FWM06DAFVS - Ar condicionado DAIKIN - Manual de utilização gratuito
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Baixe as instruções para o seu Ar condicionado em formato PDF gratuitamente! Encontre o seu manual FWM06DAFVS - DAIKIN e retome o controlo do seu dispositivo eletrónico. Nesta página estão publicados todos os documentos necessários para a utilização do seu dispositivo. FWM06DAFVS da marca DAIKIN.
MANUAL DE UTILIZADOR FWM06DAFVS DAIKIN
COMANDO ELETRÓNICO PARA TERMINAIS HIDRÓNICOS Manual de instalação e utilização
PT
COLLEGAMENTO A SISTEMA DI SUPERVISIONE ESTERNO....16
SOLUZIONE DI RETE "SMALL"......18
RETE MISTA 19
SIGNIFICATO DEI LED 19
DATI TECNICI 20
• in RAFFREDDAMENTO:
FUNCIONES PRINCIPALES ...... 2
FUNCIONES PRINCIPALES
MODIFICAR DEFINIÇÕES DE TEMPERATURA E VELOCIDADE DE VENTILAÇÃO ....4
MODIFICAR A MODALIDADE DE FUNCIONAMENTO ....5
ATIVAR/DESATIVAR A FUNÇÃO ECONOMY....5
HABILITAR/DESABILITAR A INTERVENÇÃO DAS RESISTÊNCIAS ELÉTRICAS ....5
HABILITAR/DESABILITAR O CONTROLO DE TEMPERATURA AMBIENTE MÍNIMA .....5
ATIVAR/DESATIVAR O CONTROLO DE HUMIDADE DO AMBIENTE ....5
MODIFICAR AS DEFINIÇÕES DE HUMIDADE ....5
ATIVAR/DESATIVAR AS FAIXAS HORÁRIAS....6
VER A TEMPERATURA DA ÁGUA 6
BLOQUEAR/DESBLOQUEAR O TECLADO....6
VER HORA E DATA....6
MODIFICAR OS DADOS DO RELÓGIO 6
CONFIGURAR AS FAIXAS HORÁRIAS 6
MENU E LISTAS DE PARÂMETROS....7
MENU CONFIGURAÇÃO ....7
MENU DE REGULAÇÃO....9
MENU DE SETUP....9
LÓGICAS DE REGULAÇÃO .... 10
COMUTAÇÃO REFRIGERAÇÃO/AQUECIMENTO ....10
VENTILAÇÃO ....10
VÁLVULA....13
RESISTÊNCIA ELÉTRICA....14
ECONOMY 14
CONTROLO DE TEMPERATURA MÍNIMA....14
DESUMIDIFICAÇÃO ....14
ALARMES....15


REDES E CONECTIVIDADE.... 16
LIGAÇÃO A SISTEMA DE SUPERVISÃO (SOLUÇÃO SISTEMA DE SUPERVISÃO EXTERNO).....16
SOLUÇÃO DE REDE "SMALL"......18
REDE MISTA....19
SIGNIFICADO DOS LED 20
DADOS TÉCNICOS.... 20
INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO .... 20
INSTALAÇÃO DE SONDAS ....20
INSTALAÇÃO DA SONDA DE AR REMPTA 20
INSTALAÇÃO DA SONDA DE HUMIDADE 21
INSTALAÇÃO DA SONDA DE ÁGUA....21
INSTALAÇÃO DO TERMINAL DO UTILIZADOR....23
INSTALAÇÃO A BORDO DA PLACA I/O....23
LIGAÇÕES ELÉTRICAS......23
MANUTENÇÃO....23
TABELA I/O DA PLACA....24
ESQUEMA ELÉTRICO....24

ATENÇÃO

MANTER SEPARADOS OS CABOS DOS DADOS DAQUELES DE POTÊNCIA


SÍMBOLOS DE SEGURANÇA

LER ATENTAMENTE

ATENÇÃO

PERIGO DE TENSÃO


DO NOT PULL
DO NOT FORCE
ADVERTÊNCIAS GERAIS
Conservar este manual integro e em bom estado durante todo o tempo de vida da máquina.

Ler atentamente todas as informações contidas no presente manual, com especial atenção às parte assinaladas com a mensagem "Importante" e "Atenção"; a não observação das instruções poderá causar danos às pessoas ou à máquina.
Em caso de maus funcionamentos consultar este manual e se necessário contactar o centro de assistência mais próximo.
A instalação e as operações de manutenção devem ser realizadas por pessoal qualificado exceto em caso de outras instruções indicadas neste manual.
Antes de fazer qualquer intervenção na unidade, cortar a tensão à máquina.
O não respeitar das normas contidas no manual causa a imediata anulação da garantia.
A Daikin EUROPE NV declina qualquer responsabilidade por qualquer dano causado por um uso impróprio da máquina ou pela falta de observação das normas contidas no presente manual e a bordo da unidade.

Não é previsto que este aparelho seja utilizado por crianças ou por pessoas com problemas físicos, sensoriais ou mentais, não experientes ou não preparados não supervisionados. Prestar atenção para que crianças não tenham acesso ao aparelho.
No momento da receção do aparelho controlar o seu estado verificando que não tenha sofrido danos causados pelo seu transporte.
Para a instalação e utilização de eventuais acessórios por favor consultar as respetivas fichas técnicas dos mesmos.
CARACTERÍSTICAS GERAIS
O comando FWECSA é projetado para comandar todos os terminais do sistema da gama Daikin com motor monofásico de múltiplas velocidades e acoplado a um inversor para a modulação da velocidade.
O comando FWECSA é um sistema composto por:
- Placa I/O contendo o circuito de alimentação, o sistema de microprocessador e os conectores (que podem ser extraídos) para a ligação de dispositivos de entrada e saída;
- Terminal do utilizador composto por ecrã gráfico e teclado (seis teclas) equipado de um relógio e sonda para a leitura da temperatura ambiente.

A ligação entre a placa I/O e o terminal do utilizador faz-se através dos conectores utilizando um cabo para transmissão de dados equipado com um par de condutores torcidos e blindados.
O comando permite a comunicação em série em dois tipos de rede:
- Solução Sistema de supervisão externo: ligação a um sistema de supervisão externo com protocolo MODBUS RTU em série RS485 (por exemplo o sistema Sistema de supervisão externo Daikin);
- Solução SMALL: ligação de mais comandos FWECSA em duas configurações possíveis:
- MASTER/SLAVE em série RS485
- MASTER/SLAVE no PLC, que pode ser também realizado na presença de uma solução Sistema de supervisão externo.
- Rede mista Solução: conectar múltiplos comandos FWECSA em vários níveis de autonomia:
- MASTER rede RS485 (sistema de supervisão ou FWECSA externo), o envio de instruções para o SLAVE RS485 (chamada zona MASTER);
- Área MASTER (FWECSA), recebendo instruções de rede MASTER RS485, enviando instruções para SLAVE OC;
- SLAVE OC rede, operação idêntica à da zona mestre.
FUNÇÕES PRINCIPAIS
- Variação automática ou manual (que pode selecionada a partir do teclado) da velocidade do ventilador;
- Gestão de válvulas ON/OFF ou modulantes para sistemas a dois ou quatro tubos;
- Gestão de uma resistência elétrica e suporte em aquecimento;
-
Comutação VERÃO/INVERNO (= refrigeração/aquecimento) de acordo com quatro modalidades possíveis:
-
manual usando o teclado;
- manual à distância (de entrada digital);
- automática em função da temperatura da água;
- automática em função da temperatura do ar.
• Gestão da função de desumidificação;
- Funcionamento com FAIXAS HORÁRIAS.
Além disso está equipado com:
- Entrada digital pré permissão externa (por exemplo: contato janela, ON/OFF remoto, sensor de presença etc.) que pode ativar ou desativar o funcionamento da unidade (lógica de contacto: ver parâmetros configuração de placa);
- Entrada digital para comutação Refrigeração/Aquecimento remota centralizada (lógica do contacto: ver parâmetros de configuração de placa);
- Entrada digital para ativação da funçãoECONOMY remotamente (lógica do contacto: ver parâmetros de configuração de placa);
- Sonda dei temperatura de água (acessório), uma ou duas (opcional em caso de sistema de 4 tubos);
- Sonda de temperatura do ar ambiente de série (situada no interior do terminal do utilizador);
- Sonda remota de temperatura de ar ambiente (acessório) a qual, se ligada, pode ser utilizada no lugar daquela instalada de série no interface do utilizador;
- Sonda remota de humidade relativa ao ar ambiente (accessório);
- Una saída digital (contacto limpo) completamente configurável.
O ecrã principal é subdividido em dois quadros (que em seguida serão indicados como quadro esq e quadro dir) divididos por uma linha vertical.
No quadro esq estão indicadas as seguintes informações (de cima para baixo e da esquerda para a direita):
- temperatura ambiente (lida pela sonda remota a bordo do terminal do utilizador ou então pela sonda ligada ao terminal da placa I/O, conforme a configuração)
- humidade ambiente (caso a sonda de humidade esteja presente e configurada)
- símbolos de estado:

faixas horárias ativas

função economy ativa

desumidificação em funcionamento

função mínima de temperatura ambiente habilitada

válvula/s aberta/s

resistência elétrica habilitada/ativada

rede SMALL na RS485 ativa

comunicação em série com sistema de supervisão

teclado bloqueado
- sinalização de alarme: símbolo e indicação do tipo de alarme que se sobrepõe a uma área normalmente dedicada à exibição dos símbolos de estado.
No quadro dir são dadas as seguintes informações (de cima para baixo)
- indicação da modalidade de funcionamento

Modalidade REFRIGERAÇÃO

Modalidade AQUECIMENTO
• indicação do estado da ventilação
- indicação do valor de SET de temperatura de ar ambiente
Se a unidade está em OFF o quadro é inteiramente ocupado pela mensagem OFF na vertical.
TECLADO
As teclas do ecrã são seis; em seguida são indicadas as funções básicas associadas a cada tecla.

TECLA ON/OFF
• acendimento/desligamento da unidade
• retorno ao ecrã principal

TECLA PRG
- acesso ao MENU

TECLA MODE
- modificação da modalidade de funcionamento
• (AQUECIMENTO/REFRIGERAÇÃO)

- modificação de valores/velocidade de ventilação
• percorrer as páginas do ecrã

TECLA SET
- modalidade de modificação SET/VENTILAÇÃO
- confirma valor/retorno em modalidade de percorrer as páginas do ecrã

- modificação de valores/velocidade de ventilação
• percorrer as páginas do ecrã
COMBINAÇÕES DE TECLAS


ativação/desativação das FAIXAS HORÁRIAS


exibição da temperatura da água ÁGUA (se a sonda estiver presente)


exibição dos dados do RELÓGIO (data e horário)



Para acender e desligar a unidade é necessário estar no ecrã principal e pressionar a tecla ON/OFF. Para regressar rapidamente ao ecrã principal a partir de qualquer outra página pressionar a tecla ON/OFF e em seguida pressioná-lo novamente para acender/desligar a unidade.
A tecla não tem efeito se estiver ativado o funcionamentos por faixas horárias (o símbolo do relógio é visível no ecrã principal). Para ativar/desativar as faixas horárias ver o parágrafo correspondente.
MODIFICAR O SET DE TEMPERATURA
Para modificar o SET de temperatura é necessário ver o ecrá principal e com a unidade acesa fazer da seguinte forma:
- pressionar a tecla SET uma vez para colocar em evidência o valor (em baixo à direita do ecrá) do set de temperatura de ar ambiente configurado;
- pressionar as setas UP/DOWN para modificar o calor do set de temperatura de ar ambiente definido;
- pressionar novamente a tecla SET para confirmar o valor exibido e sair da modalidade de modificação do set de temperatura.
MODIFICAR A VELOCIDADE DE VENTILAÇÃO
- Com a unidade em fase de funcionamento, pressionar duas vezes a tecla SET para entrar na modalidade de modificação da velocidade da ventilação (auto, supermínima, mínima, média, máxima)
- pressionar as teclas seta UP/DOWN para modificar a velocidade de ventilação;

Ventilação MANUAL

Ventilação AUTOMÁTICA

Ventilação FORÇADA (não modificável)
- no caso de ventilação nivelada a sequência de modificação é a seguinte:
- no caso de ventilação modulante, em vez dos nível será exibida a velocidade de ventilação em percentagem. Pressionar as setas permite alterar o valor de limite mínimo definido ao limite máximo (ver MENU REGULAÇÃO); além dos limites é automaticamente configurada a modalidade de ventilação automática;
- caso a diferença entre temperatura do ar ambiente detetada e o set definido esteja dentro de 0.5°C a ventilação é desativada e é exibida a mensagem STDBY;
- a pressão da tecla SET permite confirmar/sair da modalidade de modificação e regressar ao ecrã principal;
- caso o comando esteja equipado com sonda de água e a temperatura detetada não seja suficiente para garantir a permissão à ventilação, a mesma será desativada e piscará o símbolo relativo à modalidade de funcionamento:

Modalidade REFRIGERAÇÃO

Modalidade AQUECIMENTO
MODIFICAR A MODALIDADE DE FUNCIONAMENTO
Para modificar a modalidade de funcionamento (Refrigeração/Aquecimento) pressionar a tecla MODE do ecrã principal.
ATIVAR/DESATIVAR A FUNÇÃO ECONOMY
Para ativar a função ECONOMY é necessário ver o ecrã principal. Nele:
- pressionar as teclas UP/DOWN para percorrer os ecrãs até ver o item “Ativação economy”;
- pressionar a tecla SET para entrar na modalidade de modificação;
- pressionar as teclas UP/DOWN para ativar/desativar a função e pressionar novamente a tecla SET para confirmar;
- regressar ao ecrã principal pressionando a tecla ON/OFF.
Se a função foi desativada, no ecrã principal pode ser visto o símbolo de economy.
ATIVAR/DESATIVAR A INTERVENÇÃO DAS RESISTÊNCIAS ELÉTRICAS
Para ativar/desativar a intervenção das resistências elétricas (se presentes e configuradas) é necessário estar no ecrã principal. Nele:
- pressionar as teclas UP/DOWN para percorrer os ecrãs até ver o item de ativação de resistência;
- pressionar a tecla SET para entrar na modalidade de modificação;
- pressionar as teclas UP/DOWN para ativar/desativar a função e pressionar novamente a tecla SET para confirmar;
- regressar ao ecrã principal pressionando a tecla ON/OFF.
Se as resistências elétricas foram ativadas (e corretamente configuradas no MENU DE CONFIGURAÇÃO) será visível o símbolo de resistência no ecrã principal; o símbolo está a piscar se as resistências não estão em funcionamento enquanto está fixo se as resistências estão em funcionamento.
ATIVAR/DESATIVAR O CONTROLO DE TEMPERATURA AMBIENTE MÍNIMA
Para ativar/desativar a função de controlo de temperatura mínima ambiente é necessário estar no ecrã principal. Neste:
- pressionar as teclas UP/DOWN para percorrer os ecrãs até se ver o item de ativação de controlo de temperatura mínima;
- pressionar a tecla SET para entrar na modalidade de modificação;
- pressionar as teclas UP/DOWN para ativar/desativar a função e pressionar novamente a tecla SET para confirmar;
- regressar ao ecrã principal pressionando a tecla ON/OFF.
Se a função foi desativada, no ecrã principal pode ser visto o símbolo de temperatura ambiente mínima.
ATIVAR/DESATIVAR O CONTROLO DA HUMIDADE DE AMBIENTE
Para ativar/desativar o controlo de humidade do ambiente é necessário estar no ecrã principal e deve estar presente a sonda de humidade. Neste:
- pressionar as teclas UP/DOWN para percorrer os ecrãs até ver o item “Ativação controlo de humidade”;
- pressionar a tecla SET para entrar na modalidade de modificação;
- pressionar as teclas UP/DOWN para ativar/desativar a função e pressionar novamente a tecla SET para confirmar;
- regressar ao ecrã principal pressionando a tecla ON/OFF.
MODIFICAR O SET DE HUMIDADE
Para modificar o valor de set de humidade de ambiente é necessário estar no ecrã principal e ter ativado o controlo de humidade do ambiente. Neste:
- pressionar as teclas UP/DOWN para percorrer os ecrãs até ver o item de Setpoint de humidade;
- pressionar a tecla SET para entrar na modalidade de modificação;
- pressionar as teclas UP/DOWN para ativar/desativar a função e pressionar novamente a tecla SET para confirmar;
- regressar ao ecrã principal pressionando a tecla ON/OFF.
ATIVAR/DESATIVAR AS FAIXAS HORÁRIAS
Para ativar/desativar as faixas horárias é necessário estar no ecrã principal (com unidade tanto ligada como desligada).
Pressionar simultaneamente as teclas SET e SETA DOWN. A ativação das faixas horárias é indicada pela presença do símbolo do relógio no ecrã principal.
VER A TEMPERATURA DA ÁGUA
Para ver o valor da temperatura da água é necessário ter anteriormente configurado a presença da sonda no MENU DE CONFIGURAÇÃO. Para ver o valor de temperatura lido pela sonda é necessário estar no ecrã principal e neste pressionar simultaneamente as teclas SETA UP e SETA DOWN. Se se trata de uma unidade com 4 tubos com 2 sondas de temperatura da água, é possível percorrer com as teclas SETA UP/DOWN os dois ecrãs que mostram os dois valores de temperatura (temperatura água fria e temperatura água quente).
BLOQUEAR/DESBLOQUEAR O TECLADO
Para bloquear/desbloquear o funcionamento normal das teclas do terminal do utilizador pressionar simultaneamente as teclas UP + SET + DOWN. Quando o teclado está bloqueado aparece o símbolo da chave no ecrã. Quando se ativa a funcionalidade Stand-by é de qualquer possível, pressionando a tecla ON/OFF, aceder novamente ao ecrã principal.
VER HORA E DATA (RELÓGIO INTERNO)
Para ver os dados do relógio é necessário estar no ecrã principal com a unidade acesa. Pressionar simultaneamente as teclas PRG e MODE: hora e data são exibidos durante 5 segundos, no final dos quais o ecrã se coloca automaticamente na página principal.
A operação acima descrita não tem efeito se no Modo Stand-by (no menu CONFIGURAÇÃO) foi configurado “Relógio”; nesse caso, de facto, horário e data são constantemente exibidos no ecrã após o tempo de stand-by, isto é, após 30 segundos no quais não é feita qualquer operação.
MODIFICAÇÃO DE DATA E HORA
No ecrã principal pressionar a tecla PRG para entrar noMENU e ali percorrer os ecrãs até ver Setup Relógio e pressionar SET para entrar. Modificar os dados como desejado e pressionar sempre SET para confirmar e passar ao dado seguinte. No fim pressionar a tecla ON/OFF para regressar ao ecrã principal.
CONFIGURAR AS FAIXAS HORÁRIAS
No ecrã principal pressionar a tecla PRG para entrar no MENU e ali percorrer os ecrãs até ver Faixas Horárias e pressionar SET para entrar.
As seis primeiras páginas permitem configurar os valores dos SET de temperatura utilizáveis na configuração das faixas horárias, e isto é, os valores de T1, T2 e T3 em modalidade VERÃO e em modalidade INVERNAL.
A cada momento é possível pressionar a tecla MODE para aceder à configuração das faixas horárias reais.
O sistema das faixas horárias é de tipo horário, diário e semanal: cada hora do dia da semana (de SEGUNDA-FEIRA a DOMINGO) constitui uma faixa na qual o utilizador pode escolher se:
• o ventiloconvector está em OFF
• o ventiloconvector funciona com setpoint T1
• o ventiloconvector funciona com setpoint T2
• o ventiloconvector funciona com setpoint T3

text_image
1 Mon -- copy to --Tue 2 00:00 - 01:00 T1 5 MODE for next menu1 DIA (PRG para modificar)
2 FAIXA HORÁRIA (UP/DOWN para percorrer)
3 Dia no qual duplicar (UP+MODE)
4 SET POINT
5 Ver perfil
As teclas SETA UP/DOWN permitem percorrer as 24 faixas de cada dia da semana; o deslizamento é indicado tanto graficamente com o cursor deslizável na parte inferior do ecrã, tanto textualmente com a atualização da faixa horária no alto. Se se deseja modificar o atributo (OFF, T1, T2, T3) de uma faixa horária pressionar a tecla SET para entrar em modalidade de modificação, modificar o atributo com as teclas SETA UP/DOWN e pressionar novamente set para confirmar.
Para passar ao dia da semana seguinte pressionar PRG.
Para duplicar um perfil pressionar simultaneamente as teclas SETA UP e MODE; é colocado em evidência o dia no qual será copiado o perfil: para modificá-lo utilizar as teclas SETA UP/DOWN e confirmar com a tecla SET.
MENU E LISTA DE PARÂMETROS
Para aceder ao MENU pressionar a tecla PRG. Com as teclas SETA UP/DOWN se percorrem os vários itens do MENU que estão ordenados:
- MENU CONFIGURAÇÃO (acesso com password 10): ver parágrafo específico
- MENU REGULAÇÃO (acesso com password 77): ver parágrafo específico
- MENU SETUP RELÓGIO (acesso sem password): configuração de data, hora e dia da semana
- MENU FAIXAS HORÁRIAS (acesso sem password)
- MENU REDE E CONEXÃO (acesso com password 20)
- MENU VER SAÍDAS: exibição do estado das saídas físicas (tanto digitais como 0-10V) da placa
- MENU TESTE SAÍDAS (acesso com password 30): forçagem das saídas físicas (tanto digitais como 0-10V) da placa
- MENU INFO: exibição de informações no software instalado.
O MENU DE CONFIGURAÇÃO
LISTA DOS PARÂMETROS
VÍNCULOS DE CONFIGURAÇÃO
A configuração da unidade deve ter em conta as seguintes exigências:
- se estiver presente a resistência é necessário que esteja presente também a sonda de água;
- se estiver presente a resistência e também a válvula esta deve ser de 3 VIAS (NÃO VÁLVULA DE 2 VIAS);
- se a comutação Verão/Inverno estiver configurada em "Auto na temp. água" é necessário que esteja presente também a sonda de água;
- nos terminais de 4 tubos não pode estar presente a resistência;
- nos terminais de 4 tubos com apenas uma sonda de água não é possível configurar a comutação verão/inverno no “Auto na temp. água”
- é possível configurar a comutação verão/inverno no "Auto na temp. ar" apenas se presente a resistência elétrica ou se a unidade é a 4 tubos;
- Se a comutação VERÃO/INVERNO estiver configurada em "Auto na temp. água" não é possível utilizar uma válvula de 2 vias. A sonda de água deve ser instalada em um ponto do circuito hidráulico com circulação mínima.
SAÍDA DIGITAL CONFIGURÁVEL
A placa apresenta uma saída digital (indicada com 07 no esquema elétrico) cujo estado pode ser ligado a um dos estados de funcionamento da unidade indicadas na seguinte lista:
- Modalidade de funcionamento
- Pedido de refrigeração ou aquecimento
- Pedido de refrigeração
- Pedido de aquecimento
• Estado ON/OFF da unidade - Presença de alarme
• Chamada desumidificação - Chamada humidificação
• Alta temperatura ambiente
• Baixa temperatura ambiente - Falta de permissão água para o aquecimento
- Falta de permissão de água para a refrigeração
• A partir do supervisor
e selecionáveis através do parâmetro de configuração "Configuração DOUT". Além disso é possível escolher, com a
configuração do parâmetro seguinte "Lógica saída digital", se o estado do relé deve seguir a lógica. NA (Normalmente Aberto) ou NC (Normalmente Fechado).
MODO STAND-BY
Após 30 segundos durante os quais não são executadas quaisquer operações usando o teclado do terminal do utilizador, o ecrã principal coloca-se em modo stand-by, que pode ser diferente do configurado com o parâmetro "Modo Stand-by", pelo que:
- Modo Stand-by = Desligado: o ecrá obscurece-se completamente;
- Modo Stand-by = Relógio: o ecrã obscurece-se parcialmente e mostra a hora e data atuais;
- Modo Stand-by = Temperatura: o ecrã obscurece-se parcialmente e mostra a temperatura ambiente e eventualmente a humidade caso a sonda esteja presente.
INTERRUPÇÃO CONEXÃO SERIAL
Em caso de interrupção da conexão serial com comando definido como SLAVE, FWECSA conservará as definições de on/off e de modalidade verão/inverno a partir do supervisor ou restabelecerá as últimas definições a partir do teclado de acordo com as seleção do parâmetro correspondente de configuração.
O MENU DE REGULAÇÃO
DESCRIÇÃO DEFAULT
A partir do ecrã principal, pressionando as teclas UP/DOWN, são exibidas sequencialmente as seguintes páginas:
- Ativação função economy
- Ativação utilização resistência elétrica
- Ativação controlo de temperatura mínima
• Ativação de controle de humidade - Setpoint humidade
Caso não seja possível aceder à modificação de um ou mais itens será necessário configurar preventivamente os correspondentes parâmetros de configuração. Por exemplo, para habilitar a utilização da resistência elétrica é necessário configurar previamente a sua presença no menu parâmetros de configuração.

Alguns parâmetros (ou possíveis valores) dos menus de configuração, regulação e setup podem não ser acessíveis conforme a parametrização escolhida.
LÓGICAS DE REGULAÇÃO COMUTAÇÃO REFRIGERAÇÃO/AQUECIMENTO
LEGENDA
| VELOCIDADE DE VENTILAÇÃO | |
| INVERNO | |
| VERÃO | |
| TEMPERATURA DO AR | |
| TEMPERATURA DA ÁGUA | |
| ABERTURA DA VÁLVULA | |
| √ | SIM |
| × | NÃO |
Estão presente 4 diferentes e alternativas lógicas de seleção da modalidade de funcionamento do termostato definidas conforme a configuração definida no comando:
- Local: escolha do utilizador usando a tecla MODE
• Distância:em função do estado da entrada digital DI1
• em função da temperatura da água

No caso de alarme sonda de água o controlo da modalidade regressa temporariamente na modalidade Local.
• automática em função da temperatura do ar:

flowchart
graph LR
A["Start"] --> B["Set - ZN/2"]
B --> C["Process Step"]
C --> D["Set + ZN/2"]
D --> E["Output"]
Onde:
- Set é a temperatura configurada com as setas
• ZN é a zona neutra
A modalidade de funcionamento do termostato está indicada no ecrã pelos símbolos de REFRIGERAÇÃO e de AQUECIMENTO.
VENTILAÇÃO
ASPETOS GERAIS
O controlo pode gerir dois tipos de ventilação:
- ventilação nivelada com um número fixo de velocidades selecionáveis (3 ou 4);
- ventilação modulante com velocidade variável entre 0% e 100%
A utilização de um ou outro tipo de gestão está associada ao tipo de ventilador (nivelado ou modulante) montado na máquina. Por sua vez a regulação nivelada segue duas lógicas diferentes conforme o tipo de válvula/s (ON/OFF ou então modulante).
Resumindo, as lógicas de regulação automática geridas pelo comando (e descritas ao pormenor em seguida) são as seguintes:
- ventilação nivelada com válvula ON/OFF (ou ausente) e 3 velocidades, em modalidade refrigeração ou aquecimento;
- ventilação nivelada com válvula ON/OFF (ou ausente) e 4 velocidades, em modalidade verão e inverno;
- ventilação nivelada com válvula modulante e 3 velocidades, em modalidade verão e inverno;
- ventilação nivelada com válvula modulante e 4 velocidades, em modalidade verão e inverno;
- regulação da ventilação modulante com válvula ON/OFF, em modalidade verão e inverno;
- regulação da ventilação modulante com válvula modulante.
CONVECÇÃO NATURAL
Ao habilitar o parâmetro do menu configuração nas unidades com válvula, a ventilação no aquecimento é atrasada em 0.5°C para permitir uma primeira fase de convecção natural.
VENTILAÇÃO NIVELADA
Utilizando as teclas UP/DOWN é possível escolher entre as seguintes velocidades:
- Vel. AUTOMÁTICA: em função da temperatura definida e aquela ambiente;
• Vel. SUPERMÍNIMA: selecionável apenas se o tipo de
unidade é 4 velocidades
• Vel. MÍNIMA
• Vel. MÉDIA
- Vel. MÁXIMA
FUNCIONAMENTO AUTOMÁTICO PARA UNIDADE DE 3 VELOCIDADES E VÁLVULA/S ON/OFF (OU AUSENTE/S):
1 Velocidade MÍNIMA
2 Velocidade MÉDIA
3 Velocidade MÁXIMA
REFRIGERAÇÃO

flowchart
graph TD
A["set"] --> B["set+0.5°C"]
B --> C["set+2°C"]
C --> D["set+3°C"]
D --> E["Step 1: ↑"]
D --> F["Step 2: ↑"]
D --> G["Step 3: ↑"]
AQUECIMENTO

flowchart
graph TD
A["set-3°C"] --> B["set-2°C"]
B --> C["set-0.5°C"]
C --> D["set"]
style A fill:#f9f,stroke:#333
style B fill:#f9f,stroke:#333
style C fill:#f9f,stroke:#333
style D fill:#f9f,stroke:#333
note1["3"]
note2["2"]
note3["1"]
note4["*"]
note5["###"]
FUNCIONAMENTO AUTOMÁTICO PARA UNIDADE DE 4 VELOCIDADES E VÁLVULA/S ON/OFF (OU AUSENTE/S):
1 Velocidade MÍNIMA
2 Velocidade MÉDIA
3 Velocidade MÁXIMA
i Nas configurações com 4 velocidades e válvula, a ventilação em aquecimento é atrasada em 0.5°C para permitir uma primeira fase de convecção natural.
FUNCIONAMENTO AUTOMÁTICO PARA UNIDADE DE 3 VELOCIDADES E VÁLVULA/S MODULANTE/S
1 Velocidade MÍNIMA
2 Velocidade MÉDIA
3 Velocidade MÁXIMA
REFRIGERAÇÃO

flowchart
graph TD
A["set"] --> B["set+0.5°C"]
B --> C["set+1.5°C"]
C --> D["set+2°C"]
D --> E["set+3°C"]
style A fill:#f9f,stroke:#333
style B fill:#ccf,stroke:#333
style C fill:#cfc,stroke:#333
style D fill:#fcc,stroke:#333
style E fill:#cff,stroke:#333
AQUECIMENTO

FUNCIONAMENTO AUTOMÁTICO PARA UNIDADE DE 4 VELOCIDADES E VÁLVULA/S MODULANTE/S
1 Velocidade MÍNIMA
2 Velocidade MÉDIA
3 Velocidade MÁXIMA
VENTILAÇÃO MODULANTE
A lógica de gestão da ventilação modulante prevê, como para a ventilação nivelada, duas possibilidades de funcionamento:
- funcionamento AUTOMÁTICO
- funcionamento a VELOCIDADE FIXA
A seleção da percentagem de funcionamento é feita pressionando as teclas UP/DOWN, enquanto que configurando um valor de ventilação inferior ao mínimo (20%) ou superior ao máximo (100%) é ativada a ventilação automática.

Ventilação MANUAL

Ventilação AUTOMÁTICA

Ventilação FORÇADA
FUNCIONAMENTO AUTOMÁTICO PARA UNIDADE DE 3 OU 4 VELOCIDADES E VÁLVULA/S ON/OFF OU AUSENTE/S:
REFRIGERAÇÃO

AQUECIMENTO COM CONFIGURAÇÕES A 3 VELOCIDADES

line
| Temperature | Value (%) | | :--- | :--- | | set-3°C | MAX | | set-0.5°C | 20 | | set | 20 |AQUECIMENTO COM CONFIGURAÇÕES A 4 VELOCIDADES

line
| Temperature | Value (%) | | :--- | :--- | | set-3.5°C | MAX | | set-2°C | 20 | | set-1.5°C | 20 | | set | 20 |
Nas configurações com 4 velocidades, a ventilação em aquecimento é atrasada em 0.5°C para permitir uma primeira fase de convecção natural.
PERMISSÃO À ÁGUA
Independentemente do tipo de ventilador presente (nivelado ou modulante), o funcionamento da ventilação está vinculado ao controlo da temperatura da água no sistema. Em base à modalidade de trabalho existem diferentes limites de permissão em aquecimento e refrigeração.
REFRIGERAÇÃO

Na ausência da permissão, à chamada do termostato, será indicada no ecrã com a intermitência do símbolo da modalidade ativa Refrigeração e Aquecimento. Tal permissão é ignorada em caso de:
- sonda de água não prevista ou em alarme porque está desligada
• em Refrigeração com configuração de 4 tubos
FORÇAGENS
A lógica normal de ventilação (tanto modulante como que não modulante) será ignorada no caso de especiais situações de forçagem que podem ser necessárias para o controlo correto da temperatura ou funcionamento do terminal.
Pode-se ter:
• em REFRIGERAÇÃO:
- com comando a bordo da máquina e configurações com válvula: é mantida a velocidade mínima disponível mesmo com a temperatura alcançada
- comando a bordo e configurações sem válvula: cada 10 minutos de ventilador parado é executada uma lavagem de 2 minutos à velocidade média para permitir à sonda de ar uma leitura mais correta da temperatura ambiente
- ao definir ventilação em standby sempre ON, é mantida a velocidade selecionada após ser alcançado o setpoint de temperatura
• em AQUECIMENTO:
- com resistência ativa: é forçada a ventilação à velocidade média
- uma vez desligada a resistência: é mantida, por 2 minutos, uma pós ventilação à velocidade média. (NB: esta ventilação será completada mesmo se o termostato devesse desligar-se ou se passasse à modalidade de refrigeração)
- ao definir ventilação em standby sempre ON, é mantida a velocidade selecionada após ser alcançado o setpoint de temperatura
VÁLVULA
O controle pode gerir válvulas de 2 ou 3 vias, de tipo ON/OFF (isto é, toda aberta ou toda fechada) ou então modulante (a abertura da válvula pode variar entre 0% e 100%).
VÁLVULA ON/OFF
A abertura da válvula (2 ou 3 vias) é comandada em função do set de trabalho e da temperatura do ar.
REFRIGERAÇÃO

text_image
On Off set set+0,5°AQUECIMENTO

A abertura da válvula (2 ou 3 vias) é comandada em função do set de trabalho e da temperatura do ar. A lógica de regulação da abertura segue os diagramas indicados em seguida.
REFRIGERAÇÃO

line
| Temperature | Percentage (%) | | :--- | :--- | | set | 20 | | set+0.5℃ | 20 | | set+2℃ | 100 |AQUECIMENTO COM CONFIGURAÇÕES A 3 VELOCIDADES

line
| Temperature | Percentage (%) | | :--- | :--- | | set-2°C | 100 | | set-0.5°C | 20 | | set | 100 |AQUECIMENTO COM CONFIGURAÇÕES A 4 VELOCIDADES

O controlo da temperatura da água para a permissão à abertura diz respeito apenas a configurações com válvulas de 3 vias e resistência elétrica. Em tais configurações será feito um controlo da temperatura da água em caso de:
- Aquecimento com resistência: o funcionamento da resistência implica a forçagem da ventilação; é necessário por isso evitar a eventual passagem de água demasiado fria no terminal:

text_image
× 25.0° 30.0° √- Pós ventilação devida ao desligamento da resistência: mantida até ao terminar do tempo estabelecido, mesmo no caso de mudança da modalidade de funcionamento. Durante a pós ventilação a permissão da água irá coincidir com aquele para a ventilação.
RESISTÊNCIA ELÉTRICA
ATIVAÇÃO
Caso tenha sido configurada previamente a presença do parâmetro de configuração e habilitado à utilização do parâmetro de setup, a resistência elétrica é utilizada na chamada do termostato em base à temperatura ambiente:

A ativação implica a forçagem da ventilação.
PERMISSÃO À ÁGUA
A permissão para a ativação da resistência está associada ao controlo da temperatura da água. Em seguida a lógica de permissão respetiva:
AQUECIMENTO

Esta permissão não será dada em caso de sonda de água não prevista ou desligada.
ECONOMY
Caso tenha sido configurada previamente a presença do parâmetro de configuração e habilitado à utilização do parâmetro de setup, a função Economy prevê uma correção do setpoint de 2.5°C e uma forçagem à velocidade mínima disponível para reduzir o funcionamento do terminal.
• Refrigeração: set + 2.5°C
- Aquecimento: set - 2.5°C
CONTROLO MÍNIMO DA TEMPERATURA
Caso tenha sido configurada previamente a presença do parâmetro de configuração e habilitado à utilização do parâmetro de setup, esta lógica permite impedir, com termostato desligado, que a temperatura ambiente não desça abaixo de um limite configurável (parâmetro "SET controlo temperatura mínima"), forçando o terminal em modalidade de aquecimento durante o tempo necessário.
Se a resistência elétrica estiver presente, essa será utilizada apenas no caso em que for previamente selecionada como recurso em Aquecimento.
ATIVAÇÃO
Se este controlo for selecionado, o terminal irá acender-se caso a temperatura desça abaixo dos 9°C:

Uma vez recolocada a temperatura acima dos 10°C o termostato regressará na situação de Off.
i Um eventual OFF da entrada digital inibirá essa lógica.
DESUMIDIFICAÇÃO
A função de desumidificação, que pode ser utilizada apenas na modalidade de Refrigeração, quando configurada a presença da sonda de humidade no interior do menu de configuração, prevê que se faça funcionar o terminal com o objetivo de reduzir a humidade presente no ambiente até atingir o setpoint configurado no parâmetro do menu setup.
LÓGICA
A velocidade de ventilação será forçada à mínima ou, no caso de temperatura muito superior ao set configurado, à velocidade média:

Devendo colocar a humidade ao valor configurado a ventilação (e a válvula, se presente) será ativada também no caso em que a temperatura ambiente tenha atingido o valor respectivo (visível no ecrã). Caso desça muito abaixo desse limite a lógica será momentaneamente inibida.

A permissão para a ativação da desumidificação está associada ao controlo da temperatura da água. Em seguida a lógica de permissão respetiva:

A falta de permissão prevê a inibição momentânea da função de desumidificação. O mesmo será feito caso a sonda seja desligada.
i Uma vez atingida a humidade de referência ou colocado em Off o comando, a desumidificação será desativada.
ALARMES
Os alarmes geridos pelo comando são aqueles relativos à falta de presença das sondas previstas em base à configuração da unidade. Portanto os possíveis alarmes são os seguintes:
• Alarme sonda de ar
- Alarme sonda água
• Alarme sonda de humidade
REDES E CONECTIVIDADE
LIGAÇÃO A SISTEMA DE SUPERVISÃO (SOLUÇÃO SISTEMA DE SUPERVISÃO EXTERNO)

A ligação pode ser realizada para a versão Sistema de supervisão externo 3.10 ou superior
Através da porta de série RS485 é possível ligar os comandos FWECSA (até 247) a um software de gestão que utiliza como protocolo de comunicação o standard MODBUS RTU com as seguintes características:
• baudrate configurável (default: 9600);
- nenhuma paridade
- 8 bit de dados
• 1 bit de stop
No interior de uma rede de supervisão, cada um dos comandos FWECSA comporta-se como um SLAVE em relação ao sistema de gestão centralizado que constitui o MASTER da rede (figura 01).
Uma vez realizada a cablagem da rede é necessário configurar cada um dos comandos FWECSA. Pressionar a tecla PRG para aceder ao MENU e depois entrar no submenu "Redes e conexões" (password = 20). Configurar os parâmetros de SETUP RS485 da seguinte forma:
• MST/SLV = "Slave de SPV"
- Protocolo = "Modbus"
• Endereço de série = definir um valor entre 1 e 255
- Velocidade = configurar em base às exigências do Master
deixar inalterados os parâmetros de SETUP OC (MST/SLV = nenhum).

Para os detalhes na cablagem da rede recomenda-se a leitura do documento "LINHAS GUIA REDE RS485" disponível na área download no website Daikin.
As funções reconhecidas e geridas pelo comando como SLAVE são as seguintes:
CÓDIGO DESCRIÇÃO
01 leitura do coil status
| 02 leitura do input status |
| 03 leitura de holding register |
| 04 leitura de input register |
| 15 escrita múltipla de coil status |
| 16 escrita múltipla de holding register |
As variáveis disponíveis são as seguintes:
COIL STATUS (DIGITAIS DE LEITURA/ESCRITA)
DESCRIÇÃO
| 1 comando ON/OFF | |
| 2 comando VERÃO/INVERNO | |
| 3 comando ECONOMY | |
| 4 comando ATIVAÇÃO ANTI-GELO | |
| 5 comando ATIVAÇÃO DAS RESISTÊNCIAS ELÉTRICAS | |
| 6 comando MAN/AUTO da ventilação modulante | |
| 7 ativação ON/OFF do MASTER | |
| 8 ativação ECONOMY do MASTER | |
| 9 ativação VERÃO/INVERNO do MASTER | |
| 10 ativação ANTI-GELO do MASTER | |
| 11 ativação RESISTÊNCIAS ELÉTRICAS do MASTER | |
| 12 ativação SETPOINT do MASTER | |
| 13 ativação LIMITES DO SETPOINT do MASTER | |
| 14 ativação VELOCIDADE DE VENTILAÇÃO do MASTER | |
| 15 comando BLOQUEIO TECLADO | |
| 16 | permissão habilitação CONTROLE DA HUMIDADE a partir do MASTER |
| 17 habilitação CONTROLE DA HUMIDADE | |
| 18 comando SAÍDA DIGITAL CONFIGURÁVEL NO7 | |
INPUT STATUS (DIGITAIS SÓ DE LEITURA)
| DESCRIÇÃO | |
| 1 | ON/OFF unidade |
| 2 | VERÃO/INVERNO |
| 3 | ECONOMY ATIVO |
| 4 | ANTI-GELO ativo |
| 5 | Presença de ALARME |
| 6 | Alarme sonda temperatura ambiente |
| 7 | Alarme sonda temperatura água |
| 8 | Alarme sonda temperatura água quente(apenas se unidade de 4 tubos) |
| 9 | Alarme sonda humidade ambiente |
| 10 | Número velocidade (3/4) |
| 11 | Número tubos (2/4) |
| 12 | Tipo ventilação (STEP/MODULANTE) |
| 13 | Sonda de regulação (ECRÃ/PLACA) |
| 14 | Presença resistências elétricas |
| 15 | Presença sonda de humidade |
| 16 | Estado saída digital 1 (01) |
| 17 | Estado saída digital 2 (02) |
| 18 | Estado saída digital 3 (03) |
| 19 | Estado saída digital 4 (04) |
| 20 | Estado saída digital 5 (05) |
| 21 | Estado saída digital 6 (06) |
| 22 | Estado saída digital 7 (07) |
| 23 | Presença sonda de água |
| 24 | Presença sonda de água quente (terminal hidrónico de 4 tubos) |
| 25 | Desumidificação ativa |
| 26 | Válvula aberta |
| 27 | Terminal hidrónico desligado a partir do contacto remoto |
| 28 | Regulação da ventilação (manual/automática) |
| 29 | Resistência ativa |
| 30 | Presença da válvula |
| 31 | Habilitação ECONOMY a partir do contacto |
HOLDING REGISTER
(INTEIRAS/ANALÓGICAS DE LEITURA/ESCRITA)
| DESCRIÇÃO | |
| 1 | SET de temperatura estiva (refrigeração) |
| 2 | Limite mínimo SET de temperatura estiva |
| 3 | Limite máximo SET de temperatura estiva |
| 4 | SET de |
| 5 | Limite mínimo SET de temperatura invernal |
| 6 | Limite máximo SET de temperatura invernal |
| 7 | SET de temperatura único(se VER/INV na temp.água/ar) |
| 8 | SET de humidade |
| 9 | Limite mínimo SET de humidade |
| 10 | Limite máximo SET de humidade |
| 11 | Velocidade da ventilação nivelada:0 = vel. supermínima1 = vel. mínima2 = vel. média3 = vel. máxima4 = vel. AUTO |
| 12 | Velocidade da ventilação modulante |
INPUT REGISTER
(INTEIRAS/ANALÓGICAS APENAS DE LEITURA)
| DESCRIÇÃO | |
| 1 | Temperatura ambiente |
| 2 | Humidade ambiente |
| 3 | Temperatura água |
| 4 | Temperatura água quente (apenas se unidade de 4 tubos) |
| 5 | Estado da ventilação nivelada:0 = ventilação parada1 = vel. supermínima2 = vel. mínima3 = vel. média4 = vel. máxima |
| 6 | Valor % da ventilação modulante |
| 7 | Valor % da saída analógica |
| 8 | Valor % da saída analógica 2 |
| 9 | Valor % da saída analógica 3 |
| 10 | SET de temperatura ativo |
| 11 | SET de temperatura estiva |
| 12 | SET de temperatura invernal |
| 13 | SET de temperatura único(se VER/INV na temp.água/ar) |
| 14 | SET de humidade ativo |
| 15 | Tipo válvula (AUSENTE/ON-OFF/MODULANTE) |
SOLUÇÕES DE REDE "SMALL"
As soluções de rede “SMALL” constituem um sistema de rede MASTER/SLAVE na qual um dos comandos FWECSA tem a função de MASTER enquanto todos os outros comandos FWECSA da rede têm a função de SLAVE.
Existem duas possibilidades de realização, cada uma com diferentes funcionalidades e tipo de conexão:
- Rede SMALL na RS485
- Rede SMALL no PLC
REDE SMALL NA RS485
A conexão realiza-se neste caso através do bus RS485, constituído por um cabo de dados blindado e torcido de 2 condutores (figura 02).
i
Para os detalhes na cablagem da rede recomenda-se a leitura do documento "LINHAS GUIA REDE RS485" disponível na área download no website Daikin.
O comando MASTER envia aos comandos SLAVE as seguintes configurações:
- Modalidade de funcionamento: (REFRIGERAÇÃO ou AQUECIMENTO);
- Estado ON/OFF do comando: todos os comandos SLAVE se adequam ao estado ON/OFF do comando MASTER;
- Habilitação do controlo da temperatura mínima ambiente;
• SET de temperatura ambiente;
ou então (em base ao parâmetro "Controlo de temperatura do MASTER" no menu "Redes e Conexões"):
- Limites para a modificação do SET de temperatura ambiente (tanto ESTIVA como INVERNAL): em cada um dos comandos SLAVE a variação do SET é permitida com um delta de ± 2°C em redor do valor de SET configurado no comando MASTER.
No que diz respeito ao estado ON/OFF, em cada um dos comandos SLAVE é permitido:
- ON local automático em caso de pedido da função de controlo da temperatura mínima do ar ambiente.
- ON/OFF local automático segundo as faixas horárias, se ativadas;
Cada um dos comandos SLAVE conserva autonomia na gestão da velocidade da ventilação, na ativação da função ECONOMY e na configuração do valor do SET (com os limites acima descritos).
Este tipo de rede não permite a presença também de uma rede de supervisão (solução Sistema de supervisão externo) no que diz respeito às portas de série RS485 de todos os comandos (tanto o MASTER como os SLAVE) estão já ocupados para a realização da rede SMALL.
Uma vez realizada a cablagem da rede é necessário configurar cada um dos comandos FWECSA. Pressionar a tecla PRG para aceder ao MENU e depois entrar no submenu "Redes e conexões" (password = 20). Configurar os parâmetros de SETUP RS485 da seguinte forma:
- MST/SLV = configurar "Master" no comando FWECSA que constitui o MASTER da rede, enquanto configurar "Slave local" em todos os comandos FWECSA que constituem os SLAVE da rede.
- Protocolo = "Modbus"
- Endereço serial = configurar um valor entre 1 e 255 apenas nos comandos SLAVE.
• Velocidade = não modificar (9600)
Deixar inalterados os parâmetros de SETUP OC (MST/SLV = nenhum).
REDE SMALL NO PLC
Este tipo de configuração permite controlar até um máximo de 32 unidades hidrónicas através de só terminal de utilizador.
A conexão realiza-se através de um bus OC, constituído por um cabo de dados blindado e torcido de 2 condutores (figura 03).
O comando MASTER, neste caso, impõe a todos os comandos SLAVE ligados à rede um funcionamento (instante a instante) idêntico ao do próprio comando MASTER. Cada um dos comandos SLAVE não possui autonomia de decisão e além disso não são equipados de um próprio terminal de utilizador.
O número máximo de comandos SLAVE ligados a este tipo de rede é de 32.

Antes de realizar a ligação das Placas I/O à rede é necessário configurar cada uma das placas.
Ligar o terminal de utilizador a cada uma das placas I/O.
Pressionar a tecla PRG para aceder ao MENU e depois entrar no submenu “Redes e conexões” (password = 20). Configurar os parâmetros de SETUP OC da seguinte forma:
- MST/SLV = configurar "Master" na placa I/O que constitui o MASTER da rede e "Slave" em todos os SLAVE da rede.
- Endereço Serial = configurar um valor entre 2 e 34 nos comandos SLAVE.
A este é possível ligar todas as placas I/O à rede.

Uma vez configurada a placa como SLAVE, esta não pode comunicar com qualquer terminal de utilizador. Portante se deve modificar as configurações é necessário realizar um RESET da seguinte forma: desligar a placa da rede e, mantendo-a alimentada, meter em curto-circuito durante 15 segundos a entrada digital (terminais I10 e IC).

Todos os terminais hidrónicos (tanto MASTER como SLAVE) ligados à rede devem ter a mesma configuração.
REDE MISTA
A rede SMALL no PLC pode ser ligada também a uma rede de supervisão (solução Sistema de supervisão externo ou então SMALL) em RS485 através da porta de série RS485 do comando MASTER, o obtendo deste modo a dita REDE MISTA. Na figura 04 é mostrado o esquema da rede mista constituída pela rede SMALL no PLC ligada a uma rede de supervisão.
TABELA RESUMO PARÂMETROS
| SISTEMA DESUPERVISÃODEXTERNOBMS | SMALLRS485 | SMALLOC | RedeMista | |
| RS485 |
| MST/SLV Slave | do SPV | FWECSA Master: Master | - | FWECSA Master: Master |
| FWECSA Slave: Slave do SPV | FWECSA Slave: Slave do SPV | |||
| Protocolo Modbus Modbus - Modbus | ||||
| Endereço de Série | 1... 255 | FWECSA Master: 0 | - | FWECSA Master: 0 |
| FWECSA Slave: 1... 255 | FWECSA Slave: 1... 255 | |||
| Velocidade | Em base ao Master | 9600 - 9600 | ||
| OC | ||||
| MST/SLV -- | FWECSA Master: Master | |||
| FWECSA Slave: Slave | ||||
| Endereço Serial | - | - | FWECSA Master: 0 | |
| FWECSA Slave: 2... 255 | ||||
SIGNIFICADO DOS LED
| AZUL VERDE VERMELHO | |||
| STATUS LED | Unidade OFF Unidade ON | Presença de alarme | |
| NETWORK LED | Master OC | Comunicação OK | Ausência de comunicação |

Observando frontalmente aplaca I/O, o STATUS LED está situado à esquerda enquanto que o NETWORK LED está situado à direita.

DADOS TÉCNICOS
| Alimentação 230Vac 50/60HzPotência 2,5 W | |
| Temperatura Funcionamento | Range 0-50°C |
| Temperatura Armazenamento | Range -10-60°C |
| Grau de proteção IP IP30 (terminal utilizador) | |
| Tipo placa Tipo 1.C | |
| Relé de saída Normal Open 5A @ 240V (Resistente)Temperatura ambiente máx.: 105°CMicro-interrupção | |
| Entradas Sondas de Temperatura NTCSondas ativas 0-5VContatos limpos (entradas digitais) | |
| Sondas de Temperatura | Sondas NTC 10K Ohm @25°CRange -25-100°C |
| Sonda de humidade Sonda de tipo resistenteRange 20-90%RH | |
| Secção máx cabos para terminais | 1,5 mm ^2 |
| Grau de poluição Grau I | |
| Categoria de resistência de calor/fogo | Categoria D |
| Categoria de sobretensão | Categoria II |
| Normas de conformidade EMC | EN 61000-6-1(2007)EN 61000-6-3(2007) + A1(2011) |
INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO
A seguir serão descritos os procedimentos de instalação da interface do utilizador, da placa de potência e das sondas, com instruções específicas para cada um dos terminais hidrónicos da gama Daikin.
INSTALAÇÃO DAS SONDAS
O comando FWECSA gere as seguintes sondas:
- Sonda para a leitura da temperatura de ar integrado no interior do terminal do utilizador; não necessita de qualquer operação especial de instalação.
- Sonda (opcional e alternativa à anterior) ligada à placa I/O para a leitura da temperatura do ar aspirado da máquina ou então em qualquer outro ponto no ambiente sujeito à regulação da temperatura (SONDA DE AR REMOTA)
- Sondas (opcionais) para a leitura da temperatura de água: é possível conectar uma ou duas sondas dependendo se o terminal está ligado a um sistema de 2 ou 4 tubos.
- Sonda (opcional) para a leitura da humidade do ambiente ligada à placa I/O

A fim de evitar distúrbios e consequentes anomalias de funcionamento, os cabos das sondas NÃO devem encontrar-se junto aos cabos de potência (230V).
INSTALAÇÃO DA SONDA DE AR REMOTA
A utilização da sonda de ar remota para a regulação da temperatura ambiente é opcional. Quando utilizada ela torna-se na sonda de regulação principal em vez da sonda situada no interior do terminal do utilizador. Em todo o caso é sempre possível escolher a sonda principal de regulação da temperatura ambiente intervindo no parâmetro "sonda de ar" contido no interior do MENU CONFIGURAÇÃO.
A sonda de ar remota é sempre ligada aos terminais I1-C1 da placa I/O.
plástico e fixar a sonda inserindo-a a partir da base (em correspondência à bainha em borracha).
Utilizar o porta-sonda adesivo em plástico fornecido:
• Ventiloconvector sem base (figura 05)
• Ventiloconvector com base (figura 06)
- Ventiloconvector com aspiração frontal (figura 07)
INSTALAÇÃO DA SONDA DE HUMIDADE
A sonda de humidade é um acessório opcional. Se presente, esta é ligada aos terminais SU-SU da placa I/O. O sensor da sonda pode ser posicionado de modo a ser investido pelo fluxo de ar em aspiração da unidade (se presente também a sonda de temperatura remota unir em conjunto como indicado na figura em seguida) ou então em qualquer outro ponto no ambiente sujeito a regulação da temperatura e da humidade.

É também possível posicionar o sensor da sonda no interior do terminal do utilizador usando o ponto de fixação na base do terminal (figura 08).
O cabo fornecido com o sensor de humidade está equipado com ecrã. Não é necessário ligar esse ecrã à placa I/O. Caso a leitura de humidade relativa seja disturbada junto aos cabos de potência ou outro, ligar o o ecrã acima mencionado ao terminal GND da porta de série RS485.
INSTALAÇÃO DA SONDA DE ÁGUA
A sonda para a leitura da temperatura da água (cabo de cor branca) é um acessório opcional.
No caso de unidade de 2 tubos (bateria singular) a sonda de água é ligada aos terminais I2 - C1 da placa I/O. No caso de unidades de 4 tubos é possível escolher (através do parâmetro "Número sondas de água" no MENU CONFIGURAÇÃO) quantas sondas (uma ou duas) utilizar. Se se escolhe utilizar uma sonda de água, esta é instalada de modo a ler a temperatura da água de aquecimento (por isso instalada na bateria de água quente) e é ligada aos terminais
I2 - C1 da placa I/O. Se por seu lado se escolhe utilizar duas sondas de água, a sonda para a leitura da temperatura da água fria é ligada aos terminais I2-C1 da placa I/O enquanto a sonda para a leitura da temperatura de água quente é ligada aos terminais I3-C1 da placa I/O.
Utilizar o porta-sonda em cobre para a sonda de água e prepará-lo, dependendo dos casos, como descrito em seguida. Ventiloconvectores para:
- Sistema de 2 TUBOS - NÃO VÁLVULA ou VÁLVULA DE 2 VIAS: a sonda da água deve ser posicionada no permutador (figura 09);
- Sistema de 4 TUBOS - NÃO VÁLVULA ou VÁLVULA DE 2 VIAS: a sonda de água (se única) é posicionada no permutador do circuito de aquecimento (figura 10); a eventual segunda sonda é posicionada no permutador do circuito de arrefecimento;
- Sistema de 2 TUBOS - COM VÁLVULA DE 3 VIAS: a sonda da água é posicionada na entrada da válvula, no ramal proveniente do sistema (figura 11);
- Sistema de 4 TUBOS - COM VÁLVULA DE 3 VIAS: a sonda da água (se única) é posicionada na entrada da válvula de aquecimento, no ramal proveniente do circuito (figura 12); a eventual segunda sonda é posicionada à entrada da válvula de refrigeração no ramal proveniente do circuito.
- FWD
Exemplo, válvulas montadas na parte lateral esquerda:

text_image
Sonda de água para sistema de 4 tubos AR Sonda de água para sistema de 2 tubos AR- Para unidade FWD sem válvulas, para sistemas de dois tubos, a sonda de água é posicionada no tubo à entrada
do permutador.
- Para unidade FWD sem válvulas, para sistemas de quatro tubos, a sonda de água é posicionada no tubo à entrada do permutador do circuito de aquecimento.
FWB-FWP
Exemplo, válvulas montadas na parte lateral esquerda:

text_image
Tubo do sistema a cargo do utilizador- Para unidades FWB-FWP sem válvulas, para sistemas de dois tubos, a sonda de água é posicionada no tubo à entrada do permutador.
- Para unidades FWB-FWP sem válvulas, para sistemas de quatro tubos, a sonda de água é posicionada no tubo à entrada do permutador do circuito de aquecimento.
INSTALAÇÃO DO TERMINAL DO UTILIZADOR
Escolher uma zona para a instalação do painel de comando facilmente acessível para a configuração das funções e eficaz para a medição da temperatura ambiente (pelo menos a 1,5 m do pavimento). Evitar:
- posições expostas diretamente aos raios solares;
- posições sujeitas a correntes diretas de ar quente ou frio;
- a colocação de obstáculos que impeçam a medição correta da temperatura (cortinados ou móveis);
- presença constante de vapor de água (cozinhas, etc.);
• de cobrir ou encaixar o painel à parede.
Para a instalação do comando à parede é aconselhável a utilização de uma caixa elétrica 503 de encastre, atrás do comando, para o alojamento dos cabos. Para a montagem seguir as seguintes instruções:
• Retirar o parafusos de fecho do comando (figura 13).
- Em caso de uma caixa elétrica 503 de encastre, fazer passar os cabos através da fenda da base do comando e utilizar para a fixação os furos específicos (figura 13).
- De outra forma furar a parede onde se deseja instalar o comando, em relação às aberturas de fixação colocadas na base do comando. utilizar a base do comando como molde para a furação. Passar os cabos através da fenda da base e fixá-la com buchas à parede previamente furada (figura 14).
• Ligar o terminal à placa do ecrã.
- Fechar o comando utilizando o parafuso de fecho.
A ligação entre o painel de comando e a placa I/O é feito utilizando os conectores a 2 terminais dos PLC presentes em ambos os dispositivos (ver esquema elétrico). No caso da placa I/O os conectores para a ligação dão dois: é indiferente ligar-se a um ou a outro conector. Recomenda-se a utilização de um cabo para redes de dados constituído por um par de condutores torcidos e blindados. Recomenda-se também a ligação do condutor de proteção ao terminal (-) tanto no lado do terminal do utilizador como no placa I/O (figura 19).
INSTALAÇÃO A BORDO DA PLACA I/O
• FWV, FWL, FWM, FWZ, FWR, FWS, FWD
- Nas unidades dos terminais FWD-FWB-FWP-FWZ-FWV-FWR-FWL-FWS-FWM montar a placa I/O na placa de fixação usando os parafusos fornecidos com um comprimento de 9,5 mm (figura 15-16-17);
- Apertar a placa de terminais 3 vias ao suporte utilizando os parafusos fornecidos com um comprimento de 25 mm;
- Montar o suporte na parte lateral do terminal oposta aos coletores de entrada/saída de água;
- Realizar as ligações elétricas tal como no esquema elétrico (figura 19); para a ligação entre a placa de terminais da unidade (CN) e a placa utilizar um cabo com uma secção de 1,5 mm ^2 .
FWB-FWP
- Na unidade terminal FWB-FWP montar a placa I/O diretamente na caixa das ligações elétricas com os parafusos fornecidos com um comprimento de 9,5 mm (figura 18).
- Realizar as ligações elétricas tal como no esquema elétrico (figura 19); para a ligação entre a placa de terminais da unidade (CN) e a placa utilizar um cabo com uma secção de 1,5 mm ^2 .
LIGAÇÕES ELÉTRICAS
Todas as operações devem ser realizadas por pessoal qualificado, respeitando as normas em vigor. Para qualquer intervenção de natureza elétrica consultar os esquemas elétricos fornecidos com a unidade. Sugere-se também que se verifique se as características da rede elétrica são adequadas às absorções indicadas na tabela dos dados elétricos.

Antes de realizar qualquer operação nas partes elétricas assegurar-se que não estejam sob tensão. Verificar que a tensão da rede corresponda aos dados nominais da unidade (tensão, número de fases, frequência) indicados na placa a bordo da máquina. A tensão de alimentação não deve sofrer variações superiores a ±5% em relação ao valor nominal. As ligações elétricas devem ser realizadas de acordo com o esquema elétrico anexado à unidade específica e com as normas em vigor.
MANUTENÇÃO

As operações de manutenção devem ser realizadas exclusivamente por um centro de assistência autorizado pelo fabricante ou por pessoal qualificado. Por motivos de segurança, antes de realizar qualquer operação de manutenção ou limpeza, desligar o aparelho.
TABELA I/O DA PLACA (figura 19)
| ALIMENTAÇÃO | |
| L Fase | |
| N Neutro | |
| ENTRADAS | |
| I1 Sonda NTC ar ambiente | |
| I2 Sonda NTC água | |
| I3 Sonda NTC água quente (se unidade de 4 tubos) | |
| I4 Não utilizado | |
| I5 Não utilizado | |
| IC Comum para sondas NTC | |
| +5 Não utilizado | |
| I6 Entrada para ON/OFF remoto | |
| I7 Entrada para VER/INV remoto | |
| I8 Entrada parar ECONOMY remoto | |
| I9 Não utilizado | |
| I10 Não utilizado | |
| IC Comum para I6-I7-I8 | |
| SU - SU Sonda humidade | |
SAÍDAS
| A1 Modulação ventilador brushless | |
| A2 | Modulação válvula de água (fria se unidade de 4 tubos) |
| A3 | Modulação válvula de água quente (apenas unidade de 4 tubos) |
| CA Comum para as saídas 0-10V | |
| 01 Velocidade Supermínima | |
| 02 Velocidade Mínima | |
| 03 Velocidade Média | |
| 04 Velocidade Máxima | |
| 05 Válvula de água (fria se unidade de 4 tubos) | |
| 06 | Válvula de água quente (só unidade 4 tubos) ou resistência |
| C1 Comum para as saídas de relé 01-06 | |
| 07 Saída configurável de sinalização | |
| C7 Comum para saída do relé 07 | |
| PORTAS (FRENTE PLACA) | |
| A/B/GND Serial RS485 protocolo MODBUS | |
| + / - Conexão ecrã ou segunda placa | |
| + / - Conexão ecrã ou segunda placa | |
ESQUEMA ELÉTRICO (figura 19)
| LEGENDA | |
| SA Sonda temperatura ambiente | |
| SW | Sonda temperatura água (fria se unidade de 4 tubos) |
| SWH | Sonda temperatura água quente (só unidade 4 tubos) |
| SU Sonda de humidade ambiente | |
| ON/OFF Contacto limpo para ON/OFF remoto | |
| SUM/WIN Contacto limpo VERÃO/INVERNO remoto | |
| ECONOMY Contacto limpo para ECONOMY remoto | |
| FAN 0/10V Ventilador modulante 0/10V | |
| VC 0/10V | Válvula água (fria se unidade 4 tubos) modulante 0/10V |
| VH 0/10V | Válvula água quente modulante (só unidade 4 tubos) |
| MV Ventilador | |
| INV Inversor ventilador | |
| MV INV | Motor ventilador inversor |
| V1 Velocidade superminima | |
| V2 Velocidade Mínima | |
| V3 Velocidade Média | |
| V4 Velocidade Máxima | |
| COM | Comum para saídas ON/OFF |
| VC Válvula de água (fria se unidade 4 tubos) | |
| VH/RE | Válvula água quente (apenas unidade de 4 tubos) ou resistência elétrica |
| CN Placa de terminais unidade | |
| IL Interruptor de linha (não fornecido) | |
| F Fusíve (não fornecido) | |
| L Fase | |
| N Neutro | |
INHOUD
VEILIGHEIDSSYMBOLEN....1