LDP100 - Monitor óptico de partículas IFM - Manual de utilização gratuito
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MANUAL DE UTILIZADOR LDP100 IFM
Manual de operação
Monitor óptico de partículas
LDP100
Índice
1 Nota prévia.... 4
1.1 Símbolos utilizados.... 4
1.2 Advertência 4
2 Instruções de segurança 5
2.1 Símbolos de segurança no dispositivo 5
2.2 Instruções de segurança específicas para laser.... 6
3 Transporte, manuseio e armazenamento 7
4 Utilização 8
4.1 Área de aplicação 8
4.2 Limitação da área de aplicação 8
5 Função 9
5.1 Princípio de medição 9
5.2 Processamento dos sinais de medição 9
6 Montagem.... 10
6.1 Dimensões de montagem relevantes.... 10
6.2 Local de montagem e condutores 11
6.3 Carga mecânica 12
6.4 Estabilidade da pressão 12
6.5 Fluxo volumétrico e viscosidade 13
6.6 Sem bolhas e sem gotas 14
7 Conexão elétrica 15
8 Elementos de exibição e de operação 16
8.1 Tela inicial 16
8.2 Indicação do estado 17
8.3 Indicação de hora 17
8.4 Indicação da norma.... 17
8.5 Fatores de frequência.... 17
8.6 Mensagem de erro 17
9 Estrutura do menu 18
10 Parametrização 21
10.1 Modo de operação 21
10.1.1 Medição monitorada pelo tempo 21
10.1.2 Sinal digital (I/O digital) 21
10.1.3 Tecla (botão) 22
10.1.4 Automático 22
10.2 Ajuste alarma (configuração de alarmes).... 22
10.2.1 Tipo alarma (tipo de alarme).... 22
10.2.1.1 Alarme padrão 23
10.2.1.2 Modo filtro 23
10.2.1.3 Alarme de temperatura 23
10.2.2 MEMORIA ALARMA (memória de alarme).... 23
10.2.3 Filtro passa-baixo 24
10.3 Ajuste saída (configuração analógica) 25
10.4 Padrão 25
10.5 Ajuste do fluxo.... 25
10.5.1 Automático 25
10.5.2 Fixo 25
10.6 Comunicação.... 26
10.6.1 Tipo 26
10.7 Taxa de baud CAN 26
10.7.1 NODE-ID CAN 26
10.7.2 PDU INTERVAL.... 26
10.8 Ajuste da tela 27
10.9 Parâmetros do sensor 27
10.9.1 RESULTADOS 27
10.9.2 Eletrônica 28
10.9.3 Horas de operação 28
10.9.4 INFO ERROR (INFORMAÇÕS DE ERRO) 28
10.9.4.1 Decodificação de bits de erro.... 28
10.9.5 Ajustes de fluxo.... 30
11 Calibração 31
12 Saída de corrente analógica 32
12.1 Medição sem resistência de carga 32
12.2 Medição com resistência de carga 32
12.3 Configuração 32
12.4 Conversão da saída de corrente analógica em fator de frequência 33
12.5 Saída de dados sequenciais para ISO 4406:21 e SAE AS 4059F.... 33
12.5.1 Sequencial (padrão).... 33
12.5.2 Sequencial 2 34
13 Entradas e saídas de comutação 36
13.1 Entrada digital 36
13.2 saída de comutação 36
13.2.1 Opção 1.... 36
13.2.2 Opção 2.... 37
14 Comunicação CAN 38
14.1 CANopen 38
14.1.1 "Dicionário de objetos CANopen" geral 39
14.1.2 Objetos de comunicação CANopen 39
14.1.3 Objeto de dados de serviço (SDO - Service Data Object).... 40
14.1.4 Objeto de dados do processo (PDO) 42
14.1.5 Mapeamento do PDO 42
14.1.6 Informação detalhada sobre o "Dicionário de objetos CANopen" 43
14.1.6.1 Communication Profile Area 44
14.2 CAN J1939 52
14.2.1 Visão geral e estrutura do protocolo SAE J1939.... 53
14.2.2 Formato 1 de PDU 53
14.2.3 Formato 2 de PDU 53
14.2.4 Mapeamento de parâmetros 53
14.2.4.1 SPN 53
14.2.4.2 PDU 1 (addressed) 56
14.2.4.3 PDU 2 (Broadcast) 58
15 Funcionamento.... 59
15.1 Eliminação de erros.... 59
16 Sistemas de classificação.... 60
16.1 Definição dos tamanhos de partículas 60
16.1.1 Classes de pureza segundo a norma ISO 4406:21 61
16.1.2 Classes de pureza segundo SAE AS 4059F 61
16.1.3 Classes de pureza segundo NAS 1638 62
17 Manutenção / reparo 64
17.1 Manutenção 64
18 Perguntas frequentes (FAQ) 65
19 Busca e solução de erros 67
20 Manutenção, conservação, transporte e descarte 69
1 Nota prévia
Instrução, dados técnicos, homologações e mais informações disponíveis através do código QR no dispositivo/na embalagem ou pelo link documentation.ifm.com.
1.1 Símbolos utilizados
√ Pré-requisito
▶ Instrução de procedimento
Reação, resultado
Em Designação de teclas, botões ou exibições negrito
Referência cruzada sem link
Referência cruzada com link

Informação importante
Falhas de funcionamento ou interferências possíveis em caso de inobservância

Informação
Informação complementar
1.2 Advertência
As advertências alertam sobre possíveis danos pessoais e materiais. Isso permite o manuseio seguro do produto. As advertências são classificadas da seguinte forma:

ADVERTÊNCIA
Advertência sobre o perigo de lesões graves
▷ A não observância da advertência pode levar a risco de morte ou lesões graves.

CUIDADO
Advertência sobre danos pessoais leves a moderados
▷ A não observância da advertência pode levar a risco de lesões leves a moderadas.

ATENÇÃO
Advertência sobre danos materiais
▷ A não observância da advertência pode levar a danos materiais.
2 Instruções de segurança
- O dispositivo descrito é instalado como subcomponente em um sistema.
- A segurança deste sistema é de responsabilidade do fabricante.
-
O fabricante do sistema é obrigado a realizar uma avaliação de risco e a elaborar uma documentação conforme os requisitos legais e regulamentares para fornecer ao operador e ao usuário do sistema. Esta deve conter todas as informações e instruções de segurança necessárias para o operador, os usuários e, caso necessário, a equipe de serviço autorizada pelo fabricante do sistema.
-
Este documento deve ser lido antes do início das atividades e deve ser conservado durante toda a vida útil do produto.
- O produto deve ser completamente compatível com as aplicações e com as condições ambientes.
- Utilize o produto somente de forma adequada (→ Utilização adequada).
- O desrespeito às instruções de operação ou às especificações técnicas pode causar danos materiais e/ou pessoais.
- O fabricante não assume nenhuma responsabilidade ou garantia pelas intervenções feitas no produto ou pela utilização incorreta realizada pelo usuário.
- A instalação, a conexão elétrica, o manuseio, a operação e a manutenção do produto devem ser realizadas somente por pessoal treinado, qualificado, e autorizado pelo responsável da instalação.
- Proteja os dispositivos e cabos eficazmente contra danos.
- Utilize o produto somente para fluidos permitidos (→ Dados técnicos).

CUIDADO
Com temperaturas de fluidos acima de 50 °C (122 °F), algumas partes do invólucro podem aquecer e exceder 65 °C (149 °F).
▷ Perigo de queimadura.
▶ Proteja o invólucro contra o contato com materiais inflamáveis e contra contato involuntário.

CUIDADO
Risco devido à pressão e aos fluidos no sistema da instalação.
Risco devido à temperatura da instalação e do fluido.
▷ Risco de lesão por pressão, vazamento de fluidos ou queimadura.
▶ Antes de instalar ou desinstalar o dispositivo, certifique-se de que a instalação esteja despressurizada.
▶ Antes de instalar ou desinstalar o dispositivo, certifique-se de que a instalação esteja fria.
2.1 Símbolos de segurança no dispositivo
Os símbolos a seguir são usados no dispositivo.
▶ Siga as instruções para evitar riscos:


Atenção! Consulte a documentação digital do usuário.

Consulte a documentação digital do usuário.

Dispositivo da classe de proteção III.
2.2 Instruções de segurança específicas para laser

CUIDADO
Nunca remova as coberturas. Existe o risco de lesões por radiação do laser.
O monitor óptico de partículas contém um laser que, quando usado como previsto, é classificado como um laser da classe 1 de acordo com a norma DIN EN 60825-1:2001-11. A radiação laser acessível não é perigosa em condições razoavelmente previsíveis.
No caso de dispositivos a laser de classe 1, não é possível descartar ofuscamento, alteração na percepção das cores e incômodos, entre outros, na faixa de potência superior.
Além da placa de identificação localizada na parte posterior do dispositivo, também é indicada a classe de laser de acordo com a norma DIN EN 60825-1.
LASER CLASS 1

3 Transporte, manuseio e armazenamento
▶ Armazene o dispositivo em sua embalagem original.
▶ Ao armazenar o dispositivo novamente, utilize a sua embalagem original.
▶ Caso contrário, coloque um conector compatível ou uma tampa de proteção nas conexões não utilizadas e embale o dispositivo adequadamente.
▶ Ao armazenar, observe as condições ambientais permitidas para o dispositivo (→ dados técnicos).
▶ Em caso de devolução, certifique-se de que o dispositivo esteja livre de impurezas, especialmente de substâncias perigosas e tóxicas.
4 Utilização
O produto é um componente hidráulico.
O dispositivo é um monitor óptico de partículas que é utilizado para monitorar a pureza dos óleos hidráulicos. O dispositivo funciona de acordo com o princípio da extinção da luz (atenuação da radiação) e mede as partículas presentes no fluido.
Os valores medidos são convertidos em classes de pureza padronizadas e exibidos no display.
Os dados de medição podem ser lidos e transmitidos através de diferentes interfaces.
4.1 Área de aplicação

O dispositivo é apropriado para o uso em tubulações com pressão não superiores a 420 bar.
O dispositivo possui duas conexões Minimess com as quais está conectado ao sistema de pressão. Em regra, o dispositivo é conectado ao fluxo externo através de conexões em T. Depois disso, a pressão do sistema fornece a vazão necessária.

A pressão do sistema pode variar, mas não deve apresentar picos ou fortes flutuações durante a medição Estabilidade da pressão ➞ 12. O objetivo é manter as condições de pressão o mais constante possíveis. Em caso de picos de pressão, pode ser necessário diminuir a pressão do sistema a jusante do contador,

Para uma operação sem falhas, o dispositivo requer um fluxo volumétrico constante entre 50 e 400 ml/min. Este valor se aplica a ambas as direções de fluxo. A direção pode ser selecionada livremente.

Além do nível de pureza, o dispositivo também exibe a temperatura do invólucro.
4.2 Limitação da área de aplicação

Para uma medição correta é preciso que o líquido medido esteja livre de bolhas e gotas.

Diretiva de Equipamentos sob Pressão (DEP): O dispositivo atende o disposto no artigo 3, parágrafo (3) da diretiva 97/23/CE e foi concebido e fabricado para fluidos do grupo de fluidos 2 (gases estáveis e fluidos não sobreaquecidos) em conformidade com as boas práticas de engenharia.
5 Função
5.1 Princípio de medição
O dispositivo trabalha de acordo com o princípio da extinção de luz. As partículas são classificadas em uma célula de medição por meio de um laser de acordo com o seu tamanho e quantidade. O valor medido é fornecido de acordo com a ISO 4406:21 (configuração de fábrica), SAE AS4059F ou NAS 1638.


1: Célula de medição
2: Raio laser
3: Fotodiodo
U: Tensão do fotodiodo
t: Tempo
Os componentes elementares são uma célula de medição por onde passa o fluido (1), um raio laser (3) e um fotodiodo (2). Quando uma partícula passa através do raio laser, a intensidade detectada pelo fotodiodo diminui. Quanto maior a partícula, maior a redução da intensidade.
5.2 Processamento dos sinais de medição
O dispositivo determina continuamente os valores de medição / dados e os emite através das saídas / interfaces atribuídas (→ Conexão elétrica):
• Dados através do barramento CAN
- Saída analógica configurável (4...20 mA)
- Saída de alarme binária

Além disso, o dispositivo armazena os dados na memória integrada.
6 Montagem

CUIDADO
Risco devido à pressão e aos fluidos no sistema da instalação.
Risco devido à temperatura da instalação e do fluido.
▷ Risco de lesão por pressão, vazamento de fluidos ou queimadura.
▶ Antes de instalar ou desinstalar o dispositivo, certifique-se de que a instalação esteja despressurizada.
▶ Antes de instalar ou desinstalar o dispositivo, certifique-se de que a instalação esteja fria.

CUIDADO
Com temperaturas de fluidos acima de 50 °C (122 °F), algumas partes do invólucro podem aquecer e exceder 65 °C (149 °F).
▷ Perigo de queimadura.
▶ Proteja o invólucro contra o contato com materiais inflamáveis e contra contato involuntário.

Há uma membrana de compensação de pressão na parte traseira do dispositivo que não deve ser danificada em nenhuma circunstância. Proceda com cuidado ao trabalhar na parte traseira

O sensor é fornecido sem instalação e sem acessórios de conexão.

Use somente acessórios da empresa ifm electronic gmbh! Caso sejam utilizados componentes de outros fabricantes, não é garantido um funcionamento ideal.

Acessórios disponíveis: www.ifm.com.
6.1 Dimensões de montagem relevantes

Fig. 1: Vista de baixo

Fig. 2: Vista da parte traseira
1: Membrana de compensação de pressão
6.2 Local de montagem e condutores
Conecte o monitor de partículas a uma tubulação de pressão no fluxo secundário.
A direção do fluxo não é importante.
O dispositivo deve ser instalado em um local acessível para permitir a leitura do visor e a operação das teclas. Quanto mais longo for o tubo, maior será o risco de haver depósito de partículas de tamanho maior. Além disso, especialmente com viscosidades mais altas quando são utilizados tubos Minimess, é preciso garantir que a pressão seja suficientemente alta para definir o fluxo volumétrico necessário entre 50 e 400 ml/min.
Um controle de fluxo ou redução de pressão deve sempre ser instalado a jusante do monitor de partículas, pois podem gerar turbulência ou bolhas de ar que levam a erros de medição.
Se for necessária uma bomba para gerar o fluxo exigido, ela deve funcionar com a menor quantidade possível de pulsações e ser instalada a uma distância suficiente, recomenda-se 2 metros, a montante do monitor de partículas. Caso contrário, poderá haver formação de bolhas no lado da sucção, o que levaria a erros de medição.
Se houver suspeita de bolhas de ar no sistema, é necessária uma seção atenuada na forma de uma mangueira de aproximadamente 2 m a montante do dispositivo.

Fig. 3: Conexão hidráulica. Evite furos cegos na tubulação de alimentação.

A instalação deve ser feita no circuito hidráulico em um ponto relevante para a tarefa de medição, onde prevaleçam condições de pressão constante.
A pressão pode variar, mas não deve apresentar picos ou fortes flutuações durante a medição.
Em relação ao comprimento dos condutores: quanto mais curto, melhor. Quando mais longos, maior é o risco de ocorrerem depósitos de partículas.
Especialmente no caso de condutores Minimess, assegure-se de que a pressão seja suficientemente alta para garantir o fluxo volumétrico necessário (→ Fluxo volumétrico e viscosidade).
As conexões Minimess podem ser substituídas por outras conexões roscadas. No entanto, deve-se observar um torque de aperto máximo de 25 Nm.
Nenhuma sujeira, cavaco ou outras impurezas podem entrar no interior do dispositivo ao substituir o acoplamento de conexão.
6.3 Carga mecânica
A carga mecânica do dispositivo não deve exceder os valores a seguir:
| Carga | Frequência | Carga |
| Vibração máxima nos três eixos. | 5...9 Hz | Amplitude: + / -15 mm |
| 9...16,5 Hz | 3 g | |
| 16,5...200 Hz | 10 g |
Cargas mecânicas não permitidas:

6.4 Estabilidade da pressão
A pressão do sistema pode variar, mas não deve apresentar picos ou fortes flutuações durante a medição. O objetivo é manter as condições de pressão o mais constante possíveis. Pode ser necessário diminuir a pressão do sistema a jusante.
Por experiência, recomenda-se conectar uma tubulação de controle de óleo. Como regra geral, neste ponto prevalecem condições moderadas de pressão. Além disso, em condições normais um fluxo volumétrico de 400 ml/min não representa nenhum problema para o circuito de controle. Se nenhum circuito de controle estiver disponível, um possível circuito de filtragem/refrigeração é uma boa alternativa.

Fig. 4: Curva de pressão aceitável

Fig. 5: Curva de pressão não aceitável
6.5 Fluxo volumétrico e viscosidade

Para uma operação sem falhas, o dispositivo requer um fluxo volumétrico constante entre 50 e 400 ml/min. Este valor se aplica a ambas as direções de fluxo. A direção pode ser selecionada livremente.

Especialmente no caso de altas do viscosidades, certifique-se de que a pressão seja suficientemente alta para garantir o fluxo volumétrico necessário.
A imagem a seguir ilustra a diferença de pressão em função do fluxo volumétrico para diferentes viscosidades:

Fig. 6: Fluxo volumétrico e viscosidade
y: Δp em bar
x: Fluxo volumétrico em l/min
1: Faixa aceitável
Com a ajuda da imagem anterior e a especificação do fluxo volumétrico necessário, pode-se estimar a diferença de pressão requerida ( Δp ).
6.6 Sem bolhas e sem gotas

Não deve haver presença de bolhas ou gotas no líquido a ser medido. Caso contrário, o resultado da medição poderá ser alterado.

Um indicador de formação de bolhas ou gotas no líquido medido é geralmente um número de partículas muito alto. Também pode ser possível detectar esta condição no mesmo número de partículas nos canais de tamanho. A avaliação a olho nu é muito pouco confiável.
A observação das seguintes instruções pode ajudar a reduzir a formação de bolhas ou gotas:
▶ Tome medidas técnicas para a regulagem da vazão ou redução de pressão a jusante do ponto de medição.
▶ Se for preciso gerar o fluxo volumétrico através de uma bomba: certifique-se de que as características de pulsação sejam as mais baixas possíveis e, de preferência, use uma bomba de foice. Instale a bomba antes do ponto de medição, pois se for instalada na área de sucção é possível haver formação de bolhas que podem levar a contagens incorretas.
7 Conexão elétrica

O dispositivo deve ser instalado somente por um técnico eletricista qualificado.
Siga as normas nacionais e internacionais para a montagem de instalações eletrotécnicas.
Alimentação de tensão conforme SELV, PELV.

Utilize um cabo blindado para o sensor!
▶ Desconecte a tensão da instalação.
▶ Conecte o dispositivo do seguinte modo:


| 1: | L+ | 9...33 V DC |
| 2: | L- | 0 V DC 1) |
| 3: | CANL | Comunicação CAN (aplica-se a CANopen e J1939) |
| 4: | CANH | Comunicação CAN (aplica-se a CANopen e J1939) |
| 5: | In | Entrada de comutação 2) |
| 6: | Out 1 | 4...20 mA |
| 7: | Out 2 | Alarme; saída de coletor aberto (open collector). |
| 8: | GND 1 | Saída digital Out 1 |
| blindagem 1) | ||
| 1) L- e blindagem estão conectados ao invólucro. 2) o nível baixo ativa o ciclo de medição | ||

A saída Out 2 é uma saída de coletor aberto sem proteção contra curto-circuito, não possui proteção contra sobrecorrente ou temperatura excessiva.
I _ = 0, 5 A
8 Elementos de exibição e de operação

1: LED verde power
2: LED vermelho alarm
3: Display
4: Botão de seleção Enter
5: Botão com seta para cima ▲ / botão com seta para baixo ▼
4: Botão de seleção Enter
O botão de seleção permite ir para o próximo nível do menu. Se for necessário ajustar valores, pressione o botão de seleção para ir para a posição seguinte.
5: Botão seta para cima ▲ / botão seta para baixo ▼
Estes botões permitem navegar no menu e percorrer as entradas.
Outras funções dos botões:
- Voltar: pressione simultaneamente os botões com seta para cima ▲ e seta para baixo ▼.
- Alterar valores: pressione o botão seta para cima ▲ ou a seta para baixo ▼ para marcar o parâmetro desejado na estrutura do menu. Pressione o botão de seleção Enter para selecionar o parâmetro, o valor é alterado com o botão seta para cima ▲ ou seta para baixo ▼. As alterações são confirmadas pressionado o botão de seleção Enter, após o último dígito da opção de entrada.

Se for pulado para o próximo nível superior antes de pressionar o botão de seleção, as alterações não serão gravadas.
8.1 Tela inicial
O estado do dispositivo pode ser visto na tela inicial.

1: Indicação do estado
2: Indicação de hora em mm:ss
3: Sem especificação de tempo
4: Indicação da norma
5: Fatores de frequência para > 4 / > 6 / > 14 / > 21 μm
6: Mensagem de erro Mensagem de erro → 17
8.2 Indicação do estado
Medição em andamento ▶ piscando continuamente: sensor sujo / óleo muito escuro.
Ajuste do laser ▶ piscando: por aproximadamente 2 a 3 segundos no início de cada medição.
Dispositivo em modo de pausa II.
8.3 Indicação de hora
• Medição em andamento:
Indica o tempo decorrido ou restante da medição em andamento de acordo com o modo de operação. Indicação em minutos : segundos.
- Modo de pausa:
Indica o tempo restante até a próxima medição. Indicação em minutos : segundos
Se o tempo de pausa for alterado no modo de pausa e for inferior ao tempo já decorrido, aparece no display - - : - - Essa indicação permanece até o tempo original terminar. Depois, o novo tempo de pausa é ativado.
8.4 Indicação da norma
Indicação sobre a norma ISO, SAE ou NAS exibida no momento. A seleção é feita por meio do menu.

A norma NAS está disponível a partir do estado de dispositivo AB
8.5 Fatores de frequência
Exibição dos fatores de frequência da última medição realizada. A quantidade de fatores de frequência pode variar dependendo da norma selecionada. No caso da norma NAS, só é exibido um fator de frequência.

Os fatores de frequência e acordo com a norma ISO 4406 entre 1 e 6 são sempre exibidos com ≤ 6.
De acordo com a norma ISO 4406, o fator de frequência do canal de medição de 21 µ m não é analisado. No entanto, o valor de medição é exibido como informação adicional e é representado com um tamanho reduzido.
8.6 Mensagem de erro
O dispositivo verifica as condições de medição para cada medição. No caso de uma medição incorreta, além do resultado da medição, é exibida também uma mensagem de erro no display. A mensagem de erro pisca. Se houver várias mensagens de erro, elas aparecerão alternadamente.
| Mensagem de erro | Significado | Pré-requisito |
| FL LO | Fluxo muito baixo | ERC0, Bit_10 |
| FL HI | Fluxo muito alto | ERC0, Bit_9 |
| CELL | Erro na célula de medição, laser ou detector fora da faixa. | ERC3, Bit_0 v Bit_1 v Bit_2 v Bit_3 |
| C LO | Concentração muito baixa | ERC0, Bit_14 |
| C HI | Concentração muito alta | ERC0, Bit_8 |
| 2 CLN | Medição não plausível | ERC0, Bit_13 |
9 Estrutura do menu






10 Parametrização
10.1 Modo de operação
Existem quatro modos de operação disponíveis que podem ser definidos no menu. No início de uma medição, o laser interno se ajusta automaticamente. Esse processo pode ser reconhecido pelo ícone ▶ piscando no display e, normalmente, dura cerca de 2 a 3 segundos. Depois, o ícone fica permanentemente aceso e a medição começa. O modo de pausa é reconhecido pelo ícone II.

Deve-se manter tempos de medição entre 30 e 300 segundos. Para níveis de pureza de acordo com a norma ISO 4406:21 de 15 (a 4µm(c) ) e melhores, o tempo de medição deve ser de pelo menos 120 segundos. O valor padrão é de 60 segundos.
10.1.1 Medição monitorada pelo tempo
O dispositivo trabalha com a duração de medição definida e os tempos de espera entre as medições. Deve-se atentar para as seguintes opções de ajuste:
| Limite de ajuste | Valor mín. / segundos | Valor máx. / segundos |
| Tempo de medição | 30 | 300 |
| Tempo de pausa | 1 | 86400 (24 h) |
| Tempo de medição configurado de fábrica | 60 | |
| Tempo de pausa configurado de fábrica | 10 | |
Nota sobre a especificação de hora na tela inicial:
- Medição em andamento: tempo restante até o final da medição (contador descendente)
- Modo de pausa: tempo restante até a próxima medição (contador descendente)
10.1.2 Sinal digital (I/O digital)
Uma medição fica em execução ▶ quanto o pino 5 do conector M12 estiver conectado à tensão de alimentação (L+) ou permanecer desconectado. Se o pino 5 for conectado à massa (L-, pino 2), o modo de pausa II ficará ativo.
A corrente máxima de entrada no pino 5 é de 10 mA.
Nota sobre a especificação de hora na tela inicial:
Medição em andamento: tempo decorrido (contador ascendente)
Modo de pausa: exibição do tempo de medição da última medição (exibição estática)
| Ocupação do pino 5 | Função |
| Tensão de alimentação (L+) | Medição em andamento ▶ |
| Não conectado | Medição em andamento ▶ |
| Massa (L-, pino 2) | Modo de pausa II |
10.1.3 Tecla (botão)
Uma medição pode ser iniciada e encerrada de duas maneiras.
- Pressionando manualmente o botão ←.
- Com um comando "Iniciar" e "Interromper" por meio da linha de comunicação digital. Isso pode ser feito via CANopen ou CAN J1939.
Após a conclusão de uma medição, o resultado da medição é exibido na tela inicial. Observe a duração mínima e máxima recomendada para a medição.
Nota sobre a especificação de hora na tela inicial:
Medição em andamento: tempo decorrido (contador ascendente)
Modo de pausa: exibição do tempo de medição da última medição (exibição estática)
10.1.4 Automático
No modo automático, o tempo de medição é determinado dinamicamente, dependendo da vazão e da concentração de partículas.
Uma medição é executada até que as seguintes condições sejam atendidas:
- Um número definido de partículas foi detectado e
- o tempo de medição é de pelo menos 45 segundos ou
- o tempo de medição é superior a 300 segundos
Depois que as condições forem atendidas, o resultado será determinado e exibido. O número de partículas necessárias pode ser alterado por meio da interface serial através do comando WAutoParts. Veja o capítulo Comunicação CAN ➞ 38. No entanto, esse valor só dever ser alterado por um usuário experiente. A configuração de fábrica é 200.
Nota sobre a especificação de hora na tela inicial:
Medição em andamento: tempo decorrido (contador ascendente)
Modo de pausa: não disponível, uma nova medição é iniciada automaticamente.
10.2 Ajuste alarma (configuração de alarmes)
10.2.1 Tipo alarma (tipo de alarme)
Existem três modos de alarme disponíveis que podem ser definidos no menu.
Os três alarmes estão conectados entre si. Se um dos três alarmes estiver ativado, isso será sinalizado da seguinte maneira:
- A indicação de "Alarme" acende em vermelho
- Triângulo de advertência com ponto de exclamação piscando no display
- Saída de alarme ativa no pino 7 Conexão elétrica ➞ 15
- Definição de determinados bits nas informações de erro (ERC) INFO ERROR (INFORMAÇÕS DE ERRO) 28

Os resultados de medição de 0 (ZERO) são emitidos como não plausíveis. O gerenciamento de alarmes é ignorado nesse caso. Isso não se aplica ao alarme de temperatura.
10.2.1.1 Alarme padrão
Pode ser definido um valor-limite separado para cada fator de frequência (OZ) medido. Se uma classe de tamanho não for considerada, então deve-se definir o menor valor. O alarme é ativado assim que uma classe de pureza medida atingir ou ultrapassar o valor-limite definido.
| Norma | Faixa de ajuste | Valor para a desativação | Condições do alarme |
| ISO 4406:21 | 0, 1, 2...28 | 0 | OZ 4 μm ≥ valor-limite ouOZ 6 μm ≥ valor-limite ouOZ 14 μm ≥ valor-limite ouOZ 21 μm ≥ valor-limite |
| SAE AS 4059F | 000, 00, 0, 1, 2...12 | 000 | |
| NAS 1638 | 00, 0, 1, 2 ...12 | 00 | OZ ≥ valor-limite |
10.2.1.2 Modo filtro
Pode ser definido um valor-limite separado para cada fator de frequência (OZ) medido. Se uma classe de tamanho não for considerada, então deve-se definir o menor valor. O alarme é ativado assim que uma classe de pureza medida atingir ou ultrapassar o valor-limite definido.
| Padrão | Faixa de ajuste | Valor para a desativação | Condições do alarme |
| ISO 4406:21 | 0, 1, 2...28 | 0 | OZ 4 μm ≥ valor-limite ouOZ 6 μm ≥ valor-limite ouOZ 14 μm ≥ valor-limite ouOZ 21 μm ≥ valor-limite |
| SAE AS 4059F | 000, 00, 0, 1, 2...12 | 000 | |
| NAS 1638 | 00, 0, 1, 2...12 | 00 | OZ ≥ valor-limite |
10.2.1.3 Alarme de temperatura

Disponível a partir do estado de dispositivo AB.
Nesse caso pode ser definido um valor-limite para a temperatura. O alarme de temperatura fica ativo quando o valor-limite é atingido ou excedido. Para desativar, deve ser definido um valor-limite de "00". A temperatura medida não corresponde diretamente à temperatura do óleo. Faixa de ajuste: 00...85 (00=desativado).
10.2.2 MEMORIA ALARMA (memória de alarme)
Há duas maneiras de remover um alarme sinalizado. O ajuste pode ser feito no menu.
- Desativação automática
Se as condições de um alarme não forem mais atendidas, o alarme será automaticamente cancelado.
- Confirmar
O alarme continua a ser exibido mesmo que as condições para alarme não sejam mais atendidas. Continua sendo exibido até ser removido manualmente. A remoção manual é gerada pressionando os botões com SETA PARA CIMA ▲ e com SETA PARA BAIXO ▼ simultaneamente.
10.2.3 Filtro passa-baixo
Em um sistema hidráulico podem ocorrer aumentos de curto prazo na concentração (picos) que não são representativo para o sistema completo, por exemplo, devido ao acionamento de uma válvula manual. O LDP100 detecta essa alteração e a exibe corretamente.
O filtro passa-baixo garante que não seja acionado um alarme a cada pico se um limite de alarme estiver definido. As concentrações de partículas relevantes para o alarme são suavizadas internamente e só é emitido um alarme se houver uma alteração contínua no valor de medição. A saída do valor de medição e a visualização não são afetadas pela filtragem.
No caso de um fluxo volumétrico de 0 ml/min ou uma classe ISO de 0 a 4 µ m, a função de filtro é automaticamente desativada.
Faixa de ajuste: 1...255 (1=desativado)
Configuração de fábrica: 2
Valor recomendado: ≤ 10
O diagrama a seguir mostra uma resposta escalonada para diferentes valores do filtro passa-baixo. A tabela mostra quantas medições devem ser realizadas para que a concentração interna para avaliação de alarme atinja 90% da concentração realmente medida.

Fig. 7: Resposta escalonada para valores de filtro passa-baixo 2, 10, 15 e 25
1: Concentração p/ml
2: Medições
| Valor do filtro passa-baixo | 2 | 5 | 10 | 15 | 25 | 50 | 100 |
| Número de medições até 90 % | 3 | 10 | 21 | 33 | 56 | 113 | 229 |
10.3 Ajuste saída (configuração analógica)
Os resultados da medição podem ser emitidos através da saída de corrente analógica (4...20 mA). A tabela a seguir mostra uma visão geral das opções de ajuste.
Para medir a corrente e as conversões: Saída de corrente analógica ➞ 32
| Seleção do menu | Saída de corrente analógica |
| 4 μm | Saída estática do fator de frequência para 4 μm em função do padrão ISO ou SAE configurado |
| 6 μm | Saída estática do fator de frequência para 6 μm em função do padrão ISO ou SAE configurado |
| 14 μm | Saída estática do fator de frequência para 14 μm em função do padrão ISO ou SAE configurado |
| 21 μm | Saída estática do fator de frequência para 21 μm em função do padrão ISO ou SAE configurado |
| SEQUENCIAL (norma) | Saída sequencial dos fatores de frequência para 4, 6, 14 e 21 μm em função do padrão ISO ou SAE configurado |
| SEQUENCIAL 2 | Saída sequencial do fator de frequência para 4, 6, 14 e 21 μm com código de erro (ERC) em função do padrão ISO ou SAE configurado. |
| NAS 1638 | Saída independente do padrão configurado. Portanto, ISO ou SAE podem ser exibidos no monitor LCD, mas NAS é emitido por meio da saída de corrente analógica |
10.4 Padrão
A exibição da pureza pode ser selecionada de acordo com um dos padrões seguintes:
- ISO 4406:21
- SAE AS 4059F
• NAS 1638
Deve-se observar que os tamanhos 38 e 70 µm não são analisados em canais separados no caso da SAE AS 4059F.
A configuração só se aplica à exibição na tela inicial. Todos os padrões são visíveis na memória interna e quando a saída é feita por meio da interface digital (CAN).
O padrão selecionado pode ser visto na parte inferior esquerda da tela inicial.
10.5 Ajuste do fluxo
10.5.1 Automático
Além do tamanho e do número de partículas, o dispositivo também calcula um índice de fluxo volumétrico para poder calcular a concentração de partículas.

O índice de fluxo volumétrico determinado não é uma medida exata do fluxo volumétrico. Se trata de um valor calculado internamente que pode ser usado como um indicador durante a instalação e a entrada em operação do dispositivo. O dispositivo não deve ser considerado ou usado como um medidor de vazão.
10.5.2 Fixo
A concentração de partículas é então calculada com base no fluxo volumétrico fixo. O valor deve ser inserido em ml / min.
Deve-se garantir que não haja uma diferença significativa entre o fluxo volumétrico real e a fixo. Caso contrário, as concentrações de partículas calculadas a partir destes valores não serão corretas.
10.6 Comunicação
Existem várias opções de configuração disponíveis que podem ser definidas no menu.
10.6.1 Tipo
O tipo de configuração da interface digital pode ser selecionado nesse ponto. Apenas um tipo pode ser selecionado. A conexão física é sempre a mesma.
Estão disponíveis os seguintes tipos:
- CANopen
• CAN J1939

CAN J1939 disponível a partir do estado de dispositivo AB.
A configuração só é ativada depois que o dispositivo é reiniciado.
O CANopen e o CAN J1939 são operados com os mesmos níveis de tensão física. Se for detectado "CAN" como o tipo, será usado o protocolo CANopen (configuração de fábrica). Se for usado J1939, se deve ativar "CAN J1939". Mais informações: Comunicação CAN ➞ 38
10.7 Taxa de baud CAN
A taxa de baud indica a velocidade de transmissão para o protocolo CANopen e CAN J1939. A unidade física da taxa de baud é kilobits por segundo.
Estão disponíveis os seguintes ajustes:
• 125 BAUD
• 250K BAUD
- 500K BAUD
• 1000K BAUD
• TERM. CAN CAN
Com a ativação de « TERM. CAN », a linha de transmissão no dispositivo é terminada com uma resistência de terminação de 120 ohms.
10.7.1 NODE-ID CAN
A identificação do nó é o endereço pelo qual o dispositivo pode ser acessado através do barramento CAN. A identificação do nó é necessária para o protocolo CANopen e CAN J1939.
Faixa de ajuste: 1...127 (decimal)
Configuração de fábrica: 32 (decimal)
10.7.2 PDU INTERVAL
O intervalo PDU2 é o intervalo em que o dispositivo envia mensagens PDU2 (Broadcasts) por meio do barramento CAN.
10.8 Ajuste da tela
Há várias opções de configuração disponíveis para o display.
- Iluminação:
Esse parâmetro permite selecionar se a luz de fundo deve ficar permanentemente ativa ou se deve ser desativada automaticamente após 10 segundos.
- Contraste:
Ajuste do contraste por meio de uma visualização de barras.
Botão SETA PARA CIMA ▲ = aumenta o contraste, botão SETA PARA BAIXO ▼ = diminui o contraste
Confirmação por meio do botão Enter
10.9 Parâmetros do sensor
10.9.1 RESULTADOS
Exibição dos resultados das últimas medições válidas. Pressione os botões SETA PARA CIMA ▲ e SETA PARA BAIXO ▼ para exibir todos os resultados de uma medição. Pressione o botão Enter ◄ para ir para o resultado da medição anterior.
A representação dos fatores de frequência muda com a seleção do padrão.

Fig. 8: Exibição do resultado e do histórico da medição
10.9.2 Eletrônica
Exibição dos parâmetros internos do sensor. O usuário não pode modificar nenhum desses dados.
- Corrente de laser:
Corrente usada para operar o laser interno. O valor deve estar entre 1 mA e 2,8 mA. Se o valor estiver fora dessa faixa, há risco de mau funcionamento. Busca e solução de erros ➞ 67
• TENSAO DIODO:
Tensão do detector interno. O valor deve estar entre 3,7 V e 4,3 V. Se o valor estiver fora dessa faixa, há risco de mau funcionamento. Busca e solução de erros ➕ 67
- Temperatura:
Temperatura interna da eletrônica. O valor exibido não corresponde diretamente à temperatura do óleo.
- Amplificação:
Valor de calculado para o detector interno.
10.9.3 Horas de operação
- Sensor:
Contador de horas de operação do dispositivo. O contador fica ativo assim que o dispositivo for alimentado com tensão.
- Laser:
Contador de horas de operação do laser. O contador só fica ativo durante o processo de medição.
10.9.4 INFO ERROR (INFORMAÇÕS DE ERRO)
O dispositivo coleta vários erros, informações e estados operacionais e os resume em quatro valores de 16 bits, o ERC (código de erro). São sempre exibidos em escrita hexadecimal. Decodificação de bits de erro → 28
Os ERCs são criados e salvos após cada medição. Os últimos 256 ERCs são mostrados na tela.
Use os botões SETA PARA CIMA ▲ e SETA PARA BAIXO ▼ para percorrer pela tela.
Para que os ERCs possam ser atribuídos às medições individuais, a hora de operação correspondente é exibida na parte superior à direita.
• 1/256 = ERC da última medição válida
• 256/256 = ERC da medição válida mais antiga

Fig. 9: Exibição das informações de erro (ERC)
10.9.4.1 Decodificação de bits de erro
Cada ERC é emitido em escrita hexadecimal e consiste em quatro caracteres (0-F). A conversão de cada caractere individual de hexadecimal para binário é realizada usando as tabelas a seguir.
Conversão de hexadecimal para binário:
| Hexadecimal | Binário |
| 0 | 0000 |
| 1 | 0001 |
| 2 | 0010 |
| 3 | 0011 |
| 4 | 0100 |
| 5 | 0101 |
| 6 | 0110 |
| 7 | 0111 |
| 8 | 1000 |
| 9 | 1001 |
| A | 1010 |
| B | 1011 |
| C | 1100 |
| D | 1101 |
| E | 1110 |
| F | 1111 |
O código binário mostrado na tabela descreve o status dos 16 bits de erro do dispositivo. A seguir, um exemplo de decodificação de uma informação de erro.
| ERC3 0x | 1 | 0 | 2 | A | ||||||||||||
| Binário | 0 | 0 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 | 0 | 1 | 0 | 1 | 0 |
| No de bits | 15 | 14 | 13 | 12 | 11 | 10 | 9 | 8 | 7 | 6 | 5 | 4 | 3 | 2 | 1 | 0 |
Significado:
- Bit 1 = corrente do laser muito baixa
- Bit 3 = tensão do detector muito alta
• Bit 5 = temperatura < -20°C
• Bit 12 = modo de alarme = filtro
Tabela de decodificação de ERC:
| No de bits | MSB 15 | 14 | 13 | 12 | 11 | 10 | 9 | 8 |
| ERC0 | --- | Concentração ISO4 µm ≤ 9 | Medição não plausível, número mínimo de partículas não alcançado | Medição não plausível, tempo de medição no modo automático > 300 s | Medição não plausível, ISO (i+1) ≥ ISO(i) | Fluxo muito baixo | Fluxo muito alto | Concentração ISO 4 µm ≥ 23 |
| ERC1 | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- |
| ERC2 | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- |
| ERC3 | Alarme de temperatura | Alarme de concentração | Ligado = 1 antes da primeira medição | Modo de alarme 0 = padrão 1 = filtro | Modo de medição = tecla | Modo de medição = sinal digital | Modo de medição = controlada por tempo | Medição em andamento |
| No de bits | 7 | 6 | 5 | 4 | 3 | 2 | 1 | LSB 0 |
| ERC0 | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- |
| ERC1 | --- | --- | --- | --- | --- | --- | Último valor-limite de calibração (S5) alcançado | Primeiro valor-limite de calibração (S1) alcançado |
| ERC2 | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- |
| ERC3 | Modo de medição = automático | --- | Temperatura < - 20°C | Temperatura > 80°C | Tensão do detector muito alta | Tensão do detector muito baixa | Corrente do laser muito baixa | Corrente do laser muito alta |
10.9.5 Ajustes de fluxo
Se o fluxo for determinado automaticamente ele pode ser exibido em forma de barra gráfica. A barra é escalonada de 50 ml / min a 400 ml / min. A exibição serve para verificar o fluxo correto durante a entrada em operação. A exibição é atualizada a cada 10 segundos.
As letras L (Low) e H (High) piscando sinalizam quando o limite é excedido ou não alcançado e isso deve ser evitado.
Se o fluxo for ajustado em um valor estático, isso também será exibido. No entanto, a barra não será alterada.

Fig. 10: Exibição do fluxo em forma de barra
11 Calibração
O dispositivo de medição é calibrado de acordo com a norma ISO 11943.
O equipamento usado para calibração é calibrado primariamente de acordo com a norma ISO 11171 e, portanto, é rastreável até NIST SRM 2806.

O símbolo μm (c) indica a calibração do tamanho da partícula usando pó de teste ISO-MTD.
O certificado de calibração do dispositivo é válido por 18 meses após a primeira calibração. Os certificados subsequentes são emitidos com validade de 12 meses.
12 Saída de corrente analógica
12.1 Medição sem resistência de carga
A medição da corrente deve ser realizada com um medidor de corrente adequado.

Fig. 11: Medição de corrente sem resistência de carga
Para o cálculo dos fatores de frequência para as diferentes normas, consulte: Conversão da saída de corrente analógica em fator de frequência 33.
12.2 Medição com resistência de carga
A medição da tensão deve ser realizada com um medidor de tensão adequado.

Fig. 12: Medição de corrente com resistência de carga
Para o cálculo dos fatores de frequência para as diferentes normas, consulte: Conversão da saída de corrente analógica em fator de frequência 33.
A resistência da carga não pode ser selecionada arbitrariamente. Deve estar adaptada à tensão de alimentação. A resistência da carga máxima pode ser determinada usando a seguinte fórmula:
OZ = 2 6/1 6 mA × I [mA] - 2 6/4
Como alternativa, pode ser usada a tabela a seguir:
| Rmax/Ω | Tensão de alimentação / V |
| 250 | 9 |
| 400 | 12 |
| 1000 | 24 |
12.3 Configuração
O fator de frequência e o padrão a serem emitidos pela saída de corrente analógica podem ser selecionados através do menu do dispositivo em „KONFIG. ANALOG“.
12.4 Conversão da saída de corrente analógica em fator de frequência
A saída de corrente analógica fornece um sinal de 4 a 20 mA. As conversões para os respectivos fatores de frequência estão descritas a seguir.
Tabela de comparação entre a saída de corrente e o fator de frequência ISO e SAE
| I/mA | ISO 4406-21 | SAE AS 4059F |
| 4 | 0 | 000 |
| 12 | 13 | 5 |
| 20 | 26 | 12 |
Tabela de comparação entre a saída de corrente e o fator de frequência NAS
| I/mA | NAS 1638 |
| 4 | 00 |
| 12 | 7 |
| 13 | 8 |
| 14 | 9 |
| 15 | 10 |
| 16 | 11 |
| 17 | 12 |
| 20 | - |
Conversão de fatores de frequência
| Padrão | Fórmula do fator de frequência |
| ISO 4406:21 | 1,625 l / mA - 6,5 |
| SAE AS 4059F | 0,875 l / mA - 5,5 |
| NAS 1638 | l / mA - 5 |

O NAS está disponível a partir da versão AB do dispositivo.
12.5 Saída de dados sequenciais para ISO 4406:21 e SAE AS 4059F
A função de saída de dados sequenciais analógicos pode ser usada para os padrões ISO 4406:21 e SAE AS 4059F.
Não há nenhuma saída sequencial disponível para o NAS.
12.5.1 Sequencial (padrão)
Se a saída de corrente analógica estiver configurada como "SEQUENCIAL" (configuração padrão), os quatro fatores de frequência serão emitidos por meio da interface analógica (4...20 mA) um após o outro em um intervalo de tempo predefinido.
Cada sequência começa com um sinal de 20 mA por 4 segundos. Abaixo é mostrada uma sequência de saída completa com o caractere inicial.

1: Sequência de início
y: Corrente em mA
x: Tempo em segundos
12.5.2 Sequencial 2
Se a saída de corrente analógica estiver configurada como "SEQUENCIAL 2", os quatro fatores de frequência e as informações de erro serão emitidas por meio da interface analógica (4...20 mA) um após o outro em um padrão de tempo predefinido.
Cada sequência começa com um sinal de 20 mA por 4 segundos. Abaixo é mostrada uma sequência de saída completa com o caractere inicial.

1: Sequência de início
y: Corrente em mA
x: Tempo em segundos
| 19 | 17 | 15 | 13 | 11 | 9 | 7 | 5 | Current / mA | |
| 0 | 0 | 0 | 0 | -1 | -1 | -1 | -1 | Flow too lowERC0, Bit_10 | Bar 1 |
| 0 | 0 | -1 | -1 | 0 | 0 | -1 | -1 | Flow too highERC0, Bit_9 | |
| 0 | -1 | 0 | -1 | 0 | -1 | 0 | -1 | Error in measuring cellERC3, (Bit_0 v Bit_1 v Bit_2 v Bit_3) | |
| 0 | 0 | 0 | 0 | -1 | -1 | -1 | -1 | Concentration too lowERC0, Bit_14 | Bar 2 |
| 0 | 0 | -1 | -1 | 0 | 0 | -1 | -1 | Concentration too highERC0, Bit_8 | |
| 0 | -1 | 0 | -1 | 0 | -1 | 0 | -1 | Measurement result not plausible,Autoparts not reached ERC0, Bit_13 | |
| 0 | 0 | 0 | 0 | -1 | -1 | -1 | -1 | Conz. alarmERC3, Bit_14 | Bar 3 |
| 0 | 0 | -1 | -1 | 0 | 0 | -1 | -1 | TalarmERC3, Bit_15 | |
| 0 | -1 | 0 | -1 | 0 | -1 | 0 | -1 | ISO(i+1)>=ISO(i)ERC0, Bit_11 | |
Abaixo está descrito um exemplo de uma sequência completa e a leitura da tabela e dos valores de corrente para as sequências barra 1 a barra 3 estão descritos abaixo. Os requisitos iniciais são um dispositivo energizado, vazio e sem fluxo. O dispositivo mostra o fator de frequência 0 no display para cada classe de tamanho (> 4 / > 6 / > 14 / > 21). Os seguintes valores de corrente estão disponíveis na saída analógica.
| Sequenz | Current (mA) | Meaning |
| Start | 20 | - |
| 4 μm | 4 | OZ 0 |
| 6 μm | 4 | OZ 0 |
| 14 μm | 4 | OZ 0 |
| 21 μm | 4 | OZ 0 |
| Bar 1 | 11 | Flow to low |
| Bar 2 | 9 | Concentration too low, Measurement result not plausible. |
| Bar 3 | 19 | 0 |

A barra 3 só é analisada se a medição for válida (ERC0, Bit_13 = 0). No caso de uma medição inválida (ERC0, Bit_13 = 1), o dispositivo emite barra 3 = 19 mA na sequência.
13 Entradas e saídas de comutação
13.1 Entrada digital
A entrada digital é usada para o modo de medição: I/O digital necessário. Para iniciar e interromper uma medição, o pino 5 deve ser conectado a L- ou L+.
Para mais informações, veja: ➞ Sinal digital (I/O digital)
13.2 saída de comutação
Além do LED vermelho e do triângulo de advertência no display, a ocorrência de um alarme pode ser detectada por meio da saída de alarme no pino 7. Veja: ➞ Ajuste alarma (configuração de alarmes). Há duas opções disponíveis.

O pino 7 não é um interruptor no sentido de um contato normalmente aberto. Dependendo do status do alarme, o pino 7 é conectado à massa (L-) ou não é conectado (floating).
13.2.1 Opção 1

| Alarme | Explicação | No caso de medição de tensão | Ao conectar um consumidor |
| Existente (true) | O transistor interno conecta o pino 7 ao pino 2. O resistor R agora impede um curto-circuito direto entre o pino 1 (L+) e o pino 2 (L-). | UAlarm = L - = 0 V R = 1...10 kΩ | ![]() |
| Não existente (false) | O pino 7 não está conectado internamente (floating) | UAlarm = L + R = 1...10 kΩ | ![]() |
13.2.2 Opção 2

| Alarme | Explicação | No caso de medição de tensão | Ao conectar um consumidor |
| Existente (true) | O transistor interno conecta o pino 7 ao pino 2. A tensão é medida para L-. | UAlarm = L+ | Pmax = 4 W Imax = 0,5 A |
| Não existente (false) | O pino 7 não está conectado internamente (floating) | UAlarm = L- = 0 V | Pmax = 4 W Imax = 0,5 A |
14 Comunicação CAN
A interface CAN corresponde a "CAN 2.0B Active Specification". O sensor suporta um número limitado de velocidades de transmissão no barramento CAN.
| Taxa de dados | Suportado | CiA Draft 301 | Comprimento do barramento de acordo com o CiA Draft Standard 301 |
| 1 Mbit/s | Sim | Sim | 25 m |
| 800 kbit/s | Não | Sim | 50 m |
| 500 kbit/s | Sim | Sim | 100 m |
| 250 kbit/s | Sim | Sim | 250 m |
| 125 kbit/s | Sim | Sim | 500 m |
| 100 kbit/s | Não | Não | 750 m |
| 50 kbit/s | Não | Sim | 1000 m |
| 20 kbit/s | Não | Sim | 2500 m |
| 10 kbit/s | Não | Sim | 5000 m |
14.1 CANopen
O protocolo CANopen define o que é descrito, não como algo é descrito. Com os procedimentos implementados, foi criada uma rede de controle distribuído que pode conectar participantes muito simples a controladores muito complexos sem causar problemas de comunicação entre os participantes.
| Parâmetro | Tamanho | Unidade |
| Tipo Tempo de resposta para consultas SDO | < 10 | ms |
| Tempo de resposta máx. para consultas SDO | 150 | ms |
| Tensão de alimentação transceptor CAN | 3,3 | V |
| Terminação integrada | Não | - |
O conceito central do CANopen é o chamado Dicionário de Objetos de Dispositivos (OD - Device Object Dictionary), um conceito que também é usado em outros sistemas de barramento de campo.
A seguir, abordaremos o Dicionário de Objetos, depois a Área de Perfil de Comunicação (CPA - Communication Profile Area) e, por fim, o procedimento de comunicação CANopen propriamente dito.
A imagem seguinte é apenas para fins ilustrativos, a implementação corresponde à especificação CAN 2.0B.

1: Início da mensagem
2: Endereço, tipo de serviço (PDO, SDO etc.)
3: Data Length Code
4: Até 8 bytes de dados do usuário
5: Cyclic Redundancy Checksum
6: O receptor muda o bit para “baixo” (Low)
7: Fim da mensagem
14.1.1 "Dicionário de objetos CANopen" geral
O CANopen Object Dictionary (OD) é um dicionário de objetos no qual cada objeto pode ser endereçado com um índice de 16 bits. Cada objeto pode consistir em vários elementos de dados que podem ser endereçados por meio de um subíndice de 8 bits.
| Índice (hex) | Objeto |
| 0000 | - |
| 0001 - 001F | Tipos de dados estáticos (booleanos, inteiros) |
| 0020 - 003F | Tipos de dados complexos (que consistem em tipos de dados padrão) |
| 0040 - 005F | Tipos de dados complexos, específicos do fabricante |
| 0060 - 007F | Tipos de dados estáticos (específicos do perfil do dispositivo) |
| 0080 - 009F | Tipos de dados complexos (específicos do perfil do dispositivo) |
| 00A0 - 0FFF | Reservado |
| 1000 - 1FFF | Área de perfil de comunicação (por exemplo, tipo de dispositivo, registro de erro, PDOs suportados etc.) |
| 2000 - 5FFF | Área de perfil de comunicação (específica do fabricante) |
| 6000 - 9FFF | Área de perfil de dispositivo específica do perfil do dispositivo (por exemplo, "DSP-401 Device Profile for I/O Modules") |
| A000 - FFFF | reservado |
14.1.2 Objetos de comunicação CANopen
Os objetos de comunicação transmitidos com o CANopen são descritos por serviços e protocolos e são classificados da seguinte forma:
- A gestão de rede (NMT - Network Management) fornece serviços para inicialização de barramento, tratamento de erros e controle de nós
- Os objetos de dados de processo (PDOs - Process Data Objects) são usados para transferir dados de processo em tempo real
- Os objetos de dados de serviço (SDOs - Service Data Objects) permitem o acesso de leitura e gravação ao dicionário de objetos de um nó
- O protocolo de objetos de função especial (Special Function Object Protocol) permite a sincronização de rede específica da aplicação, a transmissão do registro de tempo e mensagens de emergência.
Abaixo está um exemplo de inicialização da rede com um mestre CANopen e um sensor.
(A) Depois que a corrente é aplicada, o sensor envia uma mensagem de inicialização dentro de 5 segundos e assim que o estado pré-operacional é alcançado. Nesse estado, o sensor só envia as mensagens de Heartbeat se estiver configurado de acordo.
(B) O sensor pode então ser configurado por meio de SDOs. Na maioria dos casos, isso não é necessário, pois uma vez que foram definidos, os parâmetros de comunicação são salvos automaticamente pelo sensor.
(C) Para o sensor entrar em estado operacional, pode ser enviada uma mensagem determinada para todos os participantes do CANopen ou especificamente ao sensor. No estado operacional, o sensor envia os PDOs compatíveis de acordo com sua configuração, em intervalos periódicos ou acionados em mensagens de sincronização.

Fig. 13: Processo de inicialização do barramento CANopen
De acordo com o estado do sensor, estão disponíveis vários serviços do protocolo CANopen:
| Objeto de comunicação | Initializing | Pre-Operational | Operational | Stopped |
| DOP | X | |||
| SDO | X | X | ||
| Synch | X | X | ||
| BootUp | X | |||
| NMT | X | X | X |
14.1.3 Objeto de dados de serviço (SDO - Service Data Object)
Os objetos de dados de serviço permitem a leitura e escrita no dicionário de objetos do sensor. Os SDOs são sempre confirmados e a transmissão só ocorre entre dois participantes, o chamado modelo cliente/servidor.
O sensor só pode funcionar como um servidor, ou seja, só responde a mensagens SDO e não envia nenhuma solicitação a outros participantes de forma automática. As mensagens SDO enviadas do sensor ao cliente têm NodeID+0x580 como ID. Para solicitações do cliente ao sensor (servidor), espera-se que o ID da mensagem SDO seja o NodeID+0x600.
O protocolo padrão para transferência SDO requer 4 bytes para codificar a direção de envio, o tipo de dados, o índice e o subíndice. Assim sobram 4 bytes dos 8 bytes de um campo de dados CAN para o conteúdo dos dados. Para objetos com conteúdo de dados superior a 4 bytes, existem outros dois protocolos para a chamada transferência SDO fragmentada ou segmentada.

Os SDOs são usados para configurar o sensor através do acesso ao dicionário de objetos, solicitar dados ou valores de configuração raramente necessários ou gdescarregar grandes quantidades de dados. Visão geral das propriedades do SDO:
- Todos os dados no dicionário de objetos podem ser acessados
• Transferência com confirmação
- Relação cliente-servidor durante a comunicação
Os dados de controle e úteis de uma mensagem padrão SDO não segmentada são distribuídos pela mensagem CAN, conforme mostrado na tabela a seguir. Os dados úteis de uma mensagem SDO têm um tamanho de até 4 bytes. Os dados de controle de uma mensagem SDO (Cmd, index, subindex) são usados para determinar a direção de acesso ao dicionário de objetos e, eventualmente, o tipo de dados transferido. Para se obter as especificações exatas do protocolo SDO, deve-se consultar o "CiA Draft Standard 301".
Estrutura de uma mensagem SDO:
| CAN | ID CAN | DLC | Dados úteis da mensagem CAN | |||||||
| 0 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | |||
| CANopen SDO | ID COB 11 Bit | DLC | Cmd | Índice | Subíndice | Dados úteis da mensagem CANopen SDO | ||||
Abaixo é mostrado o exemplo de uma solicitação de SDO do número de série do sensor do dicionário de objetos no índice 0x1018, subíndice 4, com um comprimento de dados de 32 bits. O cliente (controlador) envia uma solicitação de leitura para o sensor com o ID "NodeID".
Solicitação de download do SDO do cliente ao servidor:
| CAN | ID CAN | DLC | Dados úteis da mensagem CAN | |||||||
| 0 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | |||
| CANopen | ID COB 11 Bit | DLC | Cmd | Índice | Subíndice | Dados úteis SDO | ||||
| 1 | 0 | 0 | 3 | 2 | 1 | 0 | ||||
| Mensagem do cliente ao sensor | 0x600 + NodeID | 0x08 | 0x40 | 0x18 | 0x10 | 0x04 | Don't care | Don't care | Don't care | Don't care |
O sensor responde com uma mensagem SDO correspondente (ver a tabela 30), na qual o tipo de dados, o índice, o subíndice e o número de série do sensor estão codificados, neste exemplo, o número de série 200123 (0x30DBB).
Resposta de download SDO do servidor para o cliente:
| CAN | ID CAN | DLC | Dados úteis da mensagem CAN | |||||||
| 0 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | |||
| CANopen | ID COB 11 Bit | DLC | Cmd | Índice | Subíndice | Dados úteis SDO | ||||
| 1 | 0 | 0 | 3 | 2 | 1 | 0 | ||||
| Mensagem do cliente ao sensor | 0x580 + NodeID | 0x08 | 0x43 | 0x18 | 0x10 | 0x04 | 0xBB | 0x0D | 0x30 | 0x00 |
A seguir, é mostrado um exemplo de upload de dados (tempo Heartbeat) via SDO para o dicionário de objetos do sensor no índice 0x1017 com um comprimento de dados de 16 bits. O cliente (controlador) envia uma solicitação de escrita ao sensor com o ID "NodeID" para definir o tempo Heartbeat em 1000 ms (0x03E8).
Solicitação de carregamento do cliente ao servidor:
| CAN | ID CAN | DLC | Dados úteis da mensagem CAN | |||||||
| 0 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | |||
| CANopen | ID COB 11 Bit | DLC | Cmd | Índice | Subíndice | Dados úteis SDO | ||||
| 1 | 0 | 0 | 3 | 2 | 1 | 0 | ||||
| Mensagem do cliente ao sensor | 0x600 + NodeID | 0x08 | 0x2B | 0x17 | 0x10 | 0x00 | 0xE8 | 0x03 | 0 | 0 |
O sensor responde com uma mensagem SDO correspondente, confirmando que o acesso foi bem-sucedido e que o índice e o subíndice para os quais o acesso foi feito estão codificados.
Resposta de carregamento SDO do servidor para o cliente:
| CAN | ID CAN | DLC | Dados úteis da mensagem CAN | |||||||
| 0 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | |||
| CANopen | ID COB 11 Bit | DLC | Cmd | Índice | Subíndice | Dados úteis SDO | ||||
| 1 | 0 | 0 | 3 | 2 | 1 | 0 | ||||
| Mensagem do cliente ao sensor | 0x580 + NodeID | 0x08 | 0x60 | 0x17 | 0x10 | 0x00 | 0x00 | 0x00 | 0x00 | 0x00 |
14.1.4 Objeto de dados do processo (PDO)
Os PDOs são um ou mais registros de dados espelhados do dicionário de objetos em até 8 bytes de uma mensagem CAN para transferir dados rapidamente e com o menor tempo possível de um "produtor" para um ou mais "consumidores".
Cada PDO tem um COB-ID (Communication Object Identifier) exclusivo, é enviado apenas por um único nó, mas pode ser recebido por vários nós e não precisa ser confirmado.
Os PDOs são ideais para a transferência de dados dos sensores para o controlador ou do controlador para os atuadores. Visão geral dos atributos PDO do sensor:
- O sensor suporta três PDOs de transmissão (TPDOs) e nenhum PDO de recepção (RPDOs). Os sensores de nível suportam quatro TPDOs.
- O mapeamento dos dados nos PDOs é fixo e não pode ser alterado
O sensor suporta dois métodos diferentes de transmissão de PDO.
- Com o método acionado por evento ou temporizador, a transmissão é acionada por um evento ou temporizador interno do sensor.
- Com o método acionado por SYNCH, a transmissão ocorre em resposta a uma mensagem SYNCH (mensagem CAN através de um produtor SYNCH sem dados uteis). A resposta com PDO ocorre para cada Synch recebido ou pode ser definida para as n mensagens SYNCH recebidas.

14.1.5 Mapeamento do PDO
O sensor suporta de três a quatro PDOs de transmissão (TPDOs) para permitir a máxima eficiência da operação do barramento CAN. O sensor não suporta o mapeamento dinâmico de PDOs, portanto, os parâmetros de mapeamento no OD só podem ser lidos, mas não escritos.
O princípio de mapeamento de objetos do OD em um TPDO corresponde ao CiA DS-301. Os objetos mapeados no TPDO 1 a 4 estão no OD do índice 0x1A00 ao 0x1A03. Além disso, cada TPDO tem uma descrição dos parâmetros de comunicação, ou seja, tipo de transmissão, COB-ID e temporizador de eventos, se necessário. Os parâmetros de comunicação para os TPDO 1 a 4 estão documentados no OD, do índice 0x1800 ao 0x1803.
Estrutura básica de uma entrada de mapeamento PDO:
| Byte | LSB | ||
| Índice (16 bits) | Subíndice (8 bits) | Comprimento do objeto em bits (8 bits) | |

Principio do mapeamento de vários objetos OD em um TPDO:

O sensor suporta determinados tipos de TPDO, que podem usados para configurar os respectivos parâmetros de comunicação dos TPDOs.
Descrição dos tipos de TPDO:
| Tipo | Suportado | Cíclico | Não cíclico | Síncrono | Assíncrono |
| 0 | Sim | X | X | ||
| 1-240 | Sim | X | X | ||
| 241-253 | Não | ||||
| 254 | Sim | X | |||
| 255 | Sim | X |
14.1.6 Informação detalhada sobre o "Dicionário de objetos CANopen"
O dicionário completo de objetos do sensor está listado no capítulo a seguir. Com algumas exceções, as configurações possíveis correspondem ao padrão CANopen descrito no DS 301.
14.1.6.1 Communication Profile Area
| Idx | SIdx | Name | Type | Attr. | Mapped auf PDO | Default | Notes | |
| 1000 h | 0 | device type | unsigned 32 | ro | 194h | sensor, see DS 404 | ||
| 1001 h | 0 | error register | unsigned 8 | ro | 00h | mandatory see DS301 | ||
| 1005 h | 0 | Sync Id | unsigned 32 | rw | 80h | sync id, range: 0..7FFh | ||
| 1008 h | 0 | Manufacturer Device Name | visible_string | co | 4C445 031h | |||
| 1018 h | identityobject | record | ro | |||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 06h | largest sub index | |||
| 1 | Vendor ID | unsigned 32 | ro | 006966 6Dh | IFM | |||
| 2 | Product Code | unsigned 32 | ro | 4C445 031h | LDP1 | |||
| 3 | Revision Number | unsigned 32 | ro | 65h | Device dependent | |||
| 4 | Serial Number PCB | unsigned 32 | ro | Device dependent | ||||
| 5 | Serial Number H | unsigned 32 | ro | IFM serial no. H | ||||
| 6 | Serial Number L | unsigned 32 | ro | IFM serial no. L | ||||
| 1800 h | transmit PDO1 Parameter | record | ||||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 05h | largest sub index | |||
| 1 | COB-ID | unsigned 32 | rw | 180h+N odeID | COB-ID used by PDO, range: 181h..1FFh, can be changed while not operational | (bit 30 must always be set, means no TPDO triggered on RTR) | ||
| 2 | transmission type | unsigned 8 | rw | FFh | cyclic+synchronous, asynchronous values: 1-240, 254, 255 | |||
| 5 | event timer | unsigned 16 | rw | 1F4h | event timer in ms for asynchronous TPDO1 range: 0..65535, multiple of 10 ms | |||
| 1801 h | transmit PDO2 Parameter | record | ||||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 05h | largest sub index | |||
| 1 | COB-ID | unsigned 32 | rw | 280h+N odeID | COB-ID used by PDO, range: 281h..2FFh, can be changed while not operational | (bit 30 must always be set, means no TPDO triggered on RTR) | ||
| 2 | transmission type | unsigned 8 | rw | FFh | cyclic+synchronous, asynchronous values: 1-240, 254, 255 | |||
| 5 | event timer | unsigned 16 | rw | 1F4h | event timer in ms for asynchronous TPDO2 range: 0..65535, multiple of 10 ms | |||
| 1802 h | transmit PDO3 Parameter | record | ||||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 05h | largest sub index | |||
| 1 | COB-ID | unsigned 32 | rw | 380h+N odeID | COB-ID used by PDO, range: 381h..3FFh, can be changed while not operational | (bit 30 must always be set, means no TPDO triggered on RTR) | ||
| 2 | transmission type | unsigned 8 | rw | FFh | cyclic+synchronous, asynchronous values: 1-240, 254, 255 | |||
| 5 | event timer | unsigned 16 | rw | 1F4h | event timer in ms for asynchronous TPDO3 range: 0..65535, multiple of 10 ms | |||
| 1803 h | Transmit PDO4 parameter | record | ||||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 05h | largest sub index | |||
| 1 | COB-ID | unsigned 32 | rw | 480h+N odeID | COB-ID used by PDO, range: 481h..4FFh, can be changed while not operational | (bit 30 must always be set, means no TPDO triggered on RTR) | ||
| 2 | transmission type | unsigned 8 | rw | FFh | cyclic+synchronous, asynchronous values: 1-240, 254, 255 | |||
| 5 | event timer | unsigned 16 | rw | 1F4h | event timer in msfor asynchronous TPDO3 range: 0..65535, multiple of 10ms | |||
| 1A00 h | TPDO1 Mapping Parameter | record | ||||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 05h | largest sub index | |||
| 1 | PDO Mapping for 1st app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200002 20h | Internal timestamp of the measurement, 4 bytes | |||
| 2 | PDO Mapping for 2nd app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200101 08h | ISO4μm, 1 byte in 2001h, sub 01 | |||
| 3 | PDO Mapping for 3rd app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200102 08h | ISO6μm, 1 byte in 2001h, sub 02 | |||
| 4 | PDO Mapping for 4th app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200103 08h | ISO14μm, 1 byte in 2001h, sub 03 | |||
| 5 | PDO Mapping for 5th app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200104 08h | ISO21μm, 1 byte in 2001h, sub 04 | |||
| 1A01 h | TPDO2 Mapping Parameter | record | ||||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 05h | largest sub index | |||
| 1 | PDO Mapping for 1st app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200002 20h | Internal timestamp of the measurement, 4 bytes | |||
| 2 | PDO Mapping for 2nd app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200201 08h | SAE4 μm, 1 byte in 2002h, sub 01 | |||
| 3 | PDO Mapping for 3rd app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200202 08h | SAE6 μm, 1 byte in 2002h, sub 02 | |||
| 4 | PDO Mapping for 4th app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200203 08h | SAE14 μm, 1 byte in 2002h, sub 03 | |||
| 5 | PDO Mapping for 5th app obj. to be mappedTPDO3 Mapping Parameter | unsigned 32record | co | 200204 08h | SAE21 μm, 1 byte in 2002h, sub 04 | |||
| 1A02 h | ||||||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 05h | largest sub index | |||
| 1 | PDO Mapping for 1st app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200001 20h | Operating hours, 4 bytes | |||
| 2 | PDO Mapping for 2nd app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200301 08h | Oil status bits, 1 byte | |||
| 3 | PDO Mapping for 3rd app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200307 08h | Measurement bits, 1 byte | |||
| 4 | PDO Mapping for 4th app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200308 08h | Sensor status bits, 1 byte | |||
| 5 | PDO Mapping for 5th app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200400 08h | Temperature 1 byte | |||
| 1A03 h | TPDO4 Mapping Parameter | record | ||||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 03h | largest sub index | |||
| 1 | PDO Mapping for 1st app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200002 20h | Internal timestamp of the measurement, 4 bytes | |||
| 2 | PDO Mapping for 2nd app obj. to be mapped | unsigned 32 | co | 200601 08h | NAS, 1 byte in 2006h, sub 01 | |||
| 1F80 h | 0 | NMT Startup | unsigned 32 | rw | 2 | 2 = no auto Operational0 = automatically switch to Operational can also be set via 2031h sub 01 | ||
| 2000 h | Time related parameters of the sensor | record | ||||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 04h | largest sub index | |||
| 1 | Operating hours | unsigned 32 | ro | y | Sensor up tine in seconds | |||
| 2 | Timestamp of the last measurement | unsigned 32 | ro | y | Timestamp of the last measurement | |||
| 3 | Laser operating time in hours | unsigned 32 | ro | Operating hours of the laser | ||||
| 4 | reserved | unsigned 32 | ro | Time to next calibration - disabled for LDP100 Time to threshold to S1 | ||||
| 2001 h | ISO measurement | record | ||||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 04h | largest sub index | |||
| 1 | ISO4 μm | unsigned 8 | ro | y | ||||
| 2 | ISO6 μm | unsigned 8 | ro | y | ||||
| 3 | ISO14 μm | unsigned 8 | ro | y | ||||
| 4 | ISO21 μm | unsigned 8 | ro | y | ||||
| 2002 h | SAE measurement | record | ||||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 04h | largest sub index | |||
| 1 | SAE4 μm | unsigned 8 | ro | y | Offset of two to display 000, 00 and 0, valid to all classes0 = SAE 0001 = SAE 002 = SAE 03 = SAE 14 = SAE 2...... | |||
| 2 | SAE6 μm | unsigned 8 | ro | y | ||||
| 3 | SAE14 μm | unsigned 8 | ro | y | ||||
| 4 | SAE21 μm | unsigned 8 | ro | y | ||||
| 2003 h | Condition Monitoring Bitfield | array | ||||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 08h | largest sub index | |||
| Idx | Sldx | Name | Type | Attr. | Mapped auf PDO | Default | Notes | |
| 1 | Oil specific bits | unsigned 8 | ro | y | 0 Concentration limit exceeded1 Flow rate high2 Flow rate low3 Measured values not plausible (air...)4 Auto mode:MeasTime reached5 Autoparts not reached6 Concentration too low | 0: C>= ISO 231: F>5002: F<503: ISO(i+1)>= ISO(i)4: meas_time>= 3005: parts < autoparts6: C <= ISO 9 | ||
| 2 | reserved | unsigned 8 | ro | |||||
| 3 | reserved | unsigned 8 | ro | Calibration hint -disabled for LDP100 Bit 0: Threshold S1 reached Bit 1: Threshold S5 reached | ||||
| 4 | reserved | unsigned 8 | ro | |||||
| 5 | reserved | unsigned 8 | ro | |||||
| 6 | reserved | unsigned 8 | ro | |||||
| 7 | Measurement info | unsigned 8 | ro | y | Bit0: Measurement running Bit1: Measurement mode: Time controlled Bit2: Measurement mode: Digital I/OBit3: Measurement mode: Manual Bit4: Alarm type: (1) Filter / (0) Standard Bit5: Power-UpBit6: Alarm concentration(corresponds to the alarm LED being switched on)Bit7: Temperature alarm | Bit 6 and 7:corresponds to the alarm LED being switched on and the open collector pin | ||
| Idx | SIdx | Name | Type | Attr. | Mapped auf PDO | Default | Notes | |
| 8 | Sensor alarm | unsigned 8 | ro | y | Bit0: Laser current high Bit1 Laser current lowBit2: Photovoltage high Bit3: Photovoltage lowBit4: Temperature high Bit5: Temperature lowBit6: -Bit7: Measuring mode: Auto | 0: I>2,8 mA1: I<1 mA2: U>4 V3: U<4 V4: T>80°C5: T<-20°C | ||
| 2004 h | 0 | sensor temperature | signed 8 | ro | y | temperature in °C | ||
| 2005 h | 0 | flow index | unsigned 16 | ro | Flow index (0..500) | |||
| 2006 h | NAS measurement | record | ||||||
| 0 | number of entries | unsigned 8 | ro | 01h | largest sub index | |||
| 1 | NAS | unsigned 8 | ro | y | offset of one to display 00 and 00 = NAS 001 = NAS 02 = NAS 1...13 = NAS 12 (maximum value) | |||
| 2020 h | command | unsigned 8 | wo | 1 = start a measurement2 = stop a measurement3 = intermediate result | ||||
| 2030 h | measurement related settings | record | ||||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 4h | largest sub index | |||
| 1 | measurement time | unsigned 32 | rw | Measurement Time in s | ||||
| 2 | hold time | unsigned 32 | rw | Time between Measurements | ||||
| 3 | operation mode | unsigned 16 | rw | 0 = time Control1 = digital I/O2 = button3 = automatic | ||||
| 4 | History disable | unsigned 16 | rw | 0h | 0 = history enabled1 = history disabled | |||
| 2031 h | startup settings | record | ||||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 4h | largest sub index | |||
| 1 | Startmode | unsigned 16 | rw | 0h | 0 = Network with NMT Master (Init => PreOp => Start_Remote_Node => Operational) >0 = Network without NMT Master (Init => Operational) can also be set via 1F80h sub 00 | |||
| 2 | Communication type | unsigned 16 | rw | Enabled communication interface: 0: reserved 1: CANopen 2: auto 3: J1939 | ||||
| 3 | Baudrate CAN | unsigned 16 | rw | Baudrate CAN: 3: 125k 4: 250k 5: 500k 6: 1000k | ||||
| 2032 h | standart & alarm related settings | record | ||||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 9h | largest sub index | |||
| 1 | Display & Alarm Standard | unsigned 16 | rw | Displayed Standard and Alarm Trigger Bit Setting 0 = ISO 1 = SAE 2 = NAS | ||||
| 2 | Alarm Type | unsigned 16 | rw | 0 = standard alarm 1 = filter mode | ||||
| 3 | Temperature alarm value | unsigned 8 | rw | Value range: 0..85 °C 0 = deactivated | ||||
| 4 | ISO/ SAE4 μm | unsigned 8 | rw | alarm threshold 4 μm | Alarm is converted after switching from ISO <=> SAE, same method as for display representation (offset of 2 added/ subtracted) | |||
| 5 | ISO/ SAE6 μm | unsigned 8 | rw | alarm threshold 4 μm | ||||
| 6 | ISO/ SAE14 μm | unsigned 8 | rw | alarm threshold 4 μm | ||||
| 7 | ISO/ SAE21 μm | unsigned 8 | rw | alarm threshold 4 μm | ||||
| Idx | Sldx | Name | Type | Attr. | Mapped auf PDO | Default | Notes | |
| 8 | NAS | unsigned 8 | rw | alarm threshold NAS | Own storage location, offset using the same method as for reading out the data (0 = NAS 00; 1 = NAS 0; etc.) | |||
| 2100 h | 0 | readmem control functions | record | |||||
| 0 | Number of entries | unsigned 8 | ro | 4h | largest sub index | |||
| 1 | Size of history memory | unsigned 32 | ro | device depend and | size of memory in datasets | |||
| 2 | Used history mem | unsigned 32 | ro | used datasets within memory(corresponds internally to write pointer) | ||||
| 3 | Reading pointer, dataset | unsigned 32 | rw | autoincrementing read pointer to a dataset for history memory reading; can be between 0 and current write pointer | ||||
| 4 | Clear history memory | unsigned 16 | wo | 1 = clear memory | ||||
| 2101 h | 0 | readmem Initiate segmented SDO data upload | unsigned 32 | ro | Appropriate Pointer has to be set (with 2100sub3) before start reading,Size of the record will be sent back on reading | This initiates a standardised "segmented SDO upload". Please note: change a toggle bit for each data set and set the corresponding bit at the end set the corresponding bit at the end of the complete transfer http://www.canopensolutions.com/english/about_canopen/device_configuration_canopen.shtml |
14.2 CAN J1939
O dispositivo possui uma interface SAE J1939 padronizada. Todos os valores de medição e grupos de parâmetros são acessíveis por meio do protocolo J1939.
14.2.1 Visão geral e estrutura do protocolo SAE J1939
O protocolo SAE J1939 usa um identificador CAN de 29 bits (Extended Frame Format CAN 2.0B). Uma mensagem SAE J1939 é, portanto, estruturada da seguinte forma:
| Mensagem SAE J1939 | |||
| Identificador CAN de 29 bits | Dados | ||
| Prioridade28...26 | PGN25...8 | Endereço fonte7...0 | Dados úteis da mensagem0...8 bytes |
| Número do grupo de parâmetros (PGN) | |||
| Ext. de dados, página 25 | dados, página 24 | Format PDU (PF)23..16 | Endereço de destino / extensão de grupo (PS)15...8 |
| Formato 1 de PDU (específico) | ||
| 00h – Efh23...16 | Endereço de destino (DA)15..8 | |
| Formato PDU (global) | ||
| F0h – FFh23...16 | Extensão de grupo (GE)15..8 | |
14.2.2 Formato 1 de PDU
Esse formato define uma mensagem que é enviada a um dispositivo específico. Nesse caso, o byte específico de PDU (PS) é o endereço de destino (DA) do dispositivo. Se o valor do campo do formato de PDU (PF) estiver entre 0x00 e 0xEF, trata-se de uma mensagem de formato 1 de PDU. O valor 0xEF de formato PDU é fornecido para mensagens proprietárias (específicas do fabricante). Ext. Data Page Bit = 0 e Data Page Bit = 0.
14.2.3 Formato 2 de PDU
Esse formato define uma mensagem que é enviada globalmente. Nesse caso, o byte específico (PS) de PDU corresponde à extensão do grupo (GE). Se o valor do campo do formato de PDU (PF) estiver entre 0xF0 e 0xFF, trata-se de uma mensagem de formato 2 de PDU. O intervalo (Format PDU (PF) e Extensão de Grupo (GE)) 0xFF00 - 0xFFFF é fornecido para mensagens proprietárias (específicas do fabricante). Ext. Data Page Bit = 0 e Data Page Bit = 0.
14.2.4 Mapeamento de parâmetros
14.2.4.1 SPN
| PGN | SPN length (Bit) | SPN | Name | Description | Units |
| 0xFF00 | 32 | 520192 | Internal time stamp of the measurement | Internal time stamp of the measurement | seconds |
| 0xFF00 | 8 | 520193 | ISO 4 μm | Ordinal numeral ISO-class 4 μm | Ordinal numeral |
| 0xFF00 | 8 | 520194 | ISO 6 μm | Ordinal numeral ISO-class 6 μm | Ordinal numeral |
| 0xFF00 | 8 | 520195 | ISO 14 μm | Ordinal numeral ISO-class 14 μm | Ordinal numeral |
| 0xFF00 | 8 | 520196 | ISO 21 μm | Ordinal numeral ISO-class 21 μm | Ordinal numeral |
| 0xFF01 | 8 | 520197 | SAE 4 μm | Ordinal numeral SAE-class 4 μm0 = SAE 0001 = SAE 002 = SAE 03 = SAE 14 = SAE 2 | Ordinal numeral |
| 0xFF01 | 8 | 520198 | SAE 6 μm | Ordinal numeral SAE-class 6 μm0 = SAE 0001 = SAE 002 = SAE 03 = SAE 14 = SAE 2 | Ordinal numeral |
| 0xFF01 | 8 | 520199 | SAE 14 μm | Ordinal numeral SAE-class 14 μm0 = SAE 0001 = SAE 002 = SAE 03 = SAE 14 = SAE 2 | Ordinal numeral |
| 0xFF01 | 8 | 520200 | SAE 21 μm | Ordinal numeral SAE-class 21 μm0 = SAE 0001 = SAE 002 = SAE 03 = SAE 14 = SAE 2 | Ordinal numeral |
| 0xFF02 | 8 | 520201 | NAS | Contamination represented as NAS standard: Offset of one in order to represent 00 and 0, valid for all classes0 = NAS 001 = NAS 02 = NAS 13 = NAS 24 == NAS 3......13 = NAS 12 (maximum value) | Ordinal numeral |
| 0xFF02 | 8 | 520202 | reserved | ||
| 0xFF03 | 32 | 520203 | Current internal time (operating hours, in seconds) | Current internal operating time | seconds |
| 0xFF03 | 8 | 520204 | Oil state bits | Bit 0: concentration threshold exceeded (>= ISO 23)Bit 1: high flow (> 500 ml/min)Bit 2: low flow (< 50 ml/min)Bit 3: measurements not plausible (e.g. air, ISO(i+1)>=ISO(i)) | |
| 0xFF03 | 8 | 520205 | Measure state bits | Bit 0: measurement in progress Bit 1: measurement type (time controlled)Bit 2: measurement type I/O (digital input)Bit 3: measurement type manual (Button/CANopen/J1939)Bit 4: Alarm mode: Filter / Standard Bit 5: Power-UpBit 6: Alarm concentration (corresponds with alarm-LED)Bit 7: temperature alarm triggered | |
| 0xFF03 | 8 | 520206 | Sensor status bits | Bit 0: Laser current high (I > 2,8 mA)Bit 1: Laser current low (I <1 mA)Bit 2: Photodiode voltage high (U > 4 V)Bit 3: Photodiode voltage low (U < 4 V)Bit 4: Temperature high (T > 80 °C)Bit 5: Temperature low (T < -20 °C)Bit 6: -Bit 7: Measurement mode: Auto | |
| 0xFF03 | 8 | 520207 | Temperature | Device temperature resolution 1 bit/KOffset: 40 °C (0 = -40 °C; 40 = 0 °C; 140 = 100 °C) | °C |
| 0xFF04 | 24 | 520208 | PCB Serial number | Serial number | |
| 0xFF04 | 12 | 520209 | Current measurement time in seconds | Current measurement time in seconds (range: 0x0..0xFFFF, maximum value 3599 seconds) | seconds |
| 0xFF04 | 20 | 520210 | Delay time between two measurements in seconds | Delay time between two measurements in seconds (Range: 0x1..0x1517F, corresponds to 1-86399 seconds) | seconds |
| 0xFF04 | 8 | 520211 | Findex/2000 | Current Flowindex (set or calculated) | |
| 0xFF05 | 32 | 520212 | Laser operating time | Laser operating time in seconds | |
| 0xFF05 | 32 | 520213 | reserved | ||
| 0xFF06 | 8 | 520214 | Partikel 4 μm | Particles in 4 μm class in current measurement =(LOG2(concentration)+1)*10 | |
| 0xFF06 | 8 | 520215 | Partikel 6 μm | Particles in 6 μm class in current measurement =(LOG2(concentration)+1)*10 | |
| 0xFF06 | 8 | 520216 | Partikel 14 μm | Particles in 14 μm class in current measurement =(LOG2(concentration)+1)*10 | |
| 0xFF06 | 8 | 520217 | Partikel 21 μm | Particles in 21 μm class in current measurement =(LOG2(concentration)+1)*10 |
14.2.4.2 PDU 1 (addressed)
14.2.4.2.1 PDU 1 (adressiert)
| Device address (Node ID): | 32 | Parameter | |||||||||||||||
| Type | Direction | Prio | R | DP | PF | PS | SA | PGN | 29 Bit ID (hex) | Byte 0 | Byte 1 | Byte 2 | Byte 3 | Byte 4 | Byte 5 | Byte 6 | Byte 7 |
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 1 | Start and stop measurement (if in measurement mode 2)1 = Start of a measurement2 = Stop of a measurement3 = Intermediate result | ||||||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 2 | Measurement mode0 = Time Control1 = Digital I/O-Pin2 = Button/CANopen/J1939 Control3 = Automatic | ||||||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 3 | History disable0 = History enabled1 = History disabled | ||||||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 4 | Measurement time in seconds (Range: 0x1E..0x12C, corresponds to 30-300 seconds) | Delay time between two measurements in seconds (Range: 0x1..0x1517F, corresponds to 1-86399 seconds) | |||||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 5 | Amount of measurements used for arithmetic mean of concentration Alarm | Alarm Type:0 = Standard Mode1 = Filter Mode | Display & Alarm Standard Displayed Standard and Alarm Trigger Bit Setting0 = ISO1 = SAE2 = NAS | ||||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 6 | ordinal numeral (ISO/SAE) for alarm at 4 μm | ordinal numeral (ISO/SAE) for alarm at 6 μm | ordinal numeral (ISO/SAE) for alarm at 14 μm | ordinal numeral (ISO/SAE) for alarm at 21 μm | |||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 7 | ordinal numeral NAS for alarm | ||||||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 8 | reserved | ||||||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 9 | Alarm threshold temperature, range: 0..85°C0 = deactivated | ||||||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 10 | enable communication interface:0: reserved1: CANopen2: auto3: J1939 | ||||||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 11 | CAN-Baudrate:3: 125k 4: 250k 5: 500k 6: 1000k | ||||||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 12 | reserved | ||||||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 13 | CAN Node-ID | ||||||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 14 | CAN Terminator0 = off1 = on | ||||||
| Device address (Node ID): | 32 | Parameter | |||||||||||||||
| Type | Direction | Prio | R | DP | PF | PS | SA | PGN | 29 Bit ID (hex) | Byte 0 | Byte 1 | Byte 2 | Byte 3 | Byte 4 | Byte 5 | Byte 6 | Byte 7 |
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 15 | Flow in deciliter/minute: if 0 is set, the device calculates the flow automatically, if range between 50 and 500, flow is fixed to the value | ||||||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 16 | Amount of particles to be detected in automatic mode | ||||||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 17 | Mask for PGNs of PDU2 format to be send, if bit (value of which corresponds with PS of PDU2) is TRUE, then the PGN will be send. e.g.: 0x000F switches on the SPN | transmission interval of all PGNs of PDU2 format in seconds0 = as soon as new value is available>0 = Intervall in seconds (Default = 10) | |||||
| PDU1 | Rx | 7 | 0 | 0 | 239 | 32 | 0 | 0xEF20 | 0x1CEF2000 | 250 | 0x55 = Reboot the device | ||||||
14.2.4.3 PDU 2 (Broadcast)
14.2.4.3.1 PDU 2 (Broadcast)
| Device address (Node ID): | 32 | ||||||||||||||||
| Type | Direction | Priority | R | DP | PF | PS | SA | PGN | 29 Bit ID (hex) | Byte 0 | Byte 1 | Byte 2 | Byte 3 | Byte 4 | Byte 5 | Byte 6 | Byte 7 |
| PDU2 | Tx | 7 | 0 | 0 | 255 | 0 | 32 | 0xFF00 | 0x1CFF0020 | Internal time stamp of the measurement | ISO 4μm | ISO 6μm | ISO 14μm | ISO 21μm | |||
| PDU2 | Tx | 7 | 0 | 0 | 255 | 1 | 32 | 0xFF01 | 0x1CFF0120 | Internal time stamp of the measurement | SAE 4μm | SAE 6μm | SAE 14μm | SAE 21μm | |||
| SAE-Standard coding: Offset of two in order to represent 000, 00 and 0, valid for all classes0 = SAE 000, 1 = SAE 00, 2 = SAE 0, 3 = SAE 1, 4 = SAE 2 | |||||||||||||||||
| PDU2 | Tx | 7 | 0 | 0 | 255 | 2 | 32 | 0xFF02 | 0x1CFF0220 | Internal time stamp of the measurement | reserved | NAS | |||||
| PDU2 | Tx | 7 | 0 | 0 | 255 | 3 | 32 | 0xFF03 | 0x1CFF0320 | Current internal time (operating hours, in seconds) | Oil state bits | Measure state bits | Sensor status bits | Temperature | |||
| Bit 0: concentration threshold exceeded (>= ISO 23)Bit 1: high flow (>500ml/min)Bit 2: low flow (<50ml/min)Bit 3: measurements not plausible (e.g. air, ISO(+)1=ISO(i)) | Bit 0: measurement in progress Bit 1: measurement type (time controlled)Bit 2: measurement type I/O (digital input)Bit 3: measurement type manual (Button/CANopen/J1939)Bit 4: Alarm mode: Filter / Standard Bit 5: Power-UpBit 6: Alarm concentration (corresponds with alarm-LED)Bit 7: temperature alarm triggered | Bit 0: Laser current high (I>2.8mA)Bit 1: Laser current low (I<1mA)Bit 2: Photodiode voltage high (U>4V)Bit 3: Photodiode voltage low (U>4V)Bit 4: Temperature high (T>80°C)Bit 5: Temperature low (T<20°C)Bit6: -Bit7: Measurement mode: Auto | Device temperature resolution 1bitKOffset: 40°C (0 = -40°C; 40 = 0°C; 140 = 100°C) | ||||||||||||||
| PDU2 | Tx | 7 | 0 | 0 | 255 | 4 | 32 | 0xFF04 | 0x1CFF0420 | PCB Serial number | Bits 31..20: Current measurement time in seconds (Range: 0x0..0xFFFF, maximum value 3599 seconds), if operation mode 2 is enabled, the current time since start of the measurement is transmitted here. Bits 19..0: delay time between two measurements in seconds (range: 0x0..0xFFFF, maximum value 86399 seconds) | Findex/2000 | |||||
| PDU2 | Tx | 7 | 0 | 0 | 255 | 5 | 32 | 0xFF05 | 0x1CFF0520 | Laser operating time | reserved | ||||||
| PDU2 | Tx | 7 | 0 | 0 | 255 | 6 | 32 | 0xFF06 | 0x1CFF0620 | Internal time stamp of the measurement | Particles 4μm =(LOG2(concentration)+1)*10 | Particles 6μm =(LOG2(concentration)+1)*10 | Particles 14μm =(LOG2(concentration)+1)*10 | Particles 21μm =(LOG2(concentration)+1)*10 | |||
| PDU2 | Tx | 7 | 0 | 0 | 255 | 7 | 32 | 0xFF07 | 0x1CFF0720 | (LSB) IFM(12 digits) serial number (MSB) | |||||||
15 Funcionamento
Depois de desligar a tensão de alimentação, o dispositivo encontra-se no modo de operação. Executa as funções de medição e de avaliação e fornece sinais de saída conforme os parâmetros ajustados.
Indicações de operação LED:
| Condição de operação | LED verde (aceso) | LED vermelho (alarme) | Out 2 (alarme) |
| Dispositivo pronto para o funcionamento, sem alarme1) | ACESO | APAGADO | APAGADO |
| Dispositivo pronto para o funcionamento, alarme1). | ACESO | ACESO | ACESO |
1) Observe a parametrização. Parâmetro: AJUSTE ALARMA

O dispositivo vem ajustado de fábrica com uma medição monitorada pelo tempo, uma duração de um minuto e tempo de pausa de 10 segundos. Após ligar, o dispositivo inicia automaticamente os ciclos de medição e emite os resultados no display.
15.1 Eliminação de erros
| Erro | Possível causa | Medidas recomendadas |
| Não é possível estabelecer uma comunicação através do barramento CAN. Saída de corrente < 4 mA | O cabo não está conectado corretamente. | Verifique a conexão elétrica correta do sensor, do cabo de dados e do cabo de alimentação. Considere a ocupação de conexão especificada. |
| A tensão de operação está fora da faixa especificada. | Opere o dispositivo na faixa entre 9 e 33 V DC. | |
| Todos os canais de tamanho indicam valores idênticos. | Ar no óleo | Conecte o dispositivo no lado da pressão. Aumente a distância até a próxima bomba. |
| Corrente laser alta Tensão fotoelétrica baixa (resposta via barramento CAN) | Ar no óleo | Conecte o dispositivo no lado da pressão. Aumente a distância até a próxima bomba. |
| Célula suja | Limpe o dispositivo com óleo limpo ou solvente (por exemplo, isopropanol). |
16 Sistemas de classificação
O contador automático de partículas (APC) usado para calibrar o dispositivo, é calibrado inicialmente de acordo com a norma ISO 11171.
Os fatores de frequência do dispositivo são exibidos de acordo com a norma ISO 4406. Esses são determinadas a partir das concentrações de partículas estabelecida para 4, 6, 14 e 21 µ m(c).
O sucessor do NAS, o SAE AS, é baseado em outras classes de tamanho.
Os tamanhos das partículas podem ser convertidos entrei si com uma pequena perda de precisão.
16.1 Definição dos tamanhos de partículas
Na indústria hidráulica, os números de partículas são codificados de acordo com a norma ISO 4406. Com a substituição do pó de teste ACFTD pelo ISO MTD, foram redefinidos também os tamanhos das partículas.
Definição dos tamanhos de partícula ACFTD (ISO 4402:1991)

Fig. 14: Partícula 1 = 153,9 μm²
Definição dos tamanhos de partículas ISO MTD (ISO 11171:2022)

Fig. 15: Partícula 1 = 153,9 μm²
A especificação de tamanho em µm(c) é o diâmetro de um círculo que tem a mesma área que a área projetada da partícula detectada.
As especificações de tamanho do ISO MTD e do ACFTD podem ser convertidas entre si.
| ISO-MTD | >4 μm(c) | >6 μm(c) | >14 μm(c) | >21 μm(c) | >38 μm(c) | >70 μm(c) |
| ACFTD | >2 μm | >5 μm | >15 μm | >25 μm | >50 μm | >100 μm |
16.1.1 Classes de pureza segundo a norma ISO 4406:21
Os valores são contados de forma acumulada (todas as partículas > 4 μm, todas as partículas > 6 μm etc.).
| Concentração em partículas / ml | ISO 4406:21 | Exibição LDP1xx | |
| De | até e incluído | ||
| 2500000,00 | >28 | 28 | |
| 1300000,00 | 2500000,00 | 28 | 28 |
| 640000,00 | 1300000,00 | 27 | 27 |
| 320000,00 | 640000,00 | 26 | 26 |
| 160000,00 | 320000,00 | 25 | 25 |
| 80000,00 | 160000,00 | 24 | 24 |
| 40000,00 | 80000,00 | 23 | 23 |
| 20000,00 | 40000,00 | 22 | 22 |
| 10000,00 | 20000,00 | 21 | 21 |
| 5000,00 | 10000,00 | 20 | 20 |
| 2500,00 | 5000,00 | 19 | 19 |
| 1300,00 | 2500,00 | 18 | 18 |
| 640,00 | 1300,00 | 17 | 17 |
| 320,00 | 640,00 | 16 | 16 |
| 160,00 | 320,00 | 15 | 15 |
| 80,00 | 160,00 | 14 | 14 |
| 40,00 | 80,00 | 13 | 13 |
| 20,00 | 40,00 | 12 | 12 |
| 10,00 | 20,00 | 11 | 11 |
| 5,00 | 10,00 | 10 | 10 |
| 2,50 | 5,00 | 9 | 9 |
| 1,30 | 2,50 | 8 | 8 |
| 0,64 | 1,30 | 7 | 7 |
| 0,32 | 0,64 | 6 | ≤6 |
| 0,16 | 0,32 | 5 | ≤6 |
| 0,08 | 0,16 | 4 | ≤6 |
| 0,04 | 0,08 | 3 | ≤6 |
| 0,02 | 0,04 | 2 | ≤6 |
| 0,01 | 0,02 | 1 | ≤6 |
16.1.2 Classes de pureza segundo SAE AS 4059F
Como no caso da norma ISO, os valores são contados de forma acumulada (todas as partículas > 4 μm, todas as partículas > 6 μm etc.).
Todos os dados em µm(c)
| Concentração em partículas / ml (ISO MTD) | SAE AS 4059F | Exibição LDP1xx | |||
| 4 μm (A) | >6 μm (B) | >14 μm (C) | >21 μm (D) | ||
| 1,95 | 0,76 | 0,14 | 0,03 | 000 | 000 |
| 3,90 | 1,52 | 0,27 | 0,05 | 00 | 00 |
| 7,80 | 3,04 | 0,54 | 0,10 | 0 | 0 |
| 15,60 | 6,09 | 1,09 | 0,20 | 1 | 1 |
| 31,20 | 12,20 | 2,17 | 0,39 | 2 | 2 |
| 65,20 | 24,30 | 4,32 | 0,76 | 3 | 3 |
| 125,00 | 48,60 | 8,64 | 1,52 | 4 | 4 |
| 250,00 | 97,30 | 17,30 | 3,06 | 5 | 5 |
| 500,00 | 195,00 | 34,60 | 6,12 | 6 | 6 |
| 1000,00 | 389,00 | 69,20 | 12,20 | 7 | 7 |
| 2000,00 | 779,00 | 139,00 | 24,50 | 8 | 8 |
| 4000,00 | 1560,00 | 277,00 | 49,00 | 9 | 9 |
| 8000,00 | 3110,00 | 554,00 | 98,00 | 10 | 10 |
| 16000,00 | 6230,00 | 1110,00 | 196,00 | 11 | 11 |
| 32000,00 | 12500,00 | 2220,00 | 392,00 | 12 | 12 |
16.1.3 Classes de pureza segundo NAS 1638

Esta função está disponível a partir do estado de dispositivo AB.
O NAS 1638 é dividido em diferentes classes de tamanho. 5-15 μm, 15-25 μm, 25-50 μm etc.
Além disso, as partículas são contadas de forma diferenciada e não cumulativa, como na norma ISO 4406.

O dispositivo só pode medir os tamanhos 4, 6, 14 e 21 µm, portanto, a classe de pureza só é determinada de acordo com a norma NAS 1638.
Não é possível fazer um recálculo direto de NAS para ISO.
As concentrações são calculadas de acordo com o esquema a seguir:
- Concentração NAS(5-15 μm) = concentração ISO6 μm - concentração ISO14 μm
- Concentração NAS(15-25 μm) = concentração ISO14 μm - concentração ISO21 μm
- Concentração NAS(25-50 μm) = concentração ISO21 μm
O fator de frequência NAS correspondente é determinado pela tabela a seguir. O maior número entre os três fatores de frequência NAS determinados representa o resultado final.
| Concentração em partículas / ml | Exibição LDP1xx | ||
| 5-15 μm | 15-25 μm | 25-50 μm | |
| 1,25 | 0,22 | 0,01 | 00 |
| 2,50 | 0,44 | 0,08 | 0 |
| 5,00 | 0,89 | 0,16 | 1 |
| 10,00 | 1,78 | 0,32 | 2 |
| 20,00 | 3,56 | 0,63 | 3 |
| 40,00 | 7,12 | 1,26 | 4 |
| 80,00 | 14,25 | 2,53 | 5 |
| 160,00 | 28,50 | 5,06 | 6 |
| 320,00 | 57,00 | 10,12 | 7 |
| 640,00 | 114,00 | 20,25 | 8 |
| 1280,00 | 228,00 | 40,50 | 9 |
| 2560,00 | 456,00 | 81,00 | 10 |
| 5120,00 | 910,00 | 162,00 | 11 |
| 10240,00 | 1824,00 | 324,00 | 12 |
Mesmo que não haja uma relação direta entre a ISO 4406 e a NAS 1638, a tabela a seguir pode servir de referência.
Comparação (aproximada) entre ISO 4406 e NAS 1638:
| NAS | ISO | NAS | ISO |
| 3 | - / 12 / 9 | 8 | - / 17 / 14 |
| 4 | - / 13 / 10 | 9 | - / 18 / 15 |
| 5 | - / 14 / 11 | 10 | - / 19 / 16 |
| 6 | - / 15 / 12 | 11 | - / 20 / 17 |
| 7 | - / 16 / 13 |
17 Manutenção / reparo

ATENÇÃO
Garanta a máxima limpeza durante todo o trabalho no sistema hidráulico.
A penetração de sujeira e líquidos provoca mau funcionamento. Nesses casos, não será possível garantir o funcionamento seguro do dispositivo.
Nunca use solventes ou agentes de limpeza agressivos, pois eles poderão danificar as vedações do dispositivo e acelerar o seu deterioramento.
Não use equipamentos de limpeza de alta pressão. A pressão da água de um equipamento de limpeza de alta pressão pode danificar a hidráulica e as vedações do dispositivo. A água elimina o óleo do sistema hidráulico e das vedações.
▶ Feche todas as aberturas com tampas de proteção/dispositivos de proteção adequados.
▶ Verifique se todas as vedações e tampas dos conectores estão firmes para que não haja penetração de umidade no dispositivo.
▶ Limpe o dispositivo somente com um pano seco feito de tecido não fibroso.
17.1 Manutenção
Se usado de maneira adequada, o dispositivo não necessita de manutenção.
18 Perguntas frequentes (FAQ)
| Pergunta | Resposta |
| Por que aparece um triângulo de advertência no display? Por que o LED vermelho está aceso? | Foi acionado um alarme interno. Compare os ajustes no menu em "AJUSTE ALARMA". |
| Qual é o princípio de medição do monitor de partículas? | O monitor de partículas funciona de acordo com o princípio de extinção de luz. As sombras projetadas pelas partículas são detectadas com ajuda de uma fonte de luz e um receptor. |
| Quais interfaces elétricas o monitor de partículas oferece? | O monitor de partículas tem uma interface CAN e uma interface de 4...20 mA. |
| Como o fluxo volumétrico pode ser mantido constante dentro da faixa especificada? | Em geral, não devem ocorrer grandes alterações no fluxo volumétrico durante uma medição. Se a pressão do sistema for muito alta e, portanto, o fluxo volumétrico através do monitor de partículas também for muito alto, podem ser usados acessórios como orifícios hidráulicos e válvulas de controle. |
| Onde estão instalados os orifícios e as válvulas de controle? | A instalação deve ser feita sempre a jusante no dispositivo. Isso resulta em uma pressão dinâmica acima dispositivo, o que evita a liberação de ar. |
| O dispositivo é compatível com LABS (substâncias que afetam o umedecimento da tinta)? | Não, o dispositivo é calibrado com óleo e, portanto, não pode ser usado no processamento de alimentos. |
| O dispositivo está em conformidade com a ATEX? | O dispositivo básico não atende a nenhuma diretiva ATEX. |
| O dispositivo foi calibrado de acordo com qual norma? | O dispositivo foi calibrado de acordo com a norma ISO 11943. O equipamento usado para a calibração foi calibrado primariamente de acordo com a norma ISO 11171 e, portanto, é rastreável até NIST SRM 2806. |
| Como o dispositivo pode ser limpo? | Limpe o dispositivo com óleo limpo ou solvente (por exemplo, isopropanol). Enxágue com óleo limpo na direção oposta. |
| O que é o índice de fluxo volumétrico? | O índice de fluxo volumétrico é um valor interno usado para calcular as concentrações de partículas. Não se trada do fluxo volumétrico real. |
| Qual é o valor do desvio de medição fora da faixa de medição especificada? | Esse desvio de medição não pode ser especificado. O dispositivo deve ser operado dentro da faixa especificada. |
| Qual é o tempo de validade do certificado de calibração? | O período de validade após a calibração inicial é de 18 meses. Após esse período ou no caso de calibrações subsequentes, a validade é limitada a 12 meses. |
| Como deve ser definido o tempo de medição? | O tempo de medição depende da aplicação. Como regra geral, se recomenda 60 segundos (configuração de fábrica). Se o fluido estiver levemente contaminado, o tempo de medição poderá ser aumentado de acordo. |
| Qual é a diferença entre contador de partículas e monitor de partículas? | Um contador de partículas conta todas as partículas no óleo que passa por ele. Um monitor de partículas detecta apenas uma parte definida das partículas e calcula o restante. |
| O dispositivo pode ser calibrado pelo próprio usuário? | Não, é necessário um conhecimento profundo do dispositivo para calibrá-lo. |
| O dispositivo tem um relógio de tempo real (RTC)? | Não, o dispositivo não tem um relógio em tempo real. O dispositivo tem um contador de horas de operação interno. |
| Como o dispositivo pode ser configurado? | O dispositivo oferece várias opções de configuração. ➕ Manual. |
| O dispositivo está sujeito aos requisitos dos instrumentos e de medição? | Isso depende do usuário/operador. Se os dados de medição forem usados para outras finalidades, geralmente sim. |
| Qual é o local ideal de montagem em uma instalação? | O local de montagem ou o ponto de medição deve refletir a condição geral da instalação. Evite instar a jusante de filtros, bombas, mangueiras e tubulações longas. A pressão do óleo deve ser mantida constante. |
| O dispositivo é compatível com combustíveis diesel? | Sim, o dispositivo é compatível. |
| O dispositivo é compatível com éter de fosfato / Skydrol? | Não, não é compatível. |
| O dispositivo é compatível com óleo de canola? | Há apenas um pequeno efeito do fluido sobre a resistência das vedações internas, mas isso pode levar a um mau funcionamento da peça a longo prazo. |
19 Busca e solução de erros
| Erro | Possíveis causas | Medidas recomendadas |
| Não é possível estabelecer uma comunicação através do barramento CAN. Saída de corrente < 4 mA | O cabo não está conectado corretamente. | Primeiro verifique a conexão elétrica correta do sensor, do cabo de dados e do cabo de alimentação. Consulte o diagrama de conexão especificado. |
| A tensão de operação está fora da faixa especificada. | O dispositivo deve ser sempre operado sempre na faixa entre 9 e 33 VDC. | |
| Barramento de comunicação configurado incorretamente | Verifique a configuração no menu "Communication" | |
| Todos os canais de tamanho indicam valores idênticos. | Ar no óleo | Aumente a pressão operacional dentro da faixa especificada. Aumente a distância até a próxima bomba/ engrenagens / cilindro. |
| Todos os canais de tamanho exibem o valor 0/0/0/0. | Sem fluxo volumétrico | Verifique se a entrada e a saída estão instaladas corretamente. Aumente a pressão operacional dentro da faixa especificada. |
| Não há nenhum resultado de medição válido | Verifique a configuração e o modo de medição. Assegure-se de que uma medição é iniciada e concluída. | |
| Célula de medição suja (o ícone ▶pisca no display) | Limpe o dispositivo com óleo limpo ou solvente (por exemplo, isopropanol). Enxágue com óleo limpo na direção oposta. | |
| Célula de medição com defeito (o ícone ▶pisca no display) | Entre em contato com o serviço de assistência da ifm. | |
| Corrente laser alta Tensão fotoelétrica baixa | Ar no óleo | Aumente a pressão operacional dentro da faixa especificada. Aumente a distância até a próxima bomba/ engrenagens / cilindro. |
| Célula de medição suja | Limpe o dispositivo com óleo limpo ou solvente (por exemplo, isopropanol). Enxágue com óleo limpo na direção oposta. | |
| O visor exibe permanentemente "no valid application". O dispositivo continua reiniciando. | Falha no sistema de base. (todas as linhas de comunicação são desativadas automaticamente). | Entre em contato com o serviço de assistência da ifm. |
| Sem comunicação em série | A configuração da interface é incorreta | Verifique e corrija as definições dos parâmetros da interface, se necessário (por exemplo, 9600, 8.1, N, N). Teste a comunicação usando um programa terminal. |
| Porta de comunicação incorreta selecionada | Verifique e corrija a seleção da porta de comunicação (por exemplo, COM1). | |
| Ortografia incorreta dos comandos do sensor | Verifique a ortografia dos comandos do sensor. Atente para as letras maiúsculas e minúsculas. | |
| A tecla de bloqueio numérico (num lock) está desativada | Ative a tecla de bloqueio numérico (num lock). | |
| O bloqueio de letras maiúsculas (caps lock) está ativado (escrita em letras maiúsculas) | Desative a escrita em letras maiúsculas soltando a tecla shift. | |
| Cabo conectado incorretamente ou com defeito | Use cabos de dados ifm |
20 Manutenção, conservação, transporte e descarte
▶ Limpe em caso de sujeira pesada.
Não é possível consertar o dispositivo.
▶ Descarte o dispositivo após o uso de forma ecológica e conforme as determinações nacionais vigentes.
▶ Em caso de devolução, certifique-se de que o dispositivo esteja livre de impurezas, especialmente de substâncias perigosas e tóxicas.
▶ Transporte somente com embalagens adequadas a fim de evitar danos no dispositivo.


Pmax = 4 W Imax = 0,5 A
Pmax = 4 W Imax = 0,5 A