C07925 - Fogão a lenha DEVILLE - Manual de utilização gratuito
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MANUAL DE UTILIZADOR C07925 DEVILLE
7.3 – Cuidados corrientes
4.2 - Acessórios em opção
4.3 – Ligação eléctrica do soprador
5- CONDIÇÕES DE INSTALAÇÃO DO APARELHO ....................................................................................... 58
5.2.1 - Natureza da conduta de fumos
5.2.1.1 - Caso de uma conduta nova
5.2.1.2 - Caso de uma conduta existente
5.2.2 Secção mínima da conduta
5.2.3 - Algumas recomendações gerais
5.3 - NATUREZA E CARACTERISTÍCAS DA CONDUTA DE LIGAÇÃO- ENTRE 0 FOGÃO E
5.6 - NATUREZA DAS PAREDES VIZINHAS DO APARELHO
5.6.1 - Conselho de aplicação
5.6.2 - Cotas de embutido - Protecção das paredes e revestimentos com materiais combustíveis ou que
se degradam por efeito do calor - Circuito de convecção
5.6.2.1 – Disposição "fogão"
5.6.2.2 - Disposição 'Insert”
5.6.2.3 Distribuição do ar quente :
5.7 - RECOMENDAÇÕES E EXEMPLOS DE INSTALAÇÃO
5.7.1 - Instalação numa lareira nova a construir
5.7.2 - lnstalação numa lareira existente construída com materiais refractários e
normalmente prevista para um fogo aberto
5.8 - PREPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DO FOGAO NA LAREIRA
5.8.1 - Operação geral a efectuar
5.8.2 – Colocação em sítio do aparelho
6 - CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO APARELHO ........................................................................................
6.1 - Primeiro acendimento
6.2.1 - Combustível recomendado
6.2.2 - Combustíveis proibidos
6.3 – Cargo dos orgãos das manobras e dos acessórios
7.2 – Conservação e manutenção do ventilador
7.3 – Manutenção corrente
8 - CONDIÇOÈS GERAIS DE GARANTIA........................................................................................................ 66
. Obtenível sobre uma tiragem de 12 Pa, no curso de uma duração de fogo de ¾ de hora, com uma carga de 2,84 kg de lenha dura (carpa, castanheiro…) sobre uma forma de 2 troncos de lenha rachada a cerca de 9 cm de diâmetro . . Para obter este regime de potência, recargar sobre uma cama de brasas por cerca de 500 g environ seja 4 cm de espessura . . A potência anunciada é a potência média obtenível no curso dos ensaios, o fecho do ar na posição de abertura máxima. Nós vos aconselhamos de ler atentamente, em inteiro, o texto da notícia para tirar o melhor uso e a mais grande satisfação do vosso aparelho DEVILLE. O não respeito das instruções de montagem, de instalação e de utilização implica a responsabilidade daquele que as efectua.
ESTE APARELHO DEVE SER INSTALADO EM
CONFORMIDADE COM AS ESPECIFICAÇÕES
DO D.T.U. EM VIGOR. O aparelho deve ser instalado por um profissional qualificado. Todas as regulamentações locais e nationais, assim como as normas europeias, devem ser respeitadas durante a utilização do aparelho. O aparelho não deve ser modificado. A combustão lenta : . Obtenível sobre uma tiragem de 6 Pa, o fecho do ar em posição fechada. . Recargar sobre uma cama de brasas há cerca de 500 g (seja 4 cm de espessura). . Duração superior a 3 horas com um tronco de lenha dura não rachada de 4 kg. . Duração superior a 10 horas com um tronco de lenha dura não rachado, de grosso diâmetro de 6 a 10 kg..
As condições de andamento normal permitem a obtenção de uma potência máxima que não se deve ultrapassar para obter um funcionamento com toda a segureza. O aparelho é conforme as exigências essenciais da directiva 89/106/CEE Produtos de Construção seguinte o anexo ZA da norma EN 13229. A carga máxima é de 15 kg de lenha. É um aparelho de aquecimento intermitente e contínuo a combustão sobre grelha funcionando exclusivamente com lenha, a câmara de combustão semiaberta é concebida para ser embutida numa chaminé a construir.
3 - DESCRIÇÃO E ENCOMBRE
Os principais elementos de constituição do vosso aparelho são indicados e referênciados sobre a Fig. 1. Notar o numéro da série do aparelho, inscrito sobre a placa de identificação, colada no aparelho e também no certificado de garantia, o escrever na casa a seguir : N° de série A câmara de combustão é em aço de 4 mm, o fundo da lareira é duplicado com uma placa lar em ferro fundido. Um resguardo em chapa permite um circuito de ar de arrefecimento em torno da câmara de combustão e protege as paredes da chaminé da radiaçâo : isso significa segurança e desempenho. Este N° é necessário para identificar o aparelho quando for preciso peças separadas. Aparelho conforme a Directiva Contabilidade Electromagnética 89/336/CEE modificada por a directiva 93/68/CEE. A porta em ferro fundido, é provida de juntas para assegurar o estanque e permitir uma grande autonomia de funcionamento.
2 - POTÊNCIA CALÓRIFICA NOMINAL
Potência nominal 12 kW Tiragem 12 Pa Débito da massa dos fumos Temperatura dos fumos 9,2 g/s 354°C O fecho de regulação do ar, situado na parte baixa da porta, permite de escolher o andamento do fogo. Uma entrada do ar secundário, está integrada na parte alta do vidro da porta, para a manter própria, e assegurar uma melhor combustão da lenha. Funcionamento intermitente e contínuo : Um soprador com duas velocidades permite a activação da circulação do ar quente. Este equipamento vos permite de enviar um fluxo de ar quente em 4 direções diferentes (assoalhadas adjacentes). Não equipado de uma baínha, ele vai ameliorar a conveção na assoalhada a onde está instalada a sua chaminé. . O funcionamento intermitente necessita um carregamento todos os ¾ horas. É preciso privilegiar este modo de funcionamento particularmente respeitoso do médio ambiente. . O aparelho pode igualmente assegurar um funcionamento contínuo quando o constrangimento do intermitente não se pode respeitar ou que uma potência reduzida é procurada. Potência calórica intermitente : nominale
C07925 140 kg 90 kg Utilização dos materiais seguintes :
ACESSÓRIOS Blocos de chaminé em barro em conformidade com a norma NF P 51-311. Blocos de chaminé em betão em conformidade com a norma NF P 51-321. Condutas metálicas compósitas em conformidade com as normas NF D 35-304 e NF D 35-303 ou que disponham de certificado técnico para este uso. Tijolos de barro em conformidade com a norma NF P 51-301. Tijolos refractários em conformidade com a norma NF P 51-302.
Vossa lareira pode se integrar numa chaminé nova DEVILLE.
4.2 - Acessórios em opção
O aparelho pode ser equipado sobre pedido :
De bocas de saídas de ar quente ∅ 125 mm réf. C07006.EU02 permitindo a distribuição do calor nas assoalhadas adjacentes (Fig. 3).
- Este conjunto, fornecido em opção, deve ser montado antes de instalar a lareira na chaminé.
- Para efectuar a montagem, se referir as indicações da notícia junta a esta opção. A utilização de materiais isolados de origem permite evitar a instalação de um isolamento na obra, nomeadamente ao nivel das paredes do remate exterior (minimo de resistência térmica : 0,43 m K/W).
5.2.1.2 - Caso de uma conduta existente
O instalador toma a seu cargo a responsabilidade das partes existentes. Deve verificaro estado da conduta e providenciar os arranjos necessários para o bom funcionamento
conformidade com regulamentos.
4.3 – Ligação eléctrica do soprador
- O aparelho é livrado com um cabo flexível dum comprimento a cerca de 1,5 m, permitindo a sua ligação a rede da alimentação eléctrica. A sua extremidade é situada na parte detrás do vosso inserto, á esquerda em baixo e é preciso o tirar (sem esforçar) para o saír. Prever sobre uma instalação fixa, um dispositivo de separação omnipolar que tenha uma distância de abertura dos contactos, de ao menos 3 mm : esse dispositivo permitira de isolar o aparelho da rede de alimentação eléctrica. A instalação deve ser conforme a NFC 15100, em particular a ligação da terra têm de ser efectuada (fio condutor verde e amarelo) - A potência nominal do soprador é de 19 W – tensão da alimentação 230 V. - Pode ser necessário de extrair o ventilador ou o inserto do seu lugar : nesse caso reservar uma longura de cabo suficiente para essas operações, que devem ser efectuadas sem provocar qualquer tracção sobre o cabo. Limpar a conduta e proceder a um exame cuidadoso para verificar :
A compatibilidade da conduta com a sua utilização. A estabilidade. O desimpedimento e a vedação (anexo Il do DTU 24-1). Se a conduta não for compatível, realizar uma tubagem segundo um processo detentor de um Parecer Técnico favorável, ou instalar uma conduta nova.
5.2.2 - Secção minima da conduta
Regulamentação Blocos quadrados ou rectangulares
5 – CONDIÇÕES DE INSTALAÇÃO DO
APARELHO Condutas circulares Funcionamento possível portas abertas Secção mínima 4 dm2 Funcionamento portas fechadas Diâmetro mínimo 200 mm Diâmetro mínimo 153 mm Secção mínima 2,5 dm2 Em todos os casos, a secção da conduta deve ser pelo menos igual à da saída de ligação no aparelho A instalatção não pode ser modificada por o utilizador. Nós relembramos aqui a seguir, as recomendações elementares a respeitar, estas não se substituem em nenhum caso a estrita aplicação conjunta do DTU 242-2.
5.2.3 - Algumas recomendações gerais
5.1 - Denominação das diversas partes du
Uma boa conduta deve ser construída em materiais pouco condutores do calor para que possa permanecer quente.
5.2 - Natureza e características das dimensões
da conduta de fumos a que o aparelho deve ficar obrigatoriamente ligado
5.2. 1.1 - Caso de uma conduta nova
50° C nas partes habitáveis 80° C nas partes não habitáveis ou inacessiveis Deve ser absolutamente rugosidade e estável. estanque, sem
Não deve apresentar variações bruscas de secção (declive em relação à vertical inferior a 45°).
Deve desembocar a pelo menos 0,4 m acima da cumeeira do telhado e dos telhados vizinhos.
Não devem ficar ligados dois aparelhos na mesma conduta.
5.4 - Condições de tiragem
A conduta deve desembocar de pelo menos 50 mm na sala onde o fogão ficará instalado.
A tiragem mede-se na conduta de ligação a cerca de 50 cm acima da saída do aparelho.
A face interna deve ficar afastada de pelo menos 16 cm de qualquer madeira e materia combustível.
Os blocos de chaminé devem ser montados com a parte macho para baixo para evitar a passagem de escorrimentos para o exterior. Tiragem necessária para o funcionamento correcto com a porta fechada : 6 Pa em ritmo reduzido (0,6 mm de C.A.) - 12 Pa em ritmo normal (1,2 mm de C.A.)
A conduta não deve ter mais de dois encurvamentos, quer dizer mais de uma parte não vertical.
Como a avaliação da tiragem previsível em função das características da conduta é pouco segura, é recomendado instalar sistematicamente um rogisto de tiragem. Se for uma conduta em alvenaria : Ângulo dos encurvamentos não deve ser superior a 45°, para uma altura total de conduta limitada a 5 m. Quando a altura for superior, o ângulo de encurvamento será limitado a 20°.
Se for uma conduta metálica isolada : O ângulo dos encurvamentos não deve ser superiora 45° com um limite de altura de 5 m entre o cimo e a parte baixa do encurvamento. A altura total da conduta não é limitada.
As ligações com o aparelho de um lado e com a conduta de fumos do outro lado, devem ser realizadas cumprindo escrupulosamente o DTU
24.2.2 e as especificações do construtor do tubo,
usando todos os elementos recomendados (pontas, uniões, etc.).
O registo permite obter um bom funcionamento do fogão, mesmo em condições de tiragem importantes (condutas altas, tubagem). O registo deve ser facilmente visivel e acessivel (Fig. 6).
O registo de tiragem não tem influência no funcionamento do aparelho quando a porta está aberta.
5.5 - Ventilação do local onde o aparelho está
instalado A vedação, o isolamento, as travessias de tecto e pavimentos e as distâncias ao fogo devem ser realizadas cumprindo estritamente o DTU 24-2-2.
O funcionamento do aparelho precisa de um volume de ar suplementar ao necessário para renovar o ar regulamentar. Esta entrada de ar é obrigatória quando a habitação está equipada com uma ventilação mecânica.
A tomada de entrada de ar deve ficar situada directamente no exterior, ou num local ventilado para o exterior,e deve ser protegida com uma grelha (ver disposição aconselhada na Fig. 7).
Predominante do vento no rosto: promove o fluxo de ar fresco e do fumo.
Face o vento predominante em frente.
A saída da entrada de ar deve ficar situada directamente na lareira e desembocar o mais próximo possível do aparelho. Deve poder ser tapada quando abre directamente na sala.
A secção da entrada de ar deve ser pelo menos igual ao quarto da secção da conduta de fumos, com o minimo de :
5.3 - Natureza e caracteristícas da conduta de
ligação entre 0 fogão e a conduta de fumos
Deve ser instalada uma conduta de ligação entre o aparelho e a saída da conduta de fumos.
Esta conduta deve ser realizada por meio de uma tubagem policombustível rígida ou flexível, detentora de um Parecer Técnico favorável para utilização directa com um fogão fechado. Notar que são proibidos : o alumínio, o aço aluminizado e o aço galvanizado.
Esta conduta deve ser visível em todo o seu percurso por meio de uma porta ou grelha de visita e deve poder ser limpa mecanicamente (Fig. 5). A dilatação não deve prejudicar a vedação das uniões montante e jusante nem o seu bom comportamento mecânico nem o da conduta de fumos. A concepção, e em particular a ligação com a conduta de fumos, deve impedir a acumulação de fuligem, nomeadamente por ocasião da limpeza.
70 cm para uma utilização unicamente com a porta fechada 200 cm porta para possível utilização em aberto (para algumas unidades só: ver as instruções de uso)
Pode ser necessário parar o extractor da ventilação mecânica para evitar o retorno dos fumos para a sala ao abrir a porta.
O circuito 2 : baseado na construção, com entrada pela reserva de lenha f e entre o frontão e o aparelho c saindo pelo pano da chaminé a .
5.6 - Natureza das paredes vizinhas do
Neste caso, a operações a realizar são as seguintes (Fig. 10) :
5.6.1 - Conselho de aplicação
Retirar todos os materiais combustíveis ou degradáveis pela acção da temperatura, que se encontram sobre ou dentro das paredes, pavimentos e tectos no local da lareira e do fogão. Abra o calor precut aberturas em cima do casaco (A).
Montar o obturador da frente de ar quente (B). Proteger as paredes verticais (2 paredes laterais e traseira) com um isolante : Lã de rocha, condutibilidade inferiora 0,04 W/m°C espessura 30mm, coberta com folha de aluminio exposta a irradiação do fogão.
Proteger o pavimento : Colocar o aparelho sobre uma placa de cimento fundido, condutibilidade 2W/m°C, espessura 40 mm, afastada 80 mm do chão.
Respeitar as dimensões mínimas de embutido e realizar o circuito de ar de convecção, representadas na Fig. 11 (revestimento a construir em volta do fogão).
O revestimento do fogão deve ser realizado com materiais incombustíveis, classe MO.
O pavimento será em materiais incombustíveis debaixo do aparelho até pelo menos 400 mm da frente do aparelho.
Quando o lintel é em matéria combustível (viga de madeira por exemplo), é necessária uma protecção com material incombustível, com um deflector ou um frontão (ver DTU 24-2-2 e exemplo Fig. 14).
Se a parede de encosto for uma divisória ligeira ou uma parede com um isolamento combustível incorporado, realizar um forro com materiais incombustíveis (betão celular de 10 cm com caixa de ar de 2 cm em toda a largura da lareira com um excedente de 5 a 10 cm).
5.6.2.2 - Disposição lnsert
5.6.2 - Cotas de embutido - Protecção das paredes
e revestimentos com materiais combustíveis ou que se degradam por efeito do calor Circuito de convecção Corresponde geralmente à colocação do aparelho numa lareira existente : a chegada de ar a aquecer pela base ou pela reserva de lenha e a salda de ar quente pelo pano da chaminé não se podem realizar.
O circuito 1 : Integrado no aparelho (parede dupla) com entrada pela frente d e saída pela frente e (as bocas de saída de ar quente por cima b estão fechadas).
O circuito 2 : baseado na construção com entrada pelos 2 lados laterais c e saída pela frente da construção a.
Neste caso, as operaçãoes a realizar são as seguintes (Fig. 10) :
Para limitar o aquecimento a 65 K (K = graus certigrados acima da temperatura ambiente) das paredes que constituem o revestimento e obter bom funcionamento do aparelho, é necessário respeitar as disposições seguintes. Por outro lado, as dimensões minimas de embutido indicadas garantem o acesso aos órgãos de manobra,um curso suficiente para os órgãos móveis e o acesso e desmontagem para as peças susceptíveis de serem substituídas. Este aparelho permite duas disposições diferentes do circuito de ar de convecção :
Corresponde geralmente à construção da lareira em volta do fogão.
O circuito 1 : Integrado no aparelho (parede dupla) com entrada pela frente d e saída por cima b . Saída de ar quente pela frente.
5.6.2.1 - Disposição Fogão
Proteger as paredes verticais (2 paredes laterais e traseira) com um isolante : Lã de rocha, condutibilidade inferior a 0,04 W/m°C, espessura 30mm, coberta com folha de aluminio exposta à irradiação do fogão.
O pavimento deve ser em tijolos ou betão refractário :
Condutibilidade inferior a 0,1 W/m °C, espessura 55 mm.
O aparelho deve-se instalar num soalho, que tenha a capacidade de sustenta suficiente. Se uma construção existente não satisfaz a esta condição prévia, tomar as precauções adequadas (por exemplo, a instalação de uma placa de repartição da carga) que deve ser prevista, para permitir ao soalho o suporte do aparelho. Respeitar as dimensões mínimas de embutido, representadas na Fig. 12.
5.6.2.3 Distribuição do ar quente :
Uma distribuição do ar quente nos quartos adjacentes pode ser realizada :
5.7.1 - Instalação numa lareira nova a construir
Retirar os obturadores pré-recortados por cima do fogão, em furando, com a ajuda de uma broca de Ø 6, no sítio dos 3 furos Ø 2 previstos a este efeito. Substituir os obturadores pelos bútios Ø 125 de saída do ar quente em opção (Fig. 3).
A Figura 17, apresentada como exemplo, representa a montagem numa lareira DEVILLE.
O modo de ligação representado é o mais corrente : Meter em sítio as placas obturadoras sobre o doble envelope do corpo de aquecimento. Protegir térmicamente as passagems distribuição do ar quente (16 cm ao menos entre a bainha do ar quente e os materiais combustíveis) e utilizar bainhas de ar quente calórifugas. Os materiais escolhidos devem ter uma excelente resistência ao calor (classificação MO). ATENÇÃO : Os estojos de ar quente nunca devem tocar as diferentes partes do circuito evacuador dos fumos e ainda menos transitar pela conduta dos fumos.
Partida do aparelho em estojos verticais, sobre a mais grande altura possível, para favorecer a circulação por convexão, limitar as longuras de estojos horizontais e a quantidade de curvas.
Ligação a uma conduta em alvenaria a partir do tecto por meio de um elemento especial.
Existem outras possibilidades : consultar o DTU 24-2-2.
Deve ser preparada uma saída de ar quente de 800 cm de secção mínima, na fachada ou dos lados a pelo menos 300 mm do tecto para evacuar o calor e baixar a temperatura dentro da construção.
Pode também sêr previsto uma saída do ar na assoalhada situada por detrás da chaminé ou no andar decima, ver parágrafo distribuição de ar quente.
5.7.2 - Instalação numa lareira existente construída
com materiais refractários e normalmente prevista para um fogo aberto Assegurar-se da existência ou meter em sítio um circuito de « regresso » do ar das assoalhadas a aquecer, em direcção da assoalhada a onde está instalado o aparelho. Velar ao bom funcionamento do circuito do ar quente que não deve perturbar o dispositivo de ventilação do habitat. Ligação do lado da chaminé (ver o exemplo Fig. 14) :
- É indispensável de tapar de maneira estanque a base da conduta dos fumos . Toda entrada de ar nessa conduta vai se fazer ao detrimento do bom funcionamento do aparelho.
- Efectuar uma junta sobre todo o perímetro do colar em aço . Por isso : É importante de se assegurar durante o funcionamento, que o débito do ar de « convexão » entra por os orifícios de entrada e saí por todas as bocas de saídas. Se não for desse caso, reduzir a secção da boca que funciona até que as outras bocas assoprem ar quente : a utilização de saídas ajustáveis, permitem de realizar facilmente este equilíbrio. - Bloquear com argamassa refractária o colar . - A parte superior da coroa de argamassa deve têr a forma dum funil.
- Meter em sítio a conduta de ligação no colar selado e fazer de tal maneira que ela esteja bloqueada em posição alta. A placa obturante, montada na frente da saída do ar em fachada, pode ser ajustada de maneira a fazer variar o débito das bocas do ar quente ; todavia, ela preserva uma passagem de ar « de segureza » de 10 mm : isto permite de evitar o sobreaquecimento do aparelho, quando nenhuma das 4 bocas Ø 125 està aberta. - A extremidade do tubo não deve ultrapassar o colar depois do encaixe no bútio do aparelho. - O cano de ligação deve ter um diâmetro pelo menos igual a 180 mm. Ligação do lado do aparelho : NOTA : Terminada a lareira, a temperatura superficiel das paredes dos locais que servem de encosto à lareira não deve ser superior a 50° C na parte acessível (Fig. 13).
Colocar o aparelho na lareira (ver parágrafo 5.8) e proceder ao encaixe da conduta sobre o bútio de partida do aparelho (Fig. 14). - Se haver um espaço suficiente, introduzir o cano no bútio em passando as mãos entre a parte superiora do aparelho e a base do colar .
- Se não haver suficientemente de espaço por cima do aparelho para poder passar as mãos, o encaixe do cano pode se fazer facilmente se meter previamente nesse pedaço da conduta, a uma dezena de cm da sua base, uma brocha que vai permitir de agarrar o cano, para o introduzir no bútio, em passando a mão por o interior do aparelho. Esta brocha pode ficar em sítio sem nenhum estorvo para o funcionamento (Fig. 15).
Depois da realização da chaminé e da metida em sítio do aparelho, respeitar o tempo de secagem dos materiais utilizados para a construção (2 a 3 semanas).
Depois do primeiro acendimento (ver parágrafo
6.4.1), fazer um fogo moderado durante as
primeiras horas e limitar o carregamento do aparelho a (um tronco de ∅ 15 cm) com o fecho do ar em posição de andamento intermediário (Fig.
20) : elevação da temperatura progressiva no
conjunto dos elementos da chaminé e dilatação normal do aparelho.
Durante as primeiras utilizações, um cheiro de pintura pose se exalar do aparelho : arejar a assoalhada para limitar este desagrado. NOTA : A conduta de ligação e o colar tem que ser em aço inoxidável duma espessura minima de 0,4 mm.
As Figuras 18 e 19, dadas em exemplo, representam 2 casos correntes de instalação : - Fig. 18 : Conduta existente, tubulada. Possibilidade de saída de ar quente ao través do engolidor e do exaustor existentes.
6.2.1 - Combustível recomendado
Lenha dura : carvalho, carpa, faia, castanheiro, etc... em troncos de 50 cm de longura. Altura máxima de carregamento : 20 cm. . A concepção, o estado, as dimensões da chaminé não permitem a realização duma saída de ar quente ao través do engolidor. O ar quente saí inteiramente sob o frontão e a trave. . Uma trave de madeira, deve nesse caso ser perfeitamente protegida. . O colar alvanelado deve ser realizado o mais baixo possível. . A cotação do encastre da Fig. 12 deve ser respeitada. Nous vos aconselhamos de utilizar lenha muito bem seca (20 % de humidade máximo), seja 2 anos de armazenagem sob abrigo depois de ser cortada, afim de conseguir obter os melhores rendimentos e evitar o bistre na conduta dos fumos e nos vidros. Evitar a utilização de lenhas resinosas (pinheiros, abetos, epiceas...) que necessitam uma manutenção mais frequente do aparelho e da conduta.
5.8 – Preparação e Colocação do fogão na
6.2.2 – Combustíveis proibidos
Todos os combustíveis outros que a lenha são proibidos, nomeadamente o carvão e os seus derivados.
5.8.1 – Operação geral a efectuar
Alijar o corpo de aquecimento para facilitar a sua instalação na lareira, para isso retirar o calço em isopor bloqueante do deflector, tirar fora o deflector, as peças em ferro fundido que estão no interior da lareira do fogão e a porta (ver parágrafo 7.1 para a desmontagem do deflector). As flamejadas de lenha pequena, sarmentos, pranchetas, palha, cartão são perigosas e a excluír. O aparelho, não deve ser incinerador de resíduos.
5.8.2 – Colocação em sítio do aparelho
6.3 – Cargo dos orgãos de manobra e dos
accesorios Depois de ter instalado o aparelho na chaminé, remitir em sítio todas as peças saídas : para isso agir na ordem inversa da desmontagem. Punhado da porta : ela deve ser manobrada pelo intermediário da mão fria. NOTA : Antes de meter em funcionamento o aparelho, retirar as etiquetas autocolantes. Puxador de regulação do ar : ela deve ser manobrada pelo intermediário da mão fria.
6 – CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO
APARELHO Mão fria : ela serve a manobrar o fecho regulador do ar e o punho da porta, e a extrair o cinzeiro. Esta "lareira fechada" é um verdadeiro aparelho de aquecimento: Raspadeira : ela é utilizada para a descinzeiragem e serve também a arranjar os troncos na lareira em função da evolução da combustão.
Rendimento elevado. Funcionamento em andamento reduzido de longa duração. Não queime inutilmente as mãos. Sirva-se dos acessórios.
REGISTO DE ACENDIMENTO
6.1 - Primeiro acendimento
A posição Acendimento é obtenível em manobrando o fecho directamente com a mão : esta posição deve ser
utilizada quando o aparelho está « frio » e deve-se efectuar as operações seguintes (Fig.20) :
Operação n°1 : Empurrar o fecho de regulação do ar primário para a direita até a chumaceira correspondente ao aferrolhamento da ‘’Posição Acendimento’’.
Operação n°2 : Alevantar o fecho de regulação.
Operação n°3 : Manter o fecho em posição alta e o empurrar para a direita : vós estais em ‘’Posição Acendimento’’. - Parar o ventilador para evitar sugar o cinza que pode cair antes da câmera. - Entreabrir a porta, marcar um tempo de paragem para dar início a tiragem correspondente ao funcionamento porta aberta, depois abrir lentamente a porta.
O funcionamento contínuo em andamento reduzido, sobretudo durante os períodos de aumento de temperatura (tiragem desfavorável ) e com lenha húmida, provoca uma combustão incompleta que favorece os depósitos de bistre e de alcatrão : o Alternar os períodos de abrandamento por voltas de funcionamentos a andamento normal. o Privilegiar uma utilização com cargas pequenas.
Depois de um funcionamento em reduzido, o vidro pode se obscurecer um ligeiro bistre. Esse depósito normalmente em funcionamento de mais vivo por pirólise.
A câmara de combustão deve estar sempre fechada, excepto durante o carregamento, para evitar todo excesso de fumo. Depois do acendimento, para retornar a posição de andamento normal, de andamento intermediário ou de andamento lento, utilizar o atiçador para empurrar o fecho de regulação do ar que pode estar quente.
Meter o fecho do ar na posição acendimento (Fig. 20).
Pôr sobre a grelha papel amarrotado e lenha pequena bem seca (raminhos), depois ramos de lenha rachados de secção mais importante (∅ 3 à 5 cm).
Inflamar o papel e fechar a porta (a deixar ligeiramente entreaberta para acelerar abrasamento e evitar o recalcamento dos fumos fora do aparelho).
Quando a carga de "lenha pequena" está bem inflamada, abrir a porta, carregar o aparelho com o combustível recomendado.
6.4.2 - Funcionamento
O andamento desejado é obtenível em obrando os orgãos de manobra (Fig. 20) e em escolhendo uma carga correspondente a sua necessidade.
Para obter um andamento reduzido de longa duração, proceder ao carregamento sobre uma cama de brasas apenas avermelhadas.
Para obter um abrasamento rápido, relancear o fogo com "lenha pequena", efectuar carregamento, manter eventualmente a porta entreaberta durante alguns minutos para acelerar o abrasamento, e guardar o aparelho sob vigilância, depois fechar a porta. Esta operação permite de acelerar a continuação, nomeadamente quando a lenha está húmida.
andamento a causa de desaparece andamento O ar utilizado para a combustão da lenha chega sob a grelha quando o fecho de regulação do ar está aberto. Esse ar assegura igualmente o arrefecimento da grelha. Por isso é indispensável, para obter as capacidades mais óptimas de evitar a degradação da grelha sob o efeito do sobreaquecimento, de evitar a sua obstrução em procedendo regularmente a sua limpeza e a evacuação das cinzas. - A raspadeira permite de efectuar a limpeza da grelha e de raspar as cinzas (Fig. 1). - O cinzeiro, situado debaixo da grelha, é facilmente extraído se o tirar com a ajuda da mão fria.
O nível das cinzas nunca deve atingir a grelha em ferro fundido do aparelho.
6.4.4 – Réguas de segurança
Efectuar as mudanças de andamento (passagens de andamento normal a andamento reduzido por exemplo) antes dos recarregamentos, durante a fase de combustão das brasas, para permitir ao aparelho e a conduta dos fumos de mudar progressivamente de regime.
Para evitar o recalcamento dos fumos e as caídas das cinzas na assoalhada, aos momentos dos recarregamentos, a abertura da porta necessita algumas precauções :
Nunca deitar agua para apagar o fogo. O vidro do aparelho está muito quente : atenção aos riscos de queimadura nomeadamente com as crianças. O aparelho exala, por radiação ao través da vidraça, um calor importante : não meter a proximidade materiais, nem objectos sensíveis ao calor : numa distância inferior a 1,50 m da zona envidraçada. Esvaziar o conteúdo do cinzeiro num recipiente metálico não inflamável, exclusivamente reservado a esse uso. As cinzas, em aparência arrefecidas, podem estar muito quentes, mesmo depois de algum tempo de arrefecimento.
juntas devem apresentar uma boa resistência mecânica e ter conservado o estancamento. Não colocar em sítio, materiais facilmente inflamáveis na vizinhança do aparelho e na fogueira. Em particular, não armazenar lenha sob o aparelho. Em caso de fogo na chaminé, meter o fecho do ar em posição fechada.
Em caso de anomalia : fazer reparar o aparelho ou a instalação pelo um profissional. - Utilização (Fig. 21) :
7.2 – Conservação, manutenção do ventilador
Escolher um andamento de ventilação : Pequeno andamento, selector 12 na posição I. Grande andamento, selector 12 na posição II. - Desmontagem do soprador (Fig.22) : Retirar os 2 parafusos de fixação do soprador. Saír o soprador em tirando sobre a grelha. Meter o aparelho em aquecimento. Escolher o funcionamento automático (A) ou manual (M) com o selector 13. - Remontagem do soprador : Agir na ordem inversa da desmontagem. Em posição M : andamento e paragem forçadas do ventilador. Essa posição permite um arranque imediato do soprador e necessita uma paragem manual. Em posição A : andamento automático do ventilador quando o conjunto do aparelho está quente, geralmente na hora a seguir o acendimento. Seu funcionamento é interrompido quando o aparelho vêm a estar frio, geralmente a extinção da lareira. - Esquema eléctrico(Fig. 21)
7.3 – Manutenção corrente
Para beneficiar todavia de um arranque imediato e da paragem automática, utilizar a posição M ao acendimento, depois passar em posição A uma vez que o aparelho está quente. Então ele vai parar automáticamente.
fumos é vezes por durante a deve ser Proceder ao desmontagem du deflector (Fig. 23) : - Deixar descer a parte detrás do deflector e o sair.
Verificar o estado da conduta dos fumos e da conduta de juntamento : todas as ligações de Limpar regularmente a regreta de admissão do ar secundário (Fig. 24). Se aparecerem e se multiplicarem marcas de sujidades localizadas e muito evidentes (Fig. 24), é necessário desmontar o guia de ar para efectuar uma limpeza mais completa (Fig. 25) : - Para a remontagem do deflector : agir na ordem inversa do desmontagem. Verificar completamente o estado do aparelho e em particular os elementos que asseguram o estanque : juntas e orgãos de aferrolhamento, peças de apoio (porta, caixilho).
Estas operações devem efectuar-se logo que o vidro estiver sujo e imperativamente depois do fogão estar totalmente apagado. - Desmontar o deflector , o levantar e o tirar para a frente.
Limpar o vidro com um pano húmido e cinzas. Se for necessário, utilizar um produto de limpeza especifico em respeitando as instruções de utilização: esperar que o aparelho seja completamente arrefecido para proceder a esta operação. - Raspar com o extremo dum objecto metálico a aresta inferior da regreta de admissão do ar para retirar o bistre que pude se aglomerar. Na ocasião das limpezas da chaminé, é preciso :
- Retirar ao aspirador as partículas e o pó que ficaram entalados entre o guia do ar e o vidro. Se for necessário introduzir uma lâmina fina ou uma folha de cartão rígido entre o guia do ar e o vidro para facilitar a limpeza (desbloqueio das partículas). Estas partículas perturbam a formação da película de ar secundário que protege o vidro contra o contacto directo com os fumos e completa a combustão da lenha.
7 - Conselhos de limpeza da chaminé - de
manutenção do aparelho e da conduta dos fumos A limpeza mecânica da conduta dos obrigatória, ela deve ser realizada várias ano, entre as quais uma vez ao menos, época de aquecimento. Um certidão estabelecido pelo o empreiteiro. Limpar com um aspirador o interior do exaustor para evitar a acumulação de poeira ; se for necessário desembaraçar o circuito de convecção do ar quente.
Tirar a porta da dobradiça e colocá-la em plano. Retirar os 3 parafusos. Retirar o guia de ar A e limpá-lo. Montar o conjunto e verificar se está respeitada a folga do vidro.
Esta operação deve ser efectuada por um profissional qualificado.
Limpar regularmente as bocas de saídas de ar quente do tapa-tubo. Ficam colmatadas mais depressa quando a o aparelho tem uma utilização intensa : escolher uma frequência adaptada.
Controlar a eficácidez da tranqueta da fechadura da porta e se for necessário, efectuar as regulações seguintes (Fig. 26) : - Endurecer a fechadura da porta : . Proceder sucessivamente em desapertando o parafuso e em apertando o parafuso . . Agir por ¼ de volta sobre os 2 parafusos e recomeçar a operação se for necessária. NOTA : Esta operação aumenta a pressão da junta de estanque da porta sobre o aparelho. - Amaciar a fechadura da porta : . Proceder sucessivamente em desapertando o parafuso e em apertando o parafuso . . Agir por ¼ de volta sobre os 2 parafusos e recomeçar se for necessário a operação. NOTA : Esta operação vai diminuir a pressão da junta de estanque da porta sobre o aparelho.
MODALIDADES Fora da garantia legal, à razào de defeitos escondidos, Deville garante o material em caso de vicios aparentes ou de nào conformidade do material entregado, ao material encomendado. Sêm prejuizo das disposiçoès a tomar, relativamente ao transportador, as reclamaçõés ao acolhimento do material, dêvem ser enunciadas ao perto de Deville através do comprador, dentro de cinco dias de comprovaçào do vicio por carta registrada, com aviso de recepção. Pertence ao comprador de fornecer todas as justificações da realidade dos vicios ou de anomalias comprovadas. O comprador dêve, por outro lado, deixar a Deville todas as facilidades para proceder à verificação dos vicios ou anomalias, para reparação. De mesmo o comprador, dêve ter os materiais não conformes à disposição de Deville, segundo as instruções do construtor. Toda volta de material dêve fazer assunto de acordo.
EXTENSÃO A garantia de Deville cobre, à exclusão de todas indemnidades ou danos interesses, a substituição gratuita ou a reparação do material, ou do elemento reconhecido defeituoso ( fora as peças de usura) por os servicios do construtor, à exclusão do preço resultando da mão-de-obra, de mudanças e de transporte. Sobre os aparelhos esmaltados, o salpicado do esmalte nunca é considerado como um defeito de fabricação. Isso é a consequência da diferença de dilatação da folha de ferro esmaltada ou do ferro fundido esmaltado, mas não modifica a aderência do esmalte. As peças de substituição mais caras sào garantidas seis mêses ao partir da data de factura ; todas as garantias complementares consentidas por um revendedor de Deville não obriga Deville. A presentação do certificado de garantia portando o carimbo à data do revendedor de Deville é rigorosamente exigivel, quando a garantia é invocada. Esse certificado dêve ser apresentado, o talão ou o cupão separável desse certificado, quando a demanda de reparação do aparelho sobre garantia é feita, conforme à organisação própria de Deville, e enviado a Deville no prazo concedido. Em falta desses documentos, a data figurada em cima da factura emitida por Deville não pode sêr presa em consideração. As intervenções ao titulo da garantia, não pode haver por efeito de prolongar essa garantia.
DURAÇÃO A duração da garantia contratual segurada por Deville, é de 2 anos a contar da data da compra do aparelho por o usual, sobre a reserva que as reclamações previdas ao titulo das modalidades escritas aqui acima sejam enunciadas no prazo concedido. A reparação, a substituição ou a modificação de peças durante a periodicidade de garantia não pode haver por efeito de prolongar a duração da garantia, nêm nunca de dar lugar a indemnidades por despesas diversas, atràso de entrega, acidentes ou prejuizos qualqueres.
EXCLUSÃO A garantia não se aplica nos casos seguintes, sêm que esta lista seja completa : Instalação e montagem dos aparelhos não incumbre a Deville. Em consequência Deville não pode segurar a responsabilidade dos desgates materiais ou dos acidentes de pessoas consecutivos a uma instalação não conforme ás disposições legais e regulamentares ( por exemplo a falta de ligação a uma tomada de terra : tiragem defeitoso de uma instalação) ; O uso normal do material ou utilisação de uso anormal do material, notamente em caso de utilisação industrial ou comercial, ou emprego do material em condições diferentes, por as quais ele não foi construido. É o caso por exemplo do não respeito das condições prescritas na noticia de Deville : exposição a condições exteriores afectando o aparelho como uma humidade excessiva o uma variação anormale da tenção electrica. Anomalia, deterioração ou acidente de provenência de choques, de caida, negligencia, defeito de vigilância ou de manter do comprador. As modificações, transformações, ou intervenções efectuadas por um pessoal ou uma empresa, não aprovada por Deville, ou realizada com peças de substituição não de origem, ou não aprovadas por o construtor.
Estas condições completam e precisam as condições gerais de garantia aqui escritas em cima e são prioritárias sobre elas, se reportar á folha aqui junta "Condições particulares de venda Deville - Garantia ".
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