SCG60 - Système d'électrolyse GRE - Manual de utilização gratuito
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Baixe as instruções para o seu Système d'électrolyse em formato PDF gratuitamente! Encontre o seu manual SCG60 - GRE e retome o controlo do seu dispositivo eletrónico. Nesta página estão publicados todos os documentos necessários para a utilização do seu dispositivo. SCG60 da marca GRE.
MANUAL DE UTILIZADOR SCG60 GRE
Gaspar Sánchez Gerente Fecha: 01/02/20171 PORTUGUÊS ________________________________________ IMPORTANTE: O manual de instruções que você tem nas mãos contém informação fundamental sobre as medidas de segurança a tomar ao realizar a instalação e a colocação em funcionamento. Por isso, é imprescindível que tanto o instalador como o utilizador leiam as instruções antes de realizar a montagem e a colocação em funcionamento. Guarde este manual para futuras consultas sobre o funcionamento deste aparelho.
Eliminação de resíduos de sistemas domésticos
eléctricos e electrónicos na União Europeia. Todo o produto marcado com este símbolo indica que não pode ser eliminado juntamente com o resto dos resíduos domésticos quando termina a sua vida útil. É da responsabilidade do utilizador eliminar este tipo de resíduo, depositando num local adequado para a reciclagem de resíduos eléctricos e electrónicos. O tratamento e reciclagem adequados destes resíduos contribui de forma essencial para a preservação do Meio Ambiente e saúde dos utentes. Para obter uma informação mais precisa sobre os pontos de recolha deste tipo de resíduos, deve contactar com as autoridades locais.
Nas instruções deste manual descreve-se o funcionamento e manutenção dos sistemas de Electrólise Salina. Para conseguir um óptimo rendimento dos Sistemas de Electrólise Salina observe as instruções indicadas abaixo:
Dentro da caixa encontrará os seguintes acessórios: Fonte de alimentação. Célula de electrólise. Manual de Operação.
Uma vez instalado o seu sistema de Electrólise Salina é necessário dissolver uma quantidade de sal na água. Esta água salina circula através da célula de electrólise situada no depurador. O sistema de Electrólise Salina compõe-se por dois elementos: uma célula de electrólise e uma fonte de alimentação. A célula de electrólise contém um número determinado de pontos de titânio (eléctrodos), de modo que, ao fazer circular uma corrente eléctrica e enquanto a solução salina passa através dos mesmos, produz-se cloro livre. A manutenção de certo nível de cloro na água da piscina garantirá a qualidade sanitária. Um sistema de Electrólise Salina produzirá cloro quando o sistema de recirculação da piscina (bomba e filtro) estão operativos. A fonte de alimentação conta com vários dispositivos de segurança, os quais se activam em caso de funcionamento anómalo do sistema, bem como com um micro-controlador de controlo. Os sistemas de Electrólise Salina contam com de um sistema automático de limpeza dos eléctrodos que evita a formação de incrustações nos mesmos2
O sistema deve ser instalado e manipulado pelo pessoal qualificado. É necessário respeitar as normas em vigor eléctricas e para a prevenção de acidentes. O fabricante não se responsabiliza em nenhum caso pela montagem, instalação ou colocação em funcionamento, nem por qualquer manipulação ou instalação de componentes que não tenham sido efectuados nas suas instalações. Os sistemas de Electrólise Salina funcionam a 230 Vac, 50/60 Hz. Não tente alterar o sistema para operar com outra voltagem. Certifique-se de que as conexões estão firmes para evitar falsos contactos, com o conseguinte sobreaquecimento dos mesmos. Antes de proceder à instalação ou a substituição de um componente, desligar o aparelho da rede eléctrica, e use exclusivamente peças fornecidas pelo fabricante. Este equipamento produz calor, portanto, deve ser instalado num lugar bem ventilado e com as aberturas de ventilação livres de qualquer elemento que as possa obstruir. Não deve ser instalado perto de materiais inflamáveis. Os sistemas de Electrólise Salina dispõem de um grau de protecção IP24. Não devem ser instalados em nenhum caso em lugares expostos a inundações.
FONTE DE ALIMENTAÇÃO: DESCRIÇÃO MODELO SCG60 (MOD.12) SCG100 (MOD. 21) Tensão de serviço 230 V AC, 50 Hz./60 Hz. Saída (dc) 6 A x 2 3.5 A x 6 Produção (g/h) 10 - 12 17 - 21 Capacidade piscina (m
Eléctrodos Titânio com revestimento AUTO
Tempo de vida previsto: 8.000 – 10.000 horas de funcionamento (de acordo com a qualidade de água) Controlo de produção 0 – 50 – 75 - 100 % ( 3 níveis de produção) Inversão de polaridade Programável 2 (1) / 3 horas (jumper na placa de controle) + modo teste Protecção nível de sal Protecção automática de produção (1) Configuração de fábrica. (2) Em condições ideais: salinidade (6 g / l), pH (7,2), dureza da água (120 mg / l) e vazão mínima.3
Número de eléctrodos 5 7 Material Polímero da família do metacrilato. Conexão Com adesivo para tubo PVC Ø 63 mm. Pressão máxima recomendada 1 Kg./cm
Fonte de alimentação.
Fig.1 Diagrama de instalação recomendada4
4.1. Instalação da fonte de alimentação Instalar sempre a FONTE DE ALIMENTAÇÃO do sistema de electrólise salina de modo VERTICAL e numa superfície (parede) rígida, tal como se indica no esquema de instalação recomendada (Figs. 1). Para garantir o seu bom estado de conservação, é preciso instalar sempre o equipamento num lugar seco e bem ventilado. O grau de estanquidade da FONTE DE ALIMENTAÇÃO do sistema de electrólise salina não permite a sua instalação à intempérie. A FONTE DE ALIMENTAÇÃO preferivelmente, deve ser instalada o suficientemente afastada da célula de electrólise, por forma a que não possa sofrer salpicaduras de água de forma acidental. Atenção
De maneira especial, evite a formação de ambientes corrosivos devidos às soluções redutoras do pH (especificamente as formuladas com ácido clorídrico “HCl”). Não instale o sistema de electrólise salina perto de lugares de armazenamento destes produtos. Recomendamos veementemente o uso de produtos com base de bisulfato sódico ou ácido sulfúrico diluído. A conexão da fonte de alimentação à rede eléctrica deve ser efectuada no quadro de manobra do depurador, por forma que a bomba e o sistema de electrólise salina sejam conectados de forma simultânea.
4.2. Instalação da célula de electrólise A célula de electrólise deve ser instalada num lugar protegido da intempérie e sempre atrás do sistema de filtração. No caso de existência de outros dispositivos na instalação como bombas de calor, sistemas de controlo, etc.; estos deverão sempre ser colocados antes do sistema de electrólise. A célula de electrólise sempre deve ser situada num ponto da tubagem que possa ser isolado do resto da instalação por meio de duas válvulas, de modo que se possam efectuar as tarefas de manutenção da mesma sem a necessidade de esvaziar total ou parcialmente a piscina. No caso de a célula seja instalada em by-pass (opção recomendada), dever-se-á introduzir uma válvula que regule o fluxo através da mesma. Antes de proceder com a instalação definitiva do sistema é preciso levar em consideração as seguintes observações:
preciso respeitar o sentido de fluxo marcado na célula. O sistema de recirculação deve garantir o fluxo mínimo indicado na Tabela de Especificações Técnicas (ver Secção 8).
O sistema detector de fluxo activa-se no caso de que não haja recirculação (fluxo) de água através da célula ou no caso de que este seja muito baixo. A não evacuação do gás de electrólise gera uma bolsa que isola electricamente o eléctrodo auxiliar (detecção electrónica). Portanto, ao introduzir os eléctrodos na célula, a sonda de nível (eléctrodo auxiliar) deverá situar-se na parte superior da mesma. A disposição mais segura é a indicada no esquema de instalação recomendada.
o detector de fluxo não funcionará correctamente, com o conseguinte risco de ruptura da célula, se se fecharem simultaneamente as válvulas de entrada e saída aos tubos onde está instalada a célula de electrólise. Embora seja uma situação extremamente inusual, é possível evitá-la bloqueando, uma vez instalado o equipamento, a válvula de retorno à piscina, de modo que não possa ser manipulada acidentalmente. Outras instalações seriam só aceitáveis se permitem a detecção de fluxo fraco ou nulo.
Fig. 5 Fig. 6 Instalação RECOMENDADA Instalação PERMITIDA
Fig. 7 Fig. 8 Instalações NÃO PERMITIDAS6
4.3. Conexões eléctricas da célula de electrólise Realizar a ligação entre a célula de electrólise e a fonte de alimentação de acordo com o seguinte esquema. Em virtude da intensidade relativamente elevada da corrente que circula pelos cabos de alimentação da célula de electrólise, em nenhuma hipótese deverá modificar o comprimento ou secção dos mesmos sem fazer uma consulta prévia ao seu distribuidor autorizado. O cabo de conexão célula de eletrólise-fonte de alimentação nunca deve exceder o comprimento máximo recomendado neste Manual: MOD.12 (6 A), 8 m.; MOD.21 (3.5 A), 30 m.
1.- Eléctrodo 1 (vermelho) 2.- Eléctrodo 2 (vermelho) 3.- Detector fluxo (amarelo) Fig.97 4.4. Controles e indicadores Os sistemas de electrólise salina estão equipados com um painel de controlo situado na sua frente (Fig. 10).
1.- Escala de produção (%) Escala Produção Alcance
25 % 5 … 35% 50 % 35 … 55% 75 % 55 … 80% 100 % 80 … 100% 2.- Tecla seleção de nível de produção 3.- ALARME SALINIDADE (elevada/baixa) Fig. 10. Painel de controlo sistemas MOD. XX8
4.5. Programação e controlo Além das operações básica, o Sistema de Electrólise de Sal dispõe de uma entrada para o controlo externo através de um controlador ORP, cloro residual, etc.; bem como uma para o ajuste da produção do equipamento ao se activar a cobertura automática da piscina. Além disso, permite a configuração de três modos de AUTOLIMPEZA dos eléctrodos: TESTE, 2/2, 3/3 horas.
Sistema de AUTOLIMPEZA DOS ELÉCTRODOS: A frequência de inversão pode-se seleccionar através do jumper “JP1” situado na placa de controlo do sistema (Fig. 11). Esta configuração ficará efetiva quando o equipamento seja desconectado e conectado novamente.
Controlo COBERTURA AUTOMÁTICA: o sistema dispõe de uma entrada para contacto sem tensão. Quando o contacto está ligado a esta entrada, fecha-se (a cobertura automática FECHADA), o sistema de electrólise reduz a sua produção 10% do seu valor nominal (a luz “50%” da escala de produção vai manter-se iluminada).
Controlo EXTERNO: o sistema dispõe de uma entrada auxiliar adicional para contacto sem tensão. Esta entrada pode ser utilizada para fazer interagir o sistema de electrólise com um controlador externo (ORP, CLORO RESIDUAL, FOTÓMETRO, etc.) Quando o contacto está ligado a esta entrada está ABERTO, o sistema de electrólise pára. Para activar esta entrada deverá colocar-se o jumper “JP2” situado na placa de controlo da unidade. Esta configuração ficará efetiva quando o equipamento seja desconectado e conectado novamente.9
Fig. 1110 4.6. Início
1. Assegurar-se de que o filtro esteja limpo a 100%, e de que a piscina e a instalação não
contenham cobre, ferro e algas, bem como certificar-se de que todos os equipamentos de aquecimento instalados são compatíveis com a presença de sal na água.
2. Equilibrar a água da piscina. Isto nos permitirá obter um tratamento mais eficiente com a menor
concentração de cloro livre na água, bem como um funcionamento mais prolongado dos eléctrodos além de uma menor formação de depósitos calcários na piscina. a) O pH deve ser de 7.2-7.6 b) A alcalinidade total deve ser de 60-120 ppm.
3. Ainda que o sistema de electrólise salina possa trabalhar num intervalo de salinidade de 5 – 12
g/l., deve-se tentar manter o nível de sal no nível mínimo recomendado de 6 g/l, acrescentando 6 Kg. por cada m
de água se a água não contiver previamente sal. Utilizar sempre sal comum (cloreto de sódio), sem aditivos como iodetos ou anti-espessantes, e com qualidade apta para consumo humano. Não adicionar nunca o sal através da célula. Aplicá-lo directamente na piscina ou no tanque de compensação (longe do ralo da piscina).
4. Ao acrescentar o sal, e no caso de que a piscina seja utilizada de forma imediata, efectuar um
tratamento com cloro. Como dose inicial, é possível acrescentar 2 g/m
5. Antes de iniciar o ciclo de trabalho, desligue a fonte de alimentação e coloque a bomba do
depurador em funcionamento durante 24 horas para garantir a completa solução do sal.
6. Depois coloque o sistema de electrólise salina em funcionamento, situando o nível de produção
do mesmo, de modo que se mantenha o nível de cloro livre dentro dos níveis recomendados (0.5 -
NOTA: para poder determinar o nível de cloro livre é preciso empregar um kit de análise.
7. Em piscinas com forte insolação ou utilização intensiva, é aconselhável manter um nível de 25-
de estabilizante (ácido isocianúrico). Em nenhuma hipótese poderá superar o nível de 75 g/m
. Isto será de grande ajuda para evitar a destruição do cloro livre presente na água pela acção da luz solar.11
5. FUNCIONAMIENTO:_________________________________________________________
5.1. Sistema parado O sistema entra no modo “EM ESPERA” quando se prime sucessivamente a tecla “POWER SELECTOR” [2] até que o indicador “0%“ fica a piscar. Nesta situação não existe produção na célula de electrólise.
Fig. 12 5.2. Selecção do nível de produção Para seleccionar o nível de produção desejado, prima sucessivamente as teclas “POWER SELECTOR” [2] até que a luz correspondente ao nível de produção desejado fique a piscar. Passados alguns segundos, o sistema colocará a sua produção no nível seleccionado.
O setpoint de produção programado pode ser exibido a qualquer momento pressionando a tecla “POWER SELECTOR” [2] uma vez. O led correspondente ao nível de produção programado piscará por alguns segundos. Após esse período, o indicador de produção indicará o nível de produção atual.12 Fig. 14
Modo INVERNO : durante os períodos de baixa temperatura da água, onde a demanda de cloro será baixa, selecione um nível de produção [1] de 50%. Desta forma o consumo de energia e vida útil do conjunto de eletrodos são otimizados. 5.3. Modo TESTE Para entrar no modo TESTE, baixar o nível de produção para “0 %” a través de pressões sucessivas na tecla POWER SELECTOR” [2] (Fig. 15) Assim que o sistema parar mantenha a mesma tecla premida durante 10 segundos. O sistema indicará ter entrado no modo TESTE iluminando todas as luzes durante um segundo. Em seguida, selecione o nível de produção desejado pressionando o botão “POWER SELECTOR "[2]. Quando o sistema está em MODO DE TESTE, a intensidade do LED indicador "0%" varia em seqüência.
Fig. 15 Quando o sistema entra em modo de TESTE, o sistema coloca o temporizador de troca de polaridade e o nível de produção seleccionado a zero. Neste modo o sistema está totalmente operacional, efectuando-se as inversões de polaridade dos eléctrodos de 2 em 2 minutos. Para sair do MODO TESTE, o sistema deve ser desligado da rede de 230 Vac por alguns segundos. Quando o sistema é ligado novamente, volta automaticamente ao programa de auto-limpeza prévio.13 5.4. Alarmes
NIVEL DE SAL ELEVADO
No caso de se ter acrescentado sal em excesso, a fonte de alimentação irá diminuir o nível de potência com referência ao seleccionado. A luz “SALT” [3] vai manter-se iluminada. Neste caso, deve-se esvaziar uma parte da piscina, (por exemplo 10%) e acrescentar água fresca para diminuir a concentração de sal. Para um conhecimento preciso do nível de sal recomendamos que utilize um medidor portátil de salinidade-temperatura.
No caso do nível de sal na água da piscina estar abaixo do recomendado, a fonte de alimentação não poderá alcançar o nível de saída seleccionado. A luz “SALT” [3] vai piscar. É possível que o sistema indique níveis de sal inferiores aos reais se a temperatura for inferior a 20
C, ou se o eletrodo chegou ao fim da sua vida útil. Neste caso, determinar o nível de salinidade da água e acrescentar o sal necessário. O tipo de sal comum (NaCl) indicado para a electrólise salina não deve apresentar aditivos (anti-espessante, iodetos) e deve ser apto ao consumo humano. Para um conhecimento preciso do nível de sal recomendamos que utilize um medidor portátil de salinidade-temperatura.
NÍVEL DE ÁGUA EM CÉLULA/DETECTOR DE FLUXO (GÁS) Se em qualquer momento se formar uma bolha de ar ou de gás na parte superior da célula de electrólise e o DETECTOR DE FLUXO não estiver submerso, o sistema vai desligar automaticamente a produção, e todos os leds do painel de controle piscarão. O sistema reinicia automaticamente assim que se restitua a passagem de água pela célula ou a bolha seja evacuada.14
1. Detector de gás submerso. Sistema em
Quando o controlador externo detecta um valor superior ao setpoint programado, desliga automaticamente a produção e o led “0%” da escala de produção [1] cintila.15
6. MANUTENÇÃO:____________________________________________________________
6.1. Manutenção da célula de electrólise A célula deve ser mantida em condições adequadas para garantir um longo tempo de funcionamento. O sistema de electrólise salina conta com um sistema de limpeza automática dos eléctrodos. Assim, evita-se a formação de incrustações calcárias nos mesmos, portanto não se prevê a necessidade de efectuar nenhuma limpeza nos mesmos. No entanto, caso seja necessário realizar uma limpeza no interior da célula, proceder da seguinte forma:
1. Desligar a alimentação 230 Vac do equipamento.
3. Utilizar uma solução diluída de ácido clorídrico (uma parte de ácido em 10 partes de
água), imergindo o grupo de eléctrodos na mesma durante 10 minutos no máximo.
4. NUNCA RASPAR NEM ESCOVAR A CÉLULA OU OS ELÉCTRODOS.
Os eléctrodos de um sistema de electrólise salina constituem-se por lâminas de titânio revestidas com uma camada de óxidos de metais nobres. Os processos de electrólise que têm lugar na sua superfície produzem o seu desgáste progressivo, portanto, com o fim de optimizar o tempo de duração dos mesmos, é preciso considerar os seguintes aspectos:
1. Apesar de se tratarem de sistemas de electrólise salina AUTO-LIMPANTES, o
funcionamento prolongado do sistema com valores de pH acima de 7,6 em águas de alta dureza pode produzir a acumulação de depósitos calcários na superfície dos eléctrodos. Estes depósitos deteriorarão progressivamente o revestimento, ocasionando uma diminuição do seu tempo de vida útil.
2. A realização de limpezas/lavagens frequentes dos eléctrodos (como os descritos
anteriormente) reduzirá a sua vida útil.
3. O funcionamento prolongado do sistema com salinidades inferiores a 3 g/l produz uma
deterioração prematura dos eléctrodos.
4. A utilização frequente de produtos algicidas com alto conteúdo de cobre pode produzir
a deposição do mesmo nos eléctrodos, danificando progressivamente o revestimento. Lembre-se que o cloro é o melhor algicida.16
7. SOLUÇÃO DE PROBLEMAS:__________________________________________________
Qualquer acção necessária para solucionar possíveis problemas no equipamento deve ser realizada sempre com o equipamento desligado da alimentação eléctrica. Os problemas não contemplados na lista abaixo devem ser solucionados por um técnico qualificado.
O indicador de produção indica sempre “0” em qualquer nível de produção escolhido.
Verificar os eléctrodos. Verificar as conexões entre a fonte de alimentação e a célula de electrólise. Verificar a concentração de sal.
A fonte de alimentação não liga.
Verificar se o sistema está convenientemente conectado a 230 V/50-60 Hz no quadro de manobra da piscina. Vérificar o estado do fusível localizado na parte inferior do equipamento.
Os níveis de cloro livre na água são muito baixos
Colher uma amostra nos bicos de retorno à piscina e efectuar uma análise ao cloro. Verificar se os parâmetros químicos da água (pH, cloro combinado, ácido isocianúrico) são correctos. Aumentar o tempo de filtração. Acrescentar estabilizante de cloro (ácido cianúrico) até alcançar um nível 25-30 g./m
CARACTERISTICAS GERAIS: Tensão de serviço standard 230V AC – 50/60 Hz. Cable: MOD. 12 MOD. 21 Fusível MOD. 12
Voltagem saída Cabo MOD. 12
Fluxo recirculação mínimo MOD. 12
Peso líquido (embalagem incluído) MOD. 12
Sistema de controlo Microprocessador. Teclado de membrana com botões de controlo e indicadores de funcionamento. E/S controlo: 2 entradas tipo contacto livre de potencial para estado de coberta automática e controlador externo (ORP, CLORO RESIDUAL, etc.). Saída célula: controlo de produção Margem salinidade / Temperatura:
Auto-limpeza Automática, por inversão da polaridade Temperatura de trabalho
Refrigeração: convecção natural Material Fonte de alimentação ABS Célula de electrólise Metacrilato transparente18 Dimensões19
9.1.1. De acordo com estas disposições, o vendedor garante que o Produto que corresponde
a esta não apresente nenhuma falta de conformidade no momento da sua entrega.
9.1.2. O Período de Garantia Total é de 2 ANOS.
9.1.3. O Período de garantia conta-se desde o momento da sua entrega ao comprador. O
eléctrodo está coberto por uma garantia de 2 ANOS (ou 3.000 horas) sem prorrogações. Se se verificar uma falta de conformidade do Produto e o comprador o notificar ao vendedor durante o período de garantia, o vendedor deverá reparar ou substituir o Produto a custo próprio no local que considerar oportuno, salvo se for impossível ou desproporcionado.
9.1.4. Quando não for possível reparar ou substituir o Produto, o comprador poderá solicitar
uma redução proporcional do preço ou, se a falta de conformidade for suficientemente importante, a resolução do contrato de venda.
9.1.5. As partes substituídas ou reparadas no âmbito desta garantia não ampliam o prazo de
garantia original do Produto, se bem que dispõem da sua própria garantia.
9.1.6. Para a efectividade da presente garantia, o comprador deverá autenticar a assinatura
de aquisição e entrega do Produto.
9.1.7. Quando hajam decorrido mais de seis meses desde a entrega do Produto ao
comprador e este alegue falta de conformidade daquele, o comprador deverá autenticar a origem e a existência do defeito alegado.
9.1.8. O presente Certificado de Garantia não limita ou prejudica os direitos que
9.2.1. Para a eficácia desta garantia, o comprador deverá seguir estritamente as indicações
do Fabricante incluídas na documentação que acompanha o Produto, quando esta for aplicável de acordo com a gama e modelo do Produto.
9.2.2. Quando for especificado um calendário para a substituição, manutenção ou limpeza de
certas peças ou componentes do produto, a garantia só será valida quando seja correctamente cumprido o referido calendário. 9.3. LIMITAÇÕES
9.3.1. A presente garantia será unicamente de aplicar nas vendas realizadas a consumidores,
entendendo-se por “consumidor” aquela pessoa que adquire o Produto com fins que não entram no âmbito da sua actividade profissional.
9.3.2. Não se outorga qualquer garantia a respeito do normal desgaste pelo uso do produto,
nem a respeito das peças, componentes e/ou materiais fungíveis ou consumíveis (com excepção do eléctrodo).
9.3.3. A garantia não cobre os casos em que o Produto: (i) tenha sido objecto de tratamento
incorrecto; (ii) tenha sido inspeccionado, reparado, efectuada manutenção ou manipulado por pessoa não autorizada; (iii) tenha sido reparado ou efectuada manutenção com peças não originais ou (iv) tenha sido instalado ou colocado em funcionamento de modo incorrecto.20
9.3.4. Quando a falta de conformidade do Produto seja consequência de uma instalação
incorrecta ou funcionamento incorrecto, a presente garantia apenas responderá quando a dita instalação ou funcionamento esteja incluído no contrato de compra e venda do Produto e tenha sido realizada pelo vendedor ou sob a sua responsabilidade.
9.3.5. Danos ou falhas do produto devido a qualquer uma das seguintes causas:
o Programação do sistema e/ou calibragem inadequado das sondas de pH/ORP por o usuário o Funcionamento com salinidade inferior a 3 g./l. de cloreto de sódio e/ou temperaturas inferiores à 15
o Funcionamento com pH superior a 7,6. o Emprego de produtos químicos não autorizados de forma expressa. o Exposição a ambientes corrosivos e/ou a temperaturas inferiores a 0
A seguinte gama de sistemas de eletrólise de sal está certificada para uso final em piscinas:
Produtos Certificados: SCG60 (MOD.12), SCG100 (MOD.21). Os produtos mencionados acima estão de acordo com as seguintes diretrizes CE e normas: o Diretiva de Baixa Tensão (LVD) 2014/35 / UE. o Diretiva de compatibilidade eletromagnética (EMC) 2014/30 / UE. o Diretiva ROHS 2011/65 / EC
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