IFM LDP100 - Monitor óptico de partículas

LDP100 - Monitor óptico de partículas IFM - Manual de utilização gratuito

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Baixe as instruções para o seu Monitor óptico de partículas em formato PDF gratuitamente! Encontre o seu manual LDP100 - IFM e retome o controlo do seu dispositivo eletrónico. Nesta página estão publicados todos os documentos necessários para a utilização do seu dispositivo. LDP100 da marca IFM.

MANUAL DE UTILIZADOR LDP100 IFM

Manual de operação

Monitor óptico de partículas

LDP100

Índice

1 Nota prévia.... 4

1.1 Símbolos utilizados.... 4
1.2 Advertência 4

2 Instruções de segurança 5

2.1 Símbolos de segurança no dispositivo 5
2.2 Instruções de segurança específicas para laser.... 6

3 Transporte, manuseio e armazenamento 7

4 Utilização 8

4.1 Área de aplicação 8
4.2 Limitação da área de aplicação 8

5 Função 9

5.1 Princípio de medição 9
5.2 Processamento dos sinais de medição 9

6 Montagem.... 10

6.1 Dimensões de montagem relevantes.... 10
6.2 Local de montagem e condutores 11
6.3 Carga mecânica 12
6.4 Estabilidade da pressão 12
6.5 Fluxo volumétrico e viscosidade 13
6.6 Sem bolhas e sem gotas 14

7 Conexão elétrica 15

8 Elementos de exibição e de operação 16

8.1 Tela inicial 16
8.2 Indicação do estado 17
8.3 Indicação de hora 17
8.4 Indicação da norma.... 17
8.5 Fatores de frequência.... 17
8.6 Mensagem de erro 17

9 Estrutura do menu 18

10 Parametrização 21

10.1 Modo de operação 21

10.1.1 Medição monitorada pelo tempo 21
10.1.2 Sinal digital (I/O digital) 21
10.1.3 Tecla (botão) 22
10.1.4 Automático 22

10.2 Ajuste alarma (configuração de alarmes).... 22

10.2.1 Tipo alarma (tipo de alarme).... 22

10.2.1.1 Alarme padrão 23
10.2.1.2 Modo filtro 23
10.2.1.3 Alarme de temperatura 23

10.2.2 MEMORIA ALARMA (memória de alarme).... 23
10.2.3 Filtro passa-baixo 24

10.3 Ajuste saída (configuração analógica) 25

10.4 Padrão 25

10.5 Ajuste do fluxo.... 25

10.5.1 Automático 25
10.5.2 Fixo 25

10.6 Comunicação.... 26

10.6.1 Tipo 26
10.7 Taxa de baud CAN 26
10.7.1 NODE-ID CAN 26

10.7.2 PDU INTERVAL.... 26

10.8 Ajuste da tela 27

10.9 Parâmetros do sensor 27

10.9.1 RESULTADOS 27

10.9.2 Eletrônica 28

10.9.3 Horas de operação 28

10.9.4 INFO ERROR (INFORMAÇÕS DE ERRO) 28

10.9.4.1 Decodificação de bits de erro.... 28

10.9.5 Ajustes de fluxo.... 30

11 Calibração 31

12 Saída de corrente analógica 32

12.1 Medição sem resistência de carga 32

12.2 Medição com resistência de carga 32

12.3 Configuração 32

12.4 Conversão da saída de corrente analógica em fator de frequência 33

12.5 Saída de dados sequenciais para ISO 4406:21 e SAE AS 4059F.... 33

12.5.1 Sequencial (padrão).... 33

12.5.2 Sequencial 2 34

13 Entradas e saídas de comutação 36

13.1 Entrada digital 36

13.2 saída de comutação 36

13.2.1 Opção 1.... 36

13.2.2 Opção 2.... 37

14 Comunicação CAN 38

14.1 CANopen 38

14.1.1 "Dicionário de objetos CANopen" geral 39

14.1.2 Objetos de comunicação CANopen 39

14.1.3 Objeto de dados de serviço (SDO - Service Data Object).... 40

14.1.4 Objeto de dados do processo (PDO) 42

14.1.5 Mapeamento do PDO 42

14.1.6 Informação detalhada sobre o "Dicionário de objetos CANopen" 43

14.1.6.1 Communication Profile Area 44

14.2 CAN J1939 52

14.2.1 Visão geral e estrutura do protocolo SAE J1939.... 53

14.2.2 Formato 1 de PDU 53

14.2.3 Formato 2 de PDU 53

14.2.4 Mapeamento de parâmetros 53

14.2.4.1 SPN 53

14.2.4.2 PDU 1 (addressed) 56

14.2.4.3 PDU 2 (Broadcast) 58

15 Funcionamento.... 59

15.1 Eliminação de erros.... 59

16 Sistemas de classificação.... 60

16.1 Definição dos tamanhos de partículas 60

16.1.1 Classes de pureza segundo a norma ISO 4406:21 61

16.1.2 Classes de pureza segundo SAE AS 4059F 61

16.1.3 Classes de pureza segundo NAS 1638 62

17 Manutenção / reparo 64

17.1 Manutenção 64

18 Perguntas frequentes (FAQ) 65

19 Busca e solução de erros 67

20 Manutenção, conservação, transporte e descarte 69

1 Nota prévia

Instrução, dados técnicos, homologações e mais informações disponíveis através do código QR no dispositivo/na embalagem ou pelo link documentation.ifm.com.

1.1 Símbolos utilizados

√ Pré-requisito
▶ Instrução de procedimento
Reação, resultado

Em Designação de teclas, botões ou exibições negrito

Referência cruzada sem link
Referência cruzada com link

IFM LDP100 - Símbolos utilizados - 1

Informação importante

Falhas de funcionamento ou interferências possíveis em caso de inobservância

IFM LDP100 - Símbolos utilizados - 2

Informação

Informação complementar

1.2 Advertência

As advertências alertam sobre possíveis danos pessoais e materiais. Isso permite o manuseio seguro do produto. As advertências são classificadas da seguinte forma:

IFM LDP100 - Advertência - 1

ADVERTÊNCIA

Advertência sobre o perigo de lesões graves

▷ A não observância da advertência pode levar a risco de morte ou lesões graves.

IFM LDP100 - Advertência - 2

CUIDADO

Advertência sobre danos pessoais leves a moderados

▷ A não observância da advertência pode levar a risco de lesões leves a moderadas.

IFM LDP100 - Advertência - 3

ATENÇÃO

Advertência sobre danos materiais

▷ A não observância da advertência pode levar a danos materiais.

2 Instruções de segurança

- O dispositivo descrito é instalado como subcomponente em um sistema.

  • A segurança deste sistema é de responsabilidade do fabricante.
  • O fabricante do sistema é obrigado a realizar uma avaliação de risco e a elaborar uma documentação conforme os requisitos legais e regulamentares para fornecer ao operador e ao usuário do sistema. Esta deve conter todas as informações e instruções de segurança necessárias para o operador, os usuários e, caso necessário, a equipe de serviço autorizada pelo fabricante do sistema.

  • Este documento deve ser lido antes do início das atividades e deve ser conservado durante toda a vida útil do produto.

  • O produto deve ser completamente compatível com as aplicações e com as condições ambientes.
  • Utilize o produto somente de forma adequada (→ Utilização adequada).
  • O desrespeito às instruções de operação ou às especificações técnicas pode causar danos materiais e/ou pessoais.
  • O fabricante não assume nenhuma responsabilidade ou garantia pelas intervenções feitas no produto ou pela utilização incorreta realizada pelo usuário.
  • A instalação, a conexão elétrica, o manuseio, a operação e a manutenção do produto devem ser realizadas somente por pessoal treinado, qualificado, e autorizado pelo responsável da instalação.
  • Proteja os dispositivos e cabos eficazmente contra danos.
  • Utilize o produto somente para fluidos permitidos (→ Dados técnicos).

IFM LDP100 - Instruções de segurança - 1

CUIDADO

Com temperaturas de fluidos acima de 50 °C (122 °F), algumas partes do invólucro podem aquecer e exceder 65 °C (149 °F).

▷ Perigo de queimadura.
▶ Proteja o invólucro contra o contato com materiais inflamáveis e contra contato involuntário.

IFM LDP100 - Instruções de segurança - 2

CUIDADO

Risco devido à pressão e aos fluidos no sistema da instalação.

Risco devido à temperatura da instalação e do fluido.

▷ Risco de lesão por pressão, vazamento de fluidos ou queimadura.
▶ Antes de instalar ou desinstalar o dispositivo, certifique-se de que a instalação esteja despressurizada.
▶ Antes de instalar ou desinstalar o dispositivo, certifique-se de que a instalação esteja fria.

2.1 Símbolos de segurança no dispositivo

Os símbolos a seguir são usados no dispositivo.

▶ Siga as instruções para evitar riscos:

IFM LDP100 - Símbolos de segurança no dispositivo - 1

IFM LDP100 - Símbolos de segurança no dispositivo - 2

Atenção! Consulte a documentação digital do usuário.

IFM LDP100 - Símbolos de segurança no dispositivo - 3

Consulte a documentação digital do usuário.

IFM LDP100 - Símbolos de segurança no dispositivo - 4

Dispositivo da classe de proteção III.

2.2 Instruções de segurança específicas para laser

IFM LDP100 - Instruções de segurança específicas para laser - 1

CUIDADO

Nunca remova as coberturas. Existe o risco de lesões por radiação do laser.

O monitor óptico de partículas contém um laser que, quando usado como previsto, é classificado como um laser da classe 1 de acordo com a norma DIN EN 60825-1:2001-11. A radiação laser acessível não é perigosa em condições razoavelmente previsíveis.

No caso de dispositivos a laser de classe 1, não é possível descartar ofuscamento, alteração na percepção das cores e incômodos, entre outros, na faixa de potência superior.

Além da placa de identificação localizada na parte posterior do dispositivo, também é indicada a classe de laser de acordo com a norma DIN EN 60825-1.

LASER CLASS 1

IFM LDP100 - Instruções de segurança específicas para laser - 2

3 Transporte, manuseio e armazenamento

▶ Armazene o dispositivo em sua embalagem original.
▶ Ao armazenar o dispositivo novamente, utilize a sua embalagem original.
▶ Caso contrário, coloque um conector compatível ou uma tampa de proteção nas conexões não utilizadas e embale o dispositivo adequadamente.
▶ Ao armazenar, observe as condições ambientais permitidas para o dispositivo (→ dados técnicos).
▶ Em caso de devolução, certifique-se de que o dispositivo esteja livre de impurezas, especialmente de substâncias perigosas e tóxicas.

4 Utilização

O produto é um componente hidráulico.

O dispositivo é um monitor óptico de partículas que é utilizado para monitorar a pureza dos óleos hidráulicos. O dispositivo funciona de acordo com o princípio da extinção da luz (atenuação da radiação) e mede as partículas presentes no fluido.

Os valores medidos são convertidos em classes de pureza padronizadas e exibidos no display.

Os dados de medição podem ser lidos e transmitidos através de diferentes interfaces.

4.1 Área de aplicação

IFM LDP100 - Área de aplicação - 1

O dispositivo é apropriado para o uso em tubulações com pressão não superiores a 420 bar.

O dispositivo possui duas conexões Minimess com as quais está conectado ao sistema de pressão. Em regra, o dispositivo é conectado ao fluxo externo através de conexões em T. Depois disso, a pressão do sistema fornece a vazão necessária.

IFM LDP100 - Área de aplicação - 2

A pressão do sistema pode variar, mas não deve apresentar picos ou fortes flutuações durante a medição Estabilidade da pressão ➞ 12. O objetivo é manter as condições de pressão o mais constante possíveis. Em caso de picos de pressão, pode ser necessário diminuir a pressão do sistema a jusante do contador,

IFM LDP100 - Área de aplicação - 3

Para uma operação sem falhas, o dispositivo requer um fluxo volumétrico constante entre 50 e 400 ml/min. Este valor se aplica a ambas as direções de fluxo. A direção pode ser selecionada livremente.

IFM LDP100 - Área de aplicação - 4

Além do nível de pureza, o dispositivo também exibe a temperatura do invólucro.

4.2 Limitação da área de aplicação

IFM LDP100 - Limitação da área de aplicação - 1

Para uma medição correta é preciso que o líquido medido esteja livre de bolhas e gotas.

IFM LDP100 - Limitação da área de aplicação - 2

Diretiva de Equipamentos sob Pressão (DEP): O dispositivo atende o disposto no artigo 3, parágrafo (3) da diretiva 97/23/CE e foi concebido e fabricado para fluidos do grupo de fluidos 2 (gases estáveis e fluidos não sobreaquecidos) em conformidade com as boas práticas de engenharia.

5 Função

5.1 Princípio de medição

O dispositivo trabalha de acordo com o princípio da extinção de luz. As partículas são classificadas em uma célula de medição por meio de um laser de acordo com o seu tamanho e quantidade. O valor medido é fornecido de acordo com a ISO 4406:21 (configuração de fábrica), SAE AS4059F ou NAS 1638.

IFM LDP100 - Princípio de medição - 1

IFM LDP100 - Princípio de medição - 2

1: Célula de medição
2: Raio laser
3: Fotodiodo
U: Tensão do fotodiodo
t: Tempo

Os componentes elementares são uma célula de medição por onde passa o fluido (1), um raio laser (3) e um fotodiodo (2). Quando uma partícula passa através do raio laser, a intensidade detectada pelo fotodiodo diminui. Quanto maior a partícula, maior a redução da intensidade.

5.2 Processamento dos sinais de medição

O dispositivo determina continuamente os valores de medição / dados e os emite através das saídas / interfaces atribuídas (→ Conexão elétrica):

• Dados através do barramento CAN
- Saída analógica configurável (4...20 mA)
- Saída de alarme binária

IFM LDP100 - Processamento dos sinais de medição - 1

Além disso, o dispositivo armazena os dados na memória integrada.

6 Montagem

IFM LDP100 - Montagem - 1

CUIDADO

Risco devido à pressão e aos fluidos no sistema da instalação.

Risco devido à temperatura da instalação e do fluido.

▷ Risco de lesão por pressão, vazamento de fluidos ou queimadura.
▶ Antes de instalar ou desinstalar o dispositivo, certifique-se de que a instalação esteja despressurizada.
▶ Antes de instalar ou desinstalar o dispositivo, certifique-se de que a instalação esteja fria.

IFM LDP100 - Montagem - 2

CUIDADO

Com temperaturas de fluidos acima de 50 °C (122 °F), algumas partes do invólucro podem aquecer e exceder 65 °C (149 °F).

▷ Perigo de queimadura.
▶ Proteja o invólucro contra o contato com materiais inflamáveis e contra contato involuntário.

IFM LDP100 - Montagem - 3

Há uma membrana de compensação de pressão na parte traseira do dispositivo que não deve ser danificada em nenhuma circunstância. Proceda com cuidado ao trabalhar na parte traseira

IFM LDP100 - Montagem - 4

O sensor é fornecido sem instalação e sem acessórios de conexão.

IFM LDP100 - Montagem - 5

Use somente acessórios da empresa ifm electronic gmbh! Caso sejam utilizados componentes de outros fabricantes, não é garantido um funcionamento ideal.

IFM LDP100 - Montagem - 6

Acessórios disponíveis: www.ifm.com.

6.1 Dimensões de montagem relevantes

IFM LDP100 - Dimensões de montagem relevantes - 1

Fig. 1: Vista de baixo

IFM LDP100 - Dimensões de montagem relevantes - 2

Fig. 2: Vista da parte traseira
1: Membrana de compensação de pressão

6.2 Local de montagem e condutores

Conecte o monitor de partículas a uma tubulação de pressão no fluxo secundário.

A direção do fluxo não é importante.

O dispositivo deve ser instalado em um local acessível para permitir a leitura do visor e a operação das teclas. Quanto mais longo for o tubo, maior será o risco de haver depósito de partículas de tamanho maior. Além disso, especialmente com viscosidades mais altas quando são utilizados tubos Minimess, é preciso garantir que a pressão seja suficientemente alta para definir o fluxo volumétrico necessário entre 50 e 400 ml/min.

Um controle de fluxo ou redução de pressão deve sempre ser instalado a jusante do monitor de partículas, pois podem gerar turbulência ou bolhas de ar que levam a erros de medição.

Se for necessária uma bomba para gerar o fluxo exigido, ela deve funcionar com a menor quantidade possível de pulsações e ser instalada a uma distância suficiente, recomenda-se 2 metros, a montante do monitor de partículas. Caso contrário, poderá haver formação de bolhas no lado da sucção, o que levaria a erros de medição.

Se houver suspeita de bolhas de ar no sistema, é necessária uma seção atenuada na forma de uma mangueira de aproximadamente 2 m a montante do dispositivo.

IFM LDP100 - Local de montagem e condutores - 1

Fig. 3: Conexão hidráulica. Evite furos cegos na tubulação de alimentação.

IFM LDP100 - Local de montagem e condutores - 2

A instalação deve ser feita no circuito hidráulico em um ponto relevante para a tarefa de medição, onde prevaleçam condições de pressão constante.

A pressão pode variar, mas não deve apresentar picos ou fortes flutuações durante a medição.

Em relação ao comprimento dos condutores: quanto mais curto, melhor. Quando mais longos, maior é o risco de ocorrerem depósitos de partículas.
Especialmente no caso de condutores Minimess, assegure-se de que a pressão seja suficientemente alta para garantir o fluxo volumétrico necessário (→ Fluxo volumétrico e viscosidade).
As conexões Minimess podem ser substituídas por outras conexões roscadas. No entanto, deve-se observar um torque de aperto máximo de 25 Nm.

Nenhuma sujeira, cavaco ou outras impurezas podem entrar no interior do dispositivo ao substituir o acoplamento de conexão.

6.3 Carga mecânica

A carga mecânica do dispositivo não deve exceder os valores a seguir:

CargaFrequênciaCarga
Vibração máxima nos três eixos.5...9 HzAmplitude: + / -15 mm
9...16,5 Hz3 g
16,5...200 Hz10 g

Cargas mecânicas não permitidas:

IFM LDP100 - Carga mecânica - 1

6.4 Estabilidade da pressão

A pressão do sistema pode variar, mas não deve apresentar picos ou fortes flutuações durante a medição. O objetivo é manter as condições de pressão o mais constante possíveis. Pode ser necessário diminuir a pressão do sistema a jusante.
Por experiência, recomenda-se conectar uma tubulação de controle de óleo. Como regra geral, neste ponto prevalecem condições moderadas de pressão. Além disso, em condições normais um fluxo volumétrico de 400 ml/min não representa nenhum problema para o circuito de controle. Se nenhum circuito de controle estiver disponível, um possível circuito de filtragem/refrigeração é uma boa alternativa.

IFM LDP100 - Estabilidade da pressão - 1

Fig. 4: Curva de pressão aceitável
IFM LDP100 - Estabilidade da pressão - 2

Fig. 5: Curva de pressão não aceitável

6.5 Fluxo volumétrico e viscosidade

IFM LDP100 - Fluxo volumétrico e viscosidade - 1

Para uma operação sem falhas, o dispositivo requer um fluxo volumétrico constante entre 50 e 400 ml/min. Este valor se aplica a ambas as direções de fluxo. A direção pode ser selecionada livremente.

IFM LDP100 - Fluxo volumétrico e viscosidade - 2

Especialmente no caso de altas do viscosidades, certifique-se de que a pressão seja suficientemente alta para garantir o fluxo volumétrico necessário.

A imagem a seguir ilustra a diferença de pressão em função do fluxo volumétrico para diferentes viscosidades:

IFM LDP100 - Fluxo volumétrico e viscosidade - 3

Fig. 6: Fluxo volumétrico e viscosidade

y: Δp em bar

x: Fluxo volumétrico em l/min

1: Faixa aceitável

Com a ajuda da imagem anterior e a especificação do fluxo volumétrico necessário, pode-se estimar a diferença de pressão requerida ( Δp ).

6.6 Sem bolhas e sem gotas

IFM LDP100 - Sem bolhas e sem gotas - 1

Não deve haver presença de bolhas ou gotas no líquido a ser medido. Caso contrário, o resultado da medição poderá ser alterado.

IFM LDP100 - Sem bolhas e sem gotas - 2

Um indicador de formação de bolhas ou gotas no líquido medido é geralmente um número de partículas muito alto. Também pode ser possível detectar esta condição no mesmo número de partículas nos canais de tamanho. A avaliação a olho nu é muito pouco confiável.

A observação das seguintes instruções pode ajudar a reduzir a formação de bolhas ou gotas:

▶ Tome medidas técnicas para a regulagem da vazão ou redução de pressão a jusante do ponto de medição.
▶ Se for preciso gerar o fluxo volumétrico através de uma bomba: certifique-se de que as características de pulsação sejam as mais baixas possíveis e, de preferência, use uma bomba de foice. Instale a bomba antes do ponto de medição, pois se for instalada na área de sucção é possível haver formação de bolhas que podem levar a contagens incorretas.

7 Conexão elétrica

IFM LDP100 - Conexão elétrica - 1

O dispositivo deve ser instalado somente por um técnico eletricista qualificado.

Siga as normas nacionais e internacionais para a montagem de instalações eletrotécnicas.

Alimentação de tensão conforme SELV, PELV.

IFM LDP100 - Conexão elétrica - 2

Utilize um cabo blindado para o sensor!

▶ Desconecte a tensão da instalação.
▶ Conecte o dispositivo do seguinte modo:

IFM LDP100 - Conexão elétrica - 3

IFM LDP100 - Conexão elétrica - 4

1:L+9...33 V DC
2:L-0 V DC 1)
3:CANLComunicação CAN (aplica-se a CANopen e J1939)
4:CANHComunicação CAN (aplica-se a CANopen e J1939)
5:InEntrada de comutação 2)
6:Out 14...20 mA
7:Out 2Alarme; saída de coletor aberto (open collector).
8:GND 1Saída digital Out 1
blindagem 1)
1) L- e blindagem estão conectados ao invólucro. 2) o nível baixo ativa o ciclo de medição

IFM LDP100 - Conexão elétrica - 5

A saída Out 2 é uma saída de coletor aberto sem proteção contra curto-circuito, não possui proteção contra sobrecorrente ou temperatura excessiva.

I _ = 0, 5 A

8 Elementos de exibição e de operação

IFM LDP100 - Elementos de exibição e de operação - 1

1: LED verde power
2: LED vermelho alarm
3: Display
4: Botão de seleção Enter
5: Botão com seta para cima ▲ / botão com seta para baixo ▼

4: Botão de seleção Enter

O botão de seleção permite ir para o próximo nível do menu. Se for necessário ajustar valores, pressione o botão de seleção para ir para a posição seguinte.

5: Botão seta para cima ▲ / botão seta para baixo ▼

Estes botões permitem navegar no menu e percorrer as entradas.

Outras funções dos botões:

  • Voltar: pressione simultaneamente os botões com seta para cima ▲ e seta para baixo ▼.
  • Alterar valores: pressione o botão seta para cima ▲ ou a seta para baixo ▼ para marcar o parâmetro desejado na estrutura do menu. Pressione o botão de seleção Enter para selecionar o parâmetro, o valor é alterado com o botão seta para cima ▲ ou seta para baixo ▼. As alterações são confirmadas pressionado o botão de seleção Enter, após o último dígito da opção de entrada.

IFM LDP100 - Elementos de exibição e de operação - 2

Se for pulado para o próximo nível superior antes de pressionar o botão de seleção, as alterações não serão gravadas.

8.1 Tela inicial

O estado do dispositivo pode ser visto na tela inicial.

IFM LDP100 - Tela inicial - 1

1: Indicação do estado
2: Indicação de hora em mm:ss
3: Sem especificação de tempo
4: Indicação da norma
5: Fatores de frequência para > 4 / > 6 / > 14 / > 21 μm
6: Mensagem de erro Mensagem de erro → 17

8.2 Indicação do estado

Medição em andamento ▶ piscando continuamente: sensor sujo / óleo muito escuro.

Ajuste do laser ▶ piscando: por aproximadamente 2 a 3 segundos no início de cada medição.

Dispositivo em modo de pausa II.

8.3 Indicação de hora

• Medição em andamento:

Indica o tempo decorrido ou restante da medição em andamento de acordo com o modo de operação. Indicação em minutos : segundos.

- Modo de pausa:

Indica o tempo restante até a próxima medição. Indicação em minutos : segundos

Se o tempo de pausa for alterado no modo de pausa e for inferior ao tempo já decorrido, aparece no display - - : - - Essa indicação permanece até o tempo original terminar. Depois, o novo tempo de pausa é ativado.

8.4 Indicação da norma

Indicação sobre a norma ISO, SAE ou NAS exibida no momento. A seleção é feita por meio do menu.

IFM LDP100 - Indicação da norma - 1

A norma NAS está disponível a partir do estado de dispositivo AB

8.5 Fatores de frequência

Exibição dos fatores de frequência da última medição realizada. A quantidade de fatores de frequência pode variar dependendo da norma selecionada. No caso da norma NAS, só é exibido um fator de frequência.

IFM LDP100 - Fatores de frequência - 1

Os fatores de frequência e acordo com a norma ISO 4406 entre 1 e 6 são sempre exibidos com ≤ 6.

De acordo com a norma ISO 4406, o fator de frequência do canal de medição de 21 µ m não é analisado. No entanto, o valor de medição é exibido como informação adicional e é representado com um tamanho reduzido.

8.6 Mensagem de erro

O dispositivo verifica as condições de medição para cada medição. No caso de uma medição incorreta, além do resultado da medição, é exibida também uma mensagem de erro no display. A mensagem de erro pisca. Se houver várias mensagens de erro, elas aparecerão alternadamente.

Mensagem de erroSignificadoPré-requisito
FL LOFluxo muito baixoERC0, Bit_10
FL HIFluxo muito altoERC0, Bit_9
CELLErro na célula de medição, laser ou detector fora da faixa.ERC3, Bit_0 v Bit_1 v Bit_2 v Bit_3
C LOConcentração muito baixaERC0, Bit_14
C HIConcentração muito altaERC0, Bit_8
2 CLNMedição não plausívelERC0, Bit_13

9 Estrutura do menu

IFM LDP100 - Estrutura do menu - 1

IFM LDP100 - Estrutura do menu - 2

IFM LDP100 - Estrutura do menu - 3

IFM LDP100 - Estrutura do menu - 4

IFM LDP100 - Estrutura do menu - 5

IFM LDP100 - Estrutura do menu - 6

10 Parametrização

10.1 Modo de operação

Existem quatro modos de operação disponíveis que podem ser definidos no menu. No início de uma medição, o laser interno se ajusta automaticamente. Esse processo pode ser reconhecido pelo ícone ▶ piscando no display e, normalmente, dura cerca de 2 a 3 segundos. Depois, o ícone fica permanentemente aceso e a medição começa. O modo de pausa é reconhecido pelo ícone II.

IFM LDP100 - Modo de operação - 1

Deve-se manter tempos de medição entre 30 e 300 segundos. Para níveis de pureza de acordo com a norma ISO 4406:21 de 15 (a 4µm(c) ) e melhores, o tempo de medição deve ser de pelo menos 120 segundos. O valor padrão é de 60 segundos.

10.1.1 Medição monitorada pelo tempo

O dispositivo trabalha com a duração de medição definida e os tempos de espera entre as medições. Deve-se atentar para as seguintes opções de ajuste:

Limite de ajusteValor mín. / segundosValor máx. / segundos
Tempo de medição30300
Tempo de pausa186400 (24 h)
Tempo de medição configurado de fábrica60
Tempo de pausa configurado de fábrica10

Nota sobre a especificação de hora na tela inicial:

  • Medição em andamento: tempo restante até o final da medição (contador descendente)
  • Modo de pausa: tempo restante até a próxima medição (contador descendente)

10.1.2 Sinal digital (I/O digital)

Uma medição fica em execução ▶ quanto o pino 5 do conector M12 estiver conectado à tensão de alimentação (L+) ou permanecer desconectado. Se o pino 5 for conectado à massa (L-, pino 2), o modo de pausa II ficará ativo.

A corrente máxima de entrada no pino 5 é de 10 mA.

Nota sobre a especificação de hora na tela inicial:

Medição em andamento: tempo decorrido (contador ascendente)

Modo de pausa: exibição do tempo de medição da última medição (exibição estática)

Ocupação do pino 5Função
Tensão de alimentação (L+)Medição em andamento ▶
Não conectadoMedição em andamento ▶
Massa (L-, pino 2)Modo de pausa II

10.1.3 Tecla (botão)

Uma medição pode ser iniciada e encerrada de duas maneiras.

  • Pressionando manualmente o botão ←.
  • Com um comando "Iniciar" e "Interromper" por meio da linha de comunicação digital. Isso pode ser feito via CANopen ou CAN J1939.

Após a conclusão de uma medição, o resultado da medição é exibido na tela inicial. Observe a duração mínima e máxima recomendada para a medição.

Nota sobre a especificação de hora na tela inicial:

Medição em andamento: tempo decorrido (contador ascendente)

Modo de pausa: exibição do tempo de medição da última medição (exibição estática)

10.1.4 Automático

No modo automático, o tempo de medição é determinado dinamicamente, dependendo da vazão e da concentração de partículas.

Uma medição é executada até que as seguintes condições sejam atendidas:

  • Um número definido de partículas foi detectado e
  • o tempo de medição é de pelo menos 45 segundos ou
  • o tempo de medição é superior a 300 segundos

Depois que as condições forem atendidas, o resultado será determinado e exibido. O número de partículas necessárias pode ser alterado por meio da interface serial através do comando WAutoParts. Veja o capítulo Comunicação CAN ➞ 38. No entanto, esse valor só dever ser alterado por um usuário experiente. A configuração de fábrica é 200.

Nota sobre a especificação de hora na tela inicial:

Medição em andamento: tempo decorrido (contador ascendente)

Modo de pausa: não disponível, uma nova medição é iniciada automaticamente.

10.2 Ajuste alarma (configuração de alarmes)

10.2.1 Tipo alarma (tipo de alarme)

Existem três modos de alarme disponíveis que podem ser definidos no menu.

Os três alarmes estão conectados entre si. Se um dos três alarmes estiver ativado, isso será sinalizado da seguinte maneira:

  • A indicação de "Alarme" acende em vermelho
  • Triângulo de advertência com ponto de exclamação piscando no display
  • Saída de alarme ativa no pino 7 Conexão elétrica ➞ 15
  • Definição de determinados bits nas informações de erro (ERC) INFO ERROR (INFORMAÇÕS DE ERRO) 28

IFM LDP100 - Tipo alarma (tipo de alarme) - 1

Os resultados de medição de 0 (ZERO) são emitidos como não plausíveis. O gerenciamento de alarmes é ignorado nesse caso. Isso não se aplica ao alarme de temperatura.

10.2.1.1 Alarme padrão

Pode ser definido um valor-limite separado para cada fator de frequência (OZ) medido. Se uma classe de tamanho não for considerada, então deve-se definir o menor valor. O alarme é ativado assim que uma classe de pureza medida atingir ou ultrapassar o valor-limite definido.

NormaFaixa de ajusteValor para a desativaçãoCondições do alarme
ISO 4406:210, 1, 2...280OZ 4 μm ≥ valor-limite ouOZ 6 μm ≥ valor-limite ouOZ 14 μm ≥ valor-limite ouOZ 21 μm ≥ valor-limite
SAE AS 4059F000, 00, 0, 1, 2...12000
NAS 163800, 0, 1, 2 ...1200OZ ≥ valor-limite

10.2.1.2 Modo filtro

Pode ser definido um valor-limite separado para cada fator de frequência (OZ) medido. Se uma classe de tamanho não for considerada, então deve-se definir o menor valor. O alarme é ativado assim que uma classe de pureza medida atingir ou ultrapassar o valor-limite definido.

PadrãoFaixa de ajusteValor para a desativaçãoCondições do alarme
ISO 4406:210, 1, 2...280OZ 4 μm ≥ valor-limite ouOZ 6 μm ≥ valor-limite ouOZ 14 μm ≥ valor-limite ouOZ 21 μm ≥ valor-limite
SAE AS 4059F000, 00, 0, 1, 2...12000
NAS 163800, 0, 1, 2...1200OZ ≥ valor-limite

10.2.1.3 Alarme de temperatura

IFM LDP100 - Alarme de temperatura - 1

Disponível a partir do estado de dispositivo AB.

Nesse caso pode ser definido um valor-limite para a temperatura. O alarme de temperatura fica ativo quando o valor-limite é atingido ou excedido. Para desativar, deve ser definido um valor-limite de "00". A temperatura medida não corresponde diretamente à temperatura do óleo. Faixa de ajuste: 00...85 (00=desativado).

10.2.2 MEMORIA ALARMA (memória de alarme)

Há duas maneiras de remover um alarme sinalizado. O ajuste pode ser feito no menu.

  1. Desativação automática

Se as condições de um alarme não forem mais atendidas, o alarme será automaticamente cancelado.

  1. Confirmar

O alarme continua a ser exibido mesmo que as condições para alarme não sejam mais atendidas. Continua sendo exibido até ser removido manualmente. A remoção manual é gerada pressionando os botões com SETA PARA CIMA ▲ e com SETA PARA BAIXO ▼ simultaneamente.

10.2.3 Filtro passa-baixo

Em um sistema hidráulico podem ocorrer aumentos de curto prazo na concentração (picos) que não são representativo para o sistema completo, por exemplo, devido ao acionamento de uma válvula manual. O LDP100 detecta essa alteração e a exibe corretamente.

O filtro passa-baixo garante que não seja acionado um alarme a cada pico se um limite de alarme estiver definido. As concentrações de partículas relevantes para o alarme são suavizadas internamente e só é emitido um alarme se houver uma alteração contínua no valor de medição. A saída do valor de medição e a visualização não são afetadas pela filtragem.

No caso de um fluxo volumétrico de 0 ml/min ou uma classe ISO de 0 a 4 µ m, a função de filtro é automaticamente desativada.

Faixa de ajuste: 1...255 (1=desativado)

Configuração de fábrica: 2

Valor recomendado: ≤ 10

O diagrama a seguir mostra uma resposta escalonada para diferentes valores do filtro passa-baixo. A tabela mostra quantas medições devem ser realizadas para que a concentração interna para avaliação de alarme atinja 90% da concentração realmente medida.

IFM LDP100 - Filtro passa-baixo - 1

Fig. 7: Resposta escalonada para valores de filtro passa-baixo 2, 10, 15 e 25
1: Concentração p/ml
2: Medições

Valor do filtro passa-baixo2510152550100
Número de medições até 90 %310213356113229

10.3 Ajuste saída (configuração analógica)

Os resultados da medição podem ser emitidos através da saída de corrente analógica (4...20 mA). A tabela a seguir mostra uma visão geral das opções de ajuste.

Para medir a corrente e as conversões: Saída de corrente analógica ➞ 32

Seleção do menuSaída de corrente analógica
4 μmSaída estática do fator de frequência para 4 μm em função do padrão ISO ou SAE configurado
6 μmSaída estática do fator de frequência para 6 μm em função do padrão ISO ou SAE configurado
14 μmSaída estática do fator de frequência para 14 μm em função do padrão ISO ou SAE configurado
21 μmSaída estática do fator de frequência para 21 μm em função do padrão ISO ou SAE configurado
SEQUENCIAL (norma)Saída sequencial dos fatores de frequência para 4, 6, 14 e 21 μm em função do padrão ISO ou SAE configurado
SEQUENCIAL 2Saída sequencial do fator de frequência para 4, 6, 14 e 21 μm com código de erro (ERC) em função do padrão ISO ou SAE configurado.
NAS 1638Saída independente do padrão configurado. Portanto, ISO ou SAE podem ser exibidos no monitor LCD, mas NAS é emitido por meio da saída de corrente analógica

10.4 Padrão

A exibição da pureza pode ser selecionada de acordo com um dos padrões seguintes:

  • ISO 4406:21
  • SAE AS 4059F
    • NAS 1638

Deve-se observar que os tamanhos 38 e 70 µm não são analisados em canais separados no caso da SAE AS 4059F.

A configuração só se aplica à exibição na tela inicial. Todos os padrões são visíveis na memória interna e quando a saída é feita por meio da interface digital (CAN).

O padrão selecionado pode ser visto na parte inferior esquerda da tela inicial.

10.5 Ajuste do fluxo

10.5.1 Automático

Além do tamanho e do número de partículas, o dispositivo também calcula um índice de fluxo volumétrico para poder calcular a concentração de partículas.

IFM LDP100 - Automático - 1

O índice de fluxo volumétrico determinado não é uma medida exata do fluxo volumétrico. Se trata de um valor calculado internamente que pode ser usado como um indicador durante a instalação e a entrada em operação do dispositivo. O dispositivo não deve ser considerado ou usado como um medidor de vazão.

10.5.2 Fixo

A concentração de partículas é então calculada com base no fluxo volumétrico fixo. O valor deve ser inserido em ml / min.

Deve-se garantir que não haja uma diferença significativa entre o fluxo volumétrico real e a fixo. Caso contrário, as concentrações de partículas calculadas a partir destes valores não serão corretas.

10.6 Comunicação

Existem várias opções de configuração disponíveis que podem ser definidas no menu.

10.6.1 Tipo

O tipo de configuração da interface digital pode ser selecionado nesse ponto. Apenas um tipo pode ser selecionado. A conexão física é sempre a mesma.

Estão disponíveis os seguintes tipos:

  • CANopen
    • CAN J1939

IFM LDP100 - Tipo - 1

CAN J1939 disponível a partir do estado de dispositivo AB.

A configuração só é ativada depois que o dispositivo é reiniciado.

O CANopen e o CAN J1939 são operados com os mesmos níveis de tensão física. Se for detectado "CAN" como o tipo, será usado o protocolo CANopen (configuração de fábrica). Se for usado J1939, se deve ativar "CAN J1939". Mais informações: Comunicação CAN ➞ 38

10.7 Taxa de baud CAN

A taxa de baud indica a velocidade de transmissão para o protocolo CANopen e CAN J1939. A unidade física da taxa de baud é kilobits por segundo.

Estão disponíveis os seguintes ajustes:

• 125 BAUD
• 250K BAUD
- 500K BAUD
• 1000K BAUD
• TERM. CAN CAN

Com a ativação de « TERM. CAN », a linha de transmissão no dispositivo é terminada com uma resistência de terminação de 120 ohms.

10.7.1 NODE-ID CAN

A identificação do nó é o endereço pelo qual o dispositivo pode ser acessado através do barramento CAN. A identificação do nó é necessária para o protocolo CANopen e CAN J1939.

Faixa de ajuste: 1...127 (decimal)

Configuração de fábrica: 32 (decimal)

10.7.2 PDU INTERVAL

O intervalo PDU2 é o intervalo em que o dispositivo envia mensagens PDU2 (Broadcasts) por meio do barramento CAN.

10.8 Ajuste da tela

Há várias opções de configuração disponíveis para o display.

- Iluminação:

Esse parâmetro permite selecionar se a luz de fundo deve ficar permanentemente ativa ou se deve ser desativada automaticamente após 10 segundos.

- Contraste:

Ajuste do contraste por meio de uma visualização de barras.

Botão SETA PARA CIMA ▲ = aumenta o contraste, botão SETA PARA BAIXO ▼ = diminui o contraste

Confirmação por meio do botão Enter

10.9 Parâmetros do sensor

10.9.1 RESULTADOS

Exibição dos resultados das últimas medições válidas. Pressione os botões SETA PARA CIMA ▲ e SETA PARA BAIXO ▼ para exibir todos os resultados de uma medição. Pressione o botão Enter ◄ para ir para o resultado da medição anterior.

A representação dos fatores de frequência muda com a seleção do padrão.

IFM LDP100 - RESULTADOS - 1

Fig. 8: Exibição do resultado e do histórico da medição

10.9.2 Eletrônica

Exibição dos parâmetros internos do sensor. O usuário não pode modificar nenhum desses dados.

- Corrente de laser:

Corrente usada para operar o laser interno. O valor deve estar entre 1 mA e 2,8 mA. Se o valor estiver fora dessa faixa, há risco de mau funcionamento. Busca e solução de erros ➞ 67

• TENSAO DIODO:

Tensão do detector interno. O valor deve estar entre 3,7 V e 4,3 V. Se o valor estiver fora dessa faixa, há risco de mau funcionamento. Busca e solução de erros ➕ 67

- Temperatura:

Temperatura interna da eletrônica. O valor exibido não corresponde diretamente à temperatura do óleo.

- Amplificação:

Valor de calculado para o detector interno.

10.9.3 Horas de operação

- Sensor:

Contador de horas de operação do dispositivo. O contador fica ativo assim que o dispositivo for alimentado com tensão.

- Laser:

Contador de horas de operação do laser. O contador só fica ativo durante o processo de medição.

10.9.4 INFO ERROR (INFORMAÇÕS DE ERRO)

O dispositivo coleta vários erros, informações e estados operacionais e os resume em quatro valores de 16 bits, o ERC (código de erro). São sempre exibidos em escrita hexadecimal. Decodificação de bits de erro → 28

Os ERCs são criados e salvos após cada medição. Os últimos 256 ERCs são mostrados na tela.

Use os botões SETA PARA CIMA ▲ e SETA PARA BAIXO ▼ para percorrer pela tela.

Para que os ERCs possam ser atribuídos às medições individuais, a hora de operação correspondente é exibida na parte superior à direita.

• 1/256 = ERC da última medição válida
• 256/256 = ERC da medição válida mais antiga

IFM LDP100 - INFO ERROR (INFORMAÇÕS DE ERRO) - 1

Fig. 9: Exibição das informações de erro (ERC)

10.9.4.1 Decodificação de bits de erro

Cada ERC é emitido em escrita hexadecimal e consiste em quatro caracteres (0-F). A conversão de cada caractere individual de hexadecimal para binário é realizada usando as tabelas a seguir.

Conversão de hexadecimal para binário:

HexadecimalBinário
00000
10001
20010
30011
40100
50101
60110
70111
81000
91001
A1010
B1011
C1100
D1101
E1110
F1111

O código binário mostrado na tabela descreve o status dos 16 bits de erro do dispositivo. A seguir, um exemplo de decodificação de uma informação de erro.

ERC3 0x102A
Binário0001000000101010
No de bits1514131211109876543210

Significado:

  • Bit 1 = corrente do laser muito baixa
  • Bit 3 = tensão do detector muito alta
    • Bit 5 = temperatura < -20°C
    • Bit 12 = modo de alarme = filtro

Tabela de decodificação de ERC:

No de bitsMSB 15141312111098
ERC0---Concentração ISO4 µm ≤ 9 Medição não plausível, número mínimo de partículas não alcançadoMedição não plausível, tempo de medição no modo automático > 300 sMedição não plausível, ISO (i+1) ≥ ISO(i)Fluxo muito baixoFluxo muito altoConcentração ISO 4 µm ≥ 23
ERC1------------------------
ERC2------------------------
ERC3Alarme de temperaturaAlarme de concentraçãoLigado = 1 antes da primeira mediçãoModo de alarme 0 = padrão 1 = filtroModo de medição = teclaModo de medição = sinal digitalModo de medição = controlada por tempoMedição em andamento
No de bits7654321LSB 0
ERC0------------------------
ERC1------------------Último valor-limite de calibração (S5) alcançadoPrimeiro valor-limite de calibração (S1) alcançado
ERC2------------------------
ERC3Modo de medição = automático---Temperatura < - 20°CTemperatura > 80°CTensão do detector muito altaTensão do detector muito baixaCorrente do laser muito baixaCorrente do laser muito alta

10.9.5 Ajustes de fluxo

Se o fluxo for determinado automaticamente ele pode ser exibido em forma de barra gráfica. A barra é escalonada de 50 ml / min a 400 ml / min. A exibição serve para verificar o fluxo correto durante a entrada em operação. A exibição é atualizada a cada 10 segundos.

As letras L (Low) e H (High) piscando sinalizam quando o limite é excedido ou não alcançado e isso deve ser evitado.

Se o fluxo for ajustado em um valor estático, isso também será exibido. No entanto, a barra não será alterada.

IFM LDP100 - Ajustes de fluxo - 1

Fig. 10: Exibição do fluxo em forma de barra

11 Calibração

O dispositivo de medição é calibrado de acordo com a norma ISO 11943.

O equipamento usado para calibração é calibrado primariamente de acordo com a norma ISO 11171 e, portanto, é rastreável até NIST SRM 2806.

IFM LDP100 - Calibração - 1

O símbolo μm (c) indica a calibração do tamanho da partícula usando pó de teste ISO-MTD.

O certificado de calibração do dispositivo é válido por 18 meses após a primeira calibração. Os certificados subsequentes são emitidos com validade de 12 meses.

12 Saída de corrente analógica

12.1 Medição sem resistência de carga

A medição da corrente deve ser realizada com um medidor de corrente adequado.

IFM LDP100 - Medição sem resistência de carga - 1

Fig. 11: Medição de corrente sem resistência de carga

Para o cálculo dos fatores de frequência para as diferentes normas, consulte: Conversão da saída de corrente analógica em fator de frequência 33.

12.2 Medição com resistência de carga

A medição da tensão deve ser realizada com um medidor de tensão adequado.

IFM LDP100 - Medição com resistência de carga - 1

Fig. 12: Medição de corrente com resistência de carga

Para o cálculo dos fatores de frequência para as diferentes normas, consulte: Conversão da saída de corrente analógica em fator de frequência 33.

A resistência da carga não pode ser selecionada arbitrariamente. Deve estar adaptada à tensão de alimentação. A resistência da carga máxima pode ser determinada usando a seguinte fórmula:

OZ = 2 6/1 6 mA × I [mA] - 2 6/4

Como alternativa, pode ser usada a tabela a seguir:

RmaxTensão de alimentação / V
2509
40012
100024

12.3 Configuração

O fator de frequência e o padrão a serem emitidos pela saída de corrente analógica podem ser selecionados através do menu do dispositivo em „KONFIG. ANALOG“.

12.4 Conversão da saída de corrente analógica em fator de frequência

A saída de corrente analógica fornece um sinal de 4 a 20 mA. As conversões para os respectivos fatores de frequência estão descritas a seguir.

Tabela de comparação entre a saída de corrente e o fator de frequência ISO e SAE

I/mAISO 4406-21SAE AS 4059F
40000
12135
202612

Tabela de comparação entre a saída de corrente e o fator de frequência NAS

I/mANAS 1638
400
127
138
149
1510
1611
1712
20-

Conversão de fatores de frequência

PadrãoFórmula do fator de frequência
ISO 4406:211,625 l / mA - 6,5
SAE AS 4059F0,875 l / mA - 5,5
NAS 1638l / mA - 5

IFM LDP100 - Conversão da saída de corrente analógica em fator de frequência - 1

O NAS está disponível a partir da versão AB do dispositivo.

12.5 Saída de dados sequenciais para ISO 4406:21 e SAE AS 4059F

A função de saída de dados sequenciais analógicos pode ser usada para os padrões ISO 4406:21 e SAE AS 4059F.

Não há nenhuma saída sequencial disponível para o NAS.

12.5.1 Sequencial (padrão)

Se a saída de corrente analógica estiver configurada como "SEQUENCIAL" (configuração padrão), os quatro fatores de frequência serão emitidos por meio da interface analógica (4...20 mA) um após o outro em um intervalo de tempo predefinido.

Cada sequência começa com um sinal de 20 mA por 4 segundos. Abaixo é mostrada uma sequência de saída completa com o caractere inicial.

IFM LDP100 - Sequencial (padrão) - 1

1: Sequência de início
y: Corrente em mA
x: Tempo em segundos

12.5.2 Sequencial 2

Se a saída de corrente analógica estiver configurada como "SEQUENCIAL 2", os quatro fatores de frequência e as informações de erro serão emitidas por meio da interface analógica (4...20 mA) um após o outro em um padrão de tempo predefinido.

Cada sequência começa com um sinal de 20 mA por 4 segundos. Abaixo é mostrada uma sequência de saída completa com o caractere inicial.

IFM LDP100 - Sequencial 2 - 1

1: Sequência de início
y: Corrente em mA
x: Tempo em segundos

1917151311975Current / mA
0000-1-1-1-1Flow too lowERC0, Bit_10Bar 1
00-1-100-1-1Flow too highERC0, Bit_9
0-10-10-10-1Error in measuring cellERC3, (Bit_0 v Bit_1 v Bit_2 v Bit_3)
0000-1-1-1-1Concentration too lowERC0, Bit_14Bar 2
00-1-100-1-1Concentration too highERC0, Bit_8
0-10-10-10-1Measurement result not plausible,Autoparts not reached ERC0, Bit_13
0000-1-1-1-1Conz. alarmERC3, Bit_14Bar 3
00-1-100-1-1TalarmERC3, Bit_15
0-10-10-10-1ISO(i+1)>=ISO(i)ERC0, Bit_11

Abaixo está descrito um exemplo de uma sequência completa e a leitura da tabela e dos valores de corrente para as sequências barra 1 a barra 3 estão descritos abaixo. Os requisitos iniciais são um dispositivo energizado, vazio e sem fluxo. O dispositivo mostra o fator de frequência 0 no display para cada classe de tamanho (> 4 / > 6 / > 14 / > 21). Os seguintes valores de corrente estão disponíveis na saída analógica.

SequenzCurrent (mA)Meaning
Start20-
4 μm4OZ 0
6 μm4OZ 0
14 μm4OZ 0
21 μm4OZ 0
Bar 111Flow to low
Bar 29Concentration too low, Measurement result not plausible.
Bar 3190

IFM LDP100 - Sequencial 2 - 2

A barra 3 só é analisada se a medição for válida (ERC0, Bit_13 = 0). No caso de uma medição inválida (ERC0, Bit_13 = 1), o dispositivo emite barra 3 = 19 mA na sequência.

13 Entradas e saídas de comutação

13.1 Entrada digital

A entrada digital é usada para o modo de medição: I/O digital necessário. Para iniciar e interromper uma medição, o pino 5 deve ser conectado a L- ou L+.

Para mais informações, veja: ➞ Sinal digital (I/O digital)

13.2 saída de comutação

Além do LED vermelho e do triângulo de advertência no display, a ocorrência de um alarme pode ser detectada por meio da saída de alarme no pino 7. Veja: ➞ Ajuste alarma (configuração de alarmes). Há duas opções disponíveis.

IFM LDP100 - saída de comutação - 1

O pino 7 não é um interruptor no sentido de um contato normalmente aberto. Dependendo do status do alarme, o pino 7 é conectado à massa (L-) ou não é conectado (floating).

13.2.1 Opção 1

IFM LDP100 - Opção 1 - 1

AlarmeExplicaçãoNo caso de medição de tensãoAo conectar um consumidor
Existente (true)O transistor interno conecta o pino 7 ao pino 2. O resistor R agora impede um curto-circuito direto entre o pino 1 (L+) e o pino 2 (L-). UAlarm = L - = 0 V R = 1...10 kΩ IFM LDP100 - Opção 1 - 2
Não existente (false)O pino 7 não está conectado internamente (floating) UAlarm = L + R = 1...10 kΩ IFM LDP100 - Opção 1 - 3

13.2.2 Opção 2

IFM LDP100 - Opção 2 - 1

AlarmeExplicaçãoNo caso de medição de tensãoAo conectar um consumidor
Existente (true)O transistor interno conecta o pino 7 ao pino 2. A tensão é medida para L-. UAlarm = L+ IFM LDP100 - Opção 2 - 2 Pmax = 4 W Imax = 0,5 A
Não existente (false)O pino 7 não está conectado internamente (floating) UAlarm = L- = 0 V IFM LDP100 - Opção 2 - 3 Pmax = 4 W Imax = 0,5 A

14 Comunicação CAN

A interface CAN corresponde a "CAN 2.0B Active Specification". O sensor suporta um número limitado de velocidades de transmissão no barramento CAN.

Taxa de dadosSuportadoCiA Draft 301Comprimento do barramento de acordo com o CiA Draft Standard 301
1 Mbit/sSimSim25 m
800 kbit/sNãoSim50 m
500 kbit/sSimSim100 m
250 kbit/sSimSim250 m
125 kbit/sSimSim500 m
100 kbit/sNãoNão750 m
50 kbit/sNãoSim1000 m
20 kbit/sNãoSim2500 m
10 kbit/sNãoSim5000 m

14.1 CANopen

O protocolo CANopen define o que é descrito, não como algo é descrito. Com os procedimentos implementados, foi criada uma rede de controle distribuído que pode conectar participantes muito simples a controladores muito complexos sem causar problemas de comunicação entre os participantes.

ParâmetroTamanhoUnidade
Tipo Tempo de resposta para consultas SDO< 10ms
Tempo de resposta máx. para consultas SDO150ms
Tensão de alimentação transceptor CAN3,3V
Terminação integradaNão-

O conceito central do CANopen é o chamado Dicionário de Objetos de Dispositivos (OD - Device Object Dictionary), um conceito que também é usado em outros sistemas de barramento de campo.

A seguir, abordaremos o Dicionário de Objetos, depois a Área de Perfil de Comunicação (CPA - Communication Profile Area) e, por fim, o procedimento de comunicação CANopen propriamente dito.

A imagem seguinte é apenas para fins ilustrativos, a implementação corresponde à especificação CAN 2.0B.

IFM LDP100 - CANopen - 1

1: Início da mensagem
2: Endereço, tipo de serviço (PDO, SDO etc.)
3: Data Length Code
4: Até 8 bytes de dados do usuário
5: Cyclic Redundancy Checksum
6: O receptor muda o bit para “baixo” (Low)
7: Fim da mensagem

14.1.1 "Dicionário de objetos CANopen" geral

O CANopen Object Dictionary (OD) é um dicionário de objetos no qual cada objeto pode ser endereçado com um índice de 16 bits. Cada objeto pode consistir em vários elementos de dados que podem ser endereçados por meio de um subíndice de 8 bits.

Índice (hex)Objeto
0000-
0001 - 001FTipos de dados estáticos (booleanos, inteiros)
0020 - 003FTipos de dados complexos (que consistem em tipos de dados padrão)
0040 - 005FTipos de dados complexos, específicos do fabricante
0060 - 007FTipos de dados estáticos (específicos do perfil do dispositivo)
0080 - 009FTipos de dados complexos (específicos do perfil do dispositivo)
00A0 - 0FFFReservado
1000 - 1FFFÁrea de perfil de comunicação (por exemplo, tipo de dispositivo, registro de erro, PDOs suportados etc.)
2000 - 5FFFÁrea de perfil de comunicação (específica do fabricante)
6000 - 9FFFÁrea de perfil de dispositivo específica do perfil do dispositivo (por exemplo, "DSP-401 Device Profile for I/O Modules")
A000 - FFFFreservado

14.1.2 Objetos de comunicação CANopen

Os objetos de comunicação transmitidos com o CANopen são descritos por serviços e protocolos e são classificados da seguinte forma:

  • A gestão de rede (NMT - Network Management) fornece serviços para inicialização de barramento, tratamento de erros e controle de nós
  • Os objetos de dados de processo (PDOs - Process Data Objects) são usados para transferir dados de processo em tempo real
  • Os objetos de dados de serviço (SDOs - Service Data Objects) permitem o acesso de leitura e gravação ao dicionário de objetos de um nó
  • O protocolo de objetos de função especial (Special Function Object Protocol) permite a sincronização de rede específica da aplicação, a transmissão do registro de tempo e mensagens de emergência.

Abaixo está um exemplo de inicialização da rede com um mestre CANopen e um sensor.

(A) Depois que a corrente é aplicada, o sensor envia uma mensagem de inicialização dentro de 5 segundos e assim que o estado pré-operacional é alcançado. Nesse estado, o sensor só envia as mensagens de Heartbeat se estiver configurado de acordo.
(B) O sensor pode então ser configurado por meio de SDOs. Na maioria dos casos, isso não é necessário, pois uma vez que foram definidos, os parâmetros de comunicação são salvos automaticamente pelo sensor.
(C) Para o sensor entrar em estado operacional, pode ser enviada uma mensagem determinada para todos os participantes do CANopen ou especificamente ao sensor. No estado operacional, o sensor envia os PDOs compatíveis de acordo com sua configuração, em intervalos periódicos ou acionados em mensagens de sincronização.

IFM LDP100 - Objetos de comunicação CANopen - 1

Fig. 13: Processo de inicialização do barramento CANopen

De acordo com o estado do sensor, estão disponíveis vários serviços do protocolo CANopen:

Objeto de comunicaçãoInitializingPre-OperationalOperationalStopped
DOPX
SDOXX
SynchXX
BootUpX
NMTXXX

14.1.3 Objeto de dados de serviço (SDO - Service Data Object)

Os objetos de dados de serviço permitem a leitura e escrita no dicionário de objetos do sensor. Os SDOs são sempre confirmados e a transmissão só ocorre entre dois participantes, o chamado modelo cliente/servidor.

O sensor só pode funcionar como um servidor, ou seja, só responde a mensagens SDO e não envia nenhuma solicitação a outros participantes de forma automática. As mensagens SDO enviadas do sensor ao cliente têm NodeID+0x580 como ID. Para solicitações do cliente ao sensor (servidor), espera-se que o ID da mensagem SDO seja o NodeID+0x600.
O protocolo padrão para transferência SDO requer 4 bytes para codificar a direção de envio, o tipo de dados, o índice e o subíndice. Assim sobram 4 bytes dos 8 bytes de um campo de dados CAN para o conteúdo dos dados. Para objetos com conteúdo de dados superior a 4 bytes, existem outros dois protocolos para a chamada transferência SDO fragmentada ou segmentada.

IFM LDP100 - Objeto de dados de serviço (SDO - Service Data Object) - 1

Os SDOs são usados para configurar o sensor através do acesso ao dicionário de objetos, solicitar dados ou valores de configuração raramente necessários ou gdescarregar grandes quantidades de dados. Visão geral das propriedades do SDO:

  • Todos os dados no dicionário de objetos podem ser acessados
    • Transferência com confirmação

- Relação cliente-servidor durante a comunicação

Os dados de controle e úteis de uma mensagem padrão SDO não segmentada são distribuídos pela mensagem CAN, conforme mostrado na tabela a seguir. Os dados úteis de uma mensagem SDO têm um tamanho de até 4 bytes. Os dados de controle de uma mensagem SDO (Cmd, index, subindex) são usados para determinar a direção de acesso ao dicionário de objetos e, eventualmente, o tipo de dados transferido. Para se obter as especificações exatas do protocolo SDO, deve-se consultar o "CiA Draft Standard 301".

Estrutura de uma mensagem SDO:

CANID CANDLCDados úteis da mensagem CAN
01234567
CANopen SDOID COB 11 BitDLCCmdÍndiceSubíndiceDados úteis da mensagem CANopen SDO

Abaixo é mostrado o exemplo de uma solicitação de SDO do número de série do sensor do dicionário de objetos no índice 0x1018, subíndice 4, com um comprimento de dados de 32 bits. O cliente (controlador) envia uma solicitação de leitura para o sensor com o ID "NodeID".

Solicitação de download do SDO do cliente ao servidor:

CANID CANDLCDados úteis da mensagem CAN
01234567
CANopenID COB 11 BitDLCCmdÍndiceSubíndiceDados úteis SDO
1003210
Mensagem do cliente ao sensor0x600 + NodeID0x080x400x180x100x04Don't careDon't careDon't careDon't care

O sensor responde com uma mensagem SDO correspondente (ver a tabela 30), na qual o tipo de dados, o índice, o subíndice e o número de série do sensor estão codificados, neste exemplo, o número de série 200123 (0x30DBB).

Resposta de download SDO do servidor para o cliente:

CANID CANDLCDados úteis da mensagem CAN
01234567
CANopenID COB 11 BitDLCCmdÍndiceSubíndiceDados úteis SDO
1003210
Mensagem do cliente ao sensor0x580 + NodeID0x080x430x180x100x040xBB0x0D0x300x00

A seguir, é mostrado um exemplo de upload de dados (tempo Heartbeat) via SDO para o dicionário de objetos do sensor no índice 0x1017 com um comprimento de dados de 16 bits. O cliente (controlador) envia uma solicitação de escrita ao sensor com o ID "NodeID" para definir o tempo Heartbeat em 1000 ms (0x03E8).

Solicitação de carregamento do cliente ao servidor:

CANID CANDLCDados úteis da mensagem CAN
01234567
CANopenID COB 11 BitDLCCmdÍndiceSubíndiceDados úteis SDO
1003210
Mensagem do cliente ao sensor0x600 + NodeID0x080x2B0x170x100x000xE80x0300

O sensor responde com uma mensagem SDO correspondente, confirmando que o acesso foi bem-sucedido e que o índice e o subíndice para os quais o acesso foi feito estão codificados.

Resposta de carregamento SDO do servidor para o cliente:

CANID CANDLCDados úteis da mensagem CAN
01234567
CANopenID COB 11 BitDLCCmdÍndiceSubíndiceDados úteis SDO
1003210
Mensagem do cliente ao sensor0x580 + NodeID0x080x600x170x100x000x000x000x000x00

14.1.4 Objeto de dados do processo (PDO)

Os PDOs são um ou mais registros de dados espelhados do dicionário de objetos em até 8 bytes de uma mensagem CAN para transferir dados rapidamente e com o menor tempo possível de um "produtor" para um ou mais "consumidores".

Cada PDO tem um COB-ID (Communication Object Identifier) exclusivo, é enviado apenas por um único nó, mas pode ser recebido por vários nós e não precisa ser confirmado.

Os PDOs são ideais para a transferência de dados dos sensores para o controlador ou do controlador para os atuadores. Visão geral dos atributos PDO do sensor:

  • O sensor suporta três PDOs de transmissão (TPDOs) e nenhum PDO de recepção (RPDOs). Os sensores de nível suportam quatro TPDOs.
  • O mapeamento dos dados nos PDOs é fixo e não pode ser alterado

O sensor suporta dois métodos diferentes de transmissão de PDO.

  1. Com o método acionado por evento ou temporizador, a transmissão é acionada por um evento ou temporizador interno do sensor.
  2. Com o método acionado por SYNCH, a transmissão ocorre em resposta a uma mensagem SYNCH (mensagem CAN através de um produtor SYNCH sem dados uteis). A resposta com PDO ocorre para cada Synch recebido ou pode ser definida para as n mensagens SYNCH recebidas.

IFM LDP100 - Objeto de dados do processo (PDO) - 1

14.1.5 Mapeamento do PDO

O sensor suporta de três a quatro PDOs de transmissão (TPDOs) para permitir a máxima eficiência da operação do barramento CAN. O sensor não suporta o mapeamento dinâmico de PDOs, portanto, os parâmetros de mapeamento no OD só podem ser lidos, mas não escritos.
O princípio de mapeamento de objetos do OD em um TPDO corresponde ao CiA DS-301. Os objetos mapeados no TPDO 1 a 4 estão no OD do índice 0x1A00 ao 0x1A03. Além disso, cada TPDO tem uma descrição dos parâmetros de comunicação, ou seja, tipo de transmissão, COB-ID e temporizador de eventos, se necessário. Os parâmetros de comunicação para os TPDO 1 a 4 estão documentados no OD, do índice 0x1800 ao 0x1803.

Estrutura básica de uma entrada de mapeamento PDO:

ByteLSB
Índice (16 bits)Subíndice (8 bits)Comprimento do objeto em bits (8 bits)

IFM LDP100 - Mapeamento do PDO - 1

Principio do mapeamento de vários objetos OD em um TPDO:
IFM LDP100 - Mapeamento do PDO - 2

O sensor suporta determinados tipos de TPDO, que podem usados para configurar os respectivos parâmetros de comunicação dos TPDOs.

Descrição dos tipos de TPDO:

TipoSuportadoCíclicoNão cíclicoSíncronoAssíncrono
0SimXX
1-240SimXX
241-253Não
254SimX
255SimX

14.1.6 Informação detalhada sobre o "Dicionário de objetos CANopen"

O dicionário completo de objetos do sensor está listado no capítulo a seguir. Com algumas exceções, as configurações possíveis correspondem ao padrão CANopen descrito no DS 301.

14.1.6.1 Communication Profile Area

IdxSIdxNameTypeAttr.Mapped auf PDODefaultNotes
1000 h0device typeunsigned 32ro194hsensor, see DS 404
1001 h0error registerunsigned 8ro00hmandatory see DS301
1005 h0Sync Idunsigned 32rw80hsync id, range: 0..7FFh
1008 h0Manufacturer Device Namevisible_stringco4C445 031h
1018 hidentityobjectrecordro
0Number of entriesunsigned 8ro06hlargest sub index
1Vendor IDunsigned 32ro006966 6DhIFM
2Product Codeunsigned 32ro4C445 031hLDP1
3Revision Numberunsigned 32ro65hDevice dependent
4Serial Number PCBunsigned 32roDevice dependent
5Serial Number Hunsigned 32roIFM serial no. H
6Serial Number Lunsigned 32roIFM serial no. L
1800 htransmit PDO1 Parameterrecord
0Number of entriesunsigned 8ro05hlargest sub index
1COB-IDunsigned 32rw180h+N odeIDCOB-ID used by PDO, range: 181h..1FFh, can be changed while not operational(bit 30 must always be set, means no TPDO triggered on RTR)
2transmission typeunsigned 8rwFFhcyclic+synchronous, asynchronous values: 1-240, 254, 255
5event timerunsigned 16rw1F4hevent timer in ms for asynchronous TPDO1 range: 0..65535, multiple of 10 ms
1801 htransmit PDO2 Parameterrecord
0Number of entriesunsigned 8ro05hlargest sub index
1COB-IDunsigned 32rw280h+N odeIDCOB-ID used by PDO, range: 281h..2FFh, can be changed while not operational(bit 30 must always be set, means no TPDO triggered on RTR)
2transmission typeunsigned 8rwFFhcyclic+synchronous, asynchronous values: 1-240, 254, 255
5event timerunsigned 16rw1F4hevent timer in ms for asynchronous TPDO2 range: 0..65535, multiple of 10 ms
1802 htransmit PDO3 Parameterrecord
0Number of entriesunsigned 8ro05hlargest sub index
1COB-IDunsigned 32rw380h+N odeIDCOB-ID used by PDO, range: 381h..3FFh, can be changed while not operational(bit 30 must always be set, means no TPDO triggered on RTR)
2transmission typeunsigned 8rwFFhcyclic+synchronous, asynchronous values: 1-240, 254, 255
5event timerunsigned 16rw1F4hevent timer in ms for asynchronous TPDO3 range: 0..65535, multiple of 10 ms
1803 hTransmit PDO4 parameterrecord
0Number of entriesunsigned 8ro05hlargest sub index
1COB-IDunsigned 32rw480h+N odeIDCOB-ID used by PDO, range: 481h..4FFh, can be changed while not operational(bit 30 must always be set, means no TPDO triggered on RTR)
2transmission typeunsigned 8rwFFhcyclic+synchronous, asynchronous values: 1-240, 254, 255
5event timerunsigned 16rw1F4hevent timer in msfor asynchronous TPDO3 range: 0..65535, multiple of 10ms
1A00 hTPDO1 Mapping Parameterrecord
0Number of entriesunsigned 8ro05hlargest sub index
1PDO Mapping for 1st app obj. to be mappedunsigned 32co200002 20hInternal timestamp of the measurement, 4 bytes
2PDO Mapping for 2nd app obj. to be mappedunsigned 32co200101 08hISO4μm, 1 byte in 2001h, sub 01
3PDO Mapping for 3rd app obj. to be mappedunsigned 32co200102 08hISO6μm, 1 byte in 2001h, sub 02
4PDO Mapping for 4th app obj. to be mappedunsigned 32co200103 08hISO14μm, 1 byte in 2001h, sub 03
5PDO Mapping for 5th app obj. to be mappedunsigned 32co200104 08hISO21μm, 1 byte in 2001h, sub 04
1A01 hTPDO2 Mapping Parameterrecord
0Number of entriesunsigned 8ro05hlargest sub index
1PDO Mapping for 1st app obj. to be mappedunsigned 32co200002 20hInternal timestamp of the measurement, 4 bytes
2PDO Mapping for 2nd app obj. to be mappedunsigned 32co200201 08hSAE4 μm, 1 byte in 2002h, sub 01
3PDO Mapping for 3rd app obj. to be mappedunsigned 32co200202 08hSAE6 μm, 1 byte in 2002h, sub 02
4PDO Mapping for 4th app obj. to be mappedunsigned 32co200203 08hSAE14 μm, 1 byte in 2002h, sub 03
5PDO Mapping for 5th app obj. to be mappedTPDO3 Mapping Parameterunsigned 32recordco200204 08hSAE21 μm, 1 byte in 2002h, sub 04
1A02 h
0Number of entriesunsigned 8ro05hlargest sub index
1PDO Mapping for 1st app obj. to be mappedunsigned 32co200001 20hOperating hours, 4 bytes
2PDO Mapping for 2nd app obj. to be mappedunsigned 32co200301 08hOil status bits, 1 byte
3PDO Mapping for 3rd app obj. to be mappedunsigned 32co200307 08hMeasurement bits, 1 byte
4PDO Mapping for 4th app obj. to be mappedunsigned 32co200308 08hSensor status bits, 1 byte
5PDO Mapping for 5th app obj. to be mappedunsigned 32co200400 08hTemperature 1 byte
1A03 hTPDO4 Mapping Parameterrecord
0Number of entriesunsigned 8ro03hlargest sub index
1PDO Mapping for 1st app obj. to be mappedunsigned 32co200002 20hInternal timestamp of the measurement, 4 bytes
2PDO Mapping for 2nd app obj. to be mappedunsigned 32co200601 08hNAS, 1 byte in 2006h, sub 01
1F80 h0NMT Startupunsigned 32rw22 = no auto Operational0 = automatically switch to Operational can also be set via 2031h sub 01
2000 hTime related parameters of the sensorrecord
0Number of entriesunsigned 8ro04hlargest sub index
1Operating hoursunsigned 32roySensor up tine in seconds
2Timestamp of the last measurementunsigned 32royTimestamp of the last measurement
3Laser operating time in hoursunsigned 32roOperating hours of the laser
4reservedunsigned 32roTime to next calibration - disabled for LDP100 Time to threshold to S1
2001 hISO measurementrecord
0Number of entriesunsigned 8ro04hlargest sub index
1ISO4 μmunsigned 8roy
2ISO6 μmunsigned 8roy
3ISO14 μmunsigned 8roy
4ISO21 μmunsigned 8roy
2002 hSAE measurementrecord
0Number of entriesunsigned 8ro04hlargest sub index
1SAE4 μmunsigned 8royOffset of two to display 000, 00 and 0, valid to all classes0 = SAE 0001 = SAE 002 = SAE 03 = SAE 14 = SAE 2......
2SAE6 μmunsigned 8roy
3SAE14 μmunsigned 8roy
4SAE21 μmunsigned 8roy
2003 hCondition Monitoring Bitfieldarray
0Number of entriesunsigned 8ro08hlargest sub index
IdxSldxNameTypeAttr.Mapped auf PDODefaultNotes
1Oil specific bitsunsigned 8roy0 Concentration limit exceeded1 Flow rate high2 Flow rate low3 Measured values not plausible (air...)4 Auto mode:MeasTime reached5 Autoparts not reached6 Concentration too low0: C>= ISO 231: F>5002: F<503: ISO(i+1)>= ISO(i)4: meas_time>= 3005: parts < autoparts6: C <= ISO 9
2reservedunsigned 8ro
3reservedunsigned 8roCalibration hint -disabled for LDP100
Bit 0: Threshold S1 reached
Bit 1: Threshold S5 reached
4reservedunsigned 8ro
5reservedunsigned 8ro
6reservedunsigned 8ro
7Measurement infounsigned 8royBit0: Measurement running
Bit1: Measurement mode: Time controlled
Bit2: Measurement mode: Digital I/OBit3: Measurement mode: Manual
Bit4: Alarm type: (1) Filter / (0) Standard
Bit5: Power-UpBit6: Alarm concentration(corresponds to the alarm LED being switched on)Bit7: Temperature alarm
Bit 6 and 7:corresponds to the alarm LED being switched on and the open collector pin
IdxSIdxNameTypeAttr.Mapped auf PDODefaultNotes
8Sensor alarmunsigned 8royBit0: Laser current high
Bit1 Laser current lowBit2: Photovoltage high
Bit3: Photovoltage lowBit4: Temperature high
Bit5: Temperature lowBit6: -Bit7: Measuring mode: Auto
0: I>2,8 mA1: I<1 mA2: U>4 V3: U<4 V4: T>80°C5: T<-20°C
2004 h0sensor temperaturesigned 8roytemperature in °C
2005 h0flow indexunsigned 16roFlow index (0..500)
2006 hNAS measurementrecord
0number of entriesunsigned 8ro01hlargest sub index
1NASunsigned 8royoffset of one to display 00 and 00 = NAS 001 = NAS 02 = NAS 1...13 = NAS 12 (maximum value)
2020 hcommandunsigned 8wo1 = start a measurement2 = stop a measurement3 = intermediate result
2030 hmeasurement related settingsrecord
0Number of entriesunsigned 8ro4hlargest sub index
1measurement timeunsigned 32rwMeasurement Time in s
2hold timeunsigned 32rwTime between Measurements
3operation modeunsigned 16rw0 = time Control1 = digital I/O2 = button3 = automatic
4History disableunsigned 16rw0h0 = history enabled1 = history disabled
2031 hstartup settingsrecord
0Number of entriesunsigned 8ro4hlargest sub index
1Startmodeunsigned 16rw0h0 = Network with NMT Master (Init => PreOp => Start_Remote_Node => Operational) >0 = Network without NMT Master (Init => Operational) can also be set via 1F80h sub 00
2Communication typeunsigned 16rwEnabled communication interface: 0: reserved 1: CANopen 2: auto 3: J1939
3Baudrate CANunsigned 16rwBaudrate CAN: 3: 125k 4: 250k 5: 500k 6: 1000k
2032 hstandart & alarm related settingsrecord
0Number of entriesunsigned 8ro9hlargest sub index
1Display & Alarm Standardunsigned 16rwDisplayed Standard and Alarm Trigger Bit Setting 0 = ISO 1 = SAE 2 = NAS
2Alarm Typeunsigned 16rw0 = standard alarm 1 = filter mode
3Temperature alarm valueunsigned 8rwValue range: 0..85 °C 0 = deactivated
4ISO/ SAE4 μmunsigned 8rwalarm threshold 4 μmAlarm is converted after switching from ISO <=> SAE, same method as for display representation (offset of 2 added/ subtracted)
5ISO/ SAE6 μmunsigned 8rwalarm threshold 4 μm
6ISO/ SAE14 μmunsigned 8rwalarm threshold 4 μm
7ISO/ SAE21 μmunsigned 8rwalarm threshold 4 μm
IdxSldxNameTypeAttr.Mapped auf PDODefaultNotes
8NASunsigned 8rwalarm threshold NASOwn storage location, offset using the same method as for reading out the data (0 = NAS 00; 1 = NAS 0; etc.)
2100 h0readmem control functionsrecord
0Number of entriesunsigned 8ro4hlargest sub index
1Size of history memoryunsigned 32rodevice depend andsize of memory in datasets
2Used history memunsigned 32roused datasets within memory(corresponds internally to write pointer)
3Reading pointer, datasetunsigned 32rwautoincrementing read pointer to a dataset for history memory reading; can be between 0 and current write pointer
4Clear history memoryunsigned 16wo1 = clear memory
2101 h0readmem Initiate segmented SDO data uploadunsigned 32roAppropriate Pointer has to be set (with 2100sub3) before start reading,Size of the record will be sent back on readingThis initiates a standardised "segmented SDO upload". Please note: change a toggle bit for each data set and set the corresponding bit at the end set the corresponding bit at the end of the complete transfer http://www.canopensolutions.com/english/about_canopen/device_configuration_canopen.shtml

14.2 CAN J1939

O dispositivo possui uma interface SAE J1939 padronizada. Todos os valores de medição e grupos de parâmetros são acessíveis por meio do protocolo J1939.

14.2.1 Visão geral e estrutura do protocolo SAE J1939

O protocolo SAE J1939 usa um identificador CAN de 29 bits (Extended Frame Format CAN 2.0B). Uma mensagem SAE J1939 é, portanto, estruturada da seguinte forma:

Mensagem SAE J1939
Identificador CAN de 29 bitsDados
Prioridade28...26PGN25...8Endereço fonte7...0Dados úteis da mensagem0...8 bytes
Número do grupo de parâmetros (PGN)
Ext. de dados, página 25dados, página 24Format PDU (PF)23..16Endereço de destino / extensão de grupo (PS)15...8
Formato 1 de PDU (específico)
00h – Efh23...16Endereço de destino (DA)15..8
Formato PDU (global)
F0h – FFh23...16Extensão de grupo (GE)15..8

14.2.2 Formato 1 de PDU

Esse formato define uma mensagem que é enviada a um dispositivo específico. Nesse caso, o byte específico de PDU (PS) é o endereço de destino (DA) do dispositivo. Se o valor do campo do formato de PDU (PF) estiver entre 0x00 e 0xEF, trata-se de uma mensagem de formato 1 de PDU. O valor 0xEF de formato PDU é fornecido para mensagens proprietárias (específicas do fabricante). Ext. Data Page Bit = 0 e Data Page Bit = 0.

14.2.3 Formato 2 de PDU

Esse formato define uma mensagem que é enviada globalmente. Nesse caso, o byte específico (PS) de PDU corresponde à extensão do grupo (GE). Se o valor do campo do formato de PDU (PF) estiver entre 0xF0 e 0xFF, trata-se de uma mensagem de formato 2 de PDU. O intervalo (Format PDU (PF) e Extensão de Grupo (GE)) 0xFF00 - 0xFFFF é fornecido para mensagens proprietárias (específicas do fabricante). Ext. Data Page Bit = 0 e Data Page Bit = 0.

14.2.4 Mapeamento de parâmetros

14.2.4.1 SPN

PGNSPN length (Bit)SPNNameDescriptionUnits
0xFF0032520192Internal time stamp of the measurementInternal time stamp of the measurementseconds
0xFF008520193ISO 4 μmOrdinal numeral ISO-class 4 μmOrdinal numeral
0xFF008520194ISO 6 μmOrdinal numeral ISO-class 6 μmOrdinal numeral
0xFF008520195ISO 14 μmOrdinal numeral ISO-class 14 μmOrdinal numeral
0xFF008520196ISO 21 μmOrdinal numeral ISO-class 21 μmOrdinal numeral
0xFF018520197SAE 4 μmOrdinal numeral SAE-class 4 μm0 = SAE 0001 = SAE 002 = SAE 03 = SAE 14 = SAE 2Ordinal numeral
0xFF018520198SAE 6 μmOrdinal numeral SAE-class 6 μm0 = SAE 0001 = SAE 002 = SAE 03 = SAE 14 = SAE 2Ordinal numeral
0xFF018520199SAE 14 μmOrdinal numeral SAE-class 14 μm0 = SAE 0001 = SAE 002 = SAE 03 = SAE 14 = SAE 2Ordinal numeral
0xFF018520200SAE 21 μmOrdinal numeral SAE-class 21 μm0 = SAE 0001 = SAE 002 = SAE 03 = SAE 14 = SAE 2Ordinal numeral
0xFF028520201NASContamination represented as NAS standard: Offset of one in order to represent 00 and 0, valid for all classes0 = NAS 001 = NAS 02 = NAS 13 = NAS 24 == NAS 3......13 = NAS 12 (maximum value)Ordinal numeral
0xFF028520202reserved
0xFF0332520203Current internal time (operating hours, in seconds)Current internal operating timeseconds
0xFF038520204Oil state bitsBit 0: concentration threshold exceeded (>= ISO 23)Bit 1: high flow (> 500 ml/min)Bit 2: low flow (< 50 ml/min)Bit 3: measurements not plausible (e.g. air, ISO(i+1)>=ISO(i))
0xFF038520205Measure state bitsBit 0: measurement in progress
Bit 1: measurement type (time controlled)Bit 2: measurement type I/O (digital input)Bit 3: measurement type manual (Button/CANopen/J1939)Bit 4: Alarm mode: Filter / Standard
Bit 5: Power-UpBit 6: Alarm concentration (corresponds with alarm-LED)Bit 7: temperature alarm triggered
0xFF038520206Sensor status bitsBit 0: Laser current high (I > 2,8 mA)Bit 1: Laser current low (I <1 mA)Bit 2: Photodiode voltage high (U > 4 V)Bit 3: Photodiode voltage low (U < 4 V)Bit 4: Temperature high (T > 80 °C)Bit 5: Temperature low (T < -20 °C)Bit 6: -Bit 7: Measurement mode: Auto
0xFF038520207TemperatureDevice temperature resolution 1 bit/KOffset: 40 °C (0 = -40 °C; 40 = 0 °C; 140 = 100 °C)°C
0xFF0424520208PCB Serial numberSerial number
0xFF0412520209Current measurement time in secondsCurrent measurement time in seconds (range: 0x0..0xFFFF, maximum value 3599 seconds)seconds
0xFF0420520210Delay time between two measurements in secondsDelay time between two measurements in seconds (Range: 0x1..0x1517F, corresponds to 1-86399 seconds)seconds
0xFF048520211Findex/2000Current Flowindex (set or calculated)
0xFF0532520212Laser operating timeLaser operating time in seconds
0xFF0532520213reserved
0xFF068520214Partikel 4 μmParticles in 4 μm class in current measurement =(LOG2(concentration)+1)*10
0xFF068520215Partikel 6 μmParticles in 6 μm class in current measurement =(LOG2(concentration)+1)*10
0xFF068520216Partikel 14 μmParticles in 14 μm class in current measurement =(LOG2(concentration)+1)*10
0xFF068520217Partikel 21 μmParticles in 21 μm class in current measurement =(LOG2(concentration)+1)*10

14.2.4.2 PDU 1 (addressed)

14.2.4.2.1 PDU 1 (adressiert)

Device address (Node ID):32Parameter
TypeDirectionPrioRDPPFPSSAPGN29
Bit ID (hex)
Byte 0Byte 1Byte 2Byte 3Byte 4Byte 5Byte 6Byte 7
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF20001Start and stop measurement (if in measurement mode 2)1 = Start of a measurement2 = Stop of a measurement3 = Intermediate result
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF20002Measurement mode0 = Time Control1 = Digital I/O-Pin2 = Button/CANopen/J1939 Control3 = Automatic
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF20003History disable0 = History enabled1 = History disabled
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF20004Measurement time in seconds (Range: 0x1E..0x12C, corresponds to 30-300 seconds)Delay time between two measurements in seconds (Range: 0x1..0x1517F, corresponds to 1-86399 seconds)
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF20005Amount of measurements used for arithmetic mean of concentration AlarmAlarm Type:0 = Standard Mode1 = Filter ModeDisplay & Alarm Standard Displayed Standard and Alarm Trigger Bit Setting0 = ISO1 = SAE2 = NAS
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF20006ordinal numeral (ISO/SAE) for alarm at 4 μmordinal numeral (ISO/SAE) for alarm at 6 μmordinal numeral (ISO/SAE) for alarm at 14 μmordinal numeral (ISO/SAE) for alarm at 21 μm
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF20007ordinal numeral NAS for alarm
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF20008reserved
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF20009Alarm threshold temperature, range: 0..85°C0 = deactivated
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF200010enable communication interface:0: reserved1: CANopen2: auto3: J1939
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF200011CAN-Baudrate:3: 125k 4: 250k 5: 500k 6: 1000k
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF200012reserved
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF200013CAN Node-ID
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF200014CAN Terminator0 = off1 = on
Device address (Node ID):32Parameter
TypeDirectionPrioRDPPFPSSAPGN29
Bit ID (hex)
Byte 0Byte 1Byte 2Byte 3Byte 4Byte 5Byte 6Byte 7
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF200015Flow in deciliter/minute: if 0 is set, the device calculates the flow automatically, if range between 50 and 500, flow is fixed to the value
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF200016Amount of particles to be detected in automatic mode
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF200017Mask for PGNs of PDU2 format to be send, if bit (value of which corresponds with PS of PDU2) is TRUE, then the PGN will be send. e.g.: 0x000F switches on the SPNtransmission interval of all PGNs of PDU2 format in seconds0 = as soon as new value is available>0 = Intervall in seconds (Default = 10)
PDU1Rx7002393200xEF200x1CEF20002500x55 = Reboot the device

14.2.4.3 PDU 2 (Broadcast)

14.2.4.3.1 PDU 2 (Broadcast)

Device address (Node ID):32
TypeDirectionPriorityRDPPFPSSAPGN29
Bit ID (hex)
Byte 0Byte 1Byte 2Byte 3Byte 4Byte 5Byte 6Byte 7
PDU2Tx7002550320xFF000x1CFF0020Internal time stamp of the measurementISO 4μmISO 6μmISO 14μmISO 21μm
PDU2Tx7002551320xFF010x1CFF0120Internal time stamp of the measurementSAE 4μmSAE 6μmSAE 14μmSAE 21μm
SAE-Standard coding: Offset of two in order to represent 000, 00 and 0, valid for all classes0 = SAE 000, 1 = SAE 00, 2 = SAE 0, 3 = SAE 1, 4 = SAE 2
PDU2Tx7002552320xFF020x1CFF0220Internal time stamp of the measurementreservedNAS
PDU2Tx7002553320xFF030x1CFF0320Current internal time (operating hours, in seconds)Oil state bitsMeasure state bitsSensor status bitsTemperature
Bit 0: concentration threshold exceeded (>= ISO 23)Bit 1: high flow (>500ml/min)Bit 2: low flow (<50ml/min)Bit 3: measurements not plausible (e.g. air, ISO(+)1=ISO(i))Bit 0: measurement in progress
Bit 1: measurement type (time controlled)Bit 2: measurement type I/O (digital input)Bit 3: measurement type manual (Button/CANopen/J1939)Bit 4: Alarm mode: Filter / Standard
Bit 5: Power-UpBit 6: Alarm concentration (corresponds with alarm-LED)Bit 7: temperature alarm triggered
Bit 0: Laser current high (I>2.8mA)Bit 1: Laser current low (I<1mA)Bit 2: Photodiode voltage high (U>4V)Bit 3: Photodiode voltage low (U>4V)Bit 4: Temperature high (T>80°C)Bit 5: Temperature low (T<20°C)Bit6: -Bit7: Measurement mode: AutoDevice temperature resolution 1bitKOffset: 40°C (0 = -40°C; 40 = 0°C; 140 = 100°C)
PDU2Tx7002554320xFF040x1CFF0420PCB Serial numberBits 31..20: Current measurement time in seconds (Range: 0x0..0xFFFF, maximum value 3599 seconds), if operation mode 2 is enabled, the current time since start of the measurement is transmitted here. Bits 19..0: delay time between two measurements in seconds (range: 0x0..0xFFFF, maximum value 86399 seconds)Findex/2000
PDU2Tx7002555320xFF050x1CFF0520Laser operating timereserved
PDU2Tx7002556320xFF060x1CFF0620Internal time stamp of the measurementParticles 4μm =(LOG2(concentration)+1)*10Particles 6μm =(LOG2(concentration)+1)*10Particles 14μm =(LOG2(concentration)+1)*10Particles 21μm =(LOG2(concentration)+1)*10
PDU2Tx7002557320xFF070x1CFF0720(LSB) IFM(12 digits) serial number (MSB)

15 Funcionamento

Depois de desligar a tensão de alimentação, o dispositivo encontra-se no modo de operação. Executa as funções de medição e de avaliação e fornece sinais de saída conforme os parâmetros ajustados.

Indicações de operação LED:

Condição de operaçãoLED verde (aceso)LED vermelho (alarme)Out 2 (alarme)
Dispositivo pronto para o funcionamento, sem alarme1)ACESOAPAGADOAPAGADO
Dispositivo pronto para o funcionamento, alarme1).ACESOACESOACESO

1) Observe a parametrização. Parâmetro: AJUSTE ALARMA

IFM LDP100 - Funcionamento - 1

O dispositivo vem ajustado de fábrica com uma medição monitorada pelo tempo, uma duração de um minuto e tempo de pausa de 10 segundos. Após ligar, o dispositivo inicia automaticamente os ciclos de medição e emite os resultados no display.

15.1 Eliminação de erros

ErroPossível causaMedidas recomendadas
Não é possível estabelecer uma comunicação através do barramento CAN. Saída de corrente < 4 mAO cabo não está conectado corretamente.Verifique a conexão elétrica correta do sensor, do cabo de dados e do cabo de alimentação. Considere a ocupação de conexão especificada.
A tensão de operação está fora da faixa especificada.Opere o dispositivo na faixa entre 9 e 33 V DC.
Todos os canais de tamanho indicam valores idênticos.Ar no óleoConecte o dispositivo no lado da pressão. Aumente a distância até a próxima bomba.
Corrente laser alta
Tensão fotoelétrica baixa (resposta via barramento CAN)
Ar no óleoConecte o dispositivo no lado da pressão. Aumente a distância até a próxima bomba.
Célula sujaLimpe o dispositivo com óleo limpo ou solvente (por exemplo, isopropanol).

16 Sistemas de classificação

O contador automático de partículas (APC) usado para calibrar o dispositivo, é calibrado inicialmente de acordo com a norma ISO 11171.

Os fatores de frequência do dispositivo são exibidos de acordo com a norma ISO 4406. Esses são determinadas a partir das concentrações de partículas estabelecida para 4, 6, 14 e 21 µ m(c).

O sucessor do NAS, o SAE AS, é baseado em outras classes de tamanho.

Os tamanhos das partículas podem ser convertidos entrei si com uma pequena perda de precisão.

16.1 Definição dos tamanhos de partículas

Na indústria hidráulica, os números de partículas são codificados de acordo com a norma ISO 4406. Com a substituição do pó de teste ACFTD pelo ISO MTD, foram redefinidos também os tamanhos das partículas.

Definição dos tamanhos de partícula ACFTD (ISO 4402:1991)

IFM LDP100 - Definição dos tamanhos de partículas - 1

Fig. 14: Partícula 1 = 153,9 μm²

Definição dos tamanhos de partículas ISO MTD (ISO 11171:2022)

IFM LDP100 - Definição dos tamanhos de partículas - 2

Fig. 15: Partícula 1 = 153,9 μm²
A especificação de tamanho em µm(c) é o diâmetro de um círculo que tem a mesma área que a área projetada da partícula detectada.

As especificações de tamanho do ISO MTD e do ACFTD podem ser convertidas entre si.

ISO-MTD>4 μm(c)>6 μm(c)>14 μm(c)>21 μm(c)>38 μm(c)>70 μm(c)
ACFTD>2 μm>5 μm>15 μm>25 μm>50 μm>100 μm

16.1.1 Classes de pureza segundo a norma ISO 4406:21

Os valores são contados de forma acumulada (todas as partículas > 4 μm, todas as partículas > 6 μm etc.).

Concentração em partículas / mlISO 4406:21Exibição LDP1xx
Deaté e incluído
2500000,00>2828
1300000,002500000,002828
640000,001300000,002727
320000,00640000,002626
160000,00320000,002525
80000,00160000,002424
40000,0080000,002323
20000,0040000,002222
10000,0020000,002121
5000,0010000,002020
2500,005000,001919
1300,002500,001818
640,001300,001717
320,00640,001616
160,00320,001515
80,00160,001414
40,0080,001313
20,0040,001212
10,0020,001111
5,0010,001010
2,505,0099
1,302,5088
0,641,3077
0,320,646≤6
0,160,325≤6
0,080,164≤6
0,040,083≤6
0,020,042≤6
0,010,021≤6

16.1.2 Classes de pureza segundo SAE AS 4059F

Como no caso da norma ISO, os valores são contados de forma acumulada (todas as partículas > 4 μm, todas as partículas > 6 μm etc.).

Todos os dados em µm(c)

Concentração em partículas / ml (ISO MTD)SAE AS 4059FExibição LDP1xx
4 μm (A)>6 μm (B)>14 μm (C)>21 μm (D)
1,950,760,140,03000000
3,901,520,270,050000
7,803,040,540,1000
15,606,091,090,2011
31,2012,202,170,3922
65,2024,304,320,7633
125,0048,608,641,5244
250,0097,3017,303,0655
500,00195,0034,606,1266
1000,00389,0069,2012,2077
2000,00779,00139,0024,5088
4000,001560,00277,0049,0099
8000,003110,00554,0098,001010
16000,006230,001110,00196,001111
32000,0012500,002220,00392,001212

16.1.3 Classes de pureza segundo NAS 1638

IFM LDP100 - Classes de pureza segundo NAS 1638 - 1

Esta função está disponível a partir do estado de dispositivo AB.

O NAS 1638 é dividido em diferentes classes de tamanho. 5-15 μm, 15-25 μm, 25-50 μm etc.

Além disso, as partículas são contadas de forma diferenciada e não cumulativa, como na norma ISO 4406.

IFM LDP100 - Classes de pureza segundo NAS 1638 - 2

O dispositivo só pode medir os tamanhos 4, 6, 14 e 21 µm, portanto, a classe de pureza só é determinada de acordo com a norma NAS 1638.

Não é possível fazer um recálculo direto de NAS para ISO.

As concentrações são calculadas de acordo com o esquema a seguir:

  • Concentração NAS(5-15 μm) = concentração ISO6 μm - concentração ISO14 μm
  • Concentração NAS(15-25 μm) = concentração ISO14 μm - concentração ISO21 μm
  • Concentração NAS(25-50 μm) = concentração ISO21 μm

O fator de frequência NAS correspondente é determinado pela tabela a seguir. O maior número entre os três fatores de frequência NAS determinados representa o resultado final.

Concentração em partículas / mlExibição LDP1xx
5-15 μm15-25 μm25-50 μm
1,250,220,0100
2,500,440,080
5,000,890,161
10,001,780,322
20,003,560,633
40,007,121,264
80,0014,252,535
160,0028,505,066
320,0057,0010,127
640,00114,0020,258
1280,00228,0040,509
2560,00456,0081,0010
5120,00910,00162,0011
10240,001824,00324,0012

Mesmo que não haja uma relação direta entre a ISO 4406 e a NAS 1638, a tabela a seguir pode servir de referência.

Comparação (aproximada) entre ISO 4406 e NAS 1638:

NASISONASISO
3- / 12 / 98- / 17 / 14
4- / 13 / 109- / 18 / 15
5- / 14 / 1110- / 19 / 16
6- / 15 / 1211- / 20 / 17
7- / 16 / 13

17 Manutenção / reparo

IFM LDP100 - Manutenção / reparo - 1

ATENÇÃO

Garanta a máxima limpeza durante todo o trabalho no sistema hidráulico.

A penetração de sujeira e líquidos provoca mau funcionamento. Nesses casos, não será possível garantir o funcionamento seguro do dispositivo.

Nunca use solventes ou agentes de limpeza agressivos, pois eles poderão danificar as vedações do dispositivo e acelerar o seu deterioramento.

Não use equipamentos de limpeza de alta pressão. A pressão da água de um equipamento de limpeza de alta pressão pode danificar a hidráulica e as vedações do dispositivo. A água elimina o óleo do sistema hidráulico e das vedações.

▶ Feche todas as aberturas com tampas de proteção/dispositivos de proteção adequados.
▶ Verifique se todas as vedações e tampas dos conectores estão firmes para que não haja penetração de umidade no dispositivo.
▶ Limpe o dispositivo somente com um pano seco feito de tecido não fibroso.

17.1 Manutenção

Se usado de maneira adequada, o dispositivo não necessita de manutenção.

18 Perguntas frequentes (FAQ)

PerguntaResposta
Por que aparece um triângulo de advertência no display? Por que o LED vermelho está aceso?Foi acionado um alarme interno. Compare os ajustes no menu em "AJUSTE ALARMA".
Qual é o princípio de medição do monitor de partículas?O monitor de partículas funciona de acordo com o princípio de extinção de luz. As sombras projetadas pelas partículas são detectadas com ajuda de uma fonte de luz e um receptor.
Quais interfaces elétricas o monitor de partículas oferece?O monitor de partículas tem uma interface CAN e uma interface de 4...20 mA.
Como o fluxo volumétrico pode ser mantido constante dentro da faixa especificada?Em geral, não devem ocorrer grandes alterações no fluxo volumétrico durante uma medição. Se a pressão do sistema for muito alta e, portanto, o fluxo volumétrico através do monitor de partículas também for muito alto, podem ser usados acessórios como orifícios hidráulicos e válvulas de controle.
Onde estão instalados os orifícios e as válvulas de controle?A instalação deve ser feita sempre a jusante no dispositivo. Isso resulta em uma pressão dinâmica acima dispositivo, o que evita a liberação de ar.
O dispositivo é compatível com LABS (substâncias que afetam o umedecimento da tinta)?Não, o dispositivo é calibrado com óleo e, portanto, não pode ser usado no processamento de alimentos.
O dispositivo está em conformidade com a ATEX?O dispositivo básico não atende a nenhuma diretiva ATEX.
O dispositivo foi calibrado de acordo com qual norma?O dispositivo foi calibrado de acordo com a norma ISO 11943. O equipamento usado para a calibração foi calibrado primariamente de acordo com a norma ISO 11171 e, portanto, é rastreável até NIST SRM 2806.
Como o dispositivo pode ser limpo?Limpe o dispositivo com óleo limpo ou solvente (por exemplo, isopropanol). Enxágue com óleo limpo na direção oposta.
O que é o índice de fluxo volumétrico?O índice de fluxo volumétrico é um valor interno usado para calcular as concentrações de partículas. Não se trada do fluxo volumétrico real.
Qual é o valor do desvio de medição fora da faixa de medição especificada?Esse desvio de medição não pode ser especificado. O dispositivo deve ser operado dentro da faixa especificada.
Qual é o tempo de validade do certificado de calibração?O período de validade após a calibração inicial é de 18 meses. Após esse período ou no caso de calibrações subsequentes, a validade é limitada a 12 meses.
Como deve ser definido o tempo de medição?O tempo de medição depende da aplicação. Como regra geral, se recomenda 60 segundos (configuração de fábrica). Se o fluido estiver levemente contaminado, o tempo de medição poderá ser aumentado de acordo.
Qual é a diferença entre contador de partículas e monitor de partículas?Um contador de partículas conta todas as partículas no óleo que passa por ele. Um monitor de partículas detecta apenas uma parte definida das partículas e calcula o restante.
O dispositivo pode ser calibrado pelo próprio usuário?Não, é necessário um conhecimento profundo do dispositivo para calibrá-lo.
O dispositivo tem um relógio de tempo real (RTC)?Não, o dispositivo não tem um relógio em tempo real. O dispositivo tem um contador de horas de operação interno.
Como o dispositivo pode ser configurado?O dispositivo oferece várias opções de configuração. ➕ Manual.
O dispositivo está sujeito aos requisitos dos instrumentos e de medição?Isso depende do usuário/operador. Se os dados de medição forem usados para outras finalidades, geralmente sim.
Qual é o local ideal de montagem em uma instalação?O local de montagem ou o ponto de medição deve refletir a condição geral da instalação. Evite instar a jusante de filtros, bombas, mangueiras e tubulações longas. A pressão do óleo deve ser mantida constante.
O dispositivo é compatível com combustíveis diesel?Sim, o dispositivo é compatível.
O dispositivo é compatível com éter de fosfato / Skydrol?Não, não é compatível.
O dispositivo é compatível com óleo de canola?Há apenas um pequeno efeito do fluido sobre a resistência das vedações internas, mas isso pode levar a um mau funcionamento da peça a longo prazo.

19 Busca e solução de erros

ErroPossíveis causasMedidas recomendadas
Não é possível estabelecer uma comunicação através do barramento CAN. Saída de corrente < 4 mAO cabo não está conectado corretamente.Primeiro verifique a conexão elétrica correta do sensor, do cabo de dados e do cabo de alimentação. Consulte o diagrama de conexão especificado.
A tensão de operação está fora da faixa especificada.O dispositivo deve ser sempre operado sempre na faixa entre 9 e 33 VDC.
Barramento de comunicação configurado incorretamenteVerifique a configuração no menu "Communication"
Todos os canais de tamanho indicam valores idênticos.Ar no óleoAumente a pressão operacional dentro da faixa especificada. Aumente a distância até a próxima bomba/ engrenagens / cilindro.
Todos os canais de tamanho exibem o valor 0/0/0/0.Sem fluxo volumétricoVerifique se a entrada e a saída estão instaladas corretamente. Aumente a pressão operacional dentro da faixa especificada.
Não há nenhum resultado de medição válidoVerifique a configuração e o modo de medição. Assegure-se de que uma medição é iniciada e concluída.
Célula de medição suja (o ícone ▶pisca no display)Limpe o dispositivo com óleo limpo ou solvente (por exemplo, isopropanol). Enxágue com óleo limpo na direção oposta.
Célula de medição com defeito (o ícone ▶pisca no display)Entre em contato com o serviço de assistência da ifm.
Corrente laser alta
Tensão fotoelétrica baixa
Ar no óleoAumente a pressão operacional dentro da faixa especificada. Aumente a distância até a próxima bomba/ engrenagens / cilindro.
Célula de medição sujaLimpe o dispositivo com óleo limpo ou solvente (por exemplo, isopropanol). Enxágue com óleo limpo na direção oposta.
O visor exibe permanentemente "no valid application". O dispositivo continua reiniciando.Falha no sistema de base. (todas as linhas de comunicação são desativadas automaticamente).Entre em contato com o serviço de assistência da ifm.
Sem comunicação em sérieA configuração da interface é incorretaVerifique e corrija as definições dos parâmetros da interface, se necessário (por exemplo, 9600, 8.1, N, N). Teste a comunicação usando um programa terminal.
Porta de comunicação incorreta selecionadaVerifique e corrija a seleção da porta de comunicação (por exemplo, COM1).
Ortografia incorreta dos comandos do sensorVerifique a ortografia dos comandos do sensor. Atente para as letras maiúsculas e minúsculas.
A tecla de bloqueio numérico (num lock) está desativadaAtive a tecla de bloqueio numérico (num lock).
O bloqueio de letras maiúsculas (caps lock) está ativado (escrita em letras maiúsculas)Desative a escrita em letras maiúsculas soltando a tecla shift.
Cabo conectado incorretamente ou com defeitoUse cabos de dados ifm

20 Manutenção, conservação, transporte e descarte

▶ Limpe em caso de sujeira pesada.

Não é possível consertar o dispositivo.

▶ Descarte o dispositivo após o uso de forma ecológica e conforme as determinações nacionais vigentes.
▶ Em caso de devolução, certifique-se de que o dispositivo esteja livre de impurezas, especialmente de substâncias perigosas e tóxicas.
▶ Transporte somente com embalagens adequadas a fim de evitar danos no dispositivo.

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Informações do produto

Marca : IFM

Modelo : LDP100

Categoria : Monitor óptico de partículas