STATUS PLUS - Lareira EDILKAMIN - Manual de utilização gratuito
Encontre gratuitamente o manual do aparelho STATUS PLUS EDILKAMIN em formato PDF.
| Tipo de produto | Lareira a lenha |
| Marca | Edilkamin |
| Modelo | Status Plus |
| Versões | N (convecção natural), V (ventilação forçada) |
| Potência | 14,5 kW (N), 15 kW (V) |
| Consumo de lenha | 5 kg/h |
| Rendimento | 72% |
| Diâmetro da saída de fumos | 25 cm |
| Peso (incluindo embalagem) | 271 kg (N), 278 kg (V) |
| Secção de entrada de ar | 300 cm² |
| Diâmetro da saída de ar quente | 14 cm |
| Nível de ruído do ventilador (versão V) | 56-58 dB(A) |
| Capacidade do ventilador (versão V) | 800 m³/h |
| Capacidade de aquecimento | 380 m³ (N), 390 m³ (V) |
| Potência do motor do ventilador | 90 W |
| Alimentação elétrica | 230 Vac, 50 Hz |
| Tipo de combustível | Lenha seca ou briquetes de madeira |
| Sistema de combustão | S.C.P. com ar primário e pós-combustão |
| Painel de controlo | Painel sinótico com display (versão V) |
| Puxador da porta | Amovível, usado para levantar/baixar a porta |
| Limpeza do vidro | Sistema com placa de encaixe e ferramenta de proteção |
| Entrada de ar exterior | Necessária, secção 300 cm² |
| Instalação | Deve ser realizada por um Centro de Assistência Técnica Edilkamin autorizado |
| Características de segurança | Aviso de superfícies quentes; proteção anti-radiação; requisitos da conduta de fumos |
Perguntas frequentes - STATUS PLUS EDILKAMIN
Perguntas dos utilizadores sobre STATUS PLUS EDILKAMIN
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MANUAL DE UTILIZADOR STATUS PLUS EDILKAMIN
Instalação, uso e manutenção p. 32
Estimada Senhora / Estimado Senhor
Agradecemos e damos-lhe os parabéns por ter escolhido o nosso produto.
Antes de o utilizar, pedimos que leia atentamente esta ficha, de modo a poder aproveitar da melhor forma e em total segurança todas as prestações.
Para mais esclarecimentos ou necessidades, contacte o REVENDEDOR onde efectuou a compra ou visite o nosso site internet no link CENTROS ASSISTÊNCIA TÉCNICA.
OBS.:
- Após ter desembalado o produto, certifique-se da integridade e da totalidade do conteúdo (pega “mão fria”, manual de garantia, luva, ficha técnica, escova, sais desumidificantes).
Em caso de anomalias, contacte imediatamente o revendedor onde efectuou a compra, ao qual deve ser entregue uma cópia do manual de garantia e do documento fiscal de compra.
Colocação em serviço/verificação
Deve ser efectuada absolutamente pelo Centro Assistência Técnica autorizado Edilkamin (CAT Autorizado), com decadência da garantia.
A colocação em serviço, assim como descrita pela norma UNI 10683 Rev. 2005 (Cap. "3.21"), consiste numa série de operações de controlo efectuadas com a lareira instalada e finalizadas para certificar o correcto funcionamento do sistema e a conformidade das mesmas com as normativas.
Junto do revendedor, ao número verde ou no site www.edilkamin.com pode encontrar o nominativo do Centro Assistência mais próximo.
- instalações não correctas, manutenções não efectuadas correctamente, uso inapropriado do produto, aliviam a empresa produtora de todos os eventuais danos derivados da utilização.
- o número de controlo, necessário para a identificação da lareira, está indicado:
- na parte alta da embalagem
- no manual de garantia no interior do fogão
- na placa aplicada na parte traseira do aparelho;
Esta documentação deve ser guardada para a identificação juntamente com o documento fiscal da compra, cujos dados devem ser comunicados em ocasião de eventuais pedidos de informações e colocados à disposição em caso de eventual intervenção de manutenção;
- os detalhes representados são gráfica e geometricamente indicativos.
DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE
A declarante EDILKAMIN S.p.A. com sede legal em Via Vincenzo Monti 47 - 20123 Milão - Cod. Fiscal P.IVA 00192220192
Declara sob a própria responsabilidade que a
a lareira a lenha abaixo descrita é conforme à Diretiva 89/106/CEE (Produtos de Construção)
LAREIRA A LENHA, com marca comercial EDILKAMIN, denominada STATUS PLUS
MODELO: STATUS PLUS
ANO DE FABRICAÇÃO: Ref. Placa dados
N° de MATRÍCULA: Ref. Placa dados
A conformidade aos requisitos da Diretiva 89/106/CEE é também determinada pela conformidade à norma europeia: EN 13240:2006
Também declara que:
a lareira a lenha STATUS PLUS respeita os requisitos das diretivas europeias:
2006/95/CEE - Diretiva Baixa Tensão
2004/108/CEE - Diretiva Compatibilidade Eletromagnética
A EDILKAMIN S.p.a. declina todas as responsabilidades por mau funcionamento do equipamento em caso de substituição, montagem e/ou alterações efetuadas por pessoal não autorizado pela EDILKAMIN.
A TECNOLOGIA

• VERSÕES DISPONÍVEIS
N com convecção natural
V com ventilação forçada
• SISTEMA DE COMBUSTÃO LIMPA: S.C.P.
Garante um rendimento térmico elevado e emissões limpas
O sistema combina uma distribuição inovadora do ar de combustão primário (A) e de pós-combustão (B)
A: o ar para a combustão primária é emitido no focolar de modo radente e uniformemente distribuído no leito livre das brasas. Obtém-se assim a oxigenação e potência máxima possível, necessárias para uma combustão ótima; B: o ar para a pós-combustão é retirado do ambiente através dos dois furos na base da lareira. Aquece-se percorrendo um canal dedicado, na parte traseira da fornalha. É emitido pelo teto da fornalha através de um sistema de chuvisco com "rosa" muito ampla, para obter a mistura, com temperatura elevada, com os fumos.
• MANILHA AMOVÍVEL PARA ABERTURA DA PORTA
A manilha da porta não está fixada à própria porta, mas é introduzida em caso de necessidade.
A manilha é introduzida na parte inferior da porta, prendendo-a nos pinos apropriados.
A manilha serve apenas para levantar ou baixar a porta.
• PAINEL SINÓPTICO INCORPORADO
para os modelos com ventilação forçada:
permite gerir e controlar as fases de funcionamento (ligar e desligar) para além da regulação da velocidade do ventilador de 1 a 9 em automático ou em manual.
• AR DE COMBUSTÃO
Novo sistema de distribuição com:
A ar primário radente o plano fogo, regulada da porta encaixada na borda (utilização com mão fria) B ar secundário emitida diretamente da parte superior da porta mantendo o vidro limpo C ar para a pós-combustão pré-calibrado emitido da parte superior da fornalha


A TECNOLOGIA
• MECANISMO TOMADA AR
o ar é preso do exterior e misturado com o ar interno através de um novo mecanismo com comando com fio encaixado na parte frontal inferior do monobloco.
Com a lareira a funcionar 1b deve ser, parcialmente ou totalmente, posicionado para a direita (ar ambiente + externo).
a junção 4b, os cabos da sonda e da rede 230 Vac podem ser posicionados independentemente à esquerda ou à direita.
ESQUEMA CIRCULAÇÃO DO AR QUENTE (4 SAÍDAS)
comando porta ar de aquecimento sonda a colocar na conduta de saída de ar quente (ver pag. 39 fig. 0)


CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

| N | V | ||
| potência útil kW 14,5 15 | |||
| consumo lenha kg/h 5 5 | |||
| rendimento % 72 72 | |||
| saída fumos ∅ cm 25 25 | |||
| ∅ chaminé inox para h sup. 5 m cm 22 22 | |||
| ∅ chaminé inox para h da 3-5 m cm 25 25 | |||
| peso incluído embalagem kg 271 | 278 | ||
| secção tomada ar | cm | 300 | 300 |
| ∅ saída ar quente canalização | cm | 4 14 | |
| nível sonoro ventilador | db (A) | - | 56-58 |
| capacidade máxima ventilador | m3/h | - | 800 |
| volume que se pode aquecer | m3 | 380 | 390 |
| potência motor ventilador | W | 90 | |
| alimentação | Vac | 230 | |
| frequência | Hz | 50 | |
| amperagem fusível = ver ficha técnica em anexo à unidade | |||
INSTRUÇÕES PARA A INSTALAÇÃO
Advertências importantes
Para além de quanto indicado no presente documento, ter em consideração as normas UNI:
- n. 10683/2005 - geradores de calor a lenha: requisitos de instalação
- n. 9615/90 - cálculo das dimensões internas das lareiras.
Em especial:
- antes de iniciar qualquer tipo de operação de montagem é importante verificar a compatibilidade do sistema como estabelecido pela norma UNI 10683/2005 nos parágrafos 4.1/4.1.1/4.1.2.
- com a montagem ultimada, o instalador deve providenciar às operações de "colocação em funcionamento" e emitir a documentação como pedido pela norma UNI 10683/2005 respectivamente aos parágrafos 4.6 e 5.
Antes de instalar o revestimento vertical, verificar a correcta funcionalidade das ligações, dos comandos e todas as partes em movimento.
A verificação deve ser efectuada com a lareira acesa e em funcionamento por algumas horas, antes de revestir a fornalha e de modo a poder eventualmente efectuar intervenções. Deste modo, as operações de acabamento como por exemplo:
- construção do contra-exaustor - montagem do revestimento - execução de lesene, pinturas, etc. devem ser efectuadas com o controlo ultimado com êxito positivo
Edilkamin não responde de consequência dos ônus derivados seja de intervenções de demolição que de reconstrução mesmo se consequentes a trabalhos de substituição de eventuais peças de fornalha que resultem defeituosas. Mande efectuar a calibração e a colocação em serviço por CAT habilitado (nominativo junto do revendedor ou no site www.edilkamin.com na opção Centros Assistência Técnica).
Permissa
- As fornalhas STATUS PLUS devem ser instaladas seguindo as instruções aqui descritas, dado que a segurança e a eficiência do sistema depende da correcta instalação.
- Antes de proceder à montagem ler atentamente as presentes instruções.
- EDILKAMIN declina todas as responsabilidades para eventuais danos derivados do não respeito das presentes instruções e neste caso terá menos direitos de garantia.
- A fornalha STATUS PLUS é fornecida já montada no palet. O revestimento interno da fornalha é fornecido já instalado.
Proteções do edifício
Todas as superfícies do edifício ao lado da fornalha devem ser protegidas contra o sobreaquecimento. As medidas de isolamento que se devem adotar dependem do tipo de superfícies presentes e do modo no qual são realizadas.
Saídas de ar quente / Grelhas
As saídas do ar quente devem ser colocadas a uma distância mínima de 50 cm do teto e de 30 cm dos móveis. Posicionar as grelhas ou as saídas do ar no ponto mais alto do revestimento, de modo a evitar a acumulação de calor no interior do próprio revestimento. Posicionar as grelhas ou as saídas de ar de modo a que sejam facilmente acessíveis para a limpeza.
Isolamento térmico
As camadas isolantes não devem apresentar junções e devem ser colocadas em camadas. A espessura do material isolante deve ser de pelo menos 3 cm.
Traves decorativas
É permitido realizar eventuais traves decorativas em madeira à frente do revestimento da fornalha, mas apenas se se encontrarem fora do campo de irradiamento, a uma distância de pelo menos 1 cm do próprio revestimento. A parede dupla que isola os elementos decorativos e o revestimento deve ser efetuada de modo a não causar acumulação de calor. As traves decorativas de madeira não podem ser partes integrantes do edifício.
Pavimento à frente do focolar
Pavimentos construídos com materiais combustíveis devem ser protegidos por um revestimento não combustível de espessura suficiente. A proteção do pavimento deve ser igual a:
frontalmente:
- ao correspondente da altura do plano de fogo do pavimento mais 30 cm e, em todos os casos, mínimo 50 cm
lateralmente:
- ao correspondente da altura do plano de fogo do pavimento mais 20 cm e, em todos os casos, mínimo 30 cm
No campo de irradiação do focolar
Os elementos estruturais construídos em materiais combustíveis ou que apresentem componentes combustíveis e móveis devem ser colocados a uma distância de 80 cm da boca do focolar, nas três direções: dianteira, superior e lateral. Caso estes elementos ou móveis fossem protegidos por uma proteção anti-radiação ventilada, será suficiente respeitar uma distância de 40 cm.
Fora do campo de irradiação
Os elementos estruturais construídos em materiais combustíveis ou que apresentem componentes combustíveis e móveis devem ser colocados a uma distância de 5 cm do revestimento do focolar. Nesta parede dupla o ar presente no ambiente deve poder circular livremente. Não se deve criar algum tipo de acumulação de calor.
Linhas elétricas
Nas paredes e nos tetos inclusive na área de encaixe do focolar não devem estar presentes as linhas elétricas.
INSTRUÇÕES PARA A INSTALAÇÃO
Canal de fumo
Por canal de fumo entende-se o conduto que liga a boca de saída dos fumos do focolar com o engate da cana fumária.
O canal de fumo deve ser realizado com tubos rígidos em aço ou cerâmica, não são admitidos tubos metálicos flexíveis ou em fibra de cimento.
Devem ser evitados os trechos horizontais ou em contrapendência.
Eventuais mudanças de seção são admitidas apenas à saída da lareira e não por exemplo no engate da chaminé.
Não são admitidas angulações superiores a 45°.
Em correspondência do ponto de entrada da chaminé de aço na boca de saída fumos da chaminé, deve ser efetuado um fecho de cola com alta temperatura.
Para além de quanto acima mencionado, ter em consideração as indicações quanto à norma UNI 10683/2005 no parágrafo 4.2 "ligação ao sistema de evacuação fumos" e subparágrafos.

Chaminé e cono da chaminé
Por chaminé entende-se a conduta que, do local de utilização da chaminé, atinge a cobertura do edifício.
Características fundamentais da chaminé:
- capacidade de suportar uma temperatura de fumos de pelo menos 450°C em relação à resistência mecânica, ao isolamento e à resistência ao gás.
- ser oportunamente isolada para evitar a formação de condensação
- ter secção constante, andamento vertical e não apresentar angulações superiores a 45°
- ter secções internas preferivelmente circulares; em caso de secções retangulares,
a relação máxima entre os lados não deve ultrapassar 1,5 - ter uma secção interna com superfície pelo menos igual à descrita na ficha técnica
- servir apenas um focolar (lareira ou estufa)
Para chaminés não novas ou demasiado grandes, aconselhamos a tubagem através de tubos em aço inox de diâmetro adequado e com isolamento apropriado. Em caso de chaminé com comprimento superior a 5 metros, é necessário instalar uma porta de regulação de tiragem.
Características fundamentais do cono da chaminé são:
- secção interna na base igual à da chaminé
- secção de saída não menor que o dobro daquela da chaminé
- posição ao vento, por cima do telhado e fora das zonas de refluxo.
Instalação do monobloco
Em caso de combinação com um revestimento pré-fabricado Edilkamin, para definir o exato posicionamento da chaminé é importante verificar com qual revestimento será completado. Com base no modelo pré-escolhido, a colocação deve ser efetuada de modo diferente (consultar as instruções de montagem contidas na embalagem de cada um dos revestimentos). Durante a instalação, verificar sempre prumo e nível.
- praticar na parede ou no pavimento um furo para a tomada de ar externa e ligá-lo ao mecanismo de regulação do ar como descrito no capítulo "tomada de ar externa".
- ligar a lareira à chaminé com uma chaminé em aço inox, usando os diâmetros indicados na tabela de dados técnicos (pág. 34) e as indicações do capítulo "chaminé" (pág. 36).
- estão disponíveis kits para a canalização do ar quente, como descritos detalhadamente na pág. 37.
- após o término da instalação, ativar o deslocamento do portão movendo as duas alavancas X e X1 até alcançar a posição de abertura (fig. H - I, pág. 38).
- verificar o comportamento de todas as partes em movimento.
Revestimentos, contraexaustores e areações destes (fig.1)
Antes de instalar o revestimento, verificar a correta funcionalidade das ligações, dos comandos e de todas as partes em movimento. A verificação deve ser efetuada com a chaminé acesa e em funcionamento por algumas horas, antes de revestir o monobloco, de modo a poder eventualmente fazer intervenções.
Deste modo, as operações de acabamento como, por exemplo:
- construção do contraexaustor
- montagem do revestimento
- execuções de lesenas, pinturas, etc. devem ser efetuadas com o controlo ultimado com êxito positivo.
A Edilkamin não responde por consequências dos ônus derivados seja de intervenções de demolição que de reconstrução, mesmo se consequentes a trabalhos de substituição de eventuais peças de fornalha que resultem defeituosas.
As partes de mármore, pedra, tijolos, que compõem o revestimento, devem ser montadas com um espaço pré-fabricado de modo a evitar possíveis rupturas devidas a dilatação e excessivos sobreaquecimentos.
Em especial, na realização do rodapé por baixo do limite, devem ser previstos:
- uma ranhura apropriada para a passagem do ar de circulação do ambiente
- a possibilidade de inspecionar e/ou substituir os ventiladores, no caso de fogões com ventilação forçada.
As partes de madeira devem ser protegidas dos painéis ignífugos, não encostadas, mas distanciadas destes últimos pelo menos 1 cm aproximadamente, para permitir um fluxo de ar que impeça a acumulação de calor. O contra-exaustor pode ser realizado com painéis ignífugos em gesso cartonado ou placas de gesso; durante a realização, deve ser montado o kit de canalização do ar quente, como indicado anteriormente. É oportuno arejar o interior do contra-exaustor, aproveitando o fluxo de ar que entra por baixo (espaço entre a porta e a trave), que, para funcionamento convectivo, sairá pela grelha em cima, permitindo a recuperação de calor e evitando sobreaquecimentos excessivos.
Além do acima exposto, ter em consideração o indicado pela norma UNI 10683/2005, nos parágrafos 4.4 e 4.7, "combustão, acabamentos, revestimentos e recomendações de segurança".

INSTRUÇÕES PARA A INSTALAÇÃO
Instalação do sistema de circulação de ar quente O ar captado do exterior através do mecanismo de regulação e aquecido na parede dupla da chaminé deve, obrigatoriamente, ser emitido no ambiente interno. Isso garante a compensação do ar expulso pela chaminé durante o seu funcionamento e, simultaneamente, obtém a função de aquecimento.
O ar quente é emitido nos locais através das bocas de envio ligadas aos furos na parede superior da manta, com tubos de alumínio de ∅ 14 cm.
Em caso de encaminhamento do ar quente para locais diferentes daquele onde está instalada a chaminé, é indispensável garantir o retorno do ar ao local da chaminé através das grelhas na base das paredes ou através das ranhuras debaixo das portas.
O diâmetro dos tubos não deve ser inferior a ∅ 14 cm, de modo que o ar não ultrapasse a velocidade de 5 m/s, evitando assim ruídos desagradáveis e excessivas perdas de carga por atrito. É importante que o percurso dos tubos seja o mais retilíneo possível.
Os tubos de alumínio podem ser mascarados com gavetas, traves ou embutidos na alvenaria; de qualquer forma, é indispensável que sejam muito bem isolados. As canalizações podem ter um comprimento máximo de 6 a 8 m cada, para a versão V, e de 4 a 5 m cada, para a versão N.
Este comprimento deve ser diminuído em 1,2 m para cada curva e para cada boca, em consequência das perdas de carga.
Instalação do kit de circulação de ar quente
Estão disponíveis os seguintes kits de canalização do ar quente:
Kit un/bis apenas para o local da chaminé
- fixar as duas junções "R2" nos furos da manta
- introduzir os dois tubos (21) e fixe-os com as faixas apropriadas
- fixar as estruturas com junção das duas bocas "B2" na parte alta do contro-exaustor
- ligar os dois tubos de alumínio às junções, bloqueando-os com faixas, aplicar com impulso as grelhas frontais
Kit dois/bis local chaminé, mais um adjacente
- fixar as duas junções "R2" nos furos de manta
- introduzir os dois tubos (21) e fixe-os com as faixas apropriadas
- fixar a estrutura com junção da boca "B1" na parte alta do contro-exaustor
- fixar a estrutura com junção da boca "B3" na parede do local a aquecer - ligar os dois tubos de alumínio às junções, bloqueando-os com faixas, aplicar com impulso as grelhas frontais.
Kit dois/bis local chaminé, mais dois adjacentes
- fixar as duas junções "R2" nos furos de manta
- introduzir os dois tubos (21) e fixe-os com as faixas apropriadas
- fixar as estruturas com junção das duas bocas "B3" nas paredes dos locais a aquecer
- montar na parte alta do contro-exaustor uma tampa de arejamento "G1" para permitir a areação no interior do próprio contro-exaustor
- ligar os dois tubos de alumínio às junções, bloqueando-os com faixas, aplicar com impulso as grelhas frontais
Kit quatro/bis
- fixar as quatro junções "R2" nos furos de manta
- introduzir os quatro tubos (21) e fixe-os com as faixas apropriadas
- fixar a estrutura com junção da boca "B1" na parede alta do contro-exaustor
- fixar as estruturas com junção das três bocas "B3" nas paredes dos locais a aquecer
- ligar os quatro tubos de alumínio às junções, bloqueando-os com faixas, aplicar com impulso as grelhas frontais
Kit cinco/bis
local chaminé, mais quatro adjacentes
- fixar as quatro junções "R2" nos furos de manta
- introduzir os quatro tubos (21) e fixe-os com as faixas apropriadas
- fixar as estruturas com junção das quatro bocas "B3" nas paredes dos locais a aquecer
- montar no contro-exaustor uma tampa de arejamento "G1" para permitir a arecação no interior do próprio contro-exaustor
- ligar os quatro tubos de alumínio às junções, bloqueando-os com faixas, aplicar com impulso as grelhas frontais. Os furos de saída de ar quente, previstos na parte superior do mantel, não utilizados devem ficar fechados com as tampas em dotação.
Podem ser realizadas canalizações especiais, adicionando aos kit disponíveis os vários componentes avulsos ilustrados na lista de preços.

INSTRUÇÕES PARA A INSTALAÇÃO
Tomada de ar externo (figs E-F-G) A ligação com o exterior de secção igual 300 cm2 é absolutamente necessária para o bom funcionamento da chaminé. Deve ser realizado.
Esta ligação deve juntar diretamente com o externo a boca do mecanismo de regulação situado ao lado do próprio mecanismo.
Pode ser realizado com tubo flexível de alumínio, prestando atenção ao encerramento dos pontos nos quais se pode verificar dispersão de ar.
O tubo de alumínio ∅20 pode ser posicionado independentemente à direita ou à esquerda do mecanismo de regulação.
Aconselhamos aplicar no externo do conduto de tomada de ar uma grelha de proteção que não deve reduzir a secção útil passante.
O ar externo deve ser captado no nível do pavimento (não pode provir de cima).
No posicionamento do cabo de comando da porta de ar externo (4c), prestar atenção para que não esteja em contato com as partes quentes da chaminé, pois pode danificar a cinta de plástico.

Transporte do monobloco
Para facilitar o transporte, é possível aliviar o monobloco, tirando:
- contrapesos, fundo em ferro forjado, os lados em ferro forjado, o plano de fogo em ferro forjado, o recipiente coletor de cinzas em ferro forjado, a manta de encerramento.
Desmontagem da porta
Fase 1 (fig. H-I)
- baixar a porta na posição de total fechamento
- mover as alavancas X e X1 até alcançar a posição de fechamento.
Fase 2 (fig. L)
- abrir a porta de abertura lateral
- Desapertar a cavilha de segurança Y.
- Fechar novamente a porta de abertura lateral.
Reposicionar as alavancas X e X1, alcançando novamente a posição de fechamento.
Fase 3 (fig. L).
- Levantar a porta cerca de 10 cm de modo a poder desapertar completamente o parafuso de umbraco (Z).
- Baixar a porta até fechar totalmente. Prestar atenção para que a porta não saia do alojamento.
- Mover novamente as alavancas X e X1 até alcançar a posição de fechamento; abrir o portão por meio da comporta.
- Puxar para si (com muito cuidado) a parte baixa da porta, de modo a extraí-la do seu alojamento.
Limpeza do vidro (fig. M).
- Importante: antes de continuar, mover as duas alavancas X e X1 até alcançar a posição de fechamento (veja as figuras H - I).
- Abrir lateralmente a porta, desbloqueando através da ferramenta apropriada (mão fria fornecida) a placa trava por cima do lado curto da porta (girar a 90°).
- Depois da limpeza, fechar novamente fixando a placa trava.




INSTRUÇÕES PARA A INSTALAÇÃO
Ligações cabos elétricos (fig. N).
Para a ligação dos cabos elétricos à unidade introduzida no mecanismo (4) é necessário atuar do seguinte modo:
- desaparafusar os 4 parafusos do frontal (4a)
- ligar os cabos introduzindo nas respectivas sedes os conectores, os quais devem ser introduzidos sem forçar
- ligar a ficha à rede e verificar o correcto funcionamento do painel sinóptico seguindo as instruções em anexo.
- montar novamente o frontal prestando atenção a não dobrar ou esmagar o cabo do painel sinóptico e sucessivamente proceder à instalação da lareira.
- devem responder às normas de instalação e construção à regra de arte.
- evitar que os fios eléctricos tenham zonas de contacto com o pré-fabricado e o canal de fumo
- os equipamentos eléctricos fornecidos em dotação com a lareira não podem ser alterados em parte alguma
- os componentes eléctricos estão sempre sob tensão, antes de qualquer intervenção, desligar a ficha ou desactivar o quadro geral da sede.
Ligação ventilação forçada (fig. N-O)
- esticar o fio com ficha até à tomada de corrente
- montar o revestimento até à trave e realizar o contra-exaustor com painéis de gesso cartonado como segue:
• primeiro painel lateral - painel frontal - fixar na parte alta as estruturas das bocas (22) após ter efectuado um furo de 37x10,5 cm
- fixar a sonda (14) no furo (22a) da boca (B1 ou B3)
- verificar que o fio da sonda não interfira com o movimento da porta a desaparecimento
- segundo painel lateral
- Terminar o contra-exaustor montando o segundo painel lateral.
- E aplicar do exterior as grelhas com impulso das bocas.
- Com o trabalho acabado, introduzir a ficha na rede 230 Vac.


INSTRUÇÕES PARA A INSTALAÇÃO
Colocação do comando da porta do mecanismo de tomada de ar.
À direita = Aberto
Durante o funcionamento da lareira, regula o ar externo misturado com o ar ambiente.
À esquerda = Fechado
Circulação de ar com convecção natural (fig. A1)
Accionando à direita o movimento do botão 1b, o ar externo através da junção 4b, atinge o interior do mecanismo 4 onde se mistura com o ar aspirado pelo ambiente através do furo 4e. O ar passa na parede dupla da lareira, através da abertura 4f, onde se aquece e sucessivamente, através das canalizações em alumínio, sai por convecção natural das bocas (a instalar no contra-exaustor do revestimento).
Circulação de ar com ventilação forçada (fig. A2)
Obtém-se com a utilização de um ventilador 12, de uma unidade electrónica 13, com painel sinóptico 6a, mais uma sonda 14 a introduzir na sede da boca. Accionando à direita o movimento do botão 1b, o ar externo através da junção 4b, atinge o interior do mecanismo 4 onde se mistura com o ar aspirado pelo ambiente através do furo 4e.
O ventilador 12 empurra na parede dupla da lareira, através da abertura 4f, onde se aquece e sucessivamente, através das canalizações em alumínio, sai por convecção natural das bocas 22 (a instalar no contra-exaustor do revestimento).
Com o ventilador desligado a lareira funciona com convecção natural.
Funcionamento da ventilação forçada: em Automático
O ventilador ligado a uma sonda (montada na boca de saída de ar quente no conduto exaustor) que alcança uma temperatura de 40°C, liga-o automaticamente e desliga, também automaticamente, quando a temperatura desce abaixo dos 40°C.
Manual
O ventilador entra em funcionamento independentemente da temperatura, com a possibilidade de programar 9 velocidades.
Painel sinóptico
O ventilador é comandado através de um painel sinóptico (colocado no frontal inferior 5 do monobloco) composto por 4 botões e 1 display.
Botões
0/1 Acesso/Standby
A/m Automático ou manual
- Diminui a velocidade ventil. em manual
+ Aumenta a velocidade ventil. em manual
Display
Acesso/Standby
R / ⬆ Automático*
Manual (velocidade casual de 1 a 9)
*evidenciado com uma A intermitente quando o ventilador está parado e ainda não recebeu o sinal da sonda (40°C).
Do momento em que alcança os 40°C, no display aparece um tracinho que roda em sentido dos ponteiros do relógio confirmando o funcionamento do ventilador.
Obs.: em fase de ligação da ventilação o display dispõe-se na mesma função antes de desligar.
- a ligação obtém-se exercendo uma pressão de 2-3 segundos no botão 0/1
- cada operação é confirmada por um beep acústico.


Combustível e potência calorífica
A combustão foi melhorada do ponto de vista técnico, seja relacionado com conceção do focolar e da relativa alimentação do ar, seja em relação às emissões. Convidamo-lo a suportar o nosso empenho a favor de um ambiente limpo respeitando as indicações aqui descritas sobre a utilização de materiais combustíveis que não contenham e não produzam substâncias nocivas. Como combustível deve usar apenas lenha natural ou caixas de madeira. A lenha húmida, fresca de corte ou armazenada de modo inapropriado apresenta um conteúdo de água elevado, deste modo queima mal, faz fumo e produz pouco calor. Utilize apenas lenha de arder com envelhecimento mínimo de dois anos em ambiente arejado e seco. Neste caso o conteúdo de água resultará inferior a 20% do peso. Neste modo poupa em termos de material combustível, dado que a lenha tem um poder calorífico decididamente superior. Nunca utilizar combustíveis líquidos com gasolina, álcool ou similares. Não queimar o lixo.
Campo de irradiação
No interior do campo de irradiação da porta de vidro não colocar objetos combustíveis.
Colocação em funcionamento inicial
O verniz do focolar está sujeito ao chamado envelhecimento até que não é alcançada pela primeira vez a temperatura de exercício. Isto pode provocar o aparecimento de cheiros desagradáveis. Neste caso providenciar a arejar de modo apropriado o local onde foi instalado o focolar. O fenómeno desaparecerá após as primeiras ligações.
Perigo de queimaduras
As superfícies externas do focolar STATUS PLUS, principalmente a porta em vidro cimento, aquecem-se. Não tocar - perigo de queimaduras! Avisar especialmente as crianças. As crianças devem estar afastadas do focolar.
Grelhas de ar
Atenção a não fechar ou tapar as saídas do ar quente. Isto provoca perigo de sobreaquecimento no interior do revestimento.
Funcionamento do focolar com a porta aberta
Em caso de funcionamento com porta aberta, o focolar deve ser mantido sob controlo constantemente. Do focolar podem ser projetados para o exterior partículas de brasas incandescentes.
Adicionar combustível
Para "adicionar lenha" aconselhamos a utilizar uma luva protetora, dado que em caso de funcionamento prolongado a manilha pode aquecer-se. Abrir a porta lentamente. Deste modo evita-se a formação de vórtices que podem causar a saída de fumos. Quando é o momento de meter mais lenha? Quando o combustível se tiver consumido quase ao ponto de brasas.
Funcionamento nas meias estações
Para aspirar o ar para a combustão e para descarregar os fumos, o focolar STATUS PLUS precisa de tiragem exercida pela lareira/chaminé. Com o aumento das temperaturas externas, a tiragem diminui sempre mais. Em caso de temperaturas externas superiores a 10°C, antes de acender o fogo verifique a tiragem da lareira. Se a tiragem for fraca, ligue inicialmente um foco de "acionamento" utilizando material de ligação de pequenas dimensões. Uma vez restabelecida a correta tiragem da lareira, pode introduzir o combustível.
Afluxo do ar no local onde está instalado o focolar
O focolar STATUS PLUS é capaz de funcionar regularmente apenas se no local no qual está instalado afluir ar suficiente para a combustão. Antes de acender a lareira, providencie a garantir uma suficiente entrada de ar. Caso o sistema seja dotado, abra a válvula de tomada de ar externo e deixe-a aberta por todo o tempo em que a lareira está em funcionamento. Os dispositivos de alimentação do ar para a combustão não devem ser modificados. Caso o volume do ar resulte fraco e o tipo de edifício no qual está instalada a lareira seja particularmente com resistência do ar, será necessário instalar uma tomada de ar suplementar de 150 cm².
Ligação com focolar frio
- Controlar que o leito de cinzas não seja demasiado alto. Altura máxima: 5 cm abaixo do bordo da porta. Se o leito de cinzas ficar demasiado alto, há perigo que durante a abertura da porta para adicionar lenha, eventuais fragmentos de brasas caiam fora do focolar.
- Posicionar a alavanca de regulação da válvula do ar na posição de "ligar". O ar para a combustão afluirá de modo intenso à lenha no focolar, para alcançar rapidamente uma boa combustão.
- A lenha deve ser colocada no focolar sem guardar excessivamente. Colocar entre os bocados de lenha um acendedor, e acenda. Os acendedores são instrumentos práticos para o accionamento da combustão. Atenção: os pedaços de lenha de grandes dimensões acendem-se mal no focolar frio e soltam gases nocivos.
Nunca utilizar materiais como gasolina, álcool e similares para acender o fogo!
- A este ponto fechar a porta do focolar e vigiar por alguns minutos. Se o fogo se apaga, abra a porta lentamente, colocar novamente outro acendedor entre os pedaços de lenha e acenda novamente.
- Caso o fogo não se alimente com a adição de outra lenha, no momento em que o fogo se esgotar, posicione a alavanca de regulação da válvula do ar na posição de "manutenção brasas". Não efetuar esta regulação durante a fase de combustão, dado que, quando a alavanca está na posição de manutenção brasas, o fluxo de ar para a combustão resulta completamente bloqueado. Em caso de afluxo de oxigénio imprevisto (por ex. por causa da abertura
da porta do focolar) os "gases ainda presentes" no focolar e nas eventuais superfícies de recuperação de calor podem reagir violentamente com este oxigénio atmosférico em entrada.
Alimentação com focolar quente
Com a luva em dotação, levantar lentamente a porta e adicionar no focolar a quantidade de lenha desejada, colocando-a nas brasas existentes (dentro dos limites de quantidade indicados na tabela técnica). Deste modo a lenha se aquecerá com a consequente expulsão sob forma de vapor da humidade contida. Isto causa uma diminuição da temperatura no interior do focolar. As substâncias voláteis que a este ponto se soltam do material combustível necessitam de uma relação suficiente de ar, de modo que a esta fase crítica do ponto de vista técnico das emissões possam efetuar-se rapidamente e possa ser atingida a temperatura necessária para uma combustão correta.
Uma sugestão a mais:
Para a ligação inicial do focolar, utilizar sempre os pedaços de lenha mais pequenos. Estes queimam-se mais rapidamente e deste modo levam o focolar à temperatura certa em menos tempo. Utilizar os pedaços de lenha maiores para realimentar o focolar. Alguns tipos de madeira incham uma vez colocadas no focolar, isto é, dilatam-se sob ação do calor e aumentam de volume. Colocar sempre a lenha bem em profundidade no focolar, quase em contacto com a parede traseira do mesmo, de modo que, se escorregar, não fique em contacto com a porta.
Remoção das cinzas (apenas com a lareira desligada e fria)
Pode remover as cinzas com uma pá ou com um aspirador de cinzas. Colocar as cinzas apenas em recipientes não combustíveis. Ter presente que as brasas residuais podem acender-se mesmo a distância de 24 horas da última combustão.
OBS: A madeira seca tem um poder de aquecimento de cerca de 4 kWh/kg, enquanto a lenha fresca tem um poder de aquecimento de apenas 2 kWh/kg. Para obter a mesma potência calorífica, é necessário o dobro do combustível.
| Conteúdo dc água g/kg de lenha | Poder calorífico kWh/kg | Maior consumo de lenha % | |
| Muito seca | 100 4,5 | 0 | |
| 2 anos de secagem | 200 4 | 5 | |
| 1 ano de secagem | 350 | 3 | 71 |
| Lenha cortada fresca | 500 2,1 | 153 |
ATENÇÃO: Se o focolar for alimentado com uma quantidade de combustível excessiva ou com um combustível não apropriado, corre-se o perigo de sobreaquecimento com consequentes danos ao produto.
Sequência de montagem das "PAREDES INTERNAS DA LAREIRA"
- Desmontar o painel superior (2c) previamente montado na lareira para aquecimento central, desparafusando os dois parafusos.
- Aparafusar uma parte lateral ambidextra (2e) utilizando os dois parafusos fornecidos de fábrica.
- Inserir as duas partes laterais ambidextras em ferro fundido (2b) (atenção: permanecem instáveis até a montagem do painel de fundo 2a).
- Inserir o painel de fundo em ferro fundido (2a) e aparafusá-lo à estrutura.
- Aparafusar a segunda parte lateral ambidextra metálica (2e) utilizando os dois parafusos fornecidos de fábrica.
- Inserir o painel superior anteriormente desmontado, certificando-se de que a guarnição 2d (instalada no alojamento do próprio painel) adira corretamente ao painel de fundo (2a). Enfim, aparafusar o painel superior (2c), por meio dos parafusos fornecidos, com o fim de prendê-lo rigidamente à estrutura.
- Inserir o recipiente para recolha das cinzas (6) e a grelha (7).