuda do eixo de declinação (também DEC ou eixo de elevação) (Fig. 16, a), defina a altitude de um objecto celeste em relação ao equador celeste (Fig. 26, d). Para isso, procure as coordenadas de declinação de um objecto celeste num mapa celeste ou procure você mesmo os objectos. Com a actividade manual do eixo de ascensão recta por cima do cabo de transmissão (Fig. 1, 15), ajuste de forma contínua a rotação terrestre em sentido oposto. Deste modo, o seu objecto seleccionado (= posicionado) fica sempre no campo de visão da ocular. Como o eixo de ascensão recta, controlado constantemente por cima dos cabos de transmissão, deve ser movido também seria sensata uma operação eléctrica (dispositivo disponível– ver Peças: montagem).

Em muitas observações, um sítio escuro é muito importante uma vez que a luz (lâmpadas, lanternas) pode reduz considerave- lemnte a nitidez dos pormenores da imagem do telescópio. Quando à noite sai de uma sala clara para a rua os seus olhos têm primeiro de se habituarem à escuridão. Só cerca de 20 minutos depois pode começar a observação astronómica. Para muitos observadores é muito importante um local escuro, pois a luz pode interferir com a qualidade de nitidez. Não oberserve a partir de zonas fechadas e, cerca de 30 min, antes de começar a observação no local, posicione o seu telescópio juntamente com o tabuleiro de acessórios de forma a assegurar uma temperatura equilibrada. Certifique-se também se o telescópio está colocado num subsolo estável e plano.

De forma a evitar danos, antes da observação, o telescópio tem de se encontrar equilibrado. Significa que o eixo da declinação e o das horas estão ajustados, permitindo que o telescópio funcione com precisão e facilmente. O eixo das horas equilibra-se desapertando os parafusos de fixação (1) e inclinando a vara de peso para uma posição horizontal. Em seguida, ajuste o contrapeso (11) na vara até que o tubo e o contrapeso permaneçam nesta posição horizontal. Aperte novamente o parafuso de fixação (1) do eixo das horas. O eixo de declinação equilibra-se desapertando o parafuso de fixação (D) que se encontra no eixo de dexlinação. Em segui- da, desaperte os parafusos do suporte do tubo (A) e mova-o, de maneira a ficar também numa posição horizontal. Não se esqueca de voltar a apertar os parafusos do suporte do tubo e o parafuso de fixaçao do eixo de declinação.

Regule o eixo do grau de latitude (Fig. 16, F) (latitude), enquanto desaparafusa o parafuso fixador (Fig. 18, X) e define a respectiva latitude com o parafuso de regulação (Fig. 18, Y). O número sobre o qual instala o eixo regula-se pelo grau de latitude do local onde se encontra (p.ex., Lisboa 38°, Porto 41°). Não se esqueça de apertar novamente o parafuso de fixação. De seguida, instale o eixo de declinação (Fig. 16, C), desapertando e apertando o parafuso de fixação (Fig. 16, D) para 90°. O tubo do telescópio está agora paralelamente alinhado com o eixo da Terra. A isto chama-se alinhamento polar. SUGESTÃO! Encontra o grau de latitude do seu local exacto de observação num atlas, sempre na margem direi- ta ou esquerda de um mapa. Além disso, pode obter mais informações na Câmara Municipal ou também na Internet, por exemplo, em www. heavens-above.com. Aqui, pode escolher o seu país em „Anonymous user > Select“; os dados serão então mostrados.

5. Alinhamento Polar:

Alinhe o telescópio com a abertura do tubo para a frente no sentido Norte. Para isso, desaparafuse o parafuso de fixação (Fig. 19). Agora pode rodar o tubo do telescópio e alinhar exactamente para Norte. Se necessário, utilize a ajuda de um compasso. Depois, o parafuso de fixação é fixado de novo. Verifique se o seu telescópio está disposto como ilustrado na Fig. 28. O contrapeso (Fig. 28, X) aponta para o chão e em conjunto com o tubo forma um eixo perpendicular. Nesta posição, consegue ver, através do buscador, a região polar com a estrela polar. Aa estrela polar é a estrela mais brilhante nesta região (Fig. 27). Esta também deve ser visível no meio do campo de visão da ocular (f=20 mm). O alinhamento polar é alcançado. Este alinhamento exige alguma paciência, contudo, a procu- ra é recompensada com as coordenadas celestes com um posicionamento relativamente bom. Neste alinhamento polar os círculos graduados (escalas) do eixo de declinação devem estar (Fig. 29) em „9“ (= 90°) e do eixo horário (Fig. 30) em „0“ (= 0 horas). Eventualmente terá de rodar com cuidado ambas as escalas para os respectivos valores (sempre direccionado para a flecha). Quando instalado pode apreciar os objectos celestes com a ajuda do círculo graduado (escalas) (ver também Parte II – 13. Possíveis objectos de observação). Assim ligados, pode utilizar a procura de objectos celestes com a ajuda de círculos de referência (escalas) (ver também 3.1. Objectos de observação possíveis).

O seu telescópio está agora mais ou menos alinhado e focado. Para alcançar uma confortável posição de observação, desaper- te com cuidado os parafusos no suporte do tubo (Fig. 9, X), de modo a conseguir rodar o tubo do telescópio. Coloque a ocular e o detector LED numa posição que lhe permita observar con- fortavelmente. O alinhamento óptimo é efectuado com a ajuda do telescópio de procura. Olhe através do buscador e tente alinhar a estrela polar (Fig. 27) com o ponto de luz (Fig. 15). Com a focagem exacta, o veio (Fig. 16, K) do eixo horário (Fig. 16, b), bem como o veio (Fig. 16, E) do eixo de declinação (Fig. 16, a) ser-lhe-á de grande utilidade.

Depois de ter focado as estrelas polares no telescópio de procu- ra/detector LED, poderá reconhecer as estrelas polares quando agora olhar através da ocular. Se necessário, pode alinhar com maior precisão a estrela utlilizando os manipulos flexiveis,bem como pode regular a nitidez da imagem usando a roda de focagem (7). Além disso, pode agora aumentar a ampliação,trocando o ocular. Tenha em consideração que a ampliação das estrelas mal se percebe.- 36 - SUGESTÃO! As oculares são o sistema de lentes viradas para o olho. Com a ocular grava-se a imagem original no ponto focal da objectiva, i.e., feito de forma visível e ampliado novamente. Utilizam-se ocula- res com diferentes distâncias focais para alcançar diferentes ampliações. Comece cada observação com uma ocular e com uma ampliação baixa (= distância focal baixa de 20 mm).

8. Localização de estrelas

De enicio, ser – Ihe – á uma exepção. Trata – se de uma estrela fixa e de um ponto de referência de todos os mapas celestes. Através do mapa conseque – se observar algumas constelações conhecidas e as disposições de estrelas que são visiveis durante todo o ano. Se alinhou com precisão o seu telescópio numa destas estrelas,verficará que a mesma, alguns minutos, desaparece do seu campo de visão. De forma a compensar este efeito, vire os manipulos flexiveis (K) do eixo das horas, e logo o seu telescópio seguirá a trajectória dessa estrela.

9. Circulo primitivo de referência

As estrelas e outros corpos celestes estão posicionado no céu por coordenadas. A posição de uma estrela no universo é determinada por recta escensão e pela declinação. A dexlinação (C) é o espaço de um corpo celeste do Equador Celeste, em graus angulares. A norte do Equador, o número do grau é positivo. Se a estrela se encontrar a sul do Equador, o número do grau é ngativo. A recta ascensão (M) é a distância de uma estrela ao ponto vernal, medida sobre o Equador Celeste.O equinócio da Primavera é o ponto de intersecção do equador celeste com a órbita aparente do sol (a chamada eclíptica) (Fig. 26, e). Isto acon- tece na Primavera para o equinócio (fim de Março). O valor é enu- merado no metrónomo de 0 a 24 horas à rotação celeste diária. Para mais informações, consulte o mapa celeste ou a respectiva literatura especifica (acessórios especiais).

O seu telescópio vem, com o equipamento de base, várias peças acessórias (Fig. 2). Conforme o modelo, pode trazer: 10.1. Oculares: Ao trocar de oculares, determine a ampliação respectiva do seu telescópio. Fórmula para calcular a ampliação: Distância focal do telesc. : Distância focal da ocular = Ampliação Exemplos: Distância focal do telesc. Distância focal da ocular Ampliação Ampliação com Lente de Barlow 3x 700 mm 20 mm 35X 105X 700 mm 4 mm 175X 525X 10.2. Espelho de zénite (só para refractores): O espelho de zénite (Fig. 2, 19) causa uma inversão de imagem (espelho invertido) e, por isso, só é usado para observações celestes. 10.3. Lente de Barlow: Com uma lente de Barlow 3x, consegue obter um aumento adi- cional da ampliação de cerca de 3x.

10.3.1 Montagem e utilização dos telescópios com sistema

de lentes Quando utilizar um telescópio com sistema de lentes, a lente de Barlow deve estar colocada unicamente no espelho de zénite (Fig. 13a, X). Retire, portanto, a ocular do espelho e substitua pela lente de Barlow. De seguida, coloque primeiro a ocular com a distância focal elevada e aperte os parafusos de aperto à mao (Fig. 24).

10.3.2 Montagem e utilização dos telescópios com sistema

de espelhos/Maksutovs Quando utilizar um telescópio de espelhos, desaperte os para- fusos de aperto no adapatador de lentes (Fig. 13b, X) e retire a ocular do adaptador. Coloque, então, a lente de Barlow no adaptador e volte a apertar os parafusos de aperto. De seguida, coloque primeiro a ocular com a distância focal elevada na lente de Barlow e fixe-a com os parafusos de aperto (Fig. 24).

10.4 Suporte para smartphone

Coloque a ocular no suporte para smartphone e aperte o para- fuso (Fig. 25, X) no suporte. Em seguida, coloque o suporte do smartphone com a ocular no suporte da ocular (6) ou no refletor zénite (19) (telescópio com lente) e aperte com a mão os parafu- sos de aperto (Fig. 25, Y) no suporte ou no refletor zénite. Ligue agora a câmara do seu smartphone. Pressione o seu smartpho- ne contra a placa de retenção e certifique-se de que assenta corretamente. A câmara tem de estar exatamente por cima da ocular. Alinhe o smartphone exatamente ao centro por cima da ocular, de forma que a imagem que aparece no seu ecrã esteja centrada. Poderá ser necessário apresentar a imagem ampliada no seu smartphone através da função Zoom. As ventosas devem estar secas, limpas e sem nenhum tipo de pó nem sujidade. Não assumimos qualquer responsabilidade por quedas ou quebras de smartphones devido a má utilização.

11. Utilização – desmontagem

Após uma esperada, intereressante e bem sucedida observa- ção, é aconselhável guardar o telescópio completo num local seco e arejado. Em alguns tipos de telescópio é possível sepa- rar facilmento o encaixe e o tripé. Desta forma, os ajustes no encaixe permanecem intactos. Não se esqueça de colocar a capa de protecção contra o pó na abertura do tubo e na ligação do ocular. Deve também guardar todos os oculares e os acessó- rios nos respectivos receptáculos. INDICAÇÕES sobre a limpeza Limpe as lentes (oculares e/ou objectivas) apenas com um pano macio e sem fios (p. ex. em microfibra). Não exercer muita força com o pano, para não arranhar as lentes. Para remover restos de sujidade mais difíceis humedeça o pano de limpeza com um líquido de limpeza para óculos e limpe as lentes, exercendo uma leve pressão. Proteja o aparelho do pó e da humidade! Após a utilização – sobretudo com uma humidade do ar elevada – deixe-o adaptar- -se durante algum tempo à temperatura do compartimento, de forma que a humidade restante se possa dissipar. Parte III – Anexo

1. Possíveis objectos de observação

Apresentamos, de seguida, alguns corpos celestes e grupos de estrelas interessantes. Nas respectivas figuras, no fim das ins- truções, pode ver como poderá observar os objectos através do seu telescópio com a ocular fornecida com uma boa visibilidade: LUA (Fig. 31) A lua é o único satélite natural da Terra Órbita: cerca de 384.400 km distante da terra Diâmetro: 3.476 km Distância: 384.401 km A lua é conhecida desde a Pré-História. A seguir ao sol, é o segundo objecto mais brilhante do céu. Uma vez que a luz roda uma vez por mês à volta da Terra, o ângulo entre a Terra, a lua e o sol muda constantemente; é o ciclo das fases da lua. O tempo entre as duas fases da lua nova é de cerca de 29,5 dias (709 horas). Constelação de Orion / M42 (Fig. 32) Ascenção recta: 05:32.9 (horas : minutos) Declinação: -05:25 (graus : minutos) Distância: 1.500 anos-luz- 37 -

ELIMINAÇÃO Separe os materiais da embalagem. Pode obter mais informações sobre a reciclagem correcta nos serviços municipais ou na agência do meio ambiente. Na reciclagem do aparelho respeite os regu- lamentos legais em vigor. Pode obter mais informações sobre a reciclagem correcta nos serviços municipais ou na agência do meio ambiente. http://www.bresser.de/download/EQ Downloads:

  • Instruções de utilização

O prazo de garantia normal perfaz 2 anos e começa no dia da compra. Para usufruir de um prazo de garantia opcional alarga- do tal como indicado no certificado de garantia, é necessário registar-se no nosso Website. Todas as condições de garantia bem como informações sobre o prolongamento da garantia e prestações de serviço podem ser consultadas em www.bresser.de/warranty_terms. A uma distância de cerca de 1600 anos-luz está a nebulosa de Orion (M42), a nebulosa difusa mais brilhante no céu – visível a olho nú e um objecto que compensa para telescópios de todos os tamanhos, desde o binóculo mais pequeno até aos maiores observatórios ligados à Terra e ao Telescópio Espacial Hubble. Trata-se da parte principal de uma imensa nuvem de gás hidrogénio e poeira que se estende por mais de 10 graus por cima de metade da constelação de Orion. A dilatação desta poderosa nuvem é de mais de 100 anos-luz. Constelação Lira / M57 (Fig. 33) Ascenção recta: 18:51.7 (horas : minutos) Declinação: +32:58 (graus : minutos) Distância: 4.100 ano-luz A Nebulosa do Anel mais conhecida M57 da constelação Lira é muitas vezes considerada como o protótipo de uma nebu- losa planetária; pertence à obra-prima do sistema solar do hemisfério norte. Investigações recentes mostraram que se trata provavelmente de um anel (Touro) de matéria brilhante que rodeia a estrela central (visível apenas com grandes telescópios), e não uma estrutura de gás em forma de círculo ou elipsóide. Se se observasse a Nebulosa do Anel a partir do plano lateral, assemelhar-se-ia à Nebulosa do Haltere M27. Nós vemos bem o pólo da nebulosa com este objecto. Constelação de Raposa / M27 (Fig. 34) Ascenção recta: 19:59.6 (horas : minutos) Declinação: +22:43 (graus : minutos) Distância: 1.250 anos-luz A Nebulosa do Haltere M27 foi a primeira nebulosa planetá- ria a ser descoberta. A 12 de Julho de 1764, Charles Messier descobriu esta nova e fascinante classe de objectos. Vemos este objecto quase a partir do seu nível equatorial. Se se visse a Nebulosa do Haltere a partir de um dos pólos, seria provavelmente apresentada na forma de um anel e com o aspecto da Nebulosa do Anel M57 que conhecemos. Este objecto já pode ser razoavelmente bem visto em boas condições meteorológicas e em pequenas ampliações.

2. Correcção de erros