LDL400 - Sensor industrial IFM - Manual de utilização gratuito
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MANUAL DE UTILIZADOR LDL400 IFM
Manual de operação
Sensor de condutividade indutivo G1½ totalmente
de plástico
LDL400
Índice
1 Nota prévia.... 3
1.1 Símbolos utilizados.... 3
1.2 Advertência.... 3
2 Instruções de segurança 4
2.1 Segurança cibernética 4
3 Transporte, manuseio e armazenamento 5
4 Utilização 6
4.1 Área de aplicação 6
4.2 Limitação da área de aplicação 6
5 Função 7
5.1 Princípio de medição 7
5.2 Função analógica 7
5.3 Estado definido em caso de falha 8
5.4 IO-Link 8
6 Montagem.... 9
6.1 Local de instalação / imediações da instalação.... 9
6.2 Procedimento de montagem 10
6.3 Procedimento de montagem do adaptador na tubulação.... 10
6.4 Procedimento de montagem do dispositivo no adaptador.... 10
7 Conexão elétrica 11
7.1 Para o escopo cULus.... 11
7.2 Restrição da aprovação de tipo marítimo (esquema de reconhecimento mútuo da IACS) ..... 12
8 Parametrização 13
8.1 Parâmetros ajustáveis e comandos do sistema.... 13
8.1.1 Parâmetros gerais.... 13
8.1.2 Outras configurações.... 14
8.1.3 Exemplo de parametrização 15
8.2 Influência de temperatura e coeficiente de temperatura.... 15
8.2.1 Influência da temperatura do fluido.... 15
8.3 Determinação do coeficiente de temperatura (Tk) 16
9 Funcionamento.... 17
9.1 Verificação das funções 17
9.2 Mensagens de operação e de diagnóstico pelo IO-Link 17
9.3 Comportamento da saída em diferentes estados operacionais 17
10 Manutenção, conservação e descarte 18
11 Configuração de fábrica 19
1 Nota prévia
Instrução, dados técnicos, homologações e mais informações disponíveis através do código QR no dispositivo/na embalagem ou pelo link documentation.ifm.com.
1.1 Símbolos utilizados
√ Pré-requisito
▶ Instrução de procedimento
Reação, resultado
Em Designação de teclas, botões ou exibições negrito
Referência cruzada sem link
Referência cruzada com link

Informação importante
Falhas de funcionamento ou interferências possíveis em caso de inobservância

Informação
Informação complementar
1.2 Advertência
As advertências alertam sobre possíveis danos pessoais e materiais. Isso permite o manuseio seguro do produto. As advertências são classificadas da seguinte forma:

ADVERTÊNCIA
Advertência sobre o perigo de lesões graves
▷ A não observância da advertência pode levar a risco de morte ou lesões graves.

CUIDADO
Advertência sobre danos pessoais leves a moderados
▷ A não observância da advertência pode levar a risco de lesões leves a moderadas.

ATENÇÃO
Advertência sobre danos materiais
▷ A não observância da advertência pode levar a danos materiais.
2 Instruções de segurança
- O dispositivo descrito é instalado como subcomponente em um sistema.
- A segurança deste sistema é de responsabilidade do fabricante.
-
O fabricante do sistema é obrigado a realizar uma avaliação de risco e a elaborar uma documentação conforme os requisitos legais e regulamentares para fornecer ao operador e ao usuário do sistema. Esta deve conter todas as informações e instruções de segurança necessárias para o operador, os usuários e, caso necessário, a equipe de serviço autorizada pelo fabricante do sistema.
-
Este documento deve ser lido antes do início das atividades e deve ser conservado durante toda a vida útil do produto.
- O produto deve ser completamente compatível com as aplicações e com as condições ambientes.
- Utilize o produto somente de forma adequada (→ Utilização adequada).
- O desrespeito às instruções de operação ou às especificações técnicas pode causar danos materiais e/ou pessoais.
- O fabricante não assume nenhuma responsabilidade ou garantia pelas intervenções feitas no produto ou pela utilização incorreta realizada pelo usuário.
- A instalação, a conexão elétrica, o manuseio, a operação e a manutenção do produto devem ser realizadas somente por pessoal treinado, qualificado, e autorizado pelo responsável da instalação.
- Proteja os dispositivos e cabos eficazmente contra danos.
- Utilize o produto somente para fluidos permitidos (→ Dados técnicos).
- O dispositivo corresponde à norma EN 61000-6-4 e é um produto da classe A. Em ambientes domésticos, o dispositivo pode causar interferências radioelétricas. Em caso de interferências, o usuário deve tomar as medidas corretivas necessárias.
2.1 Segurança cibernética
Instalação
O dispositivo é adequado para a operação em ambiente seguro de acordo com a norma IEC 62443-1-1.
O dispositivo foi projetado para a operação atrás de um firewall.
▶ Realize uma avaliação de risco da instalação de acordo com a norma IEC 62443-1-1.
▶ Tome medidas para garantir a segurança física.
Funcionamento
▶ Observe as funções de segurança descritas na documentação do dispositivo e as recomendações para a sua utilização.
Manutenção
▶ Salve a configuração e os dados do sistema de acordo com os processos de gestão de mudanças da empresa.
Retirada de operação
▶ Assegure que nenhuma informação sensível caia nas mãos de pessoas não autorizadas.
▶ Sempre redefina as configurações da instalação para as configurações de fábrica antes de desativar o dispositivo.
3 Transporte, manuseio e armazenamento
▶ Armazene o dispositivo em sua embalagem original.
▶ Ao armazenar o dispositivo novamente, utilize a sua embalagem original.
▶ Caso contrário, coloque um conector compatível ou uma tampa de proteção nas conexões não utilizadas e embale o dispositivo adequadamente.
▶ Ao armazenar, observe as condições ambientais permitidas para o dispositivo (→ dados técnicos).
▶ Em caso de devolução, certifique-se de que o dispositivo esteja livre de impurezas, especialmente de substâncias perigosas e tóxicas.
4 Utilização
O dispositivo detecta a condutividade e a temperatura de líquidos em tubulações.
O dispositivo também determina a concentração de sal e em soluções de NaCl (soro fisiológico). Área de aplicação ➞ 6, Limitação da área de aplicação ➞ 6
O dispositivo foi projetado para o contato direto com o fluido.
4.1 Área de aplicação
- Indústria de água e água residual
- Usinas de dessalinização (ambiente de água do mar, baixas temperaturas)
- Aplicações em água salgada/água do mar
- Ar-condicionado e monitoramento de torres de resfriamento (controle de dessalinização)
- Banhos de enxágue
• Monitoramento da concentração - Determinação da concentração de soluções de NaCl (soro fisiológico)

O dispositivo calcula a concentração (fração de massa de NaCl na água) a partir do valor de condutividade medido. O valor determinado é válido apenas para soluções de NaCl em água pura e ultrapura, e somente até certo ponto para soluções de NaCl em água com condutividade mais alta. Para mais informações e notas sobre a determinação da concentração, consulte a ➞ Ficha técnica.
4.2 Limitação da área de aplicação
- Utilize o dispositivo somente para medir substâncias contra às quais os materiais em contato com o processo sejam suficientemente resistentes (→ Ficha técnica).
- Utilize o dispositivo somente em faixas de temperatura que sejam suficientemente adequadas para o seu uso (→ Ficha técnica).
- O dispositivo não é adequado para líquidos com uma condutividade elétrica baixa (ex.: óleos, graxas, água purificada).
- O dispositivo não é adequado para aplicações nas quais a sonda está exposta a tensões mecânicas fortes e duradouras (ex.: fluidos abrasivos ou fluidos de forte vazão com matéria sólida).
- Não é adequado para fluidos que tendem a formar depósitos.
- A determinação da concentração de soluções de NaCl é adequada apenas para soluções de NaCl na água. Área de aplicação 6
- O valor de concentração determinado só está disponível através da interface de comunicação do IO-Link com consulta analítica de dados. IO-Link → 8
5 Função
5.1 Princípio de medição

O dispositivo opera segundo o processo de medição indutivo. Mede a condutividade elétrica do fluido a ser monitorado com a ajuda de um fluxo induzido em um canal de medição dentro do qual o fluido passa.
Para compensar as influências de temperatura, a temperatura do processo é detectada adicionalmente por uma sonda de temperatura situada na ponta do sensor.
5.2 Função analógica
O dispositivo emite um sinal analógico proporcional de condutividade ou (opcionalmente) de temperatura. A saída analógica (OUT2) é parametrizável.
Curva do sinal analógico (configuração de fábrica):

Curva do sinal analógico (faixa de medição escalonado):

L: condutividade
T: Temperatura
1: [ou2] = [l]
2: [ou2] = [InEG]
ASP2: Ponto inicial do sinal analógico
AEP2: Ponto final do sinal analógico
5.3 Estado definido em caso de falha
Se for detectada uma falha no dispositivo ou se a qualidade do sinal não alcançar um valor mínimo, a saída OUT2 muda para um estado definido conforme a recomendação NAMUR (NE43).
Neste caso, o comportamento da saída pode ser ajustado com a ajuda do parâmetro [FOU2].
5.4 IO-Link
IO-Link é um sistema de comunicação para a conexão de sensores e atuadores inteligentes a sistemas de automação. O IO-Link está padronizado na norma IEC 61131-9.

Informações gerais sobre o IO-Link estão disponíveis em io-link.ifm

Os IODDs (Input Output Device Description) com todos os parâmetros, dados de processo e descrições detalhadas sobre o dispositivo estão disponíveis em: documentation.ifm.com
O IO-Link oferece as seguintes vantagens:
- Transmissão sem interferências de todos os dados e valores do processo
- Parametrização durante o processo ou ajuste prévio fora da aplicação
- Parâmetros para a identificação dos dispositivos conectados na instalação
- Parâmetros adicionais e funções de diagnóstico
- Cópia de segurança e restauração automáticas dos conjuntos de parâmetros em caso de substituição do dispositivo (Data storage “armazenamento de dados”)
- Protocolamento sem papel dos conjuntos de parâmetros, valores do processo e eventos
- Arquivo de descrição de dispositivos (IODD - Input Output Device Description) para uma fácil configuração
- Conexão elétrica padronizada
• Manutenção remota
6 Montagem

Antes de instalar e desmontar o dispositivo:
▶ Certifique-se de que a instalação esteja despressurizada e que não há nenhum fluido no tubo ou no reservatório.

O sensor é fornecido sem instalação e sem acessórios de conexão.

Use somente acessórios da empresa ifm electronic gmbh! Caso sejam utilizados componentes de outros fabricantes, não é garantido um funcionamento ideal.

Acessórios disponíveis: www.ifm.com.
6.1 Local de instalação / imediações da instalação

O ajuste correto do dispositivo, a função adequada e a vedação das conexões são garantidos somente com os adaptadores ifm.

Em caso de utilização de conexões de processos de outro fabricante:
▶ Garanta a compatibilidade mecânica, a função e a impermeabilidade.
▶ Para evitar falhas de funções e danificação de sensores e instalações, mantenha no mínimo 5 mm de distância da ponta do sensor até o objeto adjacente (por ex. paredes de tubos, de reservatórios e componentes).

Direcionamento do canal de medição:
▶ O canal de medição deve ser alinhado corretamente. Observe a marcação no invólucro do sensor. Utilizando adaptadores ifm, o alinhamento correto é garantido pela codificação mecânica. Procedimento de montagem do dispositivo no adaptador ➞ 10
▷ Isso garante o fluxo correto através do canal de medição.

1: Canal de medição

▶ Instale preferencialmente na frente ou dentro de tubos ascendentes.
▶ Garanta distâncias adequadas (2) de entrada e saída (mínimo 3 x DN, ideal 5 x DN).
▷ Dessa forma são compensadas interferências devido a curvaturas, válvulas, reduções e similares.

S: Fator de interferência
DN: Diâmetro do tubo
1: Sensor
2: Comprimento dos tubos de entrada e saída
6.2 Procedimento de montagem
O dispositivo é montado com a ajuda de um adaptador em T (→ Acessórios).
6.3 Procedimento de montagem do adaptador na tubulação

Instale o adaptador usando os procedimentos padrão e as regras de tecnologia reconhecidas.
▶ Retire a embalagem protetora diretamente antes da instalação.
▶ Certifique-se de que as superfícies de vedação estejam limpas.
▶ Substitua o dispositivo ou o adaptador se as superfícies de vedação estiverem danificadas.
6.4 Procedimento de montagem do dispositivo no adaptador

Utilize somente adaptadores que estão na lista de acessórios ifm.
▶ Insira o anel de vedação na ranhura do adaptador T.
▶ Insira o dispositivo no adaptador T e posicione-o de modo que a ranhura do dispositivo se encaixe no pino-guia da parede.
▷ Isso garante a posição correta de instalação e o fluxo correto através do canal de medição.
▶ Rosqueie a porca de conexão na rosca do adaptador em T e aperte-a com a mão.
▶ Após a montagem, verifique todo o sistema quanto a vazamentos.
7 Conexão elétrica

O dispositivo deve ser instalado somente por um técnico eletricista qualificado.
Siga as normas nacionais e internacionais para a montagem de instalações eletrotécnicas.
Alimentação de tensão conforme SELV, PELV.
▶ Desconecte a tensão da instalação.
▶ Conecte o dispositivo do seguinte modo:


| Pino | Cores dos fios | |
| 1: | BN | marrom |
| 2: | WH | branco |
| 3: | BU | azul |
| 4: | BK | preto |
| OUT1: IO-Link | ||
| OUT2: saída analógica | ||
| Identificação por cores conforme DIN EN 60947-5-2 | ||

O acessório de conexão não está incluído no pedido.
Acessórios disponíveis: www.ifm.com
7.1 Para o escopo cULus
A alimentação elétrica só pode ser realizada através de circuitos SELV/PELV.
Não é proibido usar uma fonte de alimentação da classe de alimentação 2 (Supply Class 2), o seu uso também é possível.
O dispositivo deve ser alimentado por um circuito de energia limitada (limited energy) conforme a terceira edição da seção 9.4 da norma UL 61010-1 ou correspondente.
Os circuitos externos conectados ao dispositivo têm que ser circuitos SELV/PELV.
O dispositivo está em segurança pelo menos de acordo com as seguintes condições:
- Uso em áreas internas
- Altura de até 2000 m
- Umidade relativa do ar de no máximo 90%, sem condensação
- Grau de sujidade 3
- Utilizar cabos homologados com certificação UL das categorias PVVA ou CYJV com os dados apropriados para a aplicação.
- Não é necessário nenhum tratamento especial de limpeza do dispositivo. (A notificação não válida para aplicações em áreas higiênicas).
7.2 Restrição da aprovação de tipo marítimo (esquema de reconhecimento mútuo da IACS)
A alimentação de tensão do sensor deve ser protegida eficazmente contra sobretensões causadas por descargas atmosféricas. Para isso, podem ser utilizadas, por exemplo, fontes de alimentação SELV/PELV.
8 Parametrização
A parametrização é feita através da interface IO-Link.

Dependendo da configuração dos parâmetros, os parâmetros disponíveis no menu podem mudar.
Os parâmetros podem ser regulados antes da instalação e de iniciar a operação do dispositivo ou durante a operação.

Se os parâmetros forem alterados durante a operação, o funcionamento da instalação será influenciado.
▶ Certifique-se de que não ocorram falhas de funcionamento na instalação.
Durante a parametrização, o dispositivo permanece no modo de operação. As suas funções de monitoramento continuam sendo realizadas com os parâmetros existentes, até que a parametrização seja concluída.
O dispositivo pode ser parametrizado por meio da interface IO-Link das seguintes maneiras, por exemplo:
- Parametrização através de um software de parametrização adequado, por exemplo: ifm moneo|configure
• Parametrização através do CLP - Parametrização através de uma aplicação IIoT
Requisitos para a parametrização através da interface IO-Link:
√ A descrição do dispositivo de entrada e saída (IODD - Input Output Device Description) para o dispositivo no caso de parametrização por meio de um software de parametrização, veja documentation.ifm.com
√ A descrição da interface IO-Link (PDF) para o dispositivo no caso de parametrização por meio de um CLP ou aplicação IIoT, veja documentation.ifm.com
√ Um mestre IO-Link
▶ Conecte o mestre IO-Link com o software de parametrização, o CLP ou a aplicação IIoT.
▶ Conecte o dispositivo a uma porta livre adequada do mestre IO-Link.
▶ Defina a porta do mestre IO-Link para o modo de operação IO-Link.
▷ O dispositivo muda para o modo IO-Link.
▶ Altere as configurações de parâmetros no software.
▶ Escreva as configurações de parâmetros no dispositivo.

Ajuda para a integração do sistema e parametrização via IO-Link:
→ Manual do software de parametrização (por exemplo: moneo)
→ Explicações e "kits iniciais" em ifm.com/cnt/io-link-system-integration.
8.1 Parâmetros ajustáveis e comandos do sistema
8.1.1 Parâmetros gerais
| Reinicializar a aplicação (comando do sistema) | Os parâmetros da aplicação tecnológica são ajustados como valores padrões. Os parâmetro de identificação não mudam. Se estiver ativado na configuração da porta do mestre, a memória de dados do mestre será atualizada. | |
| Back to box (comando do sistema) | Os parâmetros do dispositivo serão redefinidos para as configurações de fábrica e a comunicação ficará bloqueada até a próxima vez em que o dispositivo for ligado e desligado. Observação: Desconecte o dispositivo diretamente da porta mestre! | |
| uni. C | Seleção da unidade de condutividade exibida na ferramenta de parametrização [S/m] - a condutividade é exibida em S/m[μS/cm] - a condutividade é exibida em μS/cm. | |
| CGA-COND | Calibração melhorada (fator de correção da constante da célula). Com este fator, o sensor pode ser adaptado a um sistema existente ou otimizado para um determinado valor de condutividade. Faixa de ajuste: 80...120 %Valores de referência: | |
| Instalação em | Fator de correção [CGA] | |
| DN32 | 102 % | |
| DN40 | 100 % | |
| T. Cmp-COND | Compensação de temperatura. Com a introdução do coeficiente de temperatura (valor específico do fluido), a condutividade é recalculada para a temperatura nominal ([rEF. T]). Faixa de ajuste: 0...5 % | |
| rEF. T-COND | Temperatura nominal (25 °C) = temperatura de referência para a medição da condutividade. Caso necessário, a temperatura nominal pode ser adaptada pelo usuário. Faixa de ajuste: 15...35 °C | |
| Offset-TEMP | Calibração do ponto zero (calibração offset) / temperatura. Faixa de ajuste: +/- 5 K. | |
| Concentration | Exibição da fração de concentração de NaCl na água, calculada a partir do valor de medição de condutividade atual. Utilização ➔ 6 | |
8.1.2 Outras configurações
| ou2 | Configuração de saída para a saída analógica (OUT2): [I] = a faixa de medição de 4...20 mA é mostrado [InEG] = a faixa de medição de 20...4 mA é mostrado [OFF] = saída não comutada (alta impedância) |
| SEL2 | Atribuição da saída analógica para o valor do processo: [COND] = condutividade [TEMP] = temperatura |
| FOU2 | Comportamento de OUT2 em caso de falha: [OU] = se possível, a saída analógica se comporta conforme o valor do processo. Caso contrário: a saída analógica muda para [OFF]. [ON] = a saída analógica comuta para > 21 mA em caso de falha [OFF] = a saída analógica comuta para < 3,6 mA em caso de falha |
| ASP2-COND | Ponto inicial analógico para condutividade; Faixa de ajuste: 0...1000000 μS/cm. Distância para AEP2-COND: ASP2-COND não pode ser superior a 50 % de AEP2-COND. |
| AEP2-COND | Ponto final analógico para condutividade; Faixa de ajuste: 500...2000000 μS/cm. Distância para ASP2-COND: AEP2-COND deve ser no mínimo o dobro de ASP2-COND. |
| ASP2-TEMP | Ponto inicial analógico para temperatura; Faixa de ajuste: -25...70 °C. Distância para AEP2-TEMP: 30 °C no mínimo |
| AEP2-TEMP | Ponto final analógico para temperatura; Faixa de ajuste: 10...100 °C. Distância para ASP2-TEMP: 30 °C no mínimo |
| Lo. COND | Memória do valor mínimo para a condutividade |
| Hi. COND | Memória do valor máximo para condutividade |
| Reset [Hi. COND] and [Lo. COND] memory | Reinicializar a memória do valor máximo e do valor mínimo (botão para acionar o comandos do sistema) |
| Lo. TEMP | Valor de memória mínimo para temperatura |
| Hi. TEMP | Valor de memória máximo para temperatura |
| Reset [Hi. TEMP] and[Lo. TEMP] memory | Reinicializar a memória do valor máximo e do valor mínimo (botão para acionar o comando do sistema) |
| dAP-COND | Amortecimento do sinal de medição, faixa de ajuste: 0...20 s |
| S. Tim | Simulação; introdução da duração da simulação, faixa de ajuste: 1...60 min |
| S. COND | Simulação; seleção do valor de condutividade a ser simulado, faixa de ajuste: 0...2000000 μS/cm |
| S. TEMP | Simulação; seleção do valor de temperatura a ser simulado, faixa de ajuste: -25...150 °C |
| S. On | Simulação; estado da simulação:[OFF] = simulação desativada[On] = simulação ativada |
| Start Simulation | Iniciar a simulação (botão para acionar o comando do sistema) |
| Stop Simulation | Interromper a simulação (botão para acionar o comando do sistema) |
Mais informações e descrições de parâmetros, especialmente os relacionados a SSC, estão disponíveis na descrição IODD (www.ifm.com) ou nas descrições de parâmetros de contexto específico dos softwares de parametrização usados.
8.1.3 Exemplo de parametrização
▶ Ajuste a compensação de temperatura (parâmetro [T. Cmp-COND]) para um fluido com coeficiente de temperatura 3,0 %/K. Exemplo: [T. Cmp-COND] = [3,0].
▶ Realize todos os demais ajustes.
▶ Escreva os dados do sensor no dispositivo.
8.2 Influência de temperatura e coeficiente de temperatura
8.2.1 Influência da temperatura do fluido
A condutividade depende da temperatura. Quando a temperatura aumenta, a condutividade muda. Esta influência de temperatura depende de cada fluido e pode ser compensada pelo dispositivo se o coeficiente de temperatura (Tk) for conhecido. A compensação de temperatura é ajustada através do parâmetro [T. Cmp-COND]. O valor de condutividade com compensação de temperatura, corresponde então à condutividade na temperatura padrão de 25 °C; configuração de fábrica do parâmetro [rEF. T-COND]).

No caso de fluidos constantes, o mesmo valor do coeficiente de temperatura deve ser ajustado em todos os sensores (valor independente do dispositivo). Não há nenhuma outra dependência em relação ao princípio de medição, lote ou fabricante dos sensores.

Se o coeficiente de temperatura do fluido não for conhecido, este pode ser determinado. Veja: Determinar o coeficiente de temperatura (Tk)

Em um ambiente IO-Link é possível gravar no controlador os coeficientes de temperatura disponíveis dos fluidos em forma de composição e assim melhorar a precisão dos valores a serem detectados.
8.3 Determinação do coeficiente de temperatura (Tk)
- Ajuste os parâmetros [T. Cmp-COND] e [dAP-COND] em zero: [T. Cmp-COND] = [0], [dAP-COND] = [0].
▶ Escreva no sensor os valores modificados.
1. Tempere o fluido a por exemplo 25 °C e anote o valor da condutividade depois de um tempo de espera de 2 min.
2. Aqueça o fluido a por exemplo 45 °C e anote o valor da condutividade depois de um tempo de espera de 2 min.
Exemplo dos valores anotados:
Fluido a 25 °C = 500 μS/cm; fluido a 45 °C = 800 μS/cm Mudança de temperatura = 20 K
- Calcule a mudança percentual da condutividade. A condutividade aumentou em 300 μS/cm. A alteração percentual é então de 300/500 = 60 %.
- Calcule o coeficiente de temperatura (Tk). O coeficiente de temperatura (Tk) é calculado a partir da mudança percentual e da alteração da temperatura conforme a seguir: Tk = 60% / 20 K = 3 % / K
- O coeficiente de temperatura calculado pode ser então escrito no parâmetro [T. Cmp-COND]. Exemplo: [T. Cmp-COND] = [3]. Eventualmente ajuste o amortecimento novamente (parâmetro [dAP-COND]).
▶ Escreva os valores no sensor.
9 Funcionamento
9.1 Verificação das funções
Depois de desligar a tensão de alimentação, o dispositivo encontra-se no modo de operação. Executa suas funções de medição e de avaliação e gera dados de processo (via IO-Link) conforme os parâmetros ajustados.
▶ Verifique se o dispositivo funciona corretamente.
9.2 Mensagens de operação e de diagnóstico pelo IO-Link
IODD e textos de descrição do IODD em formato PDF disponíveis em: www.ifm.com
9.3 Comportamento da saída em diferentes estados operacionais
| OUT1 *) | OUT2 | |
| Inicialização | valor do processo inválido | DESATIVADA |
| Operação normal | valor do processo segundo a condutividade / temperatura | segundo a condutividade / temperatura e ajuste [ou2] |
| em caso de falha | valor do processo inválido | < 3,6 mA em [FOU2] = [OFF] > 21 mA em [FOU2] = [On] nenhuma alteração em [FOU2] = [OU] |
*) Valor do processo via IO-Link.
10 Manutenção, conservação e descarte
▶ Não deve haver acúmulo de depósitos e sujidades no elemento do sensor.
▶ No caso de limpeza manual, não devem ser usados objetos duros ou afiados para não danificar o sensor.
Não é possível convertar o dispositivo.
▶ Descarte o dispositivo após o uso de forma ecológica e conforme as determinações nacionais vigentes.

Ao mudar o fluido, pode ser necessário ajustar a configuração do dispositivo (parâmetro [T. Cmp-COND]) para se obter uma precisão maior.
11 Configuração de fábrica
| Configuração de fábrica | Configuração do usuário | |
| uni. C | μS/cm | |
| CGA-COND | 100 (%) | |
| T. Cmp-COND | 2 (%) | |
| rEF. T-COND | 25 (°C) | |
| Offset-TEMP | 0 (K) | |
| ou2 | I | |
| SEL2 | COND (condutividade) | |
| FOU2 | OFF | |
| ASP2-COND | 0 (μS/cm) | |
| AEP2-COND | 2000000 (μS/cm) | |
| ASP2-TEMP | -5 (°C) | |
| AEP2-TEMP | 80 (°C) | |
| Lo. COND | --- | |
| Hi. COND | --- | |
| Lo. TEMP | --- | |
| Hi. TEMP | --- | |
| dAP-COND | 1 (s) | |
| S. Tim | 3 min | |
| S. COND | 500 (μS/cm) | |
| S. TEMP | 20 (°C) | |
| S. On | OFF |