XRE190 (2022) - Moto Honda - Manual de utilização gratuito
Encontre gratuitamente o manual do aparelho XRE190 (2022) Honda em formato PDF.
| Marca | Honda |
| Modelo | XRE190 (2022) |
| Tipo | Motocicleta |
| Comprimento | 2100 mm |
| Largura | 830 mm |
| Altura | 1200 mm |
| Distância entre eixos | 1360 mm |
| Peso em ordem de marcha | 135 kg |
| Capacidade do tanque de combustível | 12 litros |
| Motor | Monocilíndrico, 4 tempos, 184,4 cc |
| Potência máxima | 16 cv a 8000 rpm |
| Transmissão | 6 velocidades |
| Sistema de partida | Elétrica |
| Suspensão dianteira | Garfo telescópico |
| Suspensão traseira | Braço oscilante com monoamortecedor |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| Pneu dianteiro | 90/90-19 |
| Pneu traseiro | 110/90-17 |
| Altura do assento | 810 mm |
| Consumo médio | 35 km/l |
| Capacidade de carga máxima | 150 kg |
Perguntas frequentes - XRE190 (2022) Honda
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MANUAL DE UTILIZADOR XRE190 (2022) Honda
Manual do Proprietário

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3 ANOS DE GARANTIA A Honda respeita o meio ambiente. www.honda.com.br/pos-venda/motosXRE 190 ABS
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Alta tecnologia para o seu motor.

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Moto Honda da Amazônia Ltda. No do ChassiCódigo da Concessionária Vendedora

Data de Emissão da Nota Fiscal de Venda

Data de Entrega da Motocicleta ao Cliente


- da Nota Fiscal (Concessionária)
Nº da Bateria
Nome do Comprador



Rua / Avenida

Cidade

A Moto Honda da Amazônia Ltda. garante a motocicleta nova distribuída por suas concessionárias durante os primeiros 36 (trinta e seis) meses (com exceção dos itens descritos no Termo de Garantia), já englobando a garantia legal de 90 (noventa) dias, prevista no artigo 26 inciso II do Código de Proteção e Defesa do Consumidor, Lei nº 8.078 de 11 de setembro de 1990, a contar da data de entrega da motocicleta ao cliente, contra efetivos defeitos de material ou fabricação.
Termo de Garantia
Concessão da Garantia
Os reparos em garantia deverão ser executados em qualquer Concessionária de motocicletas Honda no território nacional e compreendem o reparo e a substituição gratuitos das peças defeituosas, desde que não excluídos pelas observações constantes abaixo.
a) Para qualquer reclamação ou serviço dentro da garantia, é necessário apresentar o Manual do Proprietário/Certificado de Garantia.
b) A Honda atende a motocicleta, em garantia, através de suas concessionárias de motocicletas Honda no território nacional, ficando sujeita à verificação para análise do componente defeituoso por parte do Departamento de Serviços Pós-Venda da Honda.
c) Se for constatada a deficiência de material ou fabricação, o serviço será efetuado gratuitamente com exceção de custos de transporte, peças e materiais não cobertos pela garantia.
d) A Honda tem exclusividade nos pareceres e não autoriza outra pessoa ou entidade a se responsabilizar ou julgar qualquer defeito apresentado durante a vigência da garantia.
e) A substituição ou reparo, em qualquer circunstância, será da peça defeituosa e outras estritamente necessárias. Em hipótese alguma haverá a substituição de conjuntos e subconjuntos, tampouco da motocicleta.
f) Quando da solicitação da garantia, deverá ser apresentada à concessionária a motocicleta e nunca a peça defeituosa separadamente.
g) A Honda só concederá a garantia se forem executadas as revisões periódicas estipuladas na Tabela de Manutenção, mediante a apresentação deste certificado com os quadros correspondentes às revisões já vencidas devidamente preenchidos e assinados pela concessionária de motocicletas Honda no território nacional executante do serviço.
h) As peças substituídas em garantia são de propriedade da Honda.
i) A Honda não se responsabiliza por lucros cessantes ou gastos decorrentes do tempo em que a motocicleta ficar imobilizada para a execução de qualquer serviço.
i) A garantia da bateria terá validade de 1 ano sem limite de quilometragem, a partir da data de entrega da motocicleta ao cliente.
Responsabilidade do Proprietário
- Efetuar as inspeções e manutenções recomendadas de acordo com as especificações descritas neste manual.
- Notificar imediatamente sooncessionária de motocicletas Honda após constatação de alguma irregularidade.
- Apresentar o Certificado de Garantia (parte integrante deste manual) ao solicitar reparos.
- Despesas de mão de obra para a é 2º revisão serão gratuitas se realizadas dentro do período programado. Componentes de desgaste natural, fluidos e itens de manutenção em geral, são de responsabilidade do proprietário.
Responsabilidade da Concessionária
- Preencher o Certificado de Garantia e os itens deste manual.
- Explicar ao proprietário suas responsabilidades e sua importância quanto às manutenções e inspeções.
- Certificar-se de que todos os reparos e inspeções foram efetuados conforme as especificações da Honda.
1. Itens não cobertos pela garantia
Manutenção:
As despesas referentes à reposição de itens de manutenção correrão por conta do proprietário. São considerados itens de manutenção os componentes ou produtos quando aplicados ou substituídos nas revisões periódicas. Abaixo alguns exemplos:
a) calços de ajuste de válvulas, juntas, guarnições, retentores, anéis de vedação e velas de ignição;
b) custos dos filtros, lubrificantes, combustíveis e materiais de limpeza correm por conta do proprietário.
Desgaste natural:
Componentes que sofrem desgaste natural em função do uso deverão ser periodicamente substituídos, de acordo com a Tabela de Manutenção ou conforme avaliação das Concessionárias de motocicletas Honda. Estes componentes estão cobertos pela garantia legal de 90 (noventa) dias para os problemas decorrentes de defeitos de peças, fabricação ou montagem. Após este período, todas as despesas são de responsabilidade do proprietário. Abaixo alguns exemplos:
a) desgaste natural de peças e conjuntos decorrente da utilização da motocicleta, tais como pneus, câmaras de ar, lâmpadas, corrente de transmissão, pinhão, coroa, componentes do sistema de freio (discos, sapatas, cabos, pastilhas e cubos da roda), amortecedores e cabos em geral;
b) desgaste, superaquecimento ou sobrecarga no sistema de embreagem;
c) descoloração ou alteração na tonalidade das superfícies (ex.: escapamento, tampas do motor, discos de freio e cubo das rodas);
d) oxidação/corrosão provenientes da utilização, maresia, exposição a ambiente corrosivo, lavagem incorreta ou com produtos agressivos;
e) descoloração ou alteração na tonalidade de peças plásticas;
f) ocorrências que não afetam a segurança ou o funcionamento normal da motocicleta, segundo a Honda (ex.: sinais de vazamento de óleo, leves tendências direcionais e ruídos mecânicos);
g) danos de qualquer natureza decorrentes da utilização inadequada da motocicleta (ex.: excesso de peso, impactos contra buracos, etc.);
h) danos ocasionados pelo uso de combustíveis ou lubrificantes não especificados ou de baixa qualidade;
i) danos ocasionados por produtos ou procedimentos de limpeza e conservação inadequados (origem química ou mecânica);
i) serviços de ajuste e limpeza, não inclusos nas revisões gratuitas, correm por conta do proprietário;
k) defeitos e/ou danos gerais causados por desuso prolongado (ex.: bateria descarregada, pneus deformados ou com rachaduras, etc.);
l) trincas ou manchas causadas por ação externa de lavagem e/ou manuseio;
m) danos ao motor causados pela aspiração de água durante a pilotagem em terreno alagado;
n) danos gerais causados pelo não respeito às instruções de utilização, pilotagem e conservação descritas no Manual do Proprietário;
o) danos ao sistema elétrico decorrentes do uso de acessórios não originais (alarmes, rastreadores, farol auxiliar, lâmpadas xenon) ou auxílio externo para partida;
p) desgaste por atrito de uso (assento, manoplas, tanque de combustível, carenagens, etc.)
Outras exclusões da garantia
a) Falha dos sistemas de controle de emissões e de combustível causadas por alterações, acidentes, uso inadequado ou utilização de aditivos não incorporados ao combustível, além do uso de combustível com especificação discordante da estabelecida pela ANP (Agência Nacional de Petróleo) para uso automotivo, incluindo-se contaminação ou adulteração.
b) Falhas ou danos devido à utilização de lubrificantes, combustíveis, fluidos ou gases não especificados neste manual.
c) Pneus: impactos em obstáculos, buracos, guias ou sarjetas podem ocasionar cortes e rompimentos dos cordéis internos do pneu ou das paredes laterais, inutilizando-o. Os primeiros sintomas dessas avarias são: esvaziamento imediato, estouro ou surgimento de bolhas nos pneus.
Estas avarias não são causadas por defeitos, portanto não são cobertas pela garantia. Mesmo quando os pneus, dentro de sua vida útil, forem mantidos com a pressão correta e alinhados/balanceados corretamente, produzem um ruído característico durante a pilotagem, o que é considerado absolutamente normal.
d) Balanceamento e alinhamento das rodas e pneus desde que não necessários como parte de um reparo em garantia.
e) Recarga de bateria.
f) Danos causados por pedras, granizos, cavacos dentre outros da mesma natureza.
g) Danos causados por condições ambientais, fenômenos de natureza e/ou de produtos não recomendados.
h) Prejuízos ou despesas decorrentes de: custos com transporte, hospedagem, refeição, hospitais e atrasos dentre outras da mesma natureza.
i) Substituição de peças quanto ao desgaste e ataque de agente externo.
2. Extinção da garantia
A Honda cancelará a garantia se:
a) ocorrer decurso do prazo legal;
b) não houver o cumprimento das recomendações descritas nos manuais e/ou Termo de Garantia;
c) ocorrer adulteração do hodômetro (quilometragem);
d) a motocicleta for utilizada além da capacidade estabelecida como excesso de passageiros, carga e reboque;
e) ocorrerem sinistros causados por fenômenos naturais e/ou agente externo, tais como incêndios, imersão total ou parcial, acidentes, roubos, etc;
f) reparo ou revisões forem efetuadas fora das concessionárias de motocicletas Honda no território nacional;
g) qualquer uma das revisões não for executada dentro do prazo estipulado; com tolerância de 900 km a 1.100 km e 1 dia útil para a revisão de 1.000 km e de 5.400 km a 6.600 km e 1 dia útil para a revisão de 6.000 km. A partir desta revisão, a tolerância será de 600 km para mais ou para menos e 1 dia útil;
h) for constatada a utilização não prevista da motocicleta, como em competições de qualquer natureza;
i) forem feitas quaisquer alterações de característica da motocicleta não previstas ou autorizadas pelo fabricante; j) for constatado o uso ou adaptação de peças ou acessórios não originais que afetem a qualidade e a segurança da motocicleta;
k) for constatada avaria no item reclamado;
I) o item reclamado tiver sido removido e/ou desmontado fora de uma concessionária de motocicletas Honda no território nacional.
A Moto Honda reserva-se o direito de alterar os termos desta garantia, bem como os seus produtos, a qualquer tempo.
Revisões com Mão de Obra Gratuita
A finalidade da manutenção periódica é manter a motocicleta sempre em condições ideais de funcionamento, proporcionando uma utilização segura e livre de problemas.
A mão de obra das duas primeiras revisões é gratuita, desde que efetuadas em Concessionárias de motocicletas Honda no território nacional; os lubrificantes, os mate riais de limpeza e as peças de manutenção normal ficam por conta do proprietário. As duas primeiras revisões (1.000 km e 6.000 km) serão efetuadas pela quilometragem percorrida com tolerância de ±10% (de 900 km até 1.100 km e de 5.400 km até 6.600 km) ou pelo período após a data de entrega da motocicleta ao cliente: 6 meses ou 12 meses (com tolerância de 1 dia útil quando o prazo do término coincide com sábado, domingo ou feriado), o que ocorrer primeiro.
As revisões com mão de obra gratuita só terão validade se efetuadas por uma Concessionária de motocicletas Honda no território nacional dentro do período estipulado pelo fabricante.
Os itens que compõem essas revisões são os mencionados na tabela de manutenção no manual.
■ Exija da Concessionária Honda o carimbo e a assinatura no quadro de controle das revisões periódicas.

text_image
0 km REVISÃO DE ENTREGA O.S. No ____ DATA: ____/____/____
text_image
1.000 km ou 6 meses (o que ocorrer primeiro) 1º REVISÃO (MÃO DE OBRA GRATUITA) O.S. Nº Inspeção (km): ____ Data de Inspeção: ____ Código Concessionária Executante: ____ Carimbo e Assinatura do Técnico Autorizada da Concessionária Executante
text_image
6.000 km ou 12 meses (o que ocorrer primeiro) 2º REVISÃO (MÃO DE OBRA GRATUITA) O.S. Nº ____ Inspeção (km): ____ Data de Inspeção: ____ Código Concessionária Executante: ____ Carimbo e Assinatura do Técnico Autorizado da Concessionária ExecutanteManutenções Periódicas
12.000 km ou 18 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n-
DATA: / /
km:
18.000 km ou 24 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n ^2
DATA: / /
km:
24.000 km ou 30 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n°-
DATA: / /
km:
30.000 km ou 36 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n°-
DATA: / /
km:
36.000 km ou 42 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n° ____
DATA: / /
km:
42.000 km ou 48 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n ^2 -
DATA: / /
km:
48.000 km ou 54 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n-
DATA: / /
km:
54.000 km ou 60 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n2 ____
DATA: / /
km: ____
60.000 km ou 66 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n° ____
DATA: / /
km: ____
66.000 km ou 72 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n ^2
DATA: / /
km: ____
72.000 km ou 78 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n° ____
DATA: / /
km: ____
78.000 km ou 84 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n-
DATA: / /
km:
84.000 km
ou 90 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n°-
DATA: / /
km:
90.000 km ou 96 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n ^2 ____
DATA: / /
km:
96.000 km ou 102 mese
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n°-
DATA: / /
km:
102.000 km ou 108 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n°-
DATA: / /
km:
108.000 km ou 114 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n°
DATA: / /
km:
114.000 km ou 120 meses
(o que ocorrer primeiro)
REVISÃO
OS n ^p -
DATA: / /
km:
| 120.000 kmou 126 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS n- ____DATA: / /km: ____ |
| 126.000 kmou 132 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃO |
| OS r2: ____DATA: / /km: ____ |
| 132.000 kmou 138 meses(o que ocorrer primeiro) |
| REVISÃO |
| OS no: ____ |
| DATA: / /km: ____ |
| 138.000 kmou 144 meses(o que ocorrer primeiro) |
| REVISÃO |
| OS no ____ |
| DATA: / /km: ____ |
| 144.000 kmou 150 meses(o que ocorrer primeiro) |
| REVISÃO |
| OS n2-____ |
| DATA: / / |
| km: ____ |
| 150.000 kmou 156 meses(o que ocorrer primeiro) |
| REVISÃO |
| OS no: ____ |
| DATA: / / |
| km: ____ |
| 156.000 kmou 162 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS n: ____DATA: / /km: ____ |
| 162.000 kmou 168 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ |
| 168.000 kmou 174 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ |
| 174.000 kmou 180 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃO |
| OS no ____ |
| DATA: / /km: ____ |
| 180.000 kmou 186 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS n2: ____DATA: / /km: ____ |
| 186.000 kmou 192 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ |
| 192.000 kmou 198 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃO |
| OS r ^o -___DATA: / /km:___ |
| 198.000 kmou 204 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS r2: ____DATA: / /km: ____ |
| 204.000 kmou 210 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃO |
| OS n°: ____DATA: / /km: ____ |
| 210.000 kmou 216 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃO |
| OS n° ____DATA: / /km: ____ |
| 216.000 kmou 222 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS r2- ____DATA: / /km: ____ |
| 222.000 kmou 228 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS rã ____DATA: / /km: ____ |
| 228.000 kmou 234 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ | 234.000 kmou 240 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ | 240.000 kmou 246 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ | 246.000 kmou 252 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ | 252.000 kmou 258 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ | 258.000 kmou 264 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ |
| 264.000 kmou 270 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ | 270.000 kmou 276 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ | 276.000 kmou 282 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ | 282.000 kmou 288 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ | 288.000 kmou 294 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ | 294.000 kmou 300 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ |
| 300.000 kmou 306 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ | 306.000 kmou 312 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ | 312.000 kmou 318 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ | 318.000 kmou 324 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ | 324.000 kmou 330 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ | 330.000 kmou 336 meses(o que ocorrer primeiro)REVISÃOOS no ____DATA: / /km: ____ |
MANUAL DO PROPRIETÁRIO
Introdução
Este manual é um guia prático de como cuidar da motocicleta Honda que você acaba de adquirir. Ele contém informações básicas para que sua Honda possa ser bem cuidada, desde a inspeção diária até a manutenção periódica, e como pilotá-la corretamente no trânsito.
Sua motocicleta é uma verdadeira máquina de precisão. E como toda máquina de precisão, necessita de cuidados especiais para garantir um funcionamento tão perfeito como aquele apresentado ao sair da fábrica.
Sua concessionária Honda terá a maior satisfação em ajudá-lo a manter e conservar sua motocicleta. Ela lhe oferece toda a assistência técnica necessária com pessoal treinado pela fábrica, peças e equipamentos originais.
Aproveitamos a oportunidade para agradecer a escolha de uma Honda e desejamos que sua motocicleta possa render o máximo em economia, desempenho, emoção e prazer.
Algumas Palavras sobre a Motocicleta
Parabéns por escolher uma motocicleta Honda. Quando você adquire uma Honda, automaticamente passa a fazer parte de uma família de clientes satisfeitos, ou seja, de pessoas que apreciam a responsabilidade da Honda em produzir produtos da mais alta qualidade.
Em decorrência da evolução dos requisitos ambientais brasileiros, todas as motocicletas comercializadas em nosso país a partir de 2003 atendem ao Programa Nacional de Emissões de Poluentes "PROMOT" – estabelecido pelas Resoluções CONAMA nº 297/02, nº 342/03, nº 432/11 e nº 456/13 e Instrução Normativa IBAMA nº 17 – motivo pelo qual nossos produtos sofreram ajustes em seus sistemas de admissão, alimentação de combustível, escapamento, dentre outros.
Para manter sua motocicleta em perfeitas condições de uso, apresentamos a seguir algumas informações importantes que o ajudarão a entender o seu funcionamento e os cuidados necessários para sua manutenção.
Moto Honda da Amazônia Ltda.
REDE DE CONCESSIONÁRIAS HONDA
A relação completa de endereços e telefones das Concessionárias Honda pode ser obtida por meio de um dos canais a seguir:
Internet:
www.honda.com.br
Telefone (ligação gratuita):
0800 055 22 21

Concessionárias Honda
Limpeza e Conservação
Sempre reserve um pouco do seu tempo antes e depois de utilizar a motocicleta. Para proteger seu investimento, é fundamental que você seja responsável pela manutenção correta de sua motocicleta.
A inspeção antes do uso e a manutenção diária, como limpeza e conservação, são tão importantes quanto as revisões periódicas executadas pelas concessionárias Honda.
Você mesmo pode efetuar a limpeza e conservação de sua motocicleta. No final deste manual, apresentamos os procedimentos de lavagem, conservação, desativação e ativação de motocicletas que ficam imobilizadas por muito tempo.
Se você tiver qualquer dúvida, ou se necessitar de serviços especiais, recomendamos entrar em contato com uma concessionária Honda que dispõe de técnicos qualificados e treinados pela fábrica, que conhecem perfeitamente sua motocicleta e estão sempre dispostos a ajudá-lo.
ATENÇÃO
- Nunca utilize equipamentos de alta pressão para lavar a motocicleta. Recomendamos lavar a motocicleta pulverizando água (em formato de leque aberto) sob baixa pressão, a uma distância mínima de 1,2 m da motocicleta.
■ Materiais ou cuidados inadequados de limpeza podem danificar sua motocicleta.
■ Utilize somente água e xampu neutro para lavar a motocicleta.
■ Nunca utilize solventes químicos e produtos de limpeza abrasivos. - Não utilize lã de aço para limpar os raios e/ou rodas.
■ Lave a motocicleta com movimentos circulares utilizando um pano macio.
■ Seque a motocicleta utilizando um pano diferente do utilizado para lavá-la.
■ Siga rigorosamente as recomendações relativas à limpeza e conservação descritas no final deste manual.
▶ Consulte a página 95 para mais informações.
Conservação e Ativação de Motocicletas Inativas
■ Drene o tanque de combustível e pulverize o seu interior com óleo anticorrosivo em spray.
■ Remova a bateria e carregue-a uma vez por mês, mantendo-a em lugar protegido.
ATENÇÃO
Siga rigorosamente as recomendações relativas à limpeza e conservação descritas no final do manual.
▶ Consulte a página 95 para mais informações.
Oxidação
Uma das principais consequências da conservação inadequada da motocicleta é o processo de oxidação. A motocicleta é diferente de outros veículos uma vez que tem seu chassi e peças aparentes desprotegidos. Muitos componentes metálicos são expostos devido ao sistema de fixação utilizado. Todo material metálico é passível de oxidação pelo simples contato com o oxigênio.
Este processo, também conhecido como ferrugem, pode ser acelerado devido ao contato constante com a água e substâncias salinas.
O processo de oxidação pode ser facilmente controlado, desde que a limpeza e conservação sejam executadas corretamente. Recomendamos ainda outros cuidados especiais, tais como lavagens constantes, secagem e aplicação de produtos antioxidantes, sempre que necessário.
Lembramos que o desgaste natural e a corrosão não são itens cobertos pela garantia. No final do manual apresentamos também informações importantes para ajudá-lo a evitar o processo de oxidação de sua motocicleta.
ATENÇÃO
■ Lave a sua motocicleta imediatamente após pilotar em regiões litorâneas, em caso de contato com água de chuva, ou após atravessar riachos ou alagamentos para evitar oxidação.
Para lavar a motocicleta, use somente água sob baixa pressão e não use lã de aço ou abrasivos para limpar raios e/ou rodas.
▶ Consulte a página 95 para mais informações.
Garantia
A garantia Honda é concedida pelo período de 3 anos sem limite de quilometragem a partir da data de entrega da motocicleta ao cliente, dentro das seguintes condições:
- Todas as revisões periódicas devem ser executadas somente em uma concessionária Honda no território nacional.
- Não devem ser instalados acessórios não originais.
- Não devem ser feitas alterações não previstas ou não autorizadas pelo fabricante nas características da motocicleta.
ATENÇÃO
Os itens abaixo não são cobertos pela garantia Honda:
- Peças de desgaste natural, tais como vela de ignição, pneus, câmaras de ar, lâmpadas, bateria, corrente de transmissão, pinhão, coroa, pastilhas do freio, sistema de embreagem, juntas, guarnições, retentores, anéis de vedação e cabos em geral;
■ Descoloração, manchas e alteração nas superfícies pintadas ou cromadas (exemplo: escapamento);
■ Corrosão do produto.
▶ Veja mais informações no verso do Certificado de Garantia.
Revisões com Mão de Obra Gratuita
A mão de obra das revisões de 1.000 km e 6.000 km é gratuita, desde que executadas em concessionárias Honda no território nacional. Essas revisões serão efetuadas pela quilometragem percorrida com tolerância de ±10% (de 900 km até 1.100 km e de 5.400 km até 6.600 km) ou pelo período após a data de entrega da motocicleta ao cliente (6 meses e 12 meses), o que ocorrer primeiro.
▶ Veja mais informações no verso do Certificado de Garantia.
Combustível Adulterado
O uso de combustível de baixa qualidade ou adulterado pode:
■ Diminuir o desempenho da motocicleta;
■ Aumentar o consumo de combustível e óleo;
■ Comprometer a vida útil do motor e causar o seu travamento em casos extremos.
Defeitos decorrentes do uso de combustível inadequado não serão cobertos pela garantia.
Nível de Óleo do Motor
Verifique o nível de óleo do motor diariamente, antes de pilotar a motocicleta, e adicione se necessário.
▶ Consulte a página 63 para mais informações.
Ruídos
Sua motocicleta é propulsionada por um motor alternativo e está em conformidade com a legislação vigente de controle de poluição sonora para veículos automotores.
Muitas peças móveis são utilizadas no processo de fabricação do motor. O mecanismo possui tolerâncias de fabricação, seguindo rigorosamente as normas de engenharia e controle de qualidade de fábrica.
Dependendo da variação dessas tolerâncias, alguns motores poderão apresentar ruídos característicos diferentes das motocicletas de mesma cilindrada.
Essa variação geralmente é percebida com a alteração térmica do motor e é considerada absolutamente normal.
ATENÇÃO
Não remova nenhum elemento de fixação e utilize somente peças originais Honda para evitar ruídos desagradáveis.
Vibrações
O motor desta motocicleta tem o funcionamento alternativo, característico dos motores automotivos de combustão interna (ciclo Otto). Assim, possui diversos componentes com movimentos alternados, sincronizados com o eixo do motor e, durante o funcionamento, surgem vibrações e ruídos que são absolutamente normais e características deste tipo de motor.
As vibrações são transmitidas ao longo de toda a motocicleta, podendo ser amplificadas, dependendo da geometria de cada componente, a exemplo do guidão, para-lama traseiro, tanque de combustível, dentre vários outros.
As vibrações podem surgir também ao pilotar sobre pistas irregulares ou devido ao efeito aerodinâmico (impacto do ar com diversos componentes ou piloto). Vibrações não são caracterizadas como anomalias e sim como uma característica de qualquer veículo automotor e, portanto, não são cobertas pela garantia.
Ao longo da utilização, as vibrações descritas podem ocasionar o afrouxamento de parafusos e componentes. Por isso, siga rigorosamente a tabela de manutenção e utilize somente peças genuínas Honda.
ATENÇÃO
Verifique constantemente as condições de todos os fixadores quando utilizar a motocicleta em superfícies acidentadas para evitar vibrações desagradáveis.
Exaustão dos Gases do Escapamento
Embora todas as motocicletas produzidas pela Moto Honda da Amazônia estejam em total conformidade com o "PROMOT" e, portanto, o seu nível de emissão de poluentes seja assegurado pela qualidade do projeto e do processo produtivo, os gases produzidos pela combustão no motor apresentam um odor característico que pode, eventualmente, impregnar as roupas e pertences do usuário.
Uma vez que piloto e passageiro de motocicletas estão totalmente expostos às condições ambientais, tal situação, embora por vezes desagradável, não configura problema de produto e pode ser agravada por diversos fatores, entre os quais:
- Condições climáticas (temperatura, umidade do ar, vento, etc.);
■ Posicionamento da saída do escapamento (baixo ou alto, próximo ao usuário);
■ Qualidade do combustível utilizado;
■ Modo de utilização (cidade ou estrada, baixa ou alta velocidade, etc.).
XRE 190 ABS

Todas as informações, ilustrações e especificações incluídas nesta publicação são baseadas nas informações mais recentes disponíveis sobre o produto no momento de autorização da impressão.
A Moto Honda da Amazônia Ltda. se reserva o direito de alterar as características da motocicleta a qualquer tempo e sem aviso prévio, sem que por isso incorra em obrigações de qualquer espécie.
Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida sem autorização por escrito.
Notas Importantes
■ Esta motocicleta foi projetada para transportar piloto e passageiro. Nunca exceda a capacidade máxima de carga (página 17) e verifique sempre a pressão recomendada para os pneus (página 53).
■ As ilustrações apresentadas no manual destinam-se a facilitar a identificação dos componentes. Elas podem diferir um pouco dos componentes de sua motocicleta.
■ Esta motocicleta foi projetada para ser pilotada em estradas pavimentadas e off-road.
■ Leia atentamente este manual e preste atenção especial às afirmações precedidas das seguintes palavras:

CUIDADO
Indica, além da possibilidade de dano à motocicleta, risco ao piloto e ao passageiro se as instruções não forem seguidas.
ATENÇÃO
Indica a possibilidade de dano à motocicleta se as instruções não forem seguidas.
NOTA
Fornece informações úteis.
ÍNDICE
ASSISTÊNCIA AO CLIENTE 7
Regras de Segurança....8
Pilotagem sob Más Condições de Tempo .....8
Postura....9
Curvas 9
Visão....9
Apareça 10
Distância de Seguimento 10
Cruzamentos....10
Equipamentos de Proteção....11
Modificações....12
Cuidados com Alagamentos....12
Opcionais 12
Segurança no Off-Road 13
Acessórios e Carga....15
Acessórios 15
Carga 17
PRECAUÇÕES DE PILOTAGEM 19
Cuidados para Amaciar o Motor....19
Frenagem 19
Sistema de Freio Antibloqueio (ABS) na Roda Dianteira 20
Freio-motor 20
Pilotagem sob Chuva 20
Abastecimento de Combustível....21
Estacionamento....21
Como Prevenir Furtos....23
INSTRUMENTOS, CONTROLES E FUNCIONAMENTO
Localização dos Controles ......24
Instrumentos 26
Configuração de exibição ....29
Ajuste do Relógio 30
Ajuste do brilho do painel de instrumentos.31
Indicadores 32
Interruptores 33
Trava da Coluna de Direção....34
Partida do Motor 35
Troca de Marchas....36
Tanque de Combustível....37
Abertura da tampa do tanque 37
Fechamento da tampa do tanque....37
Instruções de abastecimento....38
Falta de combustível 40
Jogo de Ferramentas / Porta-documentos.....41
MANUTENÇÃO 42
Tabela de Manutenção 42
Cuidados na Manutenção....46
Princípios da Manutenção 46
Inspeção Antes do Uso....46
Peças de Reposição....47
Bateria 47
Fusíveis 49
Óleo do Motor 50
Fluido de Freio 51
Corrente de Transmissão....51
Dreno do Filtro de Ar 53
Pneus 53
Filtro de Ar 56
Jogo de Ferramentas....56
Remoção e Instalação de
Componentes do Chassi....57
Tampas Laterais....57
Assento 58
Bateria 59
Presilhas....60
Tampa do Painel de Instrumentos .....60
Vela de Ignição 61
Óleo do Motor....63
Verificação do Nível 63
Adição 64
Troca do óleo 64
Freios 66
Verificação do Nível de Fluido ......66
Verificação das Pastilhas do Freio ......67
Ajuste do Interruptor da Luz do Freio .....68
Cavalete Lateral 68
Inspeção do Apoio de Borracha......68
Corrente de Transmissão 69
Inspeção do Deslizador da Corrente......72
Aros e Raios....72
Embreagem 73
Verificação da Folga da Alavanca......73
Ajuste da Folga....73
(cont.)
XRE 190 ABS
Acelerador....75
Verificação 75
Dreno do Filtro de Ar....75
O Motor Não Dá Partida 79
O Motor de Partida Funciona mas o Motor
Não Dá Partida 79
O Motor de Partida Não Funciona....79
Os Indicadores se Acendem ou Piscam......79
Indicador de Falha do PGM-FI......79
Indicador do ABS....79
Indicação de Falha do Medidor de
Combustível 80
Pneu Furado 80
Reparo e Substituição da Câmara de Ar.....81
Rodas 81
Roda Dianteira 82
Roda Traseira 83
Falha Elétrica 85
Bateria Sem Carga 85
Lâmpadas Queimadas....85
Fusível Queimado....88
Fusível Principal 89
Funcionamento Instável do Motor......89
INFORMAÇÕES GERAIS 90
Chaves 90
Chave de Ignição 90
Instrumentos, Controles e
Outros Componentes 90
Interruptor de Ignição 90
Interruptor do Motor 90
Hodômetro....90
Hodômetro Parcial....91
Porta-documentos....91
Corte da Ignição....91
Catalisador....91
COMO TRANSPORTAR A MOTOCICLETA
Reboque para Motocicletas....93
(cont.)
ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL 94
Condições da Motocicleta....94
Maneira de Pilotar....94
Condições Externas 94
LIMPEZA E CONSERVAÇÃO 95
Equipamentos de Lavagem 96
Como Lavar a Motocicleta 97
Componentes de Alumínio....100
Painéis 100
Manutenção do Tubo de Escapamento e Silencioso....100
CONSERVAÇÃO DE MOTOCICLETAS INATIVAS 101
Ativação da Motocicleta....103
NÍVEL DE RUÍDOS 104
PROGRAMA DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR 105
Controle de Emissões ....105
PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE 106
IDENTIFICAÇÃO DA MOTOCICLETA 107
Identificação do Ano de Fabricação......107
Para assuntos relacionados a produtos, serviços e peças entre em contato com a área de Relacionamento com o Cliente Honda.
NOTA
Para facilitar o atendimento, tenha em mãos as seguintes informações:
■ nome, endereço e telefone do proprietário;
■ número do chassi;
■ ano e modelo da motocicleta;
■ data de entrega da motocicleta ao cliente e quilometragem da motocicleta;
■ concessionária na qual efetuou o serviço.
Para assuntos relacionados ao Consórcio Nacional Honda (CNH) e Banco Honda consulte números específicos no site www.honda.com.br
| Relacionamento com o Cliente Honda0800 055 22 21 | ||
| Segunda a Sexta(dias úteis) | Horário Atendimento | |
| 8:00 às 20:00 horas Informações, Dúvidas e Sugestões | ||
| 9:00 às 17:00 horas Suporte Técnico | ||
Pilotar uma motocicleta requer certos cuidados para garantir sua segurança. Leia atentamente todas as informações a seguir antes de pilotar.
Regras de Segurança
- Faça sempre uma Inspeção Antes do Uso (página 46), antes de acionar o motor. Isso pode evitar acidentes e danos à motocicleta.
- Pilote somente se for habilitado. NUNCA empreste sua motocicleta a pilotos inexperientes.
- Na maioria dos acidentes entre automóveis e motocicletas, o motorista alega não ter visto a motocicleta. Para evitar que isso aconteça:
■ Ande sempre com o farol ligado;
■ Use sempre roupas e capacetes de cor clara e visível; -
Não se posicione em locais onde o motorista possa ter sua visão encoberta. Veja e seja visto.
-
Obedeça às leis de trânsito.
A velocidade excessiva é um fator comum a muitos acidentes. Respeite os limites de velocidade e NUNCA pilote além do que as condições permitem.
■ Sinalize antes de fazer conversões ou mudar de pista. O tamanho e a maneabilidade da motocicleta podem surpreender outros motoristas.
-
Não se deixe surpreender por outros motoristas. Fique atento nos cruzamentos, entradas/saídas de estacionamentos, vias expressas e rodovias.
-
Mantenha ambas as mãos no guidão e os pés nos pedais de apoio ao pilotar. O passageiro deve segurar-se com as duas mãos no piloto ou nas alças traseiras e manter os pés nos pedais de apoio.
-
Nunca deixe sua motocicleta sozinha com o motor ligado.
-
Regule os espelhos retrovisores (página 78).
-
Em caso de acidente, avalie a gravidade dos ferimentos pessoais e a condição da motocicleta para certificar-se de que é seguro continuar pilotando. Se necessário, chame socorro especializado. Caso o acidente envolva terceiros, obedeça às leis pertinentes. Assim que possível, procure uma concessionária Honda para inspecionar a motocicleta.
Pilotagem sob Más Condições de Tempo
Pilotar sob más condições de tempo, como chuva ou neblina, requer uma técnica diferente de pilotagem devido à redução da visibilidade e aderência dos pneus.
Postura
A boa postura é necessária para que você se canse menos e obtenha um melhor desempenho.
NORMAL

text_image
NORMAL CABEÇA: EM POSIÇÃO VERTICAL, OLHANDO PARA A FREnte. BRAÇOS: RELAXADOS, COM COTOVELOS APONTADOS PARA BAIXO. OMBROS: RELAXADOS. MAOS: PUNHOS ABAIXADOS EM RELAÇÃO À MAO, SEGURANDO O CENTRO DA MANOPLA. JOELHOS: PRESSIONANDO LEVEMENTE O TANQUE DE COMBUSTÍVEL. PÉS: PARALELOS AO SOLO, COM O SALTO DO SAPATO ENCAIXADO NA PEDALEIRA. A PONTA DO PE SOBRE OS PEDAIIS DO FREIO E CÂMBIO.QUADRIL: JUNTO DO TANQUE, EM POSIÇÃO QUE PERMITA VIRAR O GUIDAO SEM ESFORÇO NOS OMBROS.
Curvas
Nas curvas, você deverá inclinar o corpo junto com a moto.
Quanto maior a velocidade ou menor o raio de curva, maior deverá ser a inclinação.
Para manobras rápidas e em curvas de peque- nos raios, incline a moto mais que o corpo.



Quando necessitar de grande inclinação em curva, incline o corpo mais que a moto.
Visão
Pela visão você recebe 90% das informações necessárias a sua segurança.
Portanto, esteja atento ao seguinte:
■ A velocidade diminui seu campo de visão.
- Não fixe o olhar em apenas um ponto.
- Para aumentar seu ângulo de visão, movimente seu olhar constantemente.
Antes de sair, mudar de faixa ou fazer conversões, use os retrovisores e olhe sobre os ombros para cobrir as áreas fora do seu campo visual.

text_image
VISÃO PELO ESPELHO RETROVISOR VISÃO SOBRE OS OMBROSApareça
Na maioria dos acidentes de motocicleta envolvendo automóveis ou pedestres, estes alegam não ter visto a motocicleta.
Para se tornar visível:
■ Use capacete e jaquetas de cores claras e vivas.
■ Use farol aceso, mesmo de dia.
Distância de Seguimento
Dois segundos é o tempo de que você necessita para identificar o perigo e acionar o freio. Por isso, mantenha uma distância segura do veículo que está a sua frente.
Comece a contar: "cinquenta e um, cinquenta e dois", quando a traseira do carro passar por um ponto fixo. Se, quando você terminar de contar, a roda dianteira da moto passar pelo mesmo ponto, você estará a uma distância segura.
Importante: em dias de chuva, esta distância deve ser duplicada.
Cruzamentos
As estatísticas mostram que grande parte dos acidentes ocorrem em cruzamentos.
As situações ao lado são as mais comuns.
Fique atento a elas: A conversão à esquerda, em ruas de mão dupla (ver figura 4), é perigosa e deve ser evitada sempre que for possível fazer um retorno.
text_image
área sem visibilidade área sem visibilidadeNÃO SE COLOQUE NA ÁREA SEM VISIBILIDADE DO MOTORISTA-

cinquenta e um,
cinquenta e dois
2 segundos


flowchart
graph TD
A["Step 1"] --> B["Step 2"]
B --> C["Step 3"]
C --> D["Step 4"]
D --> E["Step 5"]
E --> F["Step 6"]
F --> G["Step 7"]
G --> H["Step 8"]
H --> I["Step 9"]
I --> J["Step 10"]
J --> K["Step 11"]
K --> L["Step 12"]
L --> M["Step 13"]
M --> N["Step 14"]
N --> O["Step 15"]
O --> P["Step 16"]
P --> Q["Step 17"]
Q --> R["Step 18"]
R --> S["Step 19"]
S --> T["Step 20"]
Equipamentos de Proteção

CUIDADO
Para reduzir as chances de ferimentos fatais, as Resoluções CONTRAN n° 453 de 26/09/2013 e n° 680 de 25/07/2017, estabelecem a obrigatoriedade do uso do capacete pelo piloto e passageiro. O não cumprimento destas implicará nas sanções previstas pelo Código de Trânsito Brasileiro.
O capacete é um equipamento indispensável ao motociclista. A falta do capacete é responsável pela maior parte dos acidentes fatais.
Escolha um capacete de cor clara, que se ajuste bem à sua cabeça e prenda-o bem para que não escape na hora em que você precisar dele.
- Use somente capacetes com o selo do INMETRO. Ele garante que o capacete atende aos requisitos de segurança previstos pela legislação brasileira. A viseira do capacete deve ser transparente (sem película) e estar totalmente abaixo durante a pilotagem. Se o capacete for do tipo aberto, use óculos de proteção para motociclistas. Botas, luvas e roupas protetoras são essenciais.
ATENÇÃO
Verifique no site www.honda.com.br/harmoniano-transito as orientações para garantir a segurança na cidade e na estrada.

-
Protetores de escapamento
-
Esta motocicleta atende a Resolução CONTRAN nº 228 de 02/03/2007, e utiliza um sistema de exaustão de parede dupla com protetores de escapamento. Use roupas que protejam as pernas e os braços. Não toque no motor e escapamento mesmo após desligar o motor.
- Para evitar possível dano à motocicleta ou pertences pessoais devido ao aquecimento, não bloqueie ou restrinja o fluxo de ar ao redor do silencioso com carga ou roupa.
- Não use roupas soltas que possam se enganchar nas alavancas de controle, pedais de apoio, corrente de transmissão ou nas rodas.
Modificações
! CUIDADO
A modificação ou remoção de peças originais da motocicleta pode reduzir a segurança e infringir as leis de trânsito. Obedeça às normas que regulamentam o uso de equipamentos e acessórios.
Cuidados com Alagamentos
Ao trafegar em locais alagados, riachos e enchentes, evite a entrada de água no motor pelo filtro de ar. Isso poderá causar o efeito de calço hidráulico, o qual danificará o motor.
A entrada de água no motor causará a contaminação do óleo lubrificante. Caso ocorra tal situação, desligue o motor imediatamente e substitua o óleo em uma concessionária Honda para certificar-se da eliminação da água do motor e execução de revisão e manutenção adequada.
Opcionais
Dirija-se a sua concessionária Honda para obter informações sobre os opcionais disponíveis para sua motocicleta.
Segurança no Off-Road
Para garantir a segurança no off-road, siga as recomendações abaixo.
1. Equipamentos de proteção
Essenciais para sua segurança. Habitue-se a usá-los sempre.
- Capacete – equipamento indispensável.
- Óculos – quanto maior a visibilidade, melhor. Escolha óculos que não quebrem ou estilhacem.
■ Camisas de mangas compridas com enchimento nos cotovelos e ombros protegem contra possíveis escoriações nos braços.
- Luvas – as acolchoadas no dorso são mais indicadas. Devem se ajustar perfeitamente às mãos.
■ Faixa abdominal – protege os órgãos internos contra solavancos.
- Calças de náilon com protetor nos joelhos ou jeans reforçados aumentam a proteção. Escolha o tamanho certo para perfeita liberdade de movimento.
- Botas – devem ser de couro reforçado com solado grosso e com sulcos, de preferência com biqueira de aço. Devem ainda ser flexíveis e perfeitamente ajustáveis aos pés.
- Bolsa de cintura – importante para carregar peças sobressalentes e peças removidas da motocicleta.
2. Preparação da motocicleta
Para a prática do off-road, é fundamental que a motocicleta esteja em perfeitas condições mecânicas. Os suportes da alavanca do freio dianteiro, da alavanca da embreagem e das sinaleiras dianteiras devem ser afrouxados para girar em caso de queda, evitando a quebra. Afrouxe-os de forma que seja necessária apenas uma pequena força para girarem. Em condições mais severas de uso, remova os espelhos retrovisores e as sinaleiras.
3. Peças sobressalentes
Indispensáveis para quem pratica o off-road. Leve, sempre que possível, alavancas de embreagem e freio, além de parafusos e porcas. Quanto a outras peças, vale a experiência do piloto, sempre seguindo o bom senso.
NOTA
Leve todas as ferramentas da motocicleta e um kit de primeiros socorros.
4. Pilotagem off-road
NOTA
As normas de trânsito proíbem o uso de motocicletas em vias públicas sem os espelhos retrovisores, sinaleiras, farol, lanterna traseira, buzina e placa de licença.
Antes de enfrentar locais pouco conhecidos, observe as seguintes recomendações:
■ Obedeça sempre às leis e normas relativas à pilotagem off-road;
- Obtenha permissão para pilotar em propriedades privadas. Evite locais proibidos;
- Não transporte passageiro e cargas pesadas durante a pilotagem off-road;
■ Ande sempre acompanhado para poder receber ajuda, em caso de avaria;
Para solucionar problemas que possam ocorrer em locais desertos, é fundamental que você esteja familiarizado com a motocicleta;
- Não pilote a motocicleta além de sua experiência e habilidade, nem mais rápido do que o local permite;
■ Se não estiver familiarizado com o terreno, pilote com cautela: pedras escondidas, buracos e barrancos podem provocar acidentes;
- O silencioso é necessário na maioria das áreas off-road. Não modifique o sistema de escapamento da motocicleta. Lembre-se de que ruído excessivo incomoda as pessoas e cria uma imagem negativa do motociclismo.
Acessórios e Carga

CUIDADO
Para evitar acidentes, sobrecarga e danos, tenha extremo cuidado ao instalar acessórios e acomodar qualquer carga na motocicleta, e ao pilotá-la com os mesmos. A colocação de acessórios e carga pode reduzir a estabilidade, desempenho e limite de velocidade de segurança da motocicleta. Lembre-se de que o desempenho pode ser reduzido ainda mais com a instalação de acessórios não originais Honda, carga mal distribuída, pneus gastos, mau estado da motocicleta, e más condições das estradas e do tempo.
■ Estas precauções gerais podem ajudá-lo a decidir se e como equipar sua motocicleta, e como acomodar a carga com segurança.
A estabilidade e dirigibilidade da motocicleta podem ser afetadas por cargas e acessórios que estejam mal fixados. Verifique frequentemente a fixação da carga e acessórios.
Acessórios
Os acessórios originais Honda foram projetados especificamente para esta motocicleta. Lembre-se de que você é diretamente responsável pela escolha, instalação e uso correto de acessórios não originais. Observe as recomendações sobre carga citadas anteriormente e as seguintes:
- Verifique o acessório cuidadosamente e sua procedência, assegurando-se de que este não afete:
■ A visualização do farol, lanterna traseira, sina-leiras e placa de licença;
■ A distância mínima do solo (no caso de prote-tores);
■ O ângulo de inclinação da motocicleta;
■ O curso da direção;
■ O curso das suspensões traseira e dianteira;
■ A visibilidade do piloto;
■ O acionamento dos controles;
■ A estrutura da motocicleta (chassi);
■ O torque de porcas, parafusos e fixadores;
■ Ou exceda a capacidade de carga.
- Carenagens grandes ou para-brisa montados nos garfos, inadequados para a motocicleta ou instalados incorretamente, podem causar instabilidade. Não instale carenagens que restrinjam o fluxo de ar para o motor.
- Acessórios que alteram a posição de pilotagem, afastando as mãos e os pés dos controles, dificultando o acesso aos mesmos, consequentemente aumentam o tempo necessário à reação do motociclista em situações de emergência.
- Não instale equipamentos elétricos que possam exceder a capacidade do sistema elétrico da motocicleta. Toda pane no circuito elétrico é perigosa. Além de afetar o sistema de iluminação e sinalização, provoca uma queda no rendimento do motor.
-
Esta motocicleta não foi projetada para receber sidecars ou reboques. A instalação de tais acessórios submete os componentes do chassi a esforços excessivos, causando danos à motocicleta, além de prejudicar a dirigibilidade.
-
Qualquer modificação no sistema de arrefecimento provoca superaquecimento e sérios danos ao motor.
- Esta motocicleta não foi projetada para utilizar sistema de alarme. A utilização de qualquer tipo de alarme poderá afetar o sistema elétrico da motocicleta. A Honda cancelará a garantia se constatar o uso de algum tipo de alarme.
Carga
O peso e a acomodação da carga são muito importantes para sua segurança. Sempre que pilotar a motocicleta com um passageiro ou carga, observe as seguintes precauções:
- Mantenha o peso da bagagem perto do centro da motocicleta. Distribua o peso uniformemente, em ambos os lados da motocicleta, para evitar desequilíbrios. À medida que se afasta o peso do centro da motocicleta, a dirigibilidade é afetada.
- Ajuste a pressão dos pneus (página 53) de acordo com a carga e condições da pista.
- A estabilidade e a dirigibilidade da motocicleta podem ser afetadas por cargas mal fixadas. Verifique frequentemente a fixação da carga.
- Não prenda objetos grandes ou pesados no guidão, amortecedores dianteiros ou para-lama. Isso poderia resultar em instabilidade da motocicleta ou resposta lenta da direção.
- Para evitar possível dano à motocicleta ou pertences pessoais devido ao aquecimento, não bloqueie ou restrinja o fluxo de ar ao redor do silencioso com carga ou roupa.
Capacidade de carga
Esta motocicleta foi projetada para transportar duas pessoas: piloto (1) e passageiro (2). A soma dos pesos deve ser distribuída em 4 pontos (A, B, C e D). Não exceda a capacidade máxima, pois sua motocicleta apresentará melhor estabilidade, dirigibilidade e conforto se for utilizada nestas condições.
Capacidade máxima de carga: 157 kg (piloto, passageiro, bagagem e acessórios
Para capacidade máxima do bagageiro traseiro, consulte Especificações Técnicas, página 109.
Transformação de Categoria para Transporte de Cargas
Este modelo não é especificado para transporte de carga.
A utilização desta motocicleta para transporte remunerado de carga conforme as Resoluções CONTRAN n° 356, de 02/08/2010 e n° 378, de 06/04/2011, não é recomendada para este modelo. Para o perfeito entendimento dos requisitos legais relacionados ao transporte remunerado de carga, leia com atenção o conteúdos das Resoluções CONTRAN n° 356, de 02/08/2010 e n° 378, de 06/04/2011 e suas atualizações, disponíveis no site www.denatran.gov.br.
A Moto Honda da Amazônia Ltda. não se responsabiliza pela instalação de acessórios não originais ou por danos causados à motocicleta pela utilização destes.
A responsabilidade por problemas em acessórios não originais caberá exclusivamente ao fabricante/ fornecedor/installador do acessório.
(cont.)
Distribuição de peso
(A) Assento dianteiro, (B) Pedal de apoio dianteiro, (C) Assento traseiro (centro da roda traseira) e (D) Pedal de apoio traseiro.

text_image
(2) + (1) ≤ capacidade máxima (menor ou igual) ② ① ③ ④ ⑤ (figura ilustrativa)ATENÇÃO
■ Danos causados pelo excesso de carga NÃO SERÃO COBERTOS pela garantia Honda. Se estiver em dúvida sobre como calcular o peso da carga que pode ser acomodada em sua motocicleta sem causar sobrecarga e danos estruturais, procure uma concessionária Honda.
Este modelo não é homologado (ou especificado) para o transporte de semirreboque. Desta forma, a utilização do semirreboque nesta motocicleta é vedada por lei, conforme estabelece a Resolução CONTRAN nº 197 de 25/07/2006, complementada pela Resolução nº 273 de 04/04/2008.
ATENÇÃO
A Moto Honda da Amazônia Ltda. NÃO RECOMENDA a instalação e/ou utilização de semirreboque nesta motocicleta. Para o perfeito entendimento dos requisitos legais para o uso de semirreboque, leia com atenção as Resoluções CONTRAN nº 197 e 273, disponíveis no site www.denatran.gov.br.
■ A Moto Honda da Amazônia Ltda. NÃO SE RESPONSABILIZA pela instalação e/ou utilização de semirreboque nesta motocicleta, bem como por danos decorrentes de sua utilização.
A responsabilidade pela instalação e/ou utilização dos semirreboques caberá exclusivamente ao proprietário desta motocicleta.
■ Capacidade máxima de tração - CMT: Zero
Para uso comercial: o aperto de porcas, parafusos e elementos de fixação deve ser executado com mais frequência do que o indicado na Tabela de Manutenção.
PRECAUÇÕES DE PILOTAGEM
Cuidados para Amaciar o Motor
Os cuidados com o amaciamento, durante os primeiros 500 km de uso, prolongarão consideravelmente a vida útil e aumentarão o desempenho de sua motocicleta.
■ Evite acelerações bruscas.
■ Nunca force o motor com aceleração total em baixa rotação.
- Não pilote a motocicleta por longos períodos em velocidade constante.
■ Evite operar o motor em rotações muito baixas ou altas.
- Acione os freios de modo suave para aumentar sua durabilidade e garantir sua eficiência futura. Evite frenagens bruscas.
ATENÇÃO
Se o motor for operado em rotações excessivas, será seriamente danificado.
Essas recomendações se aplicam a toda vida útil do motor e não somente ao período de amaciamento.
Frenagem
Observe as orientações a seguir:
■ Para máxima eficiência da frenagem, acione os freios dianteiro e traseiro simultaneamente.
■ Evite frenagens bruscas e reduções repentinas de marchas.
Frenagens bruscas podem dificultar o controle da motocicleta.
Sempre que possível, reduza a velocidade antes de entrar em uma curva. Caso contrário, há o perigo de derrapagem.
■ Tenha cuidado em superfícies molhadas ou de areia e terra.
Os pneus derrapam mais facilmente em tais superfícies e a distância de frenagem é maior.
■ Evite o acionamento contínuo dos freios.
O acionamento contínuo dos freios, tal como em declives acentuados, pode superaquecê-los e reduzir sua eficiência. Utilize o freio-motor, reduzindo as marchas com a utilização intermitente dos freios dianteiro e traseiro.
Sistema de Freio Antibloqueio (ABS) na Roda Dianteira
Esta motocicleta está equipada com sistema de freio antibloqueio que ajuda a evitar o travamento da roda dianteira em frenagens súbitas em superfícies irregulares ou inadequadas ao pilotar em linha reta.
O sistema ABS não pode compensar as condições da pista, julgamento incorreto ou acionamento inadequado dos freios. Portanto, pilote a uma velocidade segura às condições do tráfego e da pista, e mantenha sempre uma margem de segurança.
O ABS não funciona em velocidades inferiores a 10 km/h.
A alavanca de freio pode recuar um pouco quando aplicar os freios. Isto é normal.
Freio-motor
O freio-motor ajuda a reduzir a velocidade da motocicleta ao soltar o acelerador. Ao enfrentar um declive acentuado, utilize o freio-motor, reduzindo as marchas com a utilização intermitente dos freios. Você
é capaz de reduzir mais de 50% da distância de parada se souber frear corretamente. A motocicleta tem freios com acionamentos independentes, que devem ser dosados adequadamente.

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ATRITOPilotagem sob Chuva
A superfície da pista fica escorregadia quando molhada, reduzindo a eficiência da frenagem.
Tenha bastante cuidado ao frear em dias chuvosos. Se os freios ficarem molhados, acione-os enquanto pilota em velocidade baixa para ajudar a secá-los.
Uso dos Freios
Na hora da frenagem, o peso da motocicleta recai na roda dianteira, fazendo com que o freio dianteiro seja o maior responsável pela frenagem.
Use os dois freios simultaneamente. Mas quanto mais rápido você tiver que parar, utilize mais intensamente o freio dianteiro, porém de forma gradativa.
Importante: em pisos molhados e escorregadios, tome cuidado para não deixar a roda travar, evitando uma derrapagem.
DISTÂNCIA DE FRENAGEM
Velocidade: 50 km/h

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| Category | Distance (m) | |---|---| | TRASHIRO + DIANTEIRO | 18 | | SÓ DIANTEIRO | 24 | | SÓ TRASSEIRO | 35 |Abastecimento de Combustível

CUIDADO
Antes de abastecer, desligue o motor e mantenha faíscas, chamas e cigarros afastados.
Siga as orientações abaixo para proteger o motor e o catalisador:
■ Use somente gasolina ou etanol comum de boa qualidade (sem aditivo).
- O uso de combustível de baixa qualidade pode comprometer o funcionamento e a durabilidade do motor.
- Não use combustível deteriorado ou contaminado.
■ Evite a entrada de poeira e água no tanque de combustível.
Estacionamento
- Pare a motocicleta, coloque a transmissão em neutro e desligue o motor.
- Abaixe o cavalete lateral.
- Incline lentamente a motocicleta para a esquerda até apoiá-la no cavalete lateral.
- Gire o guidão totalmente para a esquerda.
Girar o guidão para a direita diminui a estabilidade da motocicleta e pode causar sua queda. - Posicione o interruptor de ignição em LOCK e remova a chave (página 34).

CUIDADO
- Não fume ou acenda fósforos próximos à motocicleta.
■ Ao estacionar a motocicleta, certifique-se de que materiais inflamáveis não entrem em contato com as peças quentes. - Não cubra a motocicleta nem encoste no motor, silencioso, freios ou outras peças enquanto estiverem quentes.
- O motor só deve ser acionado por pessoas que tenham prática e conhecimento do produto. Evite que crianças permaneçam sobre ou perto da motocicleta, quando estiver estacionada ou com o motor aquecido.
ATENÇÃO
■ Estacione a motocicleta em local plano e firme para evitar quedas. O local deve ser bem ventilado e abrigado.
- Caso estacione em subidas ou superfícies de areia ou terra, posicione corretamente a motocicleta para evitar queda ou movimento inesperado.
- Caso use uma capa protetora, remova-a antes de acionar o motor.
- Ao estacionar a motocicleta, evite deixá-la sob árvores ou locais onde haja precipitação de frutas, folhas ou detritos de pássaros para evitar danos à pintura e demais componentes da motocicleta.
ATENÇÃO
■ Sempre que possível, proteja sua motocicleta da chuva, especialmente em regiões metropolitanas e industriais, para evitar a oxidação causada pela poluição.
■ Evite colocar objetos, como capas de chuva, mochilas, caixas e capacete, sobre o tanque de combustível, principalmente sobre o respiro da tampa, para evitar riscos e danos à pintura.
- O cavalete lateral foi projetado para suportar apenas o peso da motocicleta. Não é recomendável a permanência de pessoas ou carga sobre a motocicleta enquanto estiver apoiada no cavalete.
Como Prevenir Furtos
- Sempre trave a coluna de direção e nunca esqueça a chave no interruptor de ignição. Isso pode parecer simples e óbvio, mas muitas pessoas se descuidam.
- Certifique-se de que a documentação da motocicleta esteja em ordem e atualizada.
- Estacione sua motocicleta em locais fechados, sempre que possível.
- A Moto Honda da Amazônia Ltda. não autoriza:
a) A utilização de dispositivos antifurto, tais como alarmes, corta-ignição, rastreadores por satélite, etc.
A instalação desses acessórios altera o circuito elétrico original da motocicleta com o corte, descascamento e solda na fiação principal ou em outros ramos do circuito elétrico, além de danificar irreparavelmente a unidade do ECM, pois a mesma é curto-circuitada.
b) A gravação de caracteres nas peças da motocicleta pode comprometer seriamente sua durabilidade, criando pontos de oxidação, manchas e descascamento, etc. Esses danos não são cobertos pela garantia.
- Preencha ao lado seu nome, endereço, número de telefone e data da compra. Mantenha o Manual do Proprietário sempre em sua motocicleta. Muitas vezes, as motocicletas roubadas são identificadas por meio do manual.
DADOS DO 1º PROPRIETÁRIO
Nome:
Endereço:
CEP: Cidade:
Estado: ____ Tel: ____
Data da compra: ____ / ____ / ____
DADOS DO 2º PROPRIETÁRIO
Nome:
Endereço:
CEP: Cidade:
Estado: ____ Tel: ____
Data da compra: ____ / ____ / ____
DADOS DO 3º PROPRIETÁRIO
Nome:
Endereço:
CEP: Cidade:
Estado: ____ Tel: ____
Data da compra: ____ / ____ / ____
INSTRUMENTOS, CONTROLES E FUNCIONAMENTO Localização dos Controles

1 Assento
2 Tampa do tanque de combustível
3 Tampa do painel de instrumentos
4 Reservatório do fluido de freio dianteiro
5 Manopla do acelerador
6 Vela de ignição
7 Tampa/vareta medidora de óleo
8 Interruptor da luz de freio
9 Tampa lateral direita
10 Reservatório do fluido de
freio traseiro
(cont.)

text_image
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 2411 Alavanca da embrea-gem
12 Tampa lateral esquerda
13 Bateria
14 Caixa de fusíveis
15 Bagageiro traseiro
16 Porta-documentos
17 Jogo de ferramentas
18 Fusível principal
19 Corrente de transmissão
20 Dreno do filtro de ar
21 Deslizador da corrente
de transmissão
22 Cavalete lateral
23 Parafuso de drenagem
do óleo do motor
24 Pedal de câmbio
Instrumentos

text_image
3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 1001 Botão SET
2 Botão SEL
3 Relógio
Para ajustar o relógio, consulte a página 30.
4 Velocímetro
5 Faixa vermelha do tacômetro
Indica a faixa de rotação excessiva do motor.
Se acende quando pode ocorrer dificuldade de partida a frio do motor (página 40).
7 Medidor de combustível
A quantidade de combustível remanescente no tanque quando o primeiro segmento acima de "E" começa a piscar é de aproximadamente 3,1 litros.
Caso os indicadores do medidor de combustível pisquem repetidamente ou se apaguem, consulte a página 80.
(cont.)
8 Hodômetro (TOTAL), Hodômetro parcial (TRIP A/B) e Medidor de consumo de combustível
O botão SEL alterna entre hodômetro, hodômetro parcial A, hodômetro parcial B, consumo de combustível atual, consumo médio de combustível com base no hodômetro parcial A e consumo médio de combustível com base no hodômetro parcial B.
Tacômetro
Não opere o motor na faixa vermelha do tacômetro. O excesso de rotação do motor pode reduzir a vida útil do motor.

flowchart
graph TD
A["500 km"] --> B["1250 km"]
B --> C["2500 km"]
C --> D["233 km/L"]
D --> E["286 km/L"]
E --> F["303 km/L"]
- Hodômetro total
- Hodômetro parcial A
- Hodômetro parcial B
- Consumo de combustível atual
- Consumo médio de combustível com base no hodômetro parcial A
- Consumo médio de combustível com base no hodômetro parcial B (cont.)
■ Hodômetro total
Registra o total de quilômetros percorridos pela motocicleta. Quando “----” for exibido, procure uma concessionária Honda.
■ Hodômetro parcial
Distância percorrida desde a última vez em que foi zerado. "0.0" é exibido após o hodômetro parcial A ou B ser zerado.
Quando "----." for exibido, procure uma concessionária Honda.
■ Consumo de combustível atual
Se a velocidade for menor que 6 km/h, “--.-” é exibido. Quando “--.-” for exibido em velocidades acima de 6 km/h, procure uma concessionária Honda.
■ Consumo médio de combustível
O consumo médio de combustível é baseado no hodômetro parcial A e hodômetro parcial B.
Consumo médio de combustível desde que o hodômetro parcial A e hodômetro parcial B foi zerado.
O valor do consumo de combustível que é exibido no mostrador pode ser diferente do consumo atual ao pilotar.
Quando o hodômetro parcial A e o hodômetro parcial B forem zerados, “--.-” é exibido.
Quando “---” for exibido em outros casos, procure uma concessionária Honda.
Para zerar o consumo médio de combustível, consulte a página 28.
■ Para zerar o hodômetro parcial A e o consumo médio de combustível
Para zerar o hodômetro parcial A e o consumo médio de combustível (com base no hodômetro parcial A) juntos, pressione e segure o botão SET enquanto o hodômetro parcial A é exibido.

text_image
0/ TRIP A 125.0 km 1 0/ AVG A 286 km/L 2 0/ TRIP A 0.0 km 0/ AVG A km/L-
Hodômetro parcial A
-
Consumo médio de combustível com base no hodômetro parcial A
(cont.)
Para zerar o hodômetro parcial B e o consumo médio de combustível
Para zerar o hodômetro parcial B e o consumo médio de combustível (com base no hodômetro parcial B) juntos, pressione e segure o botão SET enquanto o hodômetro parcial B é exibido.

text_image
0/ TRIP 250.0 km 1 0/ AVG 30.3 km/L 2 0/ TRIP 0.0 km 0/ AVG km/L- Hodômetro parcial B
- Consumo médio de combustível com base no hodômetro parcial B
Configuração de exibição
Os itens são exibidos na seguinte sequência:
■ Ajuste do relógio
■ Ajuste do brilho do painel de instrumentos

flowchart
graph TD
A["Mostrador habitual"] --> B["Ajuste do relógio"]
B --> C["Ajuste do brilho do painel de instrumentos"]
D["Pressione e segure o botão SEL e o botão SET"] --> E
F["Pressione o botão SET"] --> G
A configuração estabelecida também pode ser definida girando o interruptor de ignição para a posição OFF.
O mostrador é alterado automaticamente do modo de ajuste ao mostrador habitual se o botão não for pressionado por cerca de 30 segundos. A definição estabelecida não é mantida caso o ajuste não seja finalizado.
Inspeção do Mostrador
Quando o interruptor de ignição é ligado, todos os modos e segmentos digitais aparecerão. Se alguma parte do mostrador não ficar visível, procure uma concessionária Honda.
Ajuste do Relógio
- Gire o interruptor de ignição para a posição ON.
- Pressione e mantenha pressionados os botões SEL e SET até que as horas começem a piscar.

- Pressione o botão SEL até que a hora desejada seja exibida.
Mantendo-o pressionado as horas avançam rapidamente.

text_image
2:34 → 12:34- Pressione o botão SET. Os minutos começar ao piscar.

text_image
12:34 → 12:34- Pressione o botão SEL até os minutos desejados.
Mantendo-o pressionado os minutos avançam rapidamente.

text_image
12:34 → 12:54- Pressione o botão SET. O relógio está definido, em seguida, o visor muda para o ajuste do brilho do painel de instrumentos.
Ajuste do brilho do painel de instrumentos
O ajuste pode ser realizado em um de cinco níveis.
- Pressione o botão SEL. O brilho é alterado.
- Pressione o botão SET. O brilho do painel de instrumentos está definido, e em seguida, volta ao mostrador habitual.

flowchart
graph TD
A["00000"] --> B["0000"]
B --> C["000"]
C --> D["00"]
D --> E["0"]
E --> F["0"]
Indicadores

text_image
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 256.3 km/hSe acende quando a transmissão está em neutro
2 Indicador de falha do PGM-FI
Se acende brevemente quando o interruptor de ignição é ligado com o interruptor do motor na posição.
Caso se acenda enquanto o motor estiver funcionando, consulte a página 79.
3 Indicador da sinaleira esquerda
4 Indicador da sinaleira direita
Se acende quando o interruptor de ignição é ligado e se apaga após a motocicleta atingir aproximadamente 10 km/h.
Caso se acenda enquanto estiver pilotando, consulte a página 79.
Interruptores

text_image
1 2 3 4 5 61 Interruptor de ignição
Liga e desliga o sistema elétrico e trava a coluna de direção.
A chave pode ser retirada quando o interruptor de ignição estiver posicionado em OFF ou LOCK.

- Posição ON (ligado).
Liga o sistema elétrico.
- Posição OFF (desligado).
Desliga o motor.
- Posição LOCK (trava).
Trava a coluna de direção.
2 Interruptor do motor
Normalmente deve permanecer na posição Q.
Em caso de emergência, mude para a posição
( o motor de partida não funcionará ) para desligar o motor.
3 Interruptor de partida
4 Interruptor da buzina
5 Interruptor das sinaleiras
Ao pressioná-lo, as sinaleiras são desligadas.
6 Comutador do farol
ED: Farol alto
D: Farol baixo
Trava da Coluna de Direção
Trave a coluna de direção quando estacionar para evitar furtos. Um cadeado em "U" (disponível comercialmente) ou dispositivo similar também é recomendado.
Para travar
- Gire o guidão totalmente para a esquerda.
-
Pressione e gire a chave de ignição para a posição LOCK.
Caso seja difícil travar, movimente o guidão. -
Remova a chave.
Para destravar
Insira a chave de ignição, pressione-a e gire a chave para a posição OFF.

text_image
1 2 PRESSIONE 1 GIRE- Chave de ignição
Partida do Motor
Siga sempre os seguintes procedimentos de partida, estando o motor frio ou quente.

Nunca ligue o motor em áreas fechadas ou sem ventilação. Os gases de escapamento contêm monóxido de carbono, que é venenoso.
ATENÇÃO
■ Se o motor não funcionar em 5 segundos, des-ligue a ignição e espere 10 segundos antes de tentar novamente para que a bateria recupere sua carga.
■ Manter o motor em marcha lenta ou em alta rotação por um período prolongado pode causar danos ao motor e ao sistema de escapamento.
- Certifique-se de que o interruptor do motor esteja na posição ☐.
- Ligue o interruptor de ignição.
- Coloque a transmissão em neutro (indicador ace- so) ou puxe a alavanca da embreagem para dar partida ao motor com a transmissão engrenada, desde que o cavalete lateral esteja levantado.
- Pressione o interruptor de partida com o acelerador totalmente fechado. Solte o interruptor assim que o motor ligar.
Caso não seja possível acionar o motor aquecido:
Gire o acelerador 1/8 a de volta durante a partida do motor.

text_image
1/4 1/8 /4(cont.)
Se o motor não ligar:
- Abra completamente o acelerador e pressione o interruptor de partida por 5 segundos.
- Efetue os procedimentos normais de partida.
- Se o motor ligar, abra um pouco o acelerador, caso a marcha lenta esteja instável.
- Se o motor não ligar, espere 10 segundos e siga novamente os procedimentos descritos nas etapas 1 e 2.
Se o motor não ligar, consulte a página 79.
Partida com o motor frio
Por segurança, o sistema desenvolvido pela Honda exclusivamente para motocicletas não possui um reservatório de gasolina para auxiliar a partida do motor em dias frios (temperaturas abaixo de 15°C). Portanto, a gasolina deve ser adicionada diretamente no tanque de combustível. Verifique as instruções de abastecimento (página 39).
Troca de Marchas
A transmissão da sua motocicleta possui cinco marchas.

text_image
2 3 4 5 N 1Tanque de Combustível

text_image
1 2 3 4- Tampa do tanque
- Capa da fechadura
- Borda superior da placa
- Chave de ignição
Combustível recomendado:
■ Gasolina comum (sem aditivo)
■ Etanol comum (sem aditivo)
Capacidade do tanque:
13,5 litros
▶ Abastecimento de combustível, consulte a página 21.
Abertura da tampa do tanque
Abra a capa da fechadura, insira a chave de ignição e gire-a em sentido horário para abrir a tampa.
Fechamento da tampa do tanque
- Depois de abastecer, pressione a tampa até trava-la.
- Remova a chave e feche a capa da fechadura.
A chave não pode ser retirada se a tampa não estiver travada.

CUIDADO
- Ao abastecer, não encha demais o tanque para evitar vazamento pelo respiro da tampa. Não deve haver combustível no gargalo do tanque. Se o nível de combustível ultrapassar a borda superior da placa, retire o excesso imediatamente.
■ Após abastecer, certifique-se de que a tampa do tanque esteja bem fechada. - Após abastecer e ligar o motor, o sistema poderá levar até 5 minutos para identificar a nova proporção aproximada de etanol no tanque, podendo ocorrer pequenas oscilações no funcionamento do motor.
■ Durante esse período, pilote com atenção e em baixa velocidade.
ATENÇÃO
O etanol, devido às suas características, pode ocasionar dificuldades na partida com o motor frio quando a temperatura ambiente estiver baixa (inferior a 15°C). Siga atentamente as instruções de abastecimento.
Instruções de abastecimento
Você pode abastecer sua motocicleta somente com gasolina, somente com etanol ou até mesmo com a mistura de gasolina e etanol de acordo com sua preferência.
NOTA
Caso sua motocicleta esteja abastecida com gasolina e você a abasteça com etanol, poderá notar pequenas falhas enquanto o sistema se ajusta para a melhor condição de funcionamento. Durante esse período, pilote com atenção e em baixa velocidade.
Essa é uma condição normal, não indicando falha. Ao usar etanol, é normal ocorrer gotejamento de água pelo orifício na parte inferior do tubo de escapamento principalmente em marcha lenta.
Partida em dias frios (abaixo de 15°C)
NOTA
O etanol, devido às suas características, pode ocasionar dificuldade para a partida do motor a frio, caso a temperatura ambiente esteja abaixo de 15°C.
Na condição acima, recomenda-se adicionar uma proporção de gasolina igual ou superior a 20% do total de combustível presente no tanque para facilitar a partida.
NOTA
Lembre-se de que em algumas regiões a temperatura ambiente pode mudar bruscamente de um dia para o outro, levando a uma situação de dificuldade de partida.
Como obter a proporção recomendada
Caso a temperatura ambiente esteja abaixo de 15°C, abasteça da seguinte forma:
Caso não haja risco de que a temperatura ambiente seja inferior a 15°C, o uso de gasolina não é necessário para facilitar a partida do motor a frio.
O painel de instrumentos de sua motocicleta possui um indicador que mostra se a proporção de gasolina/etanol presente no tanque é suficiente para garantir a partida do motor frio.
| Item | ![]() | Condição na motocicleta Observação | |
| 1 Não é exibido | - Temperatura do motor acima de 15°Ce/ou- Proporção de gasolina/etanol suficiente para garantir a partida do motor | A partida do motor deve ocorrer sem dificuldades. | |
| 2 | Exibido | - Temperatura do motor abaixo de 15°Ce- Proporção de gasolina/etanol não é ideal para garantir a partida do motor | Pode haver dificuldades para a partida do motor (consulte a página 38 para instruções de abastecimento). |
Falta de combustível
Se o motor desligar por falta de combustível (pane seca), reabasteça com no mínimo 1 litro de gasolina e 1 litro de etanol (50% / 50%) antes da partida do motor.
NOTA
É normal uma leve "batida de pino" ao operar sob carga elevada.
(cont.)

CUIDADO
A gasolina e o etanol são inflamáveis e explosivos sob certas condições. Abasteça sempre em locais ventilados e com o motor desligado. Não permita a presença de cigarros, chamas ou faíscas na área de abastecimento.
A gasolina e o etanol podem causar danos se permanecerem em contato com as superfícies pintadas. Caso derrame combustível sobre a superfície externa do tanque ou de outras peças pintadas, limpe o local atingido imediatamente.
■ Tome cuidado para não derramar combustível. O combustível derramado ou seu vapor podem se incendiar. Em caso de derramamento, certifique-se de que a área atingida esteja seca antes de ligar o motor.
- Evite o contato prolongado ou repetido com a pele, ou a inalação dos vapores de combustível.
- Mantenha o combustível afastado de crianças.
ATENÇÃO
Se ocorrer "batida de pino" ou detonação com o motor em velocidade constante e carga normal, use combustível de outra marca. Se o problema persistir, procure uma concessionária Honda. Caso contrário, o motor poderá sofrer danos que não são cobertos pela garantia.
Jogo de Ferramentas / Porta-documentos
Encontram-se na caixa de ferramentas atrás da tampa lateral esquerda. Para acessar o local, abra a tampa da caixa de ferramentas.

- Jogo de ferramentas
- Tampa da caixa de ferramentas
- Porta-documentos
▶ Remoção da tampa lateral esquerda, consulte a página 57.
MANUTENÇÃO
Tabela de Manutenção
■ Procure uma concessionária Honda sempre que necessitar de manutenção. Lembre-se de que são elas quem mais conhecem sua motocicleta, estando totalmente preparadas para oferecer todos os serviços de manutenção e reparos.
A Tabela de Manutenção específica com que frequência os serviços devem ser efetuados e quais itens necessitam de atenção. É fundamental seguir os intervalos especificados para garantir o desempenho adequado do controle de emissões, além de maior segurança e confiabilidade.
- Os intervalos de manutenção são baseados em condições normais de uso. Motocicletas usadas em condições rigorosas ou incomuns necessitam de serviços mais frequentes. Procure uma concessionária Honda para determinar os intervalos adequados a suas condições particulares de uso.
| Item | Operações (nota 1) Intervalo (nota 2) | Ref. pág. | |||||||
| km | 1.000 | 6.000 | 12.000 | 18.000 | 24.000 | 30.000 | 36.000 | a cada | |
| Linha de combustível Verificar | 6.000 | ||||||||
| Filtro de combustível Trocar | 12.000 | ||||||||
| Acelerador Verificar | 6.000 | ||||||||
| Filtro de ar úmido (tipo viscoso) | Trocar (nota 3) | 18.000 | |||||||
| Dreno do filtro de ar | Limpar (nota 4) | 6.000 | |||||||
| Vela de ignição | Verificar | 12.000 | |||||||
| Trocar | 12.000 | ||||||||
| Folga das válvulas | Verificar | 6.000 | |||||||
| Óleo do motor | Verificar (notas 5 e 7) | sempre que pilotar | |||||||
| Trocar (notas 3, 5, 6 e 7) | 6.000 | ||||||||
ATENÇÃO

No momento da manutenção da sua motocicleta consulte a concessionária Honda sobre o kit revisão, com ele você obtem o melhor custo benefício.
(cont.)
| Item | Operações (nota 1) Intervalo (nota 2) | Ref. pág. | |||||||
| km | 1.000 | 6.000 | 12.000 | 18.000 | 24.000 | 30.000 | 36.000 | a cada | |
| Tela do filtro de óleo Limpar | 12.000 | ||||||||
| Filtro centrífugo de óleo Limpar | 12.000 | ||||||||
| Marcha lenta Verificar | 6.000 | ||||||||
| Sistema de escapamento Verificar | 6.000 | ||||||||
| Corrente de transmissão | Verificar, ajustar e lubrificar (notas 3, 4 e 7) | a cada 1.000 km 51 | |||||||
| Deslizador da corrente de transmissão | Verificar | 6.000 | |||||||
| Fluido de freio | Verificar o nível | 6.000 | |||||||
| Trocar (nota 8) a cada 2 | anos 51 | ||||||||
| Pastilhas de freio | Verificar o desgaste (nota 3) | 6.000 | |||||||
| Sistema de freio | Verificar | 6.000 | |||||||
| Interruptor da luz de freio | Verificar | 6.000 | |||||||
| Farol | Ajustar o facho | 6.000 | |||||||
| Embreagem | Verificar | 6.000 | |||||||
| Cavalete lateral | Verificar | 6.000 | |||||||
| Suspensão | Verificar | 6.000 | |||||||
| Porcas, parafusos e fixações | Verificar (nota 7) | 12.000 | |||||||
| Rodas | Verificar | 6.000 | |||||||
| Verificar o alinhamento, rolamentos, cubos, raios e nipples | 12.000 | ||||||||
(cont.)
| Item | Operações (nota 1) Intervalo (nota 2) | Ref. pág. | |||||||
| km | 1.000 | 6.000 | 12.000 | 18.000 | 24.000 | 30.000 | 36.000 | a cada | |
| Pneus Verificar e calibrar a cada 1.000 km ou semanalmente 53 | |||||||||
| Coluna de direção | Verificar a folga e ajustar se necessário | 6.000 | |||||||
| Lubrificar | 12.000 | ||||||||
| Suspensão dianteira Trocar fluido (nota 9) | 18.000 | ||||||||
| Suspensão traseira | Lubrificar buchas, rola-mentos, eixo e terminal inferior do amortecedor (nota 9) | 18.000 | |||||||
| Conjunto de travas | Verificar e lubrificar, se necessário | 12.000 | |||||||
NOTA
- A operação de verificação dos itens pode incluir os procedimentos de limpeza, ajuste, lubrificação ou substituição, se necessário.
- Para leituras maiores do hodômetro, repita os intervalos especificados nesta tabela.
- Efetue o serviço com mais frequência sob condições severas de uso, de muita poeira, lama ou umidade.
- Efetue o serviço com mais frequência sob condições de chuva, aceleração máxima ou acelerações rápidas frequentes.
- Verifique o nível de óleo diariamente, antes de pilotar, e adicione se necessário.
- Troque uma vez por ano ou a cada intervalo indicado na tabela, o que ocorrer primeiro.
- Efetue o serviço com mais frequência em pilotagens Off-Road.
- A substituição requer habilidade mecânica.
- A verificação/manutenção e substituição requer habilidade mecânica.
Por razões de segurança, recomendamos que todos os serviços apresentados nesta tabela sejam executados somente nas concessionárias Honda.
Controle de substituição do velocímetro
| Data da Substituição | Código da Concessionária Executante | No da Ordem de Serviço | Km Indicada no Velocímetro Substituído | Carimbo da Concessionária |
| 1a Substituição / / | ||||
| 2a Substituição / / |
Cuidados na Manutenção

CUIDADO
- Em caso de queda ou colisão, verifique as alavancas de freio e de embreagem, os cabos, acessórios e outras peças vitais quanto a danos. Não pilote a motocicleta se os danos não permitirem uma pilotagem segura. Procure uma concessionária Honda para inspecionar os componentes principais, incluindo chassi, suspensão e peças da direção, quanto a desalinhamento e danos difíceis de detectar.
■ Desligue o motor e apoie a motocicleta no cava- lete lateral sobre uma superfície plana e firme, antes de efetuar qualquer reparo. Espere o motor, silencioso, freio e outras peças esfriarem para evitar queimaduras.
■ Acione o motor somente quando solicitado, em locais bem ventilados.
■ Use somente peças novas genuínas Honda. Peças de qualidade inferior podem comprometer a segurança e reduzir a eficiência dos sistemas de controle de emissões. - Durante a pilotagem em regiões litorâneas, onde o contato com a salinidade e umidade é mais intenso, tanto a conservação quanto a manutenção devem receber atenção especial. Após o uso da motocicleta nessas regiões, remova imediatamente os elementos agressivos para evitar oxidação.
Princípios da Manutenção
Inspeção Antes do Uso
Para garantir sua segurança, inspecione sempre a motocicleta antes de pilotar e certifique-se de corrigir qualquer falha encontrada. É obrigatório fazer a inspeção antes do uso, pois uma falha de funcionamento ou até mesmo um pneu furado, pode ser um grande contratempo.
Antes de pilotar a motocicleta, verifique:
■ Combustível – abasteça o tanque quando necessário (página 37).
- Acelerador – verifique o funcionamento em todas as posições do guidão (página 75).
■ Motor – verifique o nível de óleo e adicione, se necessário. Verifique se há vazamentos (página 63).
- Corrente de transmissão – verifique as condições e a folga. Ajuste e lubrifique, se necessário (página 69).
■ Freios – verifique o funcionamento.
Verifique o nível do fluido dos freios dianteiro e traseiro e o desgaste das pastilhas (página 66).
- Sistema elétrico – verifique o funcionamento de todas as luzes, indicadores e buzina.
■ Embreagem – verifique o funcionamento e ajuste a folga da alavanca, se necessário (página 73).
(cont.)
- Interruptores – verifique o funcionamento dos interruptores, especialmente do interruptor do motor (página 33).
- Rodas e pneus – verifique as condições e a pressão de ar. Calibre, se necessário (página 53).
Antes de pilotar off-road realize toda a inspeção anterior e os seguintes procedimentos:
■ Certifique-se de que os raios estão apertados. Verifique os aros quanto a danos (página 72).
■ Certifique-se de que a tampa de abastecimento de combustível esteja seguramente fechada (página 37).
■ Verifique se há cabos soltos e outras partes, e qualquer anormalidade.
■ Use uma chave adequada para verificar o aperto de todas as porcas, parafusos e elementos de fixação.
Peças de Reposição
Utilize sempre peças genuínas Honda ou equivalentes para garantir sua segurança.

CUIDADO
- A instalação de peças não originais Honda pode tornar sua motocicleta insegura e causar acidentes com ferimentos graves ou fatais.
- Utilize sempre peças genuínas Honda ou equivalentes que foram projetadas e aprovadas para a sua motocicleta.
Bateria
A bateria desta motocicleta é selada e isenta de manutenção. Não é necessário verificar o nível do eletrólito ou adicionar água destilada. Limpe os terminais da bateria se estiverem sujos ou corroídos.

CUIDADO
- A bateria contém ácido sulfúrico (eletrólito). O contato com a pele ou os olhos é altamente prejudicial e pode causar sérias queimaduras. Use roupas protetoras e proteção facial durante o manuseio.
■ Em caso de contato com a pele, lave com bastante água. - Em caso de contato com os olhos, lave com água durante, pelo menos, 15 minutos e procure assistência médica imediatamente.
- Em caso de ingestão, beba bastante água ou leite. Em seguida, tome leite de magnésia, ovos batidos ou óleo vegetal. Procure assistência médica imediatamente.
■ Embora seja selada, a bateria produz gases explosivos. Mantenha-a longe de faíscas, chamas e cigarros. Mantenha o local de carga da bateria ventilado. Proteja os olhos sempre que manusear baterias.
■ Mantenha a bateria fora do alcance de crianças.
(cont.)
ATENÇÃO
■ A remoção das tampas da bateria pode danificá-las, causando vazamentos ou danos à bateria.
Se a motocicleta for permanecer inativa por longo período, remova a bateria e carregue-a totalmente. Guarde-a em local fresco e seco.
■ Se a bateria permanecer na motocicleta, desconecte o cabo negativo do terminal da bateria.
A bateria de sua motocicleta é carregada quando o sistema de carga está em funcionamento, durante a utilização da motocicleta em condições normais de uso. Portanto, para uma maior vida útil da bateria, recomendamos usar a motocicleta, pelo menos, uma vez por semana.
Limpeza dos terminais da bateria
- Remova a bateria (página 59).
- Se os terminais começarem a sofrer corrosão e estiverem cobertos por uma substância branca, lave-os com água morna.
- Se os terminais estive- rem muito corroídos, limpe-os com uma es- cova de aço ou lixa. Use óculos de proteção.
- Depois de limpar, reinstale a bateria.

A vida útil da bateria é limitada. Consulte uma concessionária Honda para saber quando trocar a bateria. Substitua-a sempre por uma bateria do mesmo tipo e isenta de manutenção.
ATENÇÃO
A instalação de acessórios elétricos não originais Honda pode sobrecarregar o sistema elétrico da motocicleta, descarregando a bateria e, possivelmente, danificando o sistema.
Fusíveis
Os fusíveis protegem os circuitos elétricos da sua motocicleta. Se algum componente elétrico parar de funcionar, verifique e substitua os fusíveis queimados (página 88).
Em geral, a queima frequente dos fusíveis indica curto-circuito ou sobrecarga no sistema elétrico.
Dirija-se a uma concessionária Honda para executar os reparos necessários.
Inspeção e substituição de fusíveis
ATENÇÃO
Para evitar um curto-circuito, desligue o interruptor de ignição antes de verificar ou trocar os fusíveis.
Se um fusível estiver queimado, substitua-o por outro com a mesma amperagem.
Para amperagem dos fusíveis, consulte Especificações Técnicas, página 113.

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1- Fusível queimado
NOTA
Sempre mantenha fusíveis de reserva na motocicleta para caso de emergência.

CUIDADO
Não use fusíveis com amperagem diferente da especificada nem os substitua por outros materiais condutores. Isso poderá causar sérios danos ao sistema elétrico, provocando falta de luz, perda de potência do motor e, inclusive, incêndios.
Óleo do Motor
O consumo de óleo do motor varia e a qualidade do óleo piora de acordo com as condições de pilotagem e tempo decorrido.
Verifique o nível de óleo diariamente, antes de pilotar, e adicione o óleo recomendado, se necessário.
Óleo sujo ou deteriorado deve ser trocado o mais rápido possível.
Para verificação do nível de óleo, consulte a página 63.
Óleo recomendado para motores de motocicletas: SAE 10W-30 SL ou superior (ver nota)
NOTA
A Honda recomenda a utilização do lubrificante:
Óleo Pro Honda
SAE 10W-30 SL
JASO MA
O uso de aditivos é desnecessário e apenas aumentará os custos operacionais.
ATENÇÃO
■ O óleo é o elemento que mais afeta o desempenho e a vida útil do motor.
- Óleos não detergentes, vegetais ou lubrificantes específicos para competição não são recomendados.
- A Honda não se responsabiliza por danos causados pelo uso de óleos com especificações diferentes das recomendadas.
■ Se for difícil encontrar o óleo recomendado, entre em contato com uma concessionária Honda, que sempre estará preparada para servi-lo. A correta lubrificação do motor depende da qualidade do óleo utilizado.
Fluido de Freio
Não adicione ou substitua o fluido de freio, exceto em uma emergência. Use somente fluido de freio novo de uma embalagem lacrada. Caso necessite adicionar fluido, dirija-se a uma concessionária Honda o mais rápido possível.

CUIDADO
- O fluido de freio provoca irritação. Evite o contato com a pele e os olhos. Em caso de contato, lave a área atingida com bastante água. Se atingir os olhos, procure assistência médica.
■ Mantenha-o afastado de crianças.
ATENÇÃO
■ Use somente o fluido de freio Pro Honda Fluido para Freios DOT 4 de uma embalagem lacrada.
- Não misture tipos diferentes de fluidos de freio, pois eles não são compatíveis. (Exemplo: DOT 4 com DOT 3.)
■ Se derramar fluido de freio sobre superfícies pintadas ou de plástico, limpe o local atingido imediatamente.
Corrente de Transmissão
A corrente de transmissão deve ser verificada e lubrificada regularmente. Verifique a corrente com mais frequência se pilotar em pistas irregulares, em alta velocidade ou com aceleração rápida constante (página 69).
Caso a corrente não se mova suavemente, emita ruídos estranhos ou apresente roletes danificados ou pinos frouxos ou engripados, procure uma concessionária Honda para inspecioná-la.
Se a corrente, a coroa e o pinhão estiverem excessivamente gastos ou danificados, deverão ser substituídos por uma concessionária Honda.

Dentes
normais

Dentes danificados (substituir)
ATENÇÃO
Substitua sempre a corrente, coroa e pinhão em conjunto. Caso contrário, a peça nova se desgastará rapidamente.
Limpeza e lubrificação da corrente
Após verificar a folga, limpe a corrente, coroa e pinhão enquanto gira a roda traseira. Use um pano seco e um solvente não inflamável. Utilize uma escova de cerdas macias, caso a corrente esteja suja. Após limpar, seque a corrente e lubrifique-a com o lubrificante recomendado para correntes. Caso este não esteja disponível, use óleo para transmissão SAE 80 ou 90.
Lubrificante recomendado:
Pro Honda Óleo para Corrente de Transmissão SAE 90

Nunca utilize gasolina ou solventes com baixo ponto de inflamação para limpar a corrente a fim de evitar risco de incêndio ou explosão.
NOTA.
Evite aplicar lubrificante nos freios e pneus. Não aplique lubrificante em excesso na corrente para que não espirre em suas roupas ou na motocicleta com o movimento da corrente.
Dreno do Filtro de Ar
Drene os depósitos do dreno do filtro de ar com mais frequência sob condições de chuva ou aceleração máxima, bem como após a lavagem ou queda da motocicleta. Drene-os também caso fiquem visíveis na seção transparente do tubo.
Se o tubo de drenagem transbordar, o filtro de ar pode ficar contaminado com óleo de motor, resultando em desempenho inadequado do motor (página 75).
Pneus
Inspezione visualmente os pneus e verifique a pressão com um medidor a cada 1.000 km ou semanalmente. Inspezione também sempre antes de pilotar off-road e sempre que retornar ao asfalto depois de pilotar off-road.
NOTA
A inspeção e o ajuste da pressão devem ser feitos sempre com os pneus frios, antes de pilotar.
Para pressão recomendada, consulte Especificações Técnicas, página 111.
NOTA
A vida útil dos pneus depende de inúmeros fatores, inclusive dos hábitos de condução, condições da estrada, carga do veículo, pressão dos pneus, histórico de manutenção, velocidade e condições ambientais (mesmo quando os pneus não estiverem em uso). Além disso, as motocicletas possuem sistema de tração traseira, gerando um maior desgaste do pneu traseiro em relação ao dianteiro.
Verificação de danos
Verifique se há cortes, pregos ou outros objetos encravados nos pneus. Verifique também se os aros apresentam entalhes ou deformações.

Verificação de desgaste
Verifique os pneus quanto a sinais de desgaste anormal na superfície de contato.

Verificação de profundidade da banda de rodagem
Verifique os indicadores de desgaste da banda de rodagem. Se estiverem visíveis, substitua os pneus imediatamente. Para uma pilotagem segura, substitua os pneus quando atingirem a profundidade mínima da banda de rodagem.

text_image
1 7.800- Marca de localização do indicador de desgaste
(cont.)
Inspezione os aros quanto a dano e raios soltos e as hastes das válvulas quanto as suas posições.
Se a haste da válvula estiver inclinada, a câmara de ar pode estar deslocando-se dentro do pneu ou o pneu deslocando-se no aro. Dirija-se a uma concessionária Honda para executar os reparos necessários.
Para profundidade mínima da banda de rodagem, consulte Especificações Técnicas, página 111.

CUIDADO
- Pilotar com pneus excessivamente gastos ou com pressão incorreta pode causar acidentes com ferimentos graves ou fatais.
■ Siga todas as instruções deste Manual do Proprietário acerca de pneus e manutenção.
Substituição
A substituição de pneus deve ser efetuada por uma concessionária Honda.
Para pneus recomendados, consulte Especificações Técnicas, página 111.

CUIDADO
- O uso de pneus diferentes dos recomendados pode prejudicar a dirigibilidade e comprometer a segurança da motocicleta. Na troca, instale somente pneus para uso misto (on/off-road) de mesma medida e tipo dos originais. Sempre utilize pneus recomendados para assegurar o correto funcionamento do ABS.
■ Substitua a câmara de ar sempre que substituir um pneu. A câmara usada pode estar dilatada e estourar se instalada em um pneu novo.
Substitua o pneu, se a parede lateral estiver perfurada ou danificada. Do contrário, poderá ocorrer perda de controle da motocicleta.
Não ultrapasse a velocidade de 80 km/h nas primeiras 24 horas após reparar os pneus. Não ultrapasse a velocidade máxima permitida nas vias públicas.
Filtro de Ar
A única manutenção necessária é a sua substituição de acordo com a tabela de manutenção (página 42).
O filtro de ar deve ser substituído em uma concessionária Honda nos intervalos especificados na tabela de manutenção.
Jogo de Ferramentas
O jogo de ferramentas encontra-se na caixa de ferramentas (página 41).
Com as ferramentas que compõem o jogo, é possível efetuar pequenos reparos, ajustes simples e substituição de algumas peças. Os serviços que não puderem ser feitos com essas ferramentas deverão ser executados em uma concessionária Honda.
Ferramentas contidas no jogo:
■ Chave de boca, 10 x 12 mm
■ Chave de boca, 14 x 17 mm
■ Chave sextavada, 24 mm
■ Extensão
Remoção e Instalação de Componentes do Chassi
Tampas Laterais

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1 2 3 4 5 6 7 8 9 DreitaDireita- Linguetas
- Borrachas
- Orifício
- Aba
- Tampa lateral
- Parafuso
- Alça traseira
- Ponta da tampa lateral
Remoção
- Remova o parafuso.
-
Libere as linguetas das borrachas e a aba do orifício.
-
Somente a tampa lateral direita:
Gire a tampa lateral para fora 1.
Mova a ponta da tampa lateral para fora da alça traseira 2.
- Tampa lateral esquerda:
Remova a tampa lateral.
Tampa lateral direita:
Remova a tampa lateral puxando-a para frente 3. Instalação
Instale as peças na ordem inversa da remoção.
Assento

- Rebaixos dianteiros
- Rebaixo traseiro
- Parafusos
- Gancho traseiro
- Ganchos dianteiros
- Assento
Remoção
- Remova ambas as tampas laterais (página 57).
- Remova os parafusos.
- Puxe o assento para trás e para cima.
Instalação
- Alinhe os rebaixos dianteiros com os ganchos dianteiros e o rebaixo traseiro com o gancho traseiro.
- Encaixe o assento na posição.
- Instale e aperte os parafusos firmemente.
- Instale as demais peças na ordem inversa da remoção.
ATENÇÃO
Certifique-se de que o assento está devidamente encaixado na posição puxando-o levemente para cima.
Bateria

Para evitar um curto-circuito, desligue o interruptor de ignição antes de remover a bateria.
- Remova a tampa lateral esquerda (página 57).
- Desconecte o terminal negativo (−) da bateria.
- Desconecte o terminal positivo (+) da bateria.
- Remova o suporte da bateria e a bucha removendo o parafuso.
- Retire a bateria de seu compartimento com cuidado para não derrubar as porcas dos terminais.
Instalação
Reinstale na ordem inversa da remoção. Conecte sempre o terminal positivo (+) primeiro. Verifique se os parafusos e porcas estão apertados firmemente. Ajuste o relógio após reconectar a bateria (página 30).
Para manuseio correto da bateria, consulte a página 47.
▶ Bateria sem carga, consulte a página 85.
Presilhas
Remoção
- Para destravar, pressione o pino central para liberar a trava.
- Puxe a presilha para fora do orifício.


- Pino central
Instalação
- Empurre a base do pino central.
- Insira a presilha no orifício.
- Pressione levemente o pino central para travar a presilha.


Tampa do Painel de Instrumentos

- Remova a presilha (página 60).
- Remova os parafusos.
- Remova a tampa do painel de instrumentos liberando as abas dos encaixes de ambos os lados.
Libere as abas cuidadosamente.
Instalação
Instale as peças na ordem inversa da remoção.
Vela de Ignição
Inspeção
Para vela de ignição recomendada, consulte Especificações, página 110.
ATENÇÃO
Use somente a vela recomendada no grau térmico correto para evitar danos ao motor.
- Solte o supressor de ruído da vela de ignição.
- Limpe ao redor da base da vela.
- Remova a vela de ignição.
- Inspezione os eletrodos e a porcelana central quanto a depósitos, erosão ou carbonização.
■ Se forem excessivos, substitua a vela de ignição.
■ Limpe a vela carbonizada com um limpador de velas ou uma escova de aço.

- Chave de vela
- Supressor de ruído da vela de ignição
(cont.)
- Verifique a folga da vela de ignição utilizando um cálibre de lâminas.
Se for necessário um ajuste, dobre o eletrodo lateral com cuidado.
Folga do eletrodo: 0,80 - 0,90 mm

- Eletrodo lateral
-
Folga do eletrodo
-
Certifique-se de que a arruela de vedação esteja em bom estado.
-
Instale a vela de ignição com a arruela instalada, rosqueie a vela com a mão até que encoste no cabeçote.
-
Aperte a vela de ignição:
■ Se a vela usada estiver em bom estado, aperte-a 1/8 de volta após assentá-la.
■ Se for nova, aperte-a em duas etapas:
a) Primeiro, aperte-a 1/2 volta após assentá-la.
b) Em seguida, solte a vela.
c) Aperte-a novamente 1/8 de volta após assentá-la.
ATENÇÃO
Uma vela de ignição apertada incorretamente pode danificar o motor. Se a vela ficar solta, o pistão pode ser danificado. Se a vela ficar muito apertada, as roscas podem ser danificadas.
- Reinstale o supressor de ruído. Tome cuidado para não prender o cabo.
Óleo do Motor
Verificação do Nível
ATENÇÃO
Durante a utilização da motocicleta, é natural que haja consumo de óleo do motor, portanto, é muito importante a verificação constante do nível de óleo e seu imediato abastecimento, se necessário.

- Tampa/vareta medidora de óleo
- Marca inferior
-
Marca superior
-
Se o motor estiver frio, acione-o e deixe-o em marcha lenta de 3 a 5 minutos.
- Desligue o motor e espere de 2 a 3 minutos.
- Apoie a motocicleta na vertical, em um local plano e firme.
- Remova a tampa/vareta medidora de óleo e limpe-a com um pano seco.
- Insira a tampa/vareta medidora, mas não a rosqueie.
- Verifique se o nível de óleo está entre as marcas de nível superior e inferior, gravadas na vareta.
- Instale firmemente a tampa/vareta medidora de óleo.
Adição
Se o nível de óleo estiver abaixo ou perto da marca inferior, adicione o óleo do motor recomendado.
- Remova a tampa/vareta medidora de óleo. Adicione o óleo recomendado até atingir a marca superior.
Para verificar o nível de óleo, apoie a motocicleta na vertical, em um local plano e firme.
Não abasteça excessivamente.
Tenha cuidado para que materiais estranhos não entrem no gargalo de abastecimento. 4
Em caso de derramamento de óleo, seque-o imediatamente.
- Reinstale firmemente a tampa/vareta medidora.
ATENÇÃO
A adição excessiva ou insuficiente de óleo pode danificar o motor. Não misture tipos diferentes de óleo, pois isso poderá prejudicar a lubrificação e o funcionamento da embreagem.
Para óleo recomendado, consulte a página 50.
Troca do óleo
A troca do óleo do motor requer ferramentas especiais. Recomendamos que esse serviço seja feito por uma concessionária Honda.
-
Se o motor estiver frio, acione-o e deixe-o em marcha lenta de 3 a 5 minutos.
-
Desligue o motor e espere de 2 a 3 minutos.
-
Apoie a motocicleta em um local plano e firme e abaixe o cavalete lateral.
-
Coloque um recipiente sob o parafuso de drena- gem para coletar o óleo.

-
Arruela de vedação
-
Parafuso de drenagem
(cont.)
- Para drenar o óleo, remova a tampa/vareta medidora de óleo, o parafuso de drenagem e a arruela de vedação.

CUIDADO
O motor e o óleo estarão quentes. Tome cuidado para não se queimar.
NOTA
Descarte o óleo usado, respeitando o meio ambiente. Coloque o óleo em um recipiente vedado e leve-o ao posto de reciclagem mais próximo. Não jogue o óleo usado em ralos ou no solo.
- Instale uma nova arruela de vedação no parafuso de drenagem. Aperte o parafuso de drenagem: Torque: 30 N.m (3,1 kgf.m)
- Abasteça o motor com o óleo recomendado (página 50) e instale a tampa/vareta medidora.
Capacidade de óleo:
Troca do óleo: 1,0 litro
- Verifique o nível do óleo (página 63).
- Certifique-se de que não haja vazamento de óleo.

CUIDADO
O óleo usado pode causar câncer se permanecer em contato com a pele por períodos prolongados. Apesar desse perigo só existir se o óleo for manuseado diariamente, lave bem as mãos com sabão e água imediatamente após o manuseio.
Freios
Verificação do Nível de Fluido
- Mantenha a motocicleta na vertical, em um local plano e firme.
- Certifique-se de que o reservatório de fluido de freio esteja na horizontal e o nível de fluido esteja:
Freio dianteiro: Acima da marca de nível inferior (LWR).
Freio traseiro: Entre as marcas de nível superior (UPPER) e inferior (LOWER).
Se o nível estiver abaixo da marca inferior em um dos reservatórios ou se a folga da alavanca ou pedal estiver excessiva, verifique o desgaste das pastilhas de freio.
Caso as pastilhas estejam em bom estado, verifique o sistema de freio quanto a vazamentos. Leve sua motocicleta a uma concessionária Honda para inspeção.

text_image
Dianteiro 1 LWR 2- Reservatório de fluido do freio dianteiro
- Marca inferior (LWR)

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Traseiro 1 2 3- Reservatório de fluido do freio traseiro
- Marca superior (UPPER)
- Marca inferior (LOWER)
Verificação das Pastilhas do Freio
Verifique os indicadores de desgaste nas pastilhas de freio.
Ambas as pastilhas devem ser substituídas se uma pastilha estiver gasta até o indicador de desgaste.
1. Freio dianteiro:
Verifique as pastilhas sob o cáliper do freio.
2. Freio traseiro:
Verifique as pastilhas de freio pelo lado direito traseiro da motocicleta.
Se a substituição for necessária, dirija-se a uma concessionária Honda para efetuar o serviço.
Substitua sempre ambas as pastilhas em conjunto.
Dianteiro

text_image
1 2 3Traseiro

-
Pastilhas de freio
-
Indicadores de desgaste
-
Disco de freio
ATENÇÃO
Efetue todos os serviços de manutenção dos freios em uma concessionária Honda. Use somente peças genuínas Honda.
Ajuste do Interruptor da Luz do Freio
Verifique o funcionamento do interruptor da luz do freio. Segure o interruptor da luz do freio traseiro e gire a porca de ajuste no sentido A, para adiantar o ponto em que a luz do freio se acende, e no sentido B para retardá-lo.
ATENÇÃO
Para ajustar o interruptor, gire apenas a porca de ajuste e não o corpo do interruptor.

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1 B A 2-
Interruptor da luz do freio traseiro
-
Porca de ajuste
Cavalete Lateral
- Verifique se o cavalete lateral se move livremente. Se estiver prendendo ou com ruído, limpe a articulação e lubrifique o parafuso de articulação com graxa.
- Verifique a mola do cavalete lateral quanto a danos ou perda de tensão.

Inspeção do Apoio de Borracha
Verifique se o apoio de borracha está deteriorado ou gasto. Substitua-o se o desgaste atingir qualquer ponto da linha de referência.
Procure uma concessionária Honda para efetuar a substituição.

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BomSubstituir 1 2- Linha de referência
- Apoio de borracha
Corrente de Transmissão
Inspeção da Folga
Verifique a folga da corrente em diversos pontos. Se a folga não permanecer constante em todos os pontos da corrente, alguns elos podem estar engripados ou presos. Procure uma concessionária Honda para verificação da corrente.
- Coloque a transmissão em neutro e desligue o motor.
- Apoie a motocicleta no cavalete lateral, em um local plano e firme.
- Verifique a folga na parte central inferior da corrente entre a coroa e o pinhão.
Não pilote a motocicleta se a folga excede 60 mm.

- Movimente a motocicleta para frente e verifique se a corrente se move suavemente.
- Verifique a coroa e o pinhão (página 51).
- Limpe e lubrifique a corrente de transmissão (página 52).
(cont.)
Ajuste
O ajuste da corrente de transmissão requer ferramentas especiais. Procure uma concessionária Honda para esse serviço.
-
Coloque a transmissão em neutro e desligue o motor.
-
Apoie a motocicleta no cavalete lateral, em um local plano e firme.
-
Solte a porca do eixo traseiro.
-
Solte as contraporcas de ambos os lados do braço oscilante.

text_image
1 2 3 4 5- Porca do eixo traseiro
- Marcas de referência
- Extremidade traseira dos ressaltos de ajuste
- Porca de ajuste
- Contraporca

- Marcas de referência
- Extremidade traseira dos ressaltos de ajuste
- Contraporca
-
Porca de ajuste
-
Gire ambas as porcas de ajuste um número igual de voltas até obter a folga especificada.
Gire-as no sentido horário para diminuir a folga.
Gire as porcas no sentido anti-horário para aumentar a folga da corrente.
Ajuste a folga em um ponto intermediário entre o pinhão e a coroa de transmissão.
Verifique a folga da corrente (página 69).
(cont.)
- Verifique o alinhamento do eixo traseiro, certificando-se de que as marcas de referência nos ajustadores da corrente se alinhem com a extremidade traseira dos ressaltos de ajuste. As marcas devem estar ajustadas uniformemente.
Se o eixo estiver desalinhado, gire as porcas de ajuste direita e esquerda até obter o alinhamento correto. Verifique novamente a folga da corrente.
- Aperte a porca do eixo traseiro:
Torque: 93 N.m (9,5 kgf.m)
- Aperte um pouco as porcas de ajuste. Fixe-as com uma chave de boca e aperte as contraporcas.
- Verifique novamente a folga da corrente.

CUIDADO
- Caso não use um torquímetro na instalação, dirija-se a uma concessionária Honda, assim que possível, para verificar a montagem.
■ A montagem incorreta pode reduzir a eficiência do freio.
Inspeção do Desgaste
Se a folga da corrente for excessiva quando o eixo traseiro é movimentado para o limite máximo de ajuste, isso indica que a corrente está gasta e deve ser substituída.
Corrente de reposição: DID 428DH
Se necessário, leve a motocicleta a uma concessionária Honda para fazer a substituição.
Inspeção do Deslizador da Corrente
Verifique as condições do deslizador da corrente. Se o deslizador atingir o limite de uso, substitua-o. Para efetuar a substituição, dirija-se a uma concessionária Honda.

- Deslizador da corrente de transmissão
- Limite de uso
Aros e Raios
A tensão dos raios, centragem e alinhamento das rodas são vitais para a segurança. Raios muito frouxos causam instabilidade em alta velocidade, o que pode levar à perda de controle. Não é necessário remover as rodas para executar o serviço recomendado na Tabela de Manutenção. No entanto, a informação para a remoção das rodas é fornecida para situações de emergência (página 81).
- Inspezione os aros e os raios quanto a danos.
- Aperte qualquer raio solto.
- Gire a roda lentamente e verifique qualquer oscilação. Se isso acontecer, a roda pode estar desalinhada. Se a oscilação for perceptível, leve sua motocicleta a uma concessionária Honda para inspeção.

text_image
1 2- Aro
- Raio
Embreagem
Verificação da Folga da Alavanca
Verifique a folga da alavanca da embreagem.
Folga da alavanca da embreagem: 10 - 20 mm

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1 2Verifique se há dobras ou marcas de desgaste no cabo da embreagem. Se necessário, procure uma concessionária Honda para fazer a substituição. Lubrifique o cabo da embreagem com óleo de boa qualidade para impedir a corrosão e desgastes prematuros.
NOTA
O ajuste incorreto da folga da alavanca da embregem pode causar desgaste prematuro da embregem.
Ajuste da Folga
Ajuste superior
Primeiro ajuste a folga com o ajustador superior do cabo da embreagem.
- Levante o protetor de borracha.
- Solte a contraporca superior.
- Gire o ajustador superior até que a folga seja de 10 a 20 mm.
- Aperte a contraporca superior e verifique a folga novamente.
- Recoloque o protetor de borracha.

Caso o ajustador superior do cabo seja desrosqueado até seu limite sem que a folga da alavanca fique correta, ajuste a folga do cabo da embreagem com a porca de ajuste inferior.
- Solte a contraporca superior e gire totalmente o ajustador superior do cabo para dentro (para obter a folga máxima). Aperte a contraporca superior.
- Solte a contraporca inferior.
- Gire a porca de ajuste inferior até que a folga da alavanca da embreagem seja de 10 a 20 mm.
- Aperte a contraporca inferior e verifique novamente a folga.

- Contraporca inferior
-
Porca de ajuste inferior
-
Ligue o motor, acione a alavanca da embreagem e engate a 1ª marcha. Certifique-se de que o motor não desligue e a motocicleta não se movimente para frente. Solte a alavanca da embreagem e acelere gradativamente. A motocicleta deve sair com suavidade e aceleração progressiva.
NOTA
Se não obtiver o ajuste adequado ou se a embreagem não funcionar corretamente, dirija-se a uma concessionária Honda para inspecionar a embreagem.
Acelerador
Verificação
Com o motor desligado, verifique se a manopla do acelerador funciona suavemente, da posição totalmente aberta até a posição totalmente fechada, em todas as posições do guidão e se a folga da manopla está correta. Se o acelerador não funcionar suavemente, fechar automaticamente; ou se o cabo estiver danificado, procure uma concessionária Honda para fazer a inspeção.
Folga no flange da manopla: 2 - 6 mm

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1 2- Folga
- Flange
Dreno do Filtro de Ar
Limpeza
- Coloque um recipiente de drenagem sob o tubo de dreno do filtro de ar.
- Remova o tubo de dreno do filtro de ar e drene os depósitos.
- Reinstale o tubo de dreno do filtro de ar.

A folga das válvulas deve ser verificada e ajustada de acordo com os intervalos especificados na Tabela de Manutenção (página 42).
Procure uma concessionária Honda para inspecionar e ajustar a folga das válvulas.
NOTA
É necessário o uso de uma ferramenta de medição para este procedimento.
ATENÇÃO
Válvulas com folga excessiva provocam ruídos no motor. Já a ausência de folga pode danificar as válvulas ou provocar perda de potência.
Outros Ajustes
Ajuste do Facho do Farol
O farol é de grande importância para sua segurança. Se estiver desregulado, a visibilidade será reduzida e os motoristas que trafegam em sentido contrário terão sua visão ofuscada.
Com uma inclinação acentuada para baixo, o farol, apesar de iluminar intensamente, reduz o campo de visibilidade, trazendo-o para muito perto da motocicleta.
Com uma inclinação nula, o espaço próximo à motocicleta será deixado às escuras e, também a longa distância, a iluminação será deficiente.
Se pilotar à noite, logo perceberá se é ou não necessário regular o farol. Mas não deixe de regulá-lo antes de sair.

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menos de 20 cm 10 m menos de 10 cm (figura ilustrativa)NOTA
Regule o farol na luz baixa.
(cont.)
- Coloque a motocicleta na posição vertical (sem apoiá-la no cavalete), com o centro da roda dianteira a 10 m de uma parede plana, de preferência não reflexiva.
- Calibre os pneus na pressão especificada.
NOTA
O peso do passageiro e da carga podem afetar consideravelmente a regulagem do farol.
Ajuste-o novamente considerando o peso do passageiro e da carga.

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Y = máximo 1,2 m X > Y/5 10 m (figura ilustrativa)NOTA
O facho do farol deve alcançar 100 m, no máximo.

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(figura ilustrativa) 100 mAjuste vertical
O facho do farol pode ser ajustado verticalmente para obter o alinhamento correto.
Para mover o farol, solte o parafuso.
Obedeça as leis e regulamentações locais de trânsito.

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A 1 B- Parafuso
A. Levanta o facho
B. Abaixa o facho
Espelho Retrovisor
O espelho retrovisor permite o ajuste do ângulo de visão. Coloque a motocicleta em local plano e sentese nela. Para ajustar, vire o espelho até obter o melhor ângulo de visão de acordo com sua altura, peso e posição de pilotagem.

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Paralelo Paralelo CorretoATENÇÃO
Nunca force o espelho retrovisor contra a haste de suporte durante a regulagem. Se necessário, solte a porca de fixação e movimente a haste para o lado oposto, para facilitar a regulagem.
O Motor Não Dá Partida
O Motor de Partida Funciona mas o Motor Não Dá Partida
Verifique os seguintes itens:
■ Se a sequência de partida está correta (página 35).
■ Se há combustível suficiente no tanque de combustível.
■ Se o indicador de falha do PGM-FI está aceso.
Se o indicador estiver aceso, procure uma concessionária Honda o mais rápido possível.
O Motor de Partida Não Funciona
Verifique os seguintes itens:
■ Certifique-se de que a sequência de partida esteja correta (página 35).
■ Certifique-se de que o interruptor do motor esteja na posição (página 33);
■ Fusíveis queimados (página 88).
■ Conexão solta na bateria ou terminais oxidados (página 59).
■ Condições da bateria (página 85).
Se o problema persistir, procure uma concessionária Honda para inspeção.
Os Indicadores se Acendem ou Piscam
Indicador de Falha do PGM-FI
Se o indicador se acender durante a pilotagem, poderá haver sérios problemas com o sistema PGM-FI. Reduza a velocidade e procure uma concessionária Honda, o mais rápido possível, para verificação.
Indicador do ABS
Se o indicador do ABS se acender em alguma das seguintes condições, isso indica um sério problema no sistema de freio. Reduza a velocidade e procure uma concessionária Honda o mais rápido possível para verificação.
■ O indicador se acende ou começa a piscar durante a pilotagem.
- O indicador não se acende quando o interruptor de ignição está ligado.
- O indicador não se apaga quando a motocicleta ultrapassa 10 km/h.
Se o indicador do ABS permanecer aceso, os freios continuarão operando como um sistema de freio convencional, mas sem a função antibloqueio.
Indicação de Falha do Medidor de Combustível
Se o sistema de combustível apresentar um erro, os indicadores do medidor de combustível serão indicados conforme mostrado abaixo.
Se isso ocorrer, procure uma concessionária Honda o mais rápido possível.

Reparos em pneus furados ou remoção de rodas requerem ferramentas especiais e habilidades técnicas. Recomendamos que esse serviço seja realizado por uma concessionária Honda.
Após um reparo de emergência, procure uma concessionária Honda para que seja feita a inspeção/ substituição do pneu.

CUIDADO
- Pilotar a motocicleta com um reparo temporário é muito perigoso. Se o pneu ou câmara não for reparado corretamente, você poderá sofrer um acidente com ferimentos graves ou fatais.
- Caso precise pilotar com um reparo temporário, pilote cuidadosamente e não ultrapasse os 50 km/h, até que o pneu ou câmara de ar seja substituído.
■ Procure uma concessionária Honda o mais rápido possível para fazer a substituição.
Reparo e Substituição da Câmara de Ar
Se uma câmara de ar estiver perfurada ou danificada, substitua-a o mais rápido possível. Uma câmara reparada pode não apresentar a mesma eficiência de uma nova, bem como pode estourar durante a pilotagem.
Caso seja necessário efetuar reparos temporários na câmara, pilote com cuidado em velocidade reduzida e substitua a câmara reparada antes da próxima pilotagem.
Sempre que substituir uma câmara de ar, o pneu deve ser inspecionado cuidadosamente, conforme descrito.
Rodas
Siga os seguintes procedimentos caso precise remover a roda para reparar um pneu furado.
ATENÇÃO
Ao remover e instalar a roda dianteira, tome cuidado para não danificar o sensor de velocidade e o anel pulsador.
Ao instalar o cáliper do freio, encaixe cuidadosamente o disco de freio entre as pastilhas para não riscá-las.
Roda Dianteira
Remoção
- Apoie a motocicleta no cavalete lateral, em um local plano e firme.
- Levante a roda dianteira do chão usando um cavalete para manutenção ou elevador.
- Remova a porca do eixo dianteiro.

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1 2 3 4- Anel pulsador
- Bucha lateral esquerda
- Sensor de velocidade da roda
- Porca do eixo dianteiro

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1 2- Bucha lateral direita
-
Eixo dianteiro
-
Remova o eixo dianteiro, a roda e a bucha laterais.
Evite o contato de graxa, óleo ou sujeira nas superfícies do disco ou das pastilhas.
Não acione a alavanca do freio após remover a roda.
Instalação
- Instale as buchas laterais no lado esquerdo e direito da roda dianteira.
- Posicione a roda entre os garfos e insira o eixo dianteiro pelo lado direito, através do garfo direito e cubo da roda.
ATENÇÃO
Ao instalar a roda, encaixe cuidadosamente o disco de freio entre as pastilhas para não riscá-las.
- Aperte a porca do eixo dianteiro:
Torque: 44 N.m (4,5 kgf.m)
- Após instalar a roda, acione a alavanca do freio várias vezes e verifique se a roda gira livremente. Verifique novamente se há arrasto do freio ou se a roda não gira livremente.

CUIDADO
Caso não use um torquímetro na instalação da roda, dirija-se a uma concessionária Honda, assim que possível, para verificar a montagem da roda. A montagem incorreta pode reduzir a eficiência do freio.
Roda Traseira
Remoção
- Apoie a motocicleta no cavalete lateral, em um local plano e firme e levante a roda traseira do chão, usando um cavalete para manutenção ou elevador.
- Solte as contraporcas e as porcas de ajuste da corrente de transmissão de ambos os lados do braço oscilante.
- Remova a porca do eixo traseiro.

- Contraporca do ajustador da corrente de transmissão
- Porca do eixo traseiro
- Arruela do eixo traseiro
-
Porca de ajuste da corrente de transmissão
-
Remova a corrente de transmissão da coroa, empurrando a roda traseira para frente.
- Remova o eixo traseiro, arruela do eixo traseiro e ajustadores da corrente de transmissão.

- Corrente de transmissão
- Contraporca do ajustador da corrente de transmissão
- Eixo traseiro
-
Porca de ajuste da corrente de transmissão
-
Remova o suporte do cáliper do freio, a roda traseira e as buchas laterais.
Apoie o conjunto do cáliper do freio para que não fique pendurado pela mangueira. Não torça a mangueira do freio.
Evite o contato de graxa, óleo ou sujeira nas superfícies do disco ou das pastilhas.
Não acione o pedal do freio enquanto o cálipei do freio é removido.
Instalação
- Para instalar a roda traseira, siga a ordem inversa da remoção.
Tome cuidado para que o cáliper do freio não risque a roda durante a instalação.
ATENÇÃO
Ao instalar o cáliper do freio, encaixe cuidadosamente o disco de freio entre as pastilhas para não riscá-las.
- Certifique-se de que a ranhura do suporte do cáliper do freio esteja encaixada no ressalto do braço oscilante.

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1 5 4 3 2- Suporte do cáliper do freio
- Ressalto
- Ranhura
- Porca do eixo traseiro
-
Braço oscilante
-
Ajuste a folga da corrente de transmissão (página 70).
- Aperte a porca do eixo traseiro:
Torque: 93 N.m (9,5 kgf.m)
- Após instalar a roda, acione o pedal do freio várias vezes e verifique se a roda gira livremente após soltá-lo. Se o freio travar ou a roda prender, verifique novamente a montagem.

CUIDADO
Caso não use um torquímetro na instalação da roda, dirija-se a uma concessionária Honda, assim que possível, para verificar a montagem da roda. A montagem incorreta pode reduzir a eficiência do freio.
Falha Elétrica
Bateria Sem Carga
Carregue a bateria com um carregador de baterias para motocicletas.
Remova a bateria da motocicleta antes de carregá-la.
Não use um carregador de baterias para automóveis, pois a bateria pode superaquecer e sofrer danos permanentes.
Se a bateria não funcionar depois de carregada, procure uma concessionária Honda.
ATENÇÃO
Partida com bateria auxiliar de um automóvel não é recomendada, pois pode danificar o sistema elétrico da motocicleta.
Lâmpadas Queimadas
Siga os seguintes procedimentos para a substituição de uma lâmpada queimada.

CUIDADO
Deixe a lâmpada esfriar antes de substituí-la.
NOTA
■ Posicione o interruptor de ignição em OFF ou LOCK, antes de substituir as lâmpadas.
■ Use apenas as lâmpadas recomendadas.
■ Verifique se a lâmpada substituída funciona corretamente antes da pilotagem.
Para saber a potência da lâmpada, consulte Especificações Técnicas, página 113.
Lâmpada do farol
ATENÇÃO
Não obstrua a lente do farol quando ligado, isto poderá resultar em superaquecimento e danos na lente, bloco ótico e soquete da lâmpada.
- Remova a tampa do painel de instrumentos (página 60).
- Remova o conjunto do farol removendo as presilhas (página 60) e os parafusos e liberando as abas.
- Desconecte o conector.
- Remova a capa de borracha.
- Pressione a presilha e remova a lâmpada.
- Instale a nova lâmpada e as peças removidas na ordem inversa da remoção.
Instale a capa de borracha com a marca "TOP" voltada para cima e coloque a lingueta da capa de borracha no guia do farol.

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1 2 3 4 5
- Presilhas
- Parafusos
- Conector
- Conjunto do farol
-
Abas
-
Presilha
- Lingueta
- Marca "TOP"
- Capa de borracha
- Lâmpada
ATENÇÃO
- Não toque no bulbo da lâmpada do farol com os dedos.
Se tocar na lâmpada com as mãos, limpe-a com um pano umedecido em álcool para evitar a queima prematura.
(cont.)
Lâmpada da lanterna traseira/luz do freio
- Remova o assento.
- Remova a tampa de manutenção removendo os parafusos e o suporte do assento.
- Gire o soquete no sentido anti-horário para removê-lo.
- Pressione levemente a lâmpada e gire-a no sentido anti-horário para removê-la.
- Instale a nova lâmpada e as peças removidas na ordem inversa da remoção.

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1 2 3 4 5- Parafusos
- Suporte do assento
- Tampa de manutenção
- Lâmpada
- Soquete
Lâmpada da luz da placa de licença
- Remova os parafusos.
- Remova a tampa da luz da placa de licença e vedador.
- Retire a lâmpada sem girá-la.
- Instale a nova lâmpada e as demais partes na ordem inversa da remoção.

- Lâmpada
- Vedador
- Tampa da luz da placa de licença
- Parafusos
Lâmpadas das sinaleiras dianteiras e traseiras

- Parafuso
- Soquete
- Lente da sinaleira
-
Lâmpada
-
Retire o parafuso e remova a lente da sinaleira.
- Gire o soquete no sentido anti-horário e remova-o.
- Pressione levemente a lâmpada e gire-a no sentido anti-horário para removê-la.
- Instale uma nova lâmpada e as peças removidas na ordem inversa da remoção.
Use somente lâmpada âmbar.
Fusível Queimado
▶ Antes de manusear os fusíveis, consulte Inspeção e Substituição de Fusíveis, página 49.
Caixa de fusíveis
- Remova a tampa lateral esquerda (página 57).
- Remova a caixa de fusíveis das abas e abra as tampas da caixa de fusíveis.
- Retire os fusíveis e verifique se há algum fusível queimado. Sempre substitua um fusível queimado por outro de mesma amperagem.
- Feche a tampa da caixa de fusíveis.
- Recoloque a caixa de fusíveis nas abas encaixando- -a corretamente.
- Instale a tampa lateral esquerda.

- Abas
- Caixa de fusíveis
- Tampas da caixa de fusíveis
- Fusíveis de reserva
Fusível Principal
- Remova a tampa lateral esquerda (página 57).
- Remova o interruptor magnético de partida das abas.
- Solte o conector do interruptor magnético de partida.
- Retire o fusível principal e verifique se está queimado.
Sempre substitua um fusível queimado por outro de mesma amperagem.
O fusível principal de reserva está localizado no interruptor magnético de partida. - Instale as peças removidas na ordem inversa da remoção.

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1 2 3 4 5- Interruptor magnético de partida
- Abas
- Conector
- Fusível principal
- Fusível principal de reserva
ATENÇÃO
Se um fusível queimar com frequência, isso indica curto-circuito ou sobrecarga no sistema elétrico.
Procure uma concessionária Honda para inspecionar a motocicleta.
Funcionamento Instável do Motor
Se o filtro da bomba de combustível estiver obstruído, irá ocorrer esporadicamente o funcionamento instável do motor durante a pilotagem.
Mesmo que esse sintoma ocorra, você poderá continuar a pilotar sua motocicleta.
Se ocorrer mal funcionamento do motor mesmo com combustível suficiente disponível, procure uma concessionária Honda o mais breve possível.
INFORMAÇÕES GERAIS Chaves
Chave de Ignição
Guarde a chave reserva em local seguro.
Para fazer uma cópia da chave, leve a chave reserva a uma concessionária Honda.
Se todas as chaves forem perdidas, o conjunto de travas da motocicleta deverá ser substituído.
Instrumentos, Controles e Outros Componentes
Interruptor de Ignição
Deixar o interruptor de ignição ligado e o motor desligado irá descarregar a bateria.
Não gire a chave durante a pilotagem.
Um chaveiro de metal pode danificar a área ao redor do interruptor de ignição.
Interruptor do Motor
Não use o interruptor do motor exceto em uma emergência.
Ao acioná-lo, o motor desligará subitamente, tornando a pilotagem insegura.
Se o motor for desligado com o uso do interruptor do motor, desligue o interruptor de ignição. Caso contrário, a bateria irá descarregar.
Hodômetro
Quando a quilometragem atingir 999.999, a contagem será interrompida e essa indicação será mantida.
Hodômetro Parcial
Se o hodômetro parcial A e B exceder 9.999,9 quilômetros, ele retornará automaticamente para 0,0.
Porta-documentos
O manual do proprietário e outros documentos podem ser guardados no porta-documentos, localizado na caixa de ferramentas atrás da tampa lateral esquerda.
Corte da Ignição
Um sensor de ângulo desliga automaticamente o motor e a bomba de combustível em caso de queda da motocicleta. Para ativar novamente o sensor, desligue o interruptor de ignição e ligue-o novamente antes de acionar o motor.
Catalisador
Esta motocicleta está equipada com catalisador de três vias. O catalisador contém metais preciosos que ajudam a converter hidrocarbonetos (HC), monóxido de carbono (CO) e óxidos de nitrogênio (NOx) presentes nos gases de escapamento em compostos seguros.
Catalisadores defeituosos contribuem para a poluição do ar e podem prejudicar o desempenho do motor. As peças de reposição devem ser peças originais Honda ou equivalentes.
Siga estas recomendações para proteger o catalisador de sua motocicleta.
■ Use somente gasolina de boa qualidade sem chumbo. O uso de gasolina de baixa qualidade ou adulterada pode danificar o catalisador.
■ Mantenha o motor em boas condições.
- Inspezione sua motocicleta em caso de falha na ignição, contraexplosão, se o motor estiver desligando ou se houver algum outro problema afetando a pilotagem, pare a motocicleta e desligue o motor.
COMO TRANSPORTAR A MOTOCICLETA
Se utilizar um caminhão ou carreta para transportar sua motocicleta Honda, siga as instruções abaixo.
■ Use uma rampa para colocar a motocicleta no veículo de transporte.
■ Certifique-se de que o interruptor de ignição esteja desligado.
■ Mantenha a motocicleta na vertical, utilizando cintas de fixação apropriadas. Não utilize cordas, pois estas podem se soltar, causando a queda da motocicleta.
■ Mantenha a transmissão engrenada durante o transporte.
Para manter a motocicleta firmemente no lugar, apoie a roda dianteira na frente da caçamba do veículo de transporte. Prenda as extremidades inferiores das duas cintas de fixação nos ganchos do veículo. Prenda as extremidades superiores das cintas no guidão (uma no lado direito e outra no lado esquerdo), próximo ao garfo. Certifique-se de que as cintas de fixação não estejam em contato com os cabos de controle, carenagens ou fiação elétrica.
Aperte ambas as cintas até que a suspensão dianteira fique comprimida até, no mínimo, metade de seu curso. Apertá-las excessivamente pode danificar os retentores dos garfos. Trave as cintas para que não se soltem durante o percurso.
Use outra cinta de fixação para evitar que a traseira da motocicleta se movimente.
Não transporte a motocicleta deitada. Isso poderá danificá-la, além de causar vazamento de combustível, o que é muito perigoso.
NOTA
A parte traseira da motocicleta pode ser fixada pela roda ou pelas alças traseiras. Prenda-a de forma que a mesma fique na vertical e firmemente fixa. Para evitar danos às peças, recomenda-se a proteção da região de contato com as cintas.

A Moto Honda da Amazônia Ltda. não se responsabiliza pelo frete, estadia do condutor ou veículo, por danos causados durante improvisos emergenciais, nem pelo transporte da motocicleta para a assistência técnica devido à pane que impeça a locomoção ou execução das revisões periódicas estipuladas na Tabela de Manutenção.
Reboque para Motocicletas
Os dispositivos de reboque de motocicletas que apoiam a roda traseira no solo, assim como o reboque utilizando corda cambão ou cabo de aço, não devem ser utilizados em hipótese alguma. Caso contrário, a bomba de óleo não funcionará. Como as engrenagens e os rolamentos dos eixos primário e secundário da transmissão são lubrificados sob pressão, estes serão danificados. Além disso, a suspensão dianteira, a coluna de direção e o chassi da motocicleta não foram dimensionados para suportar esforços e vibrações nesse sentido.
ATENÇÃO
Danos causados pelo uso de tais dispositivos ou de outros equipamentos não recomendados pela Honda não serão cobertos pela garantia.

As condições da motocicleta, maneira de pilotar e condições externas afetam o consumo de combustível. Os cuidados com o amaciamento durante os primeiros quilômetros de uso também contribuem para este desempenho.
Condições da Motocicleta
Para máxima economia de combustível, mantenha a motocicleta em perfeitas condições de uso e utilize somente combustível de boa qualidade.
Use somente peças originais Honda e efetue todos os serviços de manutenção necessários nos intervalos especificados, principalmente a regulagem do sistema de injeção e verificação do sistema de escapamento. Verifique frequentemente a pressão e o desgaste dos pneus. O uso de pneus desgastados ou com pressão incorreta aumenta o consumo de combustível.
Maneira de Pilotar
O consumo de combustível será menor se a motocicleta for pilotada de forma moderada. Acelerações rápidas, manobras bruscas ou frenagens severas aumentam o consumo.
Sempre utilize as marchas adequadas, de acordo com a velocidade, e acelere suavemente. Tente manter a motocicleta em velocidade constante, sempre que o tráfego permitir.
Condições Externas
O consumo de combustível será menor se a motocicleta for pilotada em rodovias planas e de boa estrutura, ao nível do mar, sem passageiro ou bagagem, e com temperatura ambiente moderada. Roupas e capacete sob medida também contribuem para a economia de combustível.
O consumo será sempre maior com o motor frio. Porém, não há necessidade de deixá-lo em marcha lenta por um longo período para aquecê-lo. A motocicleta poderá ser pilotada aproximadamente um minuto após ligar o motor, não importando a temperatura externa. O motor se aquecerá mais rapidamente e a economia de combustível será maior.
LIMPEZA E CONSERVAÇÃO
Limpe a motocicleta regularmente para manter sua aparência, aumentar a durabilidade e proteger a pintura, componentes cromados, plásticos ou de borracha.
Em regiões litorâneas, onde o contato com a maresia e umidade é intenso, tanto a conservação quanto a manutenção devem receber atenção especial. Após o uso da motocicleta nessas regiões, remova imediatamente os elementos agressivos para evitar oxidação.
- Em caso de contato com água de chuva, ou após atravessar riachos ou alagamentos, lave e seque a motocicleta imediatamente após o uso. Aplique spray antioxidante nos amortecedores, escapamento (inclusive parte interna) e demais peças cromadas.
Lave imediatamente após o uso em regiões litorâneas!

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(figura ilustrativa)NOTA
Aplique spray antioxidante somente com o motor frio. O excesso pode ser retirado após 24 horas.

CUIDADO
Não aplique spray antioxidante nas regiões próximas aos freios.
- Elimine o acúmulo de poeira, terra, barro, areia e pedras. O atrito de pedras e areia pode afetar a pintura.
■ Remova materiais estranhos dos componentes de fricção, como pastilhas e discos para não prejudicar sua durabilidade e eficiência.
■ Se a motocicleta for permanecer inativa por um longo período, consulte Conservação de Motocicletas Inativas na página 101.

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Aplique spray antioxidante nas peças cromadas após a lavagem. (figura ilustrativa)Equipamentos de Lavagem
Nunca utilize equipamentos de alta pressão para lavar a motocicleta. O jato direto e a alta temperatura podem danificar os componentes da motocicleta, desprender faixas e adesivos, remover a graxa dos rolamentos da coluna de direção e da articulação da suspensão traseira, além de danificar a pintura. Não aplique produtos alcalinos ou ácidos, pois são altamente prejudiciais às peças zincadas e de alumínio. Recomendamos lavar a motocicleta pulverizando água em formato de leque aberto sob baixa pressão, a uma distância mínima de 1,2 m.
Utilize sob baixa pressão, a uma distância mínima de 1,2 m da motocicleta.

Este modelo é equipado com o sistema de injeção eletrônica de combustível PGM-FI. A infiltração de líquidos poderá causar danos irreversíveis aos componentes desse sistema.
ATENÇÃO
Nunca direcione jato de alta pressão diretamente no corpo do acelerador do sistema PGM-FI.
Evite pulverizar água ou ar sob alta pressão (comum em lava-rápidos), nos seguintes componentes ou locais:
■ Cubos das rodas;
■ Interruptores do guidão;
■ Painel de instrumentos;
■ Saída do silencioso;
■ Lado interno da tampa lateral esquerda;
■ Sob o tanque de combustível;
■ Coluna de direção e trava da coluna de direção;
■ Corrente de transmissão;
■ Farol;
■ Cilindros mestres dos freios;
■ Filtro de ar.
Como Lavar a Motocicleta

CUIDADO
Antes da lavagem, certifique-se de que o motor e o escapamento estejam frios. Use sempre luvas apropriadas e botas de borracha para evitar ferimentos. Siga sempre os procedimentos de lavagem descritos neste manual.
ATENÇÃO
Nunca lave a motocicleta exposta ao sol e com o motor quente.
APLIQUE CERA PROTETORA, SE NECESSÁRIO

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Utilize somente água e xampu neutro. OK Lave com movimentos circulares utilizando pano macio. CERA (figura ilustrativa)- Pulverize querosene no motor, escapamento, rodas e cavalete lateral, e remova os resíduos de óleo e graxa com um pincel. Incrustações de piche são removidas com querosene puro.
NOTA
O querosene ataca peças de borracha. Proteja-as antes da aplicação.

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Nunca utilize solventes químicos e produtos de limpeza abrasivos! Produto de limpeza abrasivo Nunca utilize esponja/ la de aço nas peças cromadas. (figura ilustrativa)ATENÇÃO
- Solventes químicos e produtos de limpeza abrasivos podem danificar a pintura e as peças metálicas e plásticas da motocicleta.
-
Produtos químicos, solventes e detergentes não devem ser utilizados em hipótese alguma. Seu uso provoca sérios danos à motocicleta, tais como oxidação das partes metálicas, perda de brilho das peças pintadas e de borracha, e descoloração de outras peças da motocicleta, tais como tampas do motor.
Não use lã de aço ou produtos abrasivos para limpar as peças cromadas, pois estes removem sua camada protetora iniciando um processo de oxidação severa.
■ Evite subir com a motocicleta sobre guias ou raspar as rodas em obstáculos a fim de evitar danos. -
Enxágue com bastante água, porém, de forma consciente.
- Lave as carenagens, tanque, assento, tampas laterais e para-lamas com água e xampu neutro. Use um pano ou esponja macia. Enxágue completamente a motocicleta e seque com um pano limpo e macio. Retire o excesso de água do interior dos cabos.
NOTA
- Limpe as peças plásticas com um pano macio ou esponja umedecidos em solução de xampu neutro e água. Enxágue completamente com água e seque com um pano macio.
-
Não remova a poeira com um pano seco, pois a pintura poderá ser riscada.
-
Se necessário, aplique cera protetora nas superfícies pintadas e cromadas, exceto em superfícies ou pinturas especiais foscas. A cera deve ser aplicada com algodão especial ou flanela, em movimentos circulares e uniformes.
ATENÇÃO
A aplicação de massa ou produtos para polimento pode danificar a pintura.

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Não aplique spray antioxidante nos freios. (figura ilustrativa) Nunca utilize esponja de aço nas peças cromadas. (cont.)- Logo após a lavagem, lubrifique a corrente de transmissão e os cabos do acelerador e da embreagem. Aplique spray antioxidante nas rodas, amortecedores, interior e exterior do escapamento e demais peças cromadas.
NOTA
Aplique spray antioxidante somente com o motor frio. O excesso pode ser retirado após 24 horas.
- Ligue o motor e deixe-o funcionar por alguns minutos.
O interior da lente do farol poderá eventualmente apresentar condensação de umidade após a lavagem da motocicleta. Ela desaparecerá gradualmente acendendo-se o farol com luz alta.
Mantenha o motor em funcionamento enquanto o farol estiver aceso.

CUIDADO
- Não aplique spray antioxidante nas regiões próximas aos freios.
A eficiência dos freios pode ser temporariamente afetada após a lavagem. Teste-os antes de pilotar. Pode ser necessário acioná-los algumas vezes para restituir seu desempenho normal. - Acione os freios com maior antecedência para evitar um possível acidente.

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APLIQUE CERA PROTETORA, SE NECESSÁRIO CERA (figura ilustrativa)Componentes de Alumínio
Os componentes de alumínio sofrem corrosão quando entram em contato prolongado com poeira, lama ou água salgada. Limpe regularmente os componentes de alumínio e siga as seguintes recomendações para evitar riscá-los:
- Não use esponjas de aço nem produtos abrasivos.
- Não suba em guias nem encoste contra obstáculos.
Painéis
Siga as seguintes recomendações para evitar danos:
■ Lave cuidadosamente com esponja macia e bastante água, porém, de forma consciente.
Para remover as manchas mais difíceis, use detergente diluído e enxágue cuidadosamente com bastante água, porém, de forma consciente.
■ Evite o contato de gasolina, fluido de freio ou detergentes com os instrumentos, painéis ou farol.
Manutenção do Tubo de Escapamento e Silencioso
Quando o tubo de escapamento e o silencioso forem pintados, não use produtos de limpeza de cozinha abrasivos. Use somente detergente neutro para limpar a superfície pintada. Se não tiver certeza se eles são pintados, procure uma concessionária Honda.
ATENÇÃO
Embora o escapamento seja feito de aço inoxidável, ele pode manchar. Remova todas as marcas e manchas assim que visualizá-las.
CONSERVAÇÃO DE MOTOCICLETAS INATIVAS
ATENÇÃO
A bateria de sua motocicleta é carregada quando o sistema de carga está em funcionamento, durante a utilização da motocicleta, em condições normais de uso. Portanto, para maior vida útil da bateria, recomendamos usar a motocicleta, pelo menos, uma vez por semana por 10 minutos.
Antes de armazenar a motocicleta, efetue todos os reparos necessários. Caso contrário, esses reparos podem ser esquecidos quando a motocicleta for novamente utilizada.
Se a motocicleta for permanecer inativa por um longo período, deve-se tomar certos cuidados para reduzir os efeitos de deterioração causados pela não utilização da motocicleta.
- Troque o óleo do motor.
- Drene o tanque de combustível em um recipiente adequado.

CUIDADO
- O combustível é altamente inflamável e até explosivo, sob certas condições. Drene o tanque em um local ventilado, com o motor desligado.
-
Não permita a presença de cigarros, chamas ou faíscas perto da motocicleta.
-
Pulverize o interior do tanque com óleo antioxidante em spray. Feche a tampa do tanque firmemente.

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Recomendações para motocicletas inativas Drene o torque. Troque o óleo do motor. Lubrifique a corrente. (figura ilustrativa)- Para impedir oxidação no interior do cilindro:
■ Remova o supressor de ruído da vela de ignição. Utilize um cordão para amarrar o supressor em algum componente plástico da carenagem, afastado da vela.
■ Remova a vela e guarde-a em local seguro. Não conecte a vela ao supressor de ruído.
- Coloque uma colher de chá (5 – 10 ml) de óleo novo para motor no interior do cilindro e proteja o orifício da vela com um pano limpo.
■ Acione o sistema de partida por alguns segundos para distribuir o óleo.
■ Instale a vela de ignição e o supressor de ruído.

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Recomendações para motocicletas inativas Drene o tanque de combustível. Remova e carregue a bateria 1 vez por mês. Remova a vela e coloque 1 colher de chá de óleo. (figura ilustrativa)- Remova a bateria. Guarde-a em local protegido, não exposto a temperaturas muito baixas nem a raios solares diretos. Carregue a bateria uma vez por mês.
- Lave e seque a motocicleta. Se necessário aplique cera protetora nas superfícies pintadas e cromadas, exceto em superfícies ou pinturas especiais foscas. Aplique spray antioxidante nas rodas, amortecedores, interior e exterior do escapamento e demais peças cromadas.
NOTA
Aplique spray antioxidante com o motor frio. O ex- cesso pode ser retirado após 24 horas.

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Lave e seque a motocicleta! (figura ilustrativa) Calibre os pneus. Calibre os pneus.(cont.)
- Lubrifique a corrente de transmissão.
- Retire o excesso de água e lubrifique os cabos de controle.
- Calibre os pneus na pressão recomendada. Apoie a motocicleta sobre cavaletes, de modo que os pneus não toquem o solo.
- Cubra a motocicleta com uma capa apropriada (não utilize plásticos ou materiais impermeáveis) e guarde-a em um local fresco e seco, com alterações mínimas de temperatura. Não a deixe exposta ao sol.

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Utilize capas apropriadas. (figura ilustrativa)Ativação da Motocicleta
Siga os procedimentos abaixo antes de voltar a usar a motocicleta:
- Remova a capa protetora e lave completamente a motocicleta.
- Troque o óleo do motor, caso a motocicleta tenha ficado inativa por mais de quatro meses.
- Se necessário, recarregue a bateria e instale-a na motocicleta.
- Limpe o interior do tanque de combustível e abasteça-o com gasolina nova.
- Efetue a inspeção antes do uso (página 46). Faça um teste, pilotando a motocicleta em baixa velocidade, em local seguro e afastado do trânsito.

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Limpe o interior do tanque de combustível e abasteça-o com gasolina nova. Recarregue o bateria. Troque o óleo do motor. (figura ilustrativa)NÍVEL DE RUÍDOS
Este veículo está em conformidade com a legislação vigente de controle da poluição sonora para veículos automotores (Resolução CONAMA nº 2 de 11/02/1993, complementada pela Resolução nº 268 de 14/09/2000).
Limite máximo de ruído para fiscalização de veículo em circulação:
83,4 dB (A) α 4.250 rpm
(medido a 0,5 m de distância do escapamento, conforme NBR-9714)
PROGRAMA DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR
CONAMA/Instrução Normativa IBAMA
Este veículo atende ao Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares – PROMOT.
(Estabelecido pelas Resoluções CONAMA n° 297
Instrução Normativa IBAMA n° 17 de 03/09/2013).
O processo de combustão produz monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos, entre outros elementos. O controle de hidrocarbonetos e óxidos de nitrogênio é muito importante, pois, sob certas condições, eles reagem para formar fumaça e névoa fotoquímica, quando expostos à luz solar. O monóxido de carbono não reage da mesma forma, entretanto é um gás tóxico.
A Moto Honda da Amazônia Ltda. utiliza sistemas de admissão, alimentação de combustível e escapamento ajustados para reduzir as emissões de monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos.
Portanto, a manutenção correta e utilização de PEÇAS ORIGINAIS são imprescindíveis para o funcionamento correto desses sistemas.

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IBAMA PROMOT HOMOLOGADOSiga rigorosamente a tabela de manutenção, recorrendo sempre a uma concessionária Honda.
Observe rigorosamente as recomendações e especificações técnicas contidas neste manual. Além de usufruir sempre do melhor desempenho de sua Honda, você estará contribuindo para a preservação do meio ambiente.
Controle de Emissões
Para assegurar a conformidade de sua motocicleta com os requisitos legais, confirme se os níveis de CO e HC atendem aos valores recomendados em marcha lenta, como indicado abaixo (Art. 16 da Resolução CONAMA nº 297/02 e Art. 6 da Resolução CONAMA nº 432/11):
Regime de marcha lenta:
$$ 1. 4 0 0 \pm 1 0 0 \mathrm{rpm} $$
(em temperatura normal de funcionamento)
Abaixo de 0,2% (em marcha lenta)
Abaixo de 100 ppm (em marcha lenta)
PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE
A Moto Honda da Amazônia Ltda., sempre empenhada em melhorar o futuro do nosso planeta, gostaria de compartilhar este compromisso com seus clientes.
Visando a um melhor relacionamento entre sua motocicleta e o meio ambiente, observe os seguintes pontos:
A manutenção preventiva, além de preservar e valorizar o produto, traz grandes benefícios ao meio ambiente.
O óleo do motor deve ser trocado nos intervalos especificados neste manual. O óleo usado deve ser encaminhado para postos de troca ou concessionária Honda mais próxima.
Produtos perigosos não devem ser jogados em esgoto comum.
Pneus usados devem ser levados a uma concessionária Honda para reciclagem, em atendimento à Resolução CONAMA nº 258 de 26/08/1999. Nunca devem ser queimados, guardados ou enterrados em áreas descobertas.
Fios, cabos elétricos e cabos de aço usados, quando substituídos, não devem ser reutilizados, representando um perigo em potencial para o motociclista. Eles devem ser encaminhados para reciclagem nas concessionárias Honda.

Os fluidos de freio e de embreagem, baterias e a solução da bateria devem ser manuseados com bastante cuidado. Eles apresentam características que podem danificar a pintura da motocicleta, causar danos à saúde humana, além de representar sério risco de contaminação do solo e da água, quando descartados sem destinação adequada. Manuseie-os com muito cuidado e descarte com responsabilidade.
Na troca da bateria, além dos cuidados com sua solução ácida, deve-se encaminhar a peça substituída às concessionárias Honda para destinação adequada, em atendimento à Resolução CONAMA nº 401, de 04/11/2008.

Peças plásticas e metálicas substituídas devem ser entregues a uma concessionária Honda para reciclagem, evitando o acúmulo de lixo nas grandes cidades.
Modificações, como substituição do escapamento e regulagens do sistema de alimentação, diferentes das especificadas para o modelo, ou qualquer outra que vise alterar o desempenho do motor, devem ser evitadas. Além de infringir o Novo Código Nacional de Trânsito, elas contribuem para o aumento da poluição do ar e sonora.
Esperamos que esses conselhos sejam úteis e possam ser utilizados em benefício de todos.
IDENTIFICAÇÃO DA MOTOCICLETA
A identificação oficial de sua motocicleta é feita por meio dos números de série do chassi e do motor, que são necessários para o registro de sua motocicleta.
Esses números devem ser usados também como referência para a solicitação de peças de reposição.
O número de série do chassi está gravado no lado direito da coluna de direção.
O número de série do motor está gravado no lado esquerdo inferior da carcaça do motor.
Anote os números abaixo.
Identificação do Ano de Fabricação
O ano de fabricação de sua motocicleta está indicado abaixo do número do chassi, em uma gravação de 4 dígitos.

- Identificação do ano de fabricação
ATENÇÃO
A gravação do ano de fabricação faz parte da identificação oficial do modelo (Resoluções CONTRAN n° 024/98, 581/16 e Portarias DENATRAN n° 017/00 e n° 166/13).
Sua motocicleta possui uma etiqueta de garantia com dois códigos de barras colada no tubo frontal do chassi. Essa etiqueta será utilizada pelas Concessionárias Honda nos processos de revisões e solicitações de garantia.
NOTA
A etiqueta adesiva é feita de material inviolável, portanto, não tente removê-la.

- Não use equipamento de lavagem de alta pressão diretamente na etiqueta a fim de não danificá-la.
Lã de aço e materiais abrasivos ou de polimento poderão manchar ou remover a gravação dos códigos de barras, por isso proteja a etiqueta adesiva antes da aplicação desses materiais.
■ Remova cuidadosamente a poeira da etiqueta adesiva, utilizando um pano seco e macio para evitar riscos ou remoção parcial ou total da gravação dos códigos de barras.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
| DIMENSÕES | ||
| Comprimento total 2.075 mm | ||
| Largura total 821 mm | ||
| Altura total 1.179 mm | ||
| Distância entre-eixos 1.358 mm | ||
| Distância mínima do solo 241 mm | ||
| Altura do assento 836 mm | ||
| PESO | ||
| Peso seco 127 kg | ||
| CAPACIDADES | ||
| Óleo do motor | 1,0 litro (após drenagem) | |
| 1,2 litro (após desmontagem do motor) | ||
| Tanque de combustível 13,5 litros | ||
| Reserva do tanque de combustível 3,1 litros (aproximadamente) | ||
| Capacidade de passageiro Piloto e um passageiro | ||
| Capacidade máxima de carga 157 kg (piloto, passageiro, bagagem e acessórios) | ||
| Capacidade máxima do bagageiro traseiro 7 kg | ||
| MOTOR | ||
| Tipo | 4 tempos, arrefecido a ar, OHC, monocilíndrico,acionado por corrente, duas válvulas | |
| Óleo do motor recomendado | Óleo para motores de motocicletas SAE 10W-30 SL ou superior (ver nota)NOTAA Honda recomenda a utilização do lubrificante:Óleo Pro HondaSAE 10W-30 SLJASO MA | |
| Combustível recomendado Gasolina ou etanol | comum | |
| Diâmetro e curso 61,000 x 63,096 mm | ||
| Relação de compressão 9,5:1 | ||
| Cilindrada 184,4 cm^3 | ||
| Potência máxima | 16,3 cv a 8.500 rpm (gasolina)16,4 cv a 8.500 rpm (etanol) | |
| Torque máximo | 1,65 kgf.m a 6.000 rpm (gasolina)1,66 kgf.m a 6.000 rpm (etanol) | |
| Vela de ignição CPR8EA-9 (NGK) | ||
| Folga dos eletrodos da vela de ignição 0,80 – 0,90 mm | ||
| Rotação de marcha lenta 1.400 ± 100 rpm | ||
| Folga das válvulas(motor frio) | Admissão | 0,08 mm |
| Escapamento | 0,24 mm | |
| Sistema de alimentação Injeção eletrônica PGM-FI | ||
| Sistema de lubrificação Forçada, por bomba trocoidal | ||
| Sistema de partida Elétrica | ||
| CHASSI/SUSPENSÃO | ||
| Cáster/trail 27°45' / 103 mm | ||
| Pneu dianteiro | (medida) | 90/90 - 19M/C 52P |
| (marca/modelo) | PIRELLI MT60LEVORIN DUAL SPORT | |
| (pressão) | 150 kPa (1,50 kgf/cm2, 22 psi) | |
| (profundidade da banda de rodagem) | mín. 3,0 mm | |
| Pneu traseiro | (medida) | 110/90 - 17M/C 60P |
| (marca/modelo) | PIRELLI MT60LEVORIN DUAL SPORT | |
| (pressão) | 150 kPa (1,50 kgf/cm2, 22 psi) (somente piloto)200 kPa (2,00 kgf/cm2, 29 psi) (piloto + passageiro) | |
| (profundidade da banda de rodagem) | mín. 3,0 mm | |
| Raio mínimo de giro 2,10 m | ||
| Suspensão dianteira (tipo/curso) Garfo telescópico / 180 mm | ||
| Suspensão traseira (tipo/curso) Mono shock / 150 mm | ||
| Freio dianteiro (tipo) Disco de freio (acionamento hidráulico) | ||
| Freio traseiro (tipo) Disco de freio (acionamento hidráulico) | ||
| Fluido de freio recomendado Pro Honda Fluido para Freios DOT 4 | ||
| TRANSMISSÃO | ||
| Tipo 5 velocidades constantemente engrenadas | ||
| Embreagem Multidisco em banho de óleo | ||
| Corrente de transmissão | (tipo) | DID 428DH |
| (elos) | 128 | |
| (pinhão) | 16 dentes | |
| (coroa) | 48 dentes | |
| (folga) | 20 – 30 mm | |
| (lubrificante recomendado) | Pro Honda Óleo para Corrente de Transmissão SAE 90 | |
| Redução primária 3,136 | ||
| Redução final 3,000 | ||
| Relação de transmissão | 1^a | 2,785 |
| 2^a | 1,789 | |
| 3^a | 1,368 | |
| 4^a | 1,090 | |
| 5^a | 0,928 | |
| Sistema de mudança de marcha Operado pelo | pé esquerdo | |
| SISTEMA ELÉTRICO | |
| Bateria 12 V – 5 Ah / DTZ6 | |
| Alternador 0,165 kW / 5.000 rpm | |
| Ignição Eletrônica | |
| Fusível principal 15A | |
| Outros fusíveis 30A, 10A | |
| SISTEMA DE ILUMINAÇÃO | |
| Lâmpada do farol 12 V – 35/35 W | |
| Luz de freio/lanterna traseira 12 V – 21/5 W | |
| Lâmpadas das sinaleiras 12 V – 10 W x 4 | |
| Lâmpada da luz da placa de licença 12 V – 5 W | |
| Instrumentos LED | |
| Indicadores das sinaleiras LED | |
| Indicador de neutro LED | |
| Indicador do farol alto LED | |
| TORQUE | |
| Parafuso de drenagem do óleo do motor 30 N.m (3,1 kgf.m) | |
| Porca do eixo dianteiro 44 N.m (4,5 kgf.m) | |
| Porca do eixo traseiro | 93 N.m (9,5 kgf.m) |
MANUAL BÁSICO DE SEGURANÇA NO TRÂNSITO

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abracicloManual básico de
segurança
no trânsito

Edição digital
2018
Sumário
Apresentação 7
Introdução 9
1. Normas de Circulação 11
1.1 Deveres do condutor 12
1.2 Regras gerais para a circulação de veículos 12
1.3 Regras de ultrapassagens 12
1.4 Regras para manobras e mudanças de direção 13
1.5 Uso da buzina 14
1.6 Uso de luzes e sinalização 14
1.7 Regras de preferência e de passagem em cruzamentos e passagem de nível 15
1.8 Estacionamento e parada 15
1.9 Velocidade e distância entre veículos 16
1.10 Regras relativas a veículo de transporte coletivo 18
1.11 Regras para redução da velocidade 18
1.12 Redução de marcha, imobilizações temporárias e paradas emergenciais 18
1.13 Abertura de porta dos veículos 18
1.14 Regras aplicáveis aos pedestres 19
1.15 Regras aplicáveis aos ciclistas 19
1.16 Regras aplicáveis à condução de animais e a veículos de tração animal 19
1.17 Domportamento dos condutores em relação aos pedestres e ciclistas |19
1.18 | Regras aplicáveis a condutores e passageiros de motocicletas, motonetas e ciclomotores
1.19 Regras aplicáveis aos condutores profissionais 20
1.20 Uso de equipamentos obrigatórios P21
2. Infrações e Penalidades
2.1 Infração de trânsito 23
2.2 Responsabilidade pela infração 23
2.3 Autoridade e o agente de trânsito \$23
2.4 Fiscalização e policiamento de trânsito \$3
2.5 O | auto de infração \$3
22
| 2.6 P | Penalidades 24 | |
| 2.7 M | Medidas administrativas 24 | |
| 2.8 N | Natureza da infração cometida e pontuação correspondente 24 | |
| 2.9 O | processo administrativo de recurso de infração e de imposição de penalidades 25 | |
| 2.10 C | Crimes de trânsito 25 | |
| 3. Direção Defensiva 26 | ||
| 3.1 O | que é direção defensiva 27 | |
| 3.2 | Veiculos: manutenção periódica e preventiva e funcionamento; equipamentos obrigatórios; sistemas de freios, suspensão, direção, iluminação e cintos de segurança | 27 |
| 3.3 | Condutores: a importância do bom estado físico e mental para dirigir; conhecimento e habilidades; habilitação; uso de equipamentos obrigatórios; fatores de risco para a ocorrência de acidentes, como evitar colisões; condições adversas. | 31 |
| 3.4 | Vias: limites de velocidade, vias urbanas e rodovias, curvas, aclives, declives, pontes, túneis, passagens de nível, cruzamentos, sinalização, iluminação, acostamento, obras, condições de pavimento, calçadas e passeios, condições adversas. | 39 |
| 3.5 | Ambiente: chuva; aquaplanagem, neblina, vento, temperatura, incêndios florestais e queimadas | 44 |
| 3.6 R | Respeito ao meio ambiente e convívio social no trânsito 45 | |
| 4. Primeiros Socorros 47 | ||
| 4.1 Importância das noções de primeiros socorros; o que são primeiros socorros? 48 | ||
| 4.2 A | sequência das ações de socorro; o que devo fazer primeiro? E depois? 48 | |
| 4.3 C | Como manter a calma e controlar a situação? Como pedir socorro? | 49 |
| 4.4 A | sinalização do local e a segurança | 50 |
| 4.5 | Iniciando o socorro às vítimas: o que é possível fazer? As limitações no atendimento às vítimas. | 55 |
| 4.6 O | que não se deve fazer com uma vítima de acidente | 56 |
| 4.7 P | Primeiros socorros: a importância de um curso prático | 58 |
| 5. Anexos do Código de Trânsito Brasileiro | 59 | |
| 5.1 A | hexo I | 60 |
| 5.2 A | hexo II | 66 |


Embora o fabricante empenhe de forma incessante seus esforços no desenvolvimento de produtos cada vez mais seguros e sustentáveis, sua utilização será sempre responsabilidade do usuário. Cabe a ele empregar o veículo de acordo com as regras vigentes e as boas condutas no trânsito, exercendo a cidadania em benefício do bem comum. Este manual não pretende ser exaustivo quanto à abordagem dos inúmeros aspectos que compõem o trânsito. Trata-se de um guia de consulta rápida, para esclarecimento de dúvidas e provimento de informações úteis.
Aqui trataremos de quatro grandes temas importantes para a segurança do trânsito: as normas de circulação, as infrações e penalidades previstas no CTB (Código de Trânsito Brasileiro), a direção defensiva e os primeiros socorros em caso de acidente. Apresentaremos ainda anexos do CTB, que tratam de conceitos, definições e da sinalização básica de trânsito.
O trânsito no Brasil, como confirmam as estatísticas, é motivo de preocupação constante das autoridades e de todos os brasileiros, pela violência envolvida e os altos custos sociais que gera a cada ano. Cabe a cada cidadão uma cota de responsabilidade pela melhora desse triste contexto.
Boa leitura!

Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares
Introdução
Detalhadas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) em mais de 40 artigos, as Normas Gerais de Circulação e Conduta merecem atenção especial de todos os usuários da via.
Algumas dessas normas podem ser aplicadas com o simples uso do bom senso ou da boa educação. Entre essas destacamos as que advertem os usuários quanto a atos que possam constituir riscos ou obstáculos para o trânsito de veículos, pessoas e animais, além de danos à propriedade pública ou privada.
Entretanto, bom senso apenas não é suficiente para o restante das normas. A maior parte delas exige do usuário o conhecimento da legislação específica e a disposição de se pautar por ela.

Normas de circulação
1

1.1 Deveres do condutor
- Ter pleno domínio de seu veículo a todo momento, conduzindo-o com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito;
- Verificar a existência e as boas condições de funcionamento dos equipamentos de uso obrigatório;
- Certificar-se de que há autonomia suficiente para percorrer o percurso desejado.
1.2 Regras gerais para a circulação de veículos
Nas páginas que seguem, procuramos apresentar de forma condensada um apanhado das principais normas de circulação, agrupando-as segundo temas de interesse para mais fácil fixação.
Seguir corretamente as determinações implica um processo de aprendizagem e permanente reaprendizagem.
Dê uma boa lida e procure memorizar o que lhe parecer mais importante.
Quando o assunto é trânsito, confiar só na memória pode custar caro.
1.3 Regras de ultrapassagens
Na hora de ultrapassar, também é preciso tomar alguns cuidados. Vejamos.
Aqui chegamos a um ponto realmente delicado. As ultrapassagens são uma das principais causas de acidentes e precisam ser realizadas com toda a prudência e segundo procedimentos regulamentares.

Algumas regras básicas
- Ultrapasse sempre pela esquerda e apenas nos trechos permitidos, exceto quando o veículo a ser ultrapassado estiver sinalizando o propósito de entrar à esquerda.
- Nunca ultrapasse no acostamento das estradas. Esse espaço é destinado a paradas e saídas de emergência.
- Se outro veículo o estiver ultrapassando ou tiver sinalizado seu desejo de fazê-lo, dê a preferência. Aguarde sua vez.
- Certifique-se de que a faixa da esquerda está livre, e de que há espaço suficiente para a manobra. Se estiver trafegan-do em uma via de mão dupla, só ultrapasse se a faixa do sentido contrário de fluxo estiver livre e, mesmo assim, só tome a decisão considerando a potência do seu veículo e a velocidade do veículo que vai à frente
- Sinalize sempre com antecedência sua intenção de ultrapassar. Ligue o indicador de direção ou faça os gestos convencionais de braço.

Manual básico de segurança no trânsito
- Guarde distância em relação a quem está ultrapassando. Deixe um espaço lateral de segurança.
- Sinalize de volta, antes de voltar à faixa da direita.
- Se você está sendo ultrapassado, mantenha constante sua velocidade. Se estiver na faixa da esquerda, venha para a da direita, sinalizando corretamente.
- Lembre-se que você não pode exceder a velocidade máxima permitida naquele trecho da via.
- Ao ultrapassar um ônibus que esteja parado, reduza a velocidade e preste muita atenção. Passageiros poderão estar desembarcando ou correndo para tomar a condução.
Proibido ultrapassar
Onde houver sinalização proibindo a ultrapassagem, não ultrapasse. A sinalização é a representação da lei e foi implantada por pessoal técnico, que já calculou que naquele trecho não é possível a ultrapassagem, porque há perigo de acidente.
Os veículos pesados devem, quando circulam em fila, permitir espaço suficiente entre si para que outros veículos os possam ultrapassar por etapas. Tenha em mente que os veículos mais pesados são responsáveis pela segurança dos mais leves; os motorizados, pela segurança dos não motorizados, e todos, pela proteção dos pedestres.

A menos que haja sinalização específica permitindo a manobra, jamais ultrapasse nas seguintes situações:
- Sobre pontes ou viadutos ou túneis;
- Em travessias de pedestres;
- Nas passagens de nível;
- Nos cruzamentos ou em sua proximidade;
- Em trechos sinuosos ou em aclives e declives sem visibilidade suficiente;
- Nas áreas de perímetro urbano das rodovias.
1.4 Regras para manobras e mudanças de direção
Uso correto dos retrovisores nas manobras e mudanças de direção
Quanto mais você vê o que acontece a sua volta enquanto pilota, maior a possibilidade de evitar situações de perigo.
Se não conseguir eliminar esses “pontos cegos”, antes de iniciar uma manobra, movimente a cabeça para encontrar outros ângulos de visão pelos espelhos ou por meio da visão lateral. Fique atento também aos ruídos dos motores dos outros veículos e só faça a manobra se estiver seguro de que não irá causar acidentes.
Manual básico de
segurança no trânsito


Mas às vezes é preciso deslocar-se lateralmente, para trocar de pista ou fazer uma conversão à direita ou à esquerda. Nesse caso, sinalize com bastante antecedência sua intenção. Para virar à direita, por exemplo, faça uso dos indicadores de direção e aproxime-se tanto quanto possível da margem direita da via enquanto reduz gradualmente sua velocidade.
1.5 Uso da buzina
Pode buzinar?
Pode. Em ‘toques breves’, como diz o Código. Assim mesmo, só se deve buzinar nas seguintes situações:
- para fazer as advertências necessárias a fim de evitar acidentes;
- fora das áreas urbanas, para advertir outro condutor de sua intenção de ultrapassá-lo.
1.6 Uso de luzes e sinalização
O uso das luzes do veículo deve ter em conta o seguinte:
- Luz baixa - durante a noite e no interior de túneis com ou sem iluminação pública durante o dia. Motocicletas e outros veículos motorizados de duas rodas, em qualquer situação, devem manter as luzes baixas acesas de dia e de noite.
- Luz alta - nas vias não iluminadas, exceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo.
- Luz alta e baixa - (intermitente) por curto período de tempo, com o objetivo de advertir outros usuários da via de sua intenção de ultrapassar o veículo que vai à frente, ou sinalizar quanto à existência de risco à segurança de quem vem em sentido contrário.
- Lanternas - sob chuva forte, neblina, cerração ou à noite, quando o veículo estiver parado para embarque ou desembarque, carga ou descarga.
- Pisca-alerta - em imobilizações ou em situação de emergência, sempre com o veículo parado.
- Luz de placa - durante a noite, em circulação.
Veículos de transporte coletivo regular de passageiros, quando circulam em faixas especiais, devem manter as luzes baixas acesas de dia e de noite.

Manual básico de segurança no trânsito
1.7 Regras de preferência e de passagem em cruzamentos e passagem de nível
Quem tem a preferência?
Atenção aqui! Em vias nas quais não há sinalização específica, tem a preferência:
- quem estiver transitando pela rodovia, quando apenas um fluxo for proveniente de autoestrada;
- quem estiver circulando uma rotatória; e
- quem vier pela direita do condutor, nos demais casos.
Fácil, não? Mas lembre-se: em vias com mais de uma pista, os veículos mais lentos têm a preferência de uso da faixa da direita. Já a faixa da esquerda é reservada para ultrapassagens e para os veículos de maior velocidade.

flowchart
graph TD
A["Top Road"] --> B["Left Car"]
A --> C["Right Car"]
A --> D["Bottom Road"]
B --> E["Yellow Box"]
C --> F["Green Box"]
D --> G["Blue Box"]
style A fill:#f9f,stroke:#333
style B fill:#ccf,stroke:#333
style C fill:#cfc,stroke:#333
style D fill:#fcc,stroke:#333
style E fill:#ffc,stroke:#333
style F fill:#cfc,stroke:#333
style G fill:#fcc,stroke:#333
Mas as regras de preferência não param por aí. Também têm prioridade de deslocamento os veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização de trânsito e as ambulâncias, bem como veículos precedidos de batedores. E a prioridade se estende também ao estacionamento e parada desses veículos.
Mas há algumas coisas a observar. Para poder exercer a preferência, é preciso que os dispositivos de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitente — indicativos de urgência — estejam acionados. Se for esse o caso:
- deixe livre a passagem à sua esquerda. Desloque-se à direita e até mesmo pare, se necessário. Vidas podem estar em jogo;
- se você for pedestre, aguarde no passeio ao ouvir o alarme sonoro. Só atravesse a rua quando o veículo já tiver passado por ali.
Dê preferência de passagem aos veículos que se deslocam sobre trilhos, respeitadas as normas de circulação. Em passagens de nível, os veículos que deslocam sobre trilhos terão sempre preferência de passagem.
1.8 Estacionamento e parada
Vamos ao básico: pare sempre fora da pista. Se, numa emergência, tiver que parar o veículo no leito viário, providencie a imediata sinalização.
Em locais de estacionamento proibido, a parada deve ser suficiente apenas para embarque e desembarque de passageiros. E só nos casos em que o procedimento não interfira no fluxo de veículos ou pedestres. O desembarque de passageiros deve se dar sempre pelo lado da calçada, exceto para o condutor do veículo.
Manual básico de
segurança no trânsito


Para carga e descarga, o veículo deve ser mantido paralelo à pista, junto ao meio-fio, de preferência nos estacionamentos.
Motocicletas e outros veículos motorizados de duas rodas devem ser estacionados perpendicularmente à guia da calçada. A não ser que haja sinalização específica determinando outra coisa.
Veículos de prestadores de serviços de utilidade pública (companhias de água, luz, esgoto, telefone, etc.) também têm prioridade de parada e estacionamento no local em que estiverem trabalhando. Mas o local deve estar sinalizado, segundo as normas do CONTRAN.

Ao parar o veículo, certifique-se que isso não constitui risco para os ocupantes e demais usuários da via.
1.9 Velocidade e distância entre veículos

Diz o ditado que quem tem pressa vai devagar. Mas quando a pressa é mesmo grande todo mundo quer correr além da conta.
Cuidado! A velocidade é outro grande fator de risco de acidentes de trânsito. Além disso, determina, em proporção direta, a gravidade das ocorrências.
Alguns condutores acreditam que a velocidades mais altas podem se livrar com mais facilidade de algumas situações difíceis no trânsito. E que trafegar devagar demais é mais perigoso que andar depressa.

Manual básico de segurança no trânsito
Mas não é assim. Reduzir a velocidade é o primeiro procedimento a se tomar na tentativa de evitar acidentes.
A velocidade máxima permitida para cada via é indicada por meio de placas. Onde não existir sinalização, vale o seguinte:
Em vias urbanas:
80 km/h nas vias de trânsito rápido.
60 km/h nas vias arteriais.
40 km/h nas vias coletoras.
30 km/h nas vias locais.
Em rodovias de pista dupla:
110 km/h para automóveis, camionetas e motocicletas.
90 km/h para os demais veículos.
Em rodovias de pista simples:
100 km/h para automóveis, camionetas e motocicletas.
90 km/h para os demais veículos.

Para estradas não pavimentadas, a velocidade máxima é de 60 km/h.
É proibido transitar com o veículo em velocidade inferior à metade da velocidade máxima estabelecida para a via, retardando ou obstruindo o trânsito, a menos que as condições de tráfego e meteorológicas não o permitam, salvo se estiver na faixa da direita.

segurança no trânsito

O condutor consciente, porém, mais do que observar a sinalização e os limites de velocidade, deve regular sua própria velocidade — dentro desses limites — segundo as condições de segurança da via, do veículo e da carga, adaptando-se também às condições meteorológicas e à intensidade do trânsito.
Mantenha uma distância segura do veículo à frente. Uma boa distância permite que você tenha tempo de reagir e acionar os freios diante de uma situação de emergência e haja tempo também para que o veículo, uma vez freado, pare antes de colidir.
Em condições normais da pista e do clima, o tempo necessário para manter a distância segura é de aproximadamente dois segundos.
Existe uma regra simples – a regra dos dois segundos – que pode ajudar você a manter a distância segura do veículo à frente:
- Escolha um ponto fixo à margem da via;
- Quando o veículo que vai à sua frente passar pelo ponto fixo, comece a contar;
- Conte dois segundos pausadamente. Uma maneira fácil é contar seis palavras em sequência: “cinquenta e um, cinquenta e dois”;
- A distância entre o seu veículo e o que vai à frente vai ser segura se seu veículo passar pelo ponto fixo após a contagem de dois segundos;
- Caso contrário, reduza a velocidade e faça nova contagem. Repita até estabelecer a distância segura.
Para veículos com mais de 6 metros de comprimento, ou sob chuva, aumente o tempo de contagem: “cinquenta e um, cinquenta e dois, cinquenta e três”.
1.10 Regras relativas a veículo de transporte coletivo
Veículos de transporte coletivo regular de passageiros, quando circulam em faixas especiais, devem manter as luzes baixas acesas de dia e de noite.
1.11 Regras para redução da velocidade
Para reduzir sua velocidade, sinalize com antecedência. Evite freadas bruscas, a não ser em caso de emergência. Reduza a velocidade sempre que se aproximar de um cruzamento ou em áreas de perímetro urbano nas rodovias.
1.12 Redução de marcha, imobilizações temporárias e paradas emergenciais
Se numa emergência tiver que parar o veículo no leito viário, providencie a imediata sinalização de emergência. O condutor deverá acionar de imediato as luzes de advertência (pisca-alerta), caso tenha.
1.13. Abertura de porta dos veículos
Não abra a porta nem a deixe aberta, sem ter certeza de que isso não vai trazer perigo para você ou para os outros usuários da via. Cuide para que seus passageiros não abram ou deixem abertas as portas do veículo.

Manual básico de segurança no trânsito
1.14 Regras aplicáveis aos pedestres
O comportamento do pedestre é imprevisível. Tenha muita cautela e dê sempre preferência aos pedestres.
Problemas com o álcool não são exclusividade dos condutores. Pedestres também se embriagam e geralmente acabam atropelados. Quase todas as vítimas são pessoas que não sabem conduzir um veículo, não tendo, portanto, noção da distância de frenagem. Muitos são desatentos e confiam demais na ação do condutor para evitar atropelamentos.
O condutor defensivo deve dedicar atenção especial a pessoas idosas e deficientes físicos, que estão mais sujeitos a atropelamentos.
Igualmente, deve ter muito cuidado com crianças que brincam nas ruas, correndo entre carros estacionados, atrás de bolas ou animais de estimação. Geralmente atravessam a pista sem olhar e estão sob alto risco de acidentes.
1.15 Regras aplicáveis aos ciclistas
O ideal é mesmo a ciclovia. Mas onde não existir, o ciclista deve transitar na pista de rolamento, em seu bordo direito, e no mesmo sentido do fluxo de veículos.
A autoridade de trânsito pode autorizar a circulação de bicicletas em sentido contrário ao do fluxo dos veículos, desde que em trecho dotado de ciclofaixa.

A bicicleta tem preferência sobre os veículos motorizados. Mas o ciclista também precisa tomar seus cuidados. Deve trajar roupas claras e sinalizar com antecedência todos os seus movimentos.
Siga o exemplo dos ciclistas profissionais, que geralmente levam esses aspectos a sério.
1.16 Regras aplicáveis à condução de animais e a veículos de tração animal
Devem ser conduzidos pela pista da direita, junto ao meio-fio ou acostamento, sempre que não houver faixa especial para tal fim, e conforme normas de circulação ditadas pelo órgão de trânsito.
1.17 Comportamento dos condutores em relação aos pedestres e ciclistas
Mantenha a atenção ao conduzir, mesmo em vias com tráfego denso e com baixa velocidade, observando atentamente o movimento de veículos, pedestres e ciclistas, tendo em conta a possibilidade da travessia de pedestres fora da faixa e a aproximação excessiva de outros veículos, ações que podem acarretar acidentes.
Essas situações ocorrem em horários preestabelecidos, conhecidos como “horários de pico”. São os horários de entrada e saída de trabalhadores e acesso a escolas, sobretudo em polos geradores de tráfego, como “shopping centers”, supermercados, praças esportivas, etc.
Manual básico de
segurança no trânsito

1.18 Regras aplicáveis a condutores e passageiros de motocicletas, motonetas e ciclomotores

Os condutores de motocicletas, motonetas e ciclomotores devem seguir algumas regras básicas:
- usar sempre o capacete, com viseira ou óculos protetores. Isso vale também para os passageiros;
- segurar o guidão com as duas mãos;
- usar vestuário de proteção, conforme as especificações do Contran. Isso vale também para os passageiros;
- é proibido o transporte de menores de 7 anos em motocicletas.
É proibido trafegar de ciclomotor nas vias de maior velocidade. O condutor deve se manter sempre na faixa da direita, de preferência no centro da faixa. Andar de ciclomotor, motoneta e motocicleta sobre calçadas nem pensar.
Quando conduzir motocicletas, prefira as cores claras e refletivas. Ser visto pelos demais atores do trânsito é essencial para segurança de quem conduz motocicletas.
1.19 Regras aplicáveis aos condutores profissionais
As regras seguintes aplicam-se aos condutores profissionais de veículos de transporte coletivo de passageiros e de transporte rodoviário de cargas.
O condutor profissional só pode conduzir esses veículos por no máximo 5 (cinco) horas ininterruptas.
Para a condução de veículo de transporte de carga, devem ser observados 30 (trinta) minutos de descanso dentro de cada 6 (seis) horas, mas sem superar as 5 (cinco) horas e meia de condução ininterrupta.
O início de uma viagem só pode ocorrer após ter sido cumprido integralmente o intervalo regulamentar de descanso. Não observar os períodos de descanso sujeita o condutor profissional a penalidades definidas pelo Código de Trânsito Brasileiro.
O controle e o registro do tempo de condução são responsabilidade do condutor profissional. O controle é realizado através de registrador instantâneo inalterável de velocidade e tempo (tacógrafo) ou anotação em diário de bordo, papeleta ou ficha de trabalho externo, ou ainda por meios eletrônicos instalados no veículo de acordo com normas do CONTRAN. O condutor é responsável pela guarda, preservação e exatidão dos dados contidos no tacógrafo.
Para a atividade de motofrete e mototáxi é necessário consultar a legislação municipal vigente.

Manual básico de segurança no trânsito
1.20 Uso de equipamentos obrigatórios
Para motocicletas e veículos similares, é obrigatório o uso de capacete de segurança para o condutor e o passageiro, devidamente afivelado e no tamanho adequado.
É obrigatório o uso de viseiras ou óculos de proteção para capacetes abertos.

- Para mais detalhes dos equipamentos obrigatórios, consulte legislação específica do CONTRAN.
- Para dicas mais precisas sobre como evitar acidentes, consulte o capítulo Direção Defensiva.
Bem, agora você já tem uma boa ideia do que apresenta o Código de Trânsito Brasileiro em termos de normas de circulação. Se houver dúvida na interpretação ou no entendimento de algum termo, consulte o capítulo Conceitos e definições legais. O ideal é que você procure ler o Código em sua totalidade. Informação nunca é demais.
O Código de Trânsito Brasileiro está disponível no site do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran)
www.denatran.gov.br
item Legislação - Código de Trânsito Brasileiro.
Manual básico de
segurança no trânsito

Infrações e penalidades
2

Quando um condutor não cumpre qualquer item da legislação de trânsito, ele está cometendo uma infração e fica sujeito às penalidades previstas na lei.
2.1 Infração de trânsito
Infração de trânsito é a desobediência a qualquer preceito da Legislação de Trânsito, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), das Resoluções do CONTRAN e Regulamentações dos Órgãos Executivos de Trânsito. Toda infração é passível de uma penalidade. Uma multa, por exemplo. Algumas infrações, além da penalidade, podem ter uma consequência administrativa, ou seja, o agente de trânsito deve adotar “medidas administrativas”, cujo objetivo é impedir que o condutor continue dirigindo em condições irregulares.
As infrações de trânsito normalmente geram também riscos de acidentes. Por exemplo: não respeitar o sinal vermelho num cruzamento pode causar uma colisão entre veículos ou atropelamento de pedestres ou de ciclistas.
As infrações de trânsito são classificadas, pela sua gravidade, em LEVES, MÉDIAS, GRAVES e GRAVÍSSIMAS.
2.2 Responsabilidade pela infração
Ao proprietário do veículo caberá sempre a responsabilidade pela infração referente à prévia regularização e preenchimento das formalidades e condições exigidas para o trânsito do veículo na via terrestre, conservação e inalterabilidade de suas características, componentes, agregados, habilitação legal e compatível de seus condutores, quando esta for exigida, e outras disposições que deva observar.
2.3 Autoridade e o agente de trânsito
A fiscalização e o policiamento de trânsito são atribuições do agente da autoridade de trânsito, que é a pessoa, civil ou policial militar, credenciada pela autoridade de trânsito para o exercício de tais atividades.
2.4 Fiscalização e policiamento de trânsito
É função das Polícias Militares exercer o policiamento ostensivo de trânsito, atuando na prevenção e repressão aos atos relacionados com a segurança pública e garantir a obediência às regras relativas à segurança de trânsito, visando evitar acidentes e assegurar a livre circulação.
Nas rodovias e estradas federais, é competência da Polícia Rodoviária Federal realizar o patrulhamento ostensivo.
2.5 O auto de infração
O Auto de Infração é lavrado quando há uma infração de trânsito, ou seja, quando alguém quebra uma regra de circulação ou conduta.
A infração de trânsito pode ser comprovada por declaração do agente de trânsito ou por informações registradas em equipamentos eletrônicos ou fotográficos.
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2.6 Penalidades
As penalidades são as seguintes:
- Advertência por escrito;
- Multa;
- Suspensão do direito de dirigir;
- Apreensão do veículo;
- Cassação do documento de habilitação;
- Frequência obrigatória em curso de reciclagem.
Por exemplo, dirigir com velocidade superior à máxima permitida, em mais de 20%, em rodovias, tem como consequência, além das penalidades (multa e suspensão do direito de dirigir), também o recolhimento do documento de habilitação (medida administrativa).
As medidas administrativas são:
- Retenção do veículo;
- Remoção do veículo;
- Recolhimento do documento de habilitação (Carteira Nacional de Habilitação - CNH ou Permissão para Dirigir);
- Recolhimento do certificado de licenciamento;
- Transbordo do excesso de carga.
2.8. Natureza da infração cometida e pontuação correspondente
Pontuação de multas
| Infração Pontos Multa | ||
| Gravíssima 7 | 80 UFIR | |
| Grave 5 120 | UFIR | |
| Média 4 80 | UFIR | |
| Leve 3 50 | UFIR | |
Se você atingir 20 pontos, terá a Carteira Nacional de Habilitação suspensa, a critério da autoridade de trânsito. Para contagem dos pontos, é considerada a soma das infrações cometidas no último ano, a contar regressivamente da data da última penalidade recebida.
Para algumas infrações, em razão da sua gravidade e consequência, a multa pode ser multiplicada por três ou até mesmo por cinco.

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2.9 O processo administrativo de recurso de infração e de imposição de penalidades
Após uma infração ser registrada pelo órgão de trânsito, a NOTIFICAÇÃO DA AUTUAÇÃO é encaminhada ao endereço do proprietário do veículo. A partir daí o proprietário pode indicar o condutor que dirigia o veículo e também encaminhar defesa ao órgão de trânsito.
A partir da NOTIFICAÇÃO DA PENALIDADE, o proprietário do veículo pode recorrer à Junta Administrativa de Recursos de Infrações – JARI. Caso o recurso seja indeferido, pode ainda recorrer ao Conselho Estadual de Trânsito – CETRAN (no caso do Distrito Federal ao CONTRANDIFE) e, em alguns casos específicos, ao CONTRAN, para avaliação do recurso em última instância administrativa.
2.10 Crimes de trânsito
Classificam-se as infrações descritas no Código de Trânsito Brasileiro em administrativas, civis e penais. As infrações penais, resultantes de ação delituosa, estão sujeitas às regras gerais do Código Penal e seu processamento é feito pelo Código de Processo Penal. O infrator, além das penalidades impostas administrativamente pela autoridade de trânsito, é submetido a processo judicial criminal. Julgado culpado, a pena pode ser prestação de serviços à comunidade, multa, suspensão do direito de dirigir e até detenção.
Casos mais frequentes compreendem conduzir sem habilitação, alcoolizado ou trafegar em velocidade incompatível com a segurança da via, nas proximidades de escolas, gerando perigo de dano, cuja pena pode ser detenção de seis meses a um ano, além de eventual ajuizamento de ação civil para reparar prejuízos causados a terceiros.
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Direção defensiva 3
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Direção defensiva 33.1 O que é direção defensiva
Direção defensiva ou direção segura é a melhor maneira de conduzir e de se comportar no trânsito, porque ajuda a preservar a vida, a saúde e o meio ambiente. Mas, o que é a direção defensiva? É a forma de conduzir que permite a você reconhecer antecipadamente as situações de perigo e prever o que pode acontecer com você, com seus acompanhantes, com o seu veículo e com os outros usuários da via.
Para isso, você precisa aprender os conceitos de direção defensiva e usar esse conhecimento com eficiência. Conduzir sempre com atenção, para poder prever o que fazer com antecedência e tomar as decisões certas para evitar acidentes.
A primeira coisa a aprender é que acidente não acontece por acaso, por obra do destino ou por azar.
Na grande maioria dos acidentes, o fator humano está presente, ou seja, cabe aos condutores e aos pedestres uma boa dose de responsabilidade. Toda ocorrência trágica, quando previsível, é evitável.

Atravessar a rua na faixa é um direito do pedestre. Respeite-o!
Os riscos e os perigos a que estamos sujeitos no trânsito estão relacionados com:
- os veículos;
- os condutores;
- as vias de trânsito;
- o ambiente;
- o comportamento das pessoas.
3.2. Veículos: manutenção periódica e preventiva e funcionamento; equipamentos obrigatórios; sistemas de freios, suspensão, direção, iluminação e cintos de segurança
Seu veículo dispõe de equipamentos e sistemas importantes para evitar situações de perigo que podem levar a acidentes, como freios, suspensão, sistema de direção, iluminação, pneus e outros. Manter esses equipamentos em boas condições é importante para que eles cumpram suas funções.
Para os condutores de motocicletas, motonetas e ciclo-motores
Para que você possa conduzir com conforto e segurança, seu veículo precisa estar em perfeitas condições de uso e adaptado às suas necessidades. Preste atenção ao seguinte:
- assegure-se de que seu capacete e seus óculos estejam limpos e com boas condições de visibilidade. Elimine todo e qualquer obstáculo ao seu campo visual;
- adote uma posição adequada, que lhe permita alcançar sem esforço todos os pedais e comandos do guidão. Não se coloque nem muito próximo nem muito distante do guidão, nem demasiadamente inclinado para frente ou para trás.
- ajuste os espelhos retrovisores. Você deve ter um bom campo de visão sem que para isso tenha que se inclinar para frente ou para trás.
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segurança no trânsito

- Use as roupas corretas, de preferência de cores claras, e todo o equipamento de segurança. O passageiro que estiver sendo transportado deve fazer o mesmo. Lembre-se, esses detalhes salvam vidas.
- Confira o funcionamento básico dos itens obrigatórios de segurança. Se qualquer coisa estiver fora de especificação ou funcionando mal, solucione o problema antes de colocar seu veículo em movimento.
- Confira se a autonomia é compatível com o trecho que pretende cobrir. Ficar sem combustível no meio da rua, além de muito frustrante, também pode oferecer perigo para todos os usuários da via, sendo também considerado infração de trânsito.
Manutenção periódica e preventiva
Todos os sistemas e componentes do seu veículo se desgastam com o uso. O desgaste de um componente pode prejudicar o funcionamento de outros e comprometer sua segurança. Isso pode ser evitado, observando a vida útil e a durabilidade definida pelos fabricantes para os componentes, dentro de certas condições de uso.
Para manter seu veículo em condições seguras, crie o hábito de fazer periodicamente a manutenção preventiva. Ela é fundamental para minimizar o risco de acidentes de trânsito. Respeite os prazos e as orientações do manual de instruções do veículo e, sempre que necessário, consulte profissionais habilitados. Uma manutenção feita em dia evita quebras, custos com consertos e, principalmente, acidentes.

O hábito da manutenção preventiva e periódica gera economia e evita acidentes de trânsito!
Funcionamento do veículo
Você pode observar o funcionamento de seu veículo seja pelas indicações do painel ou por uma inspeção visual simples:
- Autonomia: veja se o indicado no painel é suficiente para chegar ao destino;
- Nível de óleo do freio, do motor: observe os respectivos reservatórios, conforme o manual de instruções do veículo;
- Nível de óleo do sistema de transmissão (câmbio): para veículos com transmissão automática, veja o nível do reservatório. Nos demais veículos, procure vazamentos sob o veículo;
- Funcionamento dos faróis: verifique visualmente se todos estão acendendo (luz baixa e alta);
- Regulagem dos faróis: faça por meio de profissionais habilitados;
- Lanternas dianteiras e traseiras, luzes indicativas de direção, luz de freio e luz de ré: inspeção visual.
Pneus
Os pneus têm três funções importantes: impulsionar, frear e manter a dirigibilidade do veículo.
Confira sempre:
- Calibragem: siga as recomendações do fabricante do veículo, observando a situação de carga (vazio e carga máxima). Pneus murchos têm sua vida útil diminuída, prejudicam a estabilidade, aumentam o consumo de combustível ou energia e reduzem a aderência ao piso com água.

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- Desgaste: os sulcos dos pneus devem estar dentro dos limites do indicador de desgaste (TWI). A função dos sulcos é permitir o escoamento da água para garantir perfeita aderência ao piso e a segurança, em caso de piso molhado.
- Deformações na carcaça: veja se os pneus não têm bolhas ou cortes. Essas deformações podem causar um estouro ou uma rápida perda de pressão.
- Dimensões irregulares: não use pneus de modelo ou dimensões diferentes das recomendadas pelo fabricante, para não reduzir a estabilidade e desgastar outros componentes da suspensão.
- Você pode identificar outros problemas de pneus com facilidade. Vibrações indicam possíveis problemas com o balan- ceamento das rodas. Veículo “puxando” para um dos lados indica um possível problema com a calibragem dos pneus ou com o alinhamento da direção. Tudo isso pode reduzir a estabilidade e a capacidade de frenagem do veículo.
- Nos pneus de motocicleta as bandas de rodagem laterais são tão importantes quanto os sulcos centrais, por isso, observe se há desgaste excessivo avaliando se há bolhas e vestígios de borracha granulada. Esses sinais podem representar a limitação de sua motocicleta de realizar curvas, colocando a sua vida e de eventual passageiro em risco.
- É proibido o uso de pneus reformados em motocicletas e veículos similares.

Não se esqueça de que todas essas recomendações também se aplicam ao pneu sobressalente (estepe), nos veículos em que ele é exigido.
Equipamentos obrigatórios
Conforme determina o CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), para circular em vias públicas, os veículos devem estar dotados dos equipamentos obrigatórios relacionados abaixo, a serem constatados pela fiscalização e em condições de funcionamento:
- Para os ciclomotores: espelhos retrovisores, de ambos os lados; farol dianteiro de cor branca ou amarela; lanterna de cor vermelha na parte traseira; velocímetro; buzina; pneus que ofereçam condições mínimas de segurança; dispositivo destinado ao controle de ruído do motor.
- Para as motonetas, motocicletas e triciclos: espelhos retrovisores, de ambos os lados; farol dianteiro de cor branca ou amarela; lanterna de cor vermelha na parte traseira; lanterna de freio de cor vermelha; iluminação da placa traseira; indicadores luminosos de mudança de direção, dianteiro e traseiro; velocímetro; buzina; pneus que ofereçam condições mínimas de segurança; dispositivo destinado ao controle de ruído do motor.
Sistemas de freios
O sistema de freios desgasta-se com o uso e tem sua eficiência reduzida.
Freios gastos exigem maiores distâncias para frear com segurança e podem causar acidentes.
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Os principais componentes do sistema de freios são: sistema hidráulico, fluido, discos e pastilhas ou lonas, dependendo do tipo de veículo.
Veja as principais razões de perda de eficiência e como inspecionar:
- Nível de fluido baixo - é só observar o nível do reservatório;
- Vazamento de fluido - observe a existência de manchas no piso sob o veículo;
- Disco e pastilhas gastos - verifique com profissional habilitado;
- Lonas gastos - verifique com profissional habilitado.

Para frear com segurança, é preciso estar atento. Mantenha distância segura e freios em bom estado!
Quando você atravessa locais encharcados ou com poças de água, utilizando veículo com freios a lona, pode ocorrer a perda de eficiência momentânea do sistema de freios. Observando as condições do trânsito no local, reduza a velocidade e pise no pedal de freio algumas vezes para voltar à normalidade. Nos veículos dotados de sistema ABS (central eletrônica que recebe sinais provenientes das rodas e que gerencia a pressão no cilindro e no comando dos freios, evitando o bloqueio das rodas), verifique, no painel, a luz indicativa de problemas no funcionamento.
Ao conduzir, evite freadas bruscas e desnecessárias, que desgastam mais rapidamente os componentes do sistema de freios. É só conduzir com atenção, observando a sinalização, a legislação e as condições do trânsito.
Suspensão
A finalidade da suspensão e dos amortecedores é manter a estabilidade do veículo. Quando gastos, podem causar a perda de controle do veículo e seu capotamento, especialmente em curvas e nas frenagens. Verifique periodicamente o estado de conservação e o funcionamento deles, usando como base o manual do fabricante e levando o veículo a pessoal especializado.
Direção
A direção é um dos mais importantes componentes de segurança do veículo, um dos responsáveis pela dirigibilidade. Folgas no sistema de direção fazem o veículo “puxar” para um dos lados, podendo levar o condutor a perder seu controle. Ao frear, esses defeitos são aumentados.
Você deve verificar periodicamente o funcionamento correto da direção e fazer as revisões preventivas nos prazos previstos no manual do fabricante do veículo, com pessoal especializado.
Iluminação
O sistema de iluminação de seu veículo é fundamental, tanto para você ver bem seu trajeto como para ser visto por todos os outros usuários da via e, assim, garantir a segurança no trânsito. Sem iluminação, ou com iluminação deficiente, você pode ser causa de colisão e de outros acidentes.

Ver e ser visto por todos torna o trânsito mais seguro!

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Cinto de segurança
O cinto de segurança existe para limitar a movimentação dos ocupantes de um veículo, em caso de acidente ou numa freada brusca. Nesses casos, o cinto impede que as pessoas se choquem com as partes internas do veículo ou, que sejam lançadas para fora dele, reduzindo assim a gravidade das possíveis lesões.
3.3. Condutores: a importância do bom estado físico e mental para dirigir; conhecimento e habilidades; habilitação; uso de equipamentos obrigatórios; fatores de risco para a ocorrência de acidentes, como evitar colisões; condições adversas
A posição correta ao conduzir produz menos desgaste físico e aumenta a sua segurança! Como evitar desgaste físico relacionado à maneira de sentar e conduzir?
A posição correta ao conduzir evita desgaste físico e contribui para evitar situações de perigo. Siga as orientações:
- Conduza com os braços e pernas ligeiramente dobrados, evitando tensões;
- Utilize calçados fechados que fiquem bem fixos aos seus pés, para poder acionar os pedais rapidamente e com segurança;
- Fique em posição que permita ver bem as informações do painel e verifique sempre o funcionamento de sistemas importantes.
Uso correto dos retrovisores
Quanto mais você vê o que acontece a sua volta enquanto dirige, maior a possibilidade de evitar situações de perigo.
Os retrovisores esquerdo e direito devem ser ajustados de maneira que você, sentado na posição de condução, reduza a possibilidade de “pontos cegos” ou sem alcance visual. Se não conseguir eliminar esses “pontos cegos”, antes de iniciar uma manobra, movimente a cabeça ou o corpo para encontrar outros ângulos de visão, ou por meio da visão lateral. Fique atento também aos ruídos dos motores dos outros veículos e só faça a manobra se estiver seguro de que não irá causar acidentes.
O problema da concentração: telefones, rádios e outros mecanismos diminuem sua atenção ao conduzir.
Concentração e reflexos diminuem muito com o uso de álcool e drogas. Acontece o mesmo se você não dormir ou dormir mal!
Se você estiver pouco concentrado ou não puder se concentrar totalmente na condução, seu tempo normal de reação vai aumentar, transformando os riscos do trânsito em perigos no trânsito. Alguns dos fatores que diminuem a sua concentração e retardam os reflexos são:
- Consumir bebida alcoólica;
- Usar drogas;
- Usar medicamento que modifica o comportamento, de acordo com seu médico;
- Ter participado, recentemente, de discussões fortes com familiares, no trabalho, ou por qualquer outro motivo;
- Ficar muito tempo sem dormir, dormir pouco ou dormir mal;
- Ingerir alimentos muito pesados, que acarretam sonolência.
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Ingerir bebida alcoólica ou usar drogas, além de reduzir a concentração, afeta a coordenação motora, muda o comportamento e diminui o desempenho, limitando a percepção de situações de perigo e reduzindo a capacidade de ação e reação.
Outros fatores que reduzem a concentração, apesar de muitos não perceberem isso, são:
- Usar o telefone celular ao conduzir;
- Ouvir aparelho de som em volume que não permita ouvir os sons do seu próprio veículo e dos demais;
- Transportar animais soltos;
- Transportar objetos que possam se deslocar durante o percurso.
Conduzindo ciclomotores e motocicletas
O motociclista precisa avaliar constantemente a presença de outros usuários da via e a interação entre eles no trânsito, adaptando seu comportamento para evitar conflitos. Os períodos de pico geralmente oferecem os maiores problemas para o motociclista. No início da manhã e no fim da tarde e durante os intervalos tradicionais para almoço, o trânsito tende a ficar mais congestionado. Todo mundo está indo para o trabalho ou voltando para casa. Em períodos como Carnaval, Natal, férias escolares e feriados o congestionamento também é maior. Nos centros urbanos, os pontos de concentração de pedestres e carros estacionados também são problemáticos.
Preste bastante atenção ao se aproximar de pontos de ônibus ou estações de metrô. Há sempre alguém com pressa, correndo para não perder a condução. Na correria, acabam atravessando a rua sem olhar.
Regras de segurança para condutores de motocicletas e ciclomotores:
- É obrigatório o uso de capacete de segurança para o condutor e o passageiro;
- É obrigatório o uso de viseiras ou óculos de proteção para capacetes abertos;
- É proibido transportar crianças menores de 7 anos;
- É obrigatório manter o farol aceso quando em circulação, de dia ou à noite;
- As ultrapassagens devem ser feitas sempre pela esquerda;
- A velocidade deve ser compatível com as condições e circunstâncias do momento, respeitando os limites fixados pela regulamentação da via;
- Ao circular entre veículos, em situação de trânsito parado, ter atenção redobrada e manter velocidade reduzida;
- Condutor e passageiro devem preferencialmente vestir roupas claras;
- Solicite ao “passageiro” que movimente o corpo da mesma maneira que você, condutor, para garantir a estabilidade nas curvas;
- Segure o guidão com as duas mãos;
- Atenção ao passar ao lado de veículos parados. De repente alguém pode abrir a porta, levando você ao chão. Olhe para o interior dos veículos e certifique-se de que estão desocupados.

Motocicletas são como os demais veículos: Devem respeitar os limites de velocidade, manter distância segura.

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Maneira de conduzir
Um grande número de motociclistas precisa alterar urgentemente sua forma de conduzir. Mudar constantemente de faixa e circular em velocidades incompatíveis com a segurança sem guardar distância segura têm resultado num preocupante aumento do número de acidentes envolvendo motocicletas em todo o País. Esses acidentes podem ser evitados, simplesmente com uma condução mais segura. O comportamento do motociclista, seu modo de conduzir, também é determinante para a prevenção de acidentes. Quando está conduzindo, deve dar atenção máxima à condução do veículo. Comportamentos inadequados devem ser evitados.
Tenha sempre as duas mãos sobre o guidão. Evite surpresas. Se você dirige uma motocicleta ou um ciclomotor, pense nisso e coloque em prática as seguintes orientações:
- Não sobrecarregue seu veículo. Leve apenas um passageiro, não exagere na bagagem e não abuse da velocidade. O excesso de volumes dificulta a mobilidade do condutor do veículo.
- Não se curve para apanhar objetos com o veículo em movimento.
- Não acenda cigarros enquanto estiver conduzindo.
- Não se ocupe em espantar ou matar insetos enquanto estiver conduzindo.
- Evite manobras bruscas com seu veículo.
- Não beba ou coma nada enquanto pilota.
- Não fale ao telefone enquanto pilota.
O código de trânsito fornece muitas informações que o motociclista deve receber. Além do código, há livros e revistas
especializados. Leia tudo o que puder. Informe-se. O motociclista precisa desenvolver ao máximo sua habilidade. Estamos falando da capacidade de manusear os controles do veículo e executar com perícia e sucesso quaisquer manobras básicas de trânsito. Precisa saber fazer curvas com segurança, ultrapassar, mudar de pista com prudência e estacionar corretamente. A habilidade do motociclista se desenvolve por meio de aprendizado. A prática leva à perfeição. Algumas dicas úteis:
- Um dos principais cuidados para evitar colisões e acidentes consiste em se manter a distância adequada em relação ao veículo que segue à frente. Esta distância, chamada de Distância de Seguimento (DS), pode ser calculada segundo uma fórmula bastante complicada que envolve a velocidade do veículo em função de seu comprimento.
- Mas ninguém quer sair por aí fazendo cálculos e contas matemáticas enquanto pilota. Por isso, bom mesmo é usar o bom senso. Mantenha um espaço razoável entre você e o veículo que vai à sua frente. À medida que a velocidade aumenta, vá aumentando também a distância, pois precisará de mais espaço para frear caso surja algum imprevisto.
- Atente-se para a distância a que vem o veículo de trás. Se sentir que o motorista está muito próximo, mude de pista para dar-lhe passagem. Lembre-se: não aceite provocações.
- Muito cuidado com os veículos de transporte coletivo, escolares e veículos lentos, que podem parar inesperadamente. Quando estiver atrás de um desses veículos, aumente ainda mais a distância que o separa dele. Evite também conduzir prensado entre dois veículos grandes. É muito perigoso.
Dicas de Segurança sobre duas rodas
- Use todos os equipamentos de segurança: capacete, luvas, roupas de couro, botas, tiras reflexivas, etc. Proteja-se.
- Ande sempre com os faróis ligados. Se possível use alguma peça de roupa mais clara, de modo a permitir melhor visualização do conjunto. Use adesivos refletivos no capacete, nos termos determinados pelo CONTRAN.
- Mantenha-se à direita, sobretudo em pistas rápidas. Facilite as ultrapassagens.
- Evite os pontos cegos. Mantenha-se visível em relação aos outros veículos.
- Não abuse da confiança. Pilote conservadoramente.
- Evite conduzir sob chuva ou condições de pista escorregadia.
- Cuidado com os pedestres, sobretudo quando o trânsito estiver parado. Muitos deles atravessam fora da faixa.
- Evite a proximidade de veículos pesados.
- Tome cuidado com as linhas de pipa, pois podem estar com cerol. As linhas com cerol possuem uma enorme capacidade cortante e é a causa de muitos acidentes graves que podem levar à morte ou deixar sequelas terríveis em suas vítimas. Sempre que for possível use dispositivo de proteção na região do pescoço.

Jamais discuta no trânsito ou aceite provocações.
A importância do bom estado físico e mental para dirigir
O método que se segue se aplica a qualquer atividade do dia a dia que envolva risco de vida. Assim, pode ser aplicado à condução de um veículo.
Sempre que for conduzir um veículo, procure se preparar mentalmente para a tarefa com alguma antecedência.
Antes de sair para qualquer viagem ou passeio, examine bem seu veículo. Em seguida faça a si mesmo as seguintes perguntas:
- Em que estado se encontra o meu veículo?
- Como me sinto física e mentalmente?
- Estou em condições de conduzir?
- Estou cansado ou descansado, calmo ou emocionalmente perturbado?
- Estou tomando algum medicamento que poderá afetar a minha habilidade de condução do veículo?
- Poderá ocorrer alguma condição adversa relativa à luz, tempo, via e trânsito?
Considere bem as respostas a essas auto indagações e só então dê partida ao veículo. Se sentir que não está bem em relação a qualquer dessas respostas, tome a decisão de não colocar o veículo em movimento até resolver o problema.

Seu estado emocional também é muito importante. Evite conduzir se sentir que está irritado ou ansioso.

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Conhecimento e habilidades
O constante aperfeiçoamento - O ato de conduzir apresenta riscos e pode gerar graves consequências, tanto físicas como financeiras. Por isso, conduzir exige aperfeiçoamento e atualização constantes, para a melhoria do desempenho e dos resultados.
Você conduz um veículo que exige conhecimento e habilidade, passa por lugares diversos e complexos, nem sempre conhecidos, nos quais também circulam outros veículos, pessoas e animais. Por isso, você tem muita responsabilidade sobre tudo o que faz ao conduzir.
É muito importante para você conhecer as regras de trânsito, a técnica de conduzir com segurança e saber como agir em situações de risco. Procure sempre revisar e aperfeiçoar seus conhecimentos sobre tudo isso.
Habilitação
A permissão para conduzir veículos automotores e elétricos é obtida através de exames junto ao órgão de trânsito. Os requisitos básicos para sua obtenção são: ser penalmente imputável (ter no mínimo 18 anos de idade), saber ler e escrever, possuir documento de identidade ou equivalente, realizar os cursos de direção defensiva e de meio ambiente, fazer os exames médico e de aptidão física se a categoria desejada exigir, conforme legislação vigente.
O candidato aprovado recebe a permissão para dirigir durante um ano, sendo que após esse período, se não houver cometido infrações de natureza grave ou gravíssima, ou reincidência de infração média, o mesmo receberá a Carteira Nacional de Habilitação definitiva.
A habilitação tem cinco categorias, tais como:
I Categoria A - condutor de veículo motorizado de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral. Ex.: motocicleta, ciclomotor, motoneta ou triciclo;
II Categoria B - condutor de veículo motorizado, não abrangido pela categoria A cujo peso bruto total não exceda a três mil e quinhentos quilogramas e cuja lotação não exceda a oito lugares, excluído o do motorista. Ex.: automóvel, caminhonete, camioneta, utilitário;
III Categoria C - condutor de veículo motorizado, utilizado em transporte de carga, cujo peso bruto total exceda a três mil e quinhentos quilogramas; para esta categoria é necessário ter a categoria B a pelo menos um ano (é permitido a combinação de veículos em que a unidade acoplada, reboque, não exceda a 6000 kg). Ex.: caminhão;
IV Categoria D - condutor de veículo motorizado, utilizado no transporte de passageiros, cuja lotação exceda a oito lugares, excluído o do motorista. Ex.: micro-ônibus, ônibus;
V Categoria E - condutor de combinação de veículos em que a unidade tratora se enquadre nas categorias B, C ou D e cuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou articulada tenha 6.000 kg (seis mil quilogramas) ou mais de peso bruto total, ou cuja lotação exceda a 8 (oito) lugares. Ex.: veículo com dois reboques acoplados.
Para casos especiais verifique o
Código de Trânsito Brasileiro (CTB) disponível no
site do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran)
www.denatran.gov.br
item Legislação - Código de Trânsito Brasileiro.
Suspensão de dirigir - A penalidade de suspensão do direito de dirigir será imposta ao condutor que atingir 20 pontos no período de 12 meses. O período de suspensão do direito de dirigir varia de 6 meses a 2 anos. Após o período de suspensão é necessária a realização de curso de reciclagem.
Uso de equipamentos obrigatórios
De acordo com o CTB, conduzir o veículo sem equipamento obrigatório ou estando este ineficiente ou inoperante ou em desacordo com o estabelecido pelo CONTRAN, são infrações passíveis de multa e/ou apreensão do veículo para regularização.
Nos casos previstos, quais sejam, não for possível sanar a irregularidade no local da infração, o veículo não apresentar condição de segurança para rodar ou não se apresentando condutor habilitado, o veículo será removido para o depósito fixado pelo órgão ou entidade competente, com circunscrição sobre a via. Sendo a sua liberação condicionada ao reparo do componente ou equipamento obrigatório que não esteja em perfeito estado de funcionamento.

Ciclomotores/ motocicletas/ motonetas deve-se manter a luz baixa acesa durante o dia e a noite.
Os condutores de motocicletas, motonetas e ciclomotores só poderão circular nas vias utilizando capacete de segurança, com viseira ou óculos protetores; segurando o guidão com as duas mãos; usando vestuário de proteção, de acordo com as especificações do CONTRAN. Os condutores de motocicletas e motonetas que exerçam o transporte remunerado de passageiros (mototáxi) ou de cargas (motofrete) devem utilizar colete de segurança, com dispositivos retrorrefletivos.

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segurança no trânsito
Fatores de risco para a ocorrência de acidentes
O Código de Trânsito Brasileiro prevê inúmeras infrações e também crimes de trânsito, considerados fatores de risco. Dentre eles, podemos destacar:
- Conduzir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência.
- Transitar em velocidade superior à máxima permitida para o local.
- Não usar capacete.
- Conduzir o veículo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação, Permissão para Dirigir ou Autorização para Conduzir Ciclomotor ou com estas cassadas ou suspensas.
- Utilizar-se do veículo para demonstrar ou exibir manobra perigosa, mediante arrancada brusca, derrapagem ou frenagem com deslizamento ou arrastamento de pneus.
- Transitar ou ultrapassar pela contramão.
- Transitar com o veículo em calçadas, passeios, passarelas, ciclovias, ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros centrais e divisores de pista de rolamento, acostamentos, marcas de canalização, gramados e jardins públicos.
- Ultrapassar pela direita, salvo quando o veículo da frente estiver colocado na faixa apropriada e der sinal de que vai entrar à esquerda.
- Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado.
-
Conduzir o veículo sem equipamento obrigatório ou estando este ineficiente ou inoperante ou com equipamento obrigatório em desacordo com o estabelecido pelo CONTRAN.
-
Transitar com o veículo: apresentando vazamentos de combustível ou lubrificantes, danificando a via, suas instalações e equipamentos, e/ou lançando ou arrastando sobre a via qualquer objeto que possa acarretar risco de acidente.
- Conduzir o veículo: transportando pessoas, animais com incapacidade física ou mental temporária que comprometa a segurança do trânsito; usando calçado que não se firme nos pés ou que comprometa a utilização dos pedais; com apenas uma das mãos, exceto quando deva fazer sinais regulamentares de braço; acionar equipamentos e acessórios do veículo; utilizando-se de fones nos ouvidos conectados a aparelhagem sonora ou de telefone celular.
Cumpre lembrar que o infrator será submetido a curso de reciclagem quando, sendo contumaz, for necessário à sua reeducação; quando suspenso do direito de conduzir; quando se envolver em acidente grave para o qual haja contribuído, independentemente de processo judicial; quando condenado judicial por delito de trânsito; a qualquer tempo, se for constatado que o condutor está colocando em risco a segurança do trânsito e em outras situações a serem definidas pelo CONTRAN.
Sobre crimes de trânsito, importante mencionar que agravam as penas ter o condutor do veículo cometido a infração com dano potencial para duas ou mais pessoas ou com grande risco de grave dano patrimonial a terceiros; utilizando o veículo sem placas, com placas falsas ou adulteradas; quando a sua profissão ou atividade exigir cuidados especiais com o transporte de passageiros ou de carga; sobre faixa de trânsito temporária ou permanentemente destinada a pedestres.
Como evitar colisões
Ao assumir a condução de um veículo, esteja exclusivamente voltado a cumprir a tarefa a que se propôs. Concentre sua atenção completamente no trânsito e jamais cometa atos que possam desviar sua atenção enquanto dirige, como utilizar o celular, comer ou fumar e maquiar-se no veículo. Nunca ingira bebida alcoólica se for conduzir.
Confira a seguir os três principais tipos de colisões e como evitá-las:
- Colisão traseira: este tipo de colisão ocorre principalmente pelo fato do condutor não manter uma distância segura em relação ao veículo que segue à sua frente. Portanto, mantenha uma distância segura do veículo à sua frente e não realize nenhuma atividade que possa desviar sua atenção.
- Colisão frontal: comum em vias de pista única, é a que mais resulta em fatalidades, uma vez que a velocidade dos dois veículos é somada no momento do impacto. Para evitá-la, seja responsável e nunca inicie uma manobra de ultrapassagem sem verificar se outro veículo está realizando esta manobra, respeite a faixa contínua e fique atento ao comportamento dos outros condutores que dividem a via com você. A colisão contra objetos parados pode ser decorrente de sonolência, embriaguez e distração, portanto, esteja descansado, não beba e desconecte-se do celular.
- Colisão lateral: os eventos que ocorrem perpendicularmente, ou seja, em cruzamentos e saída de pista, se devem principalmente ao desrespeito à sinalização e preferência. Obedeça às placas de PARE e redução de velocidade e esteja atento à preferência dos veículos que trafegam na via perpendicular à sua. Para evitar as colisões laterais no mesmo sentido, verifique o retrovisor e utilize os indicadores de direção ao mudar de faixa, comunicando-se corretamente com os outros usuários da via.
Condições adversas
Condições adversas são todos aqueles fatores que podem prejudicar o seu real desempenho no ato de conduzir, tornando maior a possibilidade de um acidente de trânsito.
Existem várias condições adversas e é importante lembrar que nem sempre elas aparecem isoladamente, tornando o perigo ainda maior. Elas podem ser classificadas em seis grupos principais, sendo todos abordados neste material:
- Luz;
- Tempo;
- Vias;
- Trânsito;
- Veículo;
- Conductor.

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3.4 Vias: limites de velocidade; vias urbanas e rodovias; curvas, aclives, declives, pontes, túneis, passagens de nível, cruzamentos, sinalização, iluminação, acostamento, obras, condições de pavimento, calçadas e passeios, condições adversas
Via pública é a superfície por onde transitam veículos, pessoas e animais, compreendendo a pista, a calçada, o acostamento, a ilha e o canteiro central. Podem ser urbanas ou rurais (estradas ou rodovias).
Cada via tem suas características, que devem ser observadas para diminuir os riscos de acidentes.
Procure adaptar-se também às condições da via. Procure identificar bem o traçado das curvas, das elevações, a largura das pistas e o número delas, o estado do acostamento, a existência de árvores à margem da via, o tipo de pavimentação, a presença de barro ou lama, buracos e obstáculos como quebra-molas, sonorizadores, etc.
Evite surpresas. Mais uma vez a velocidade é chave. Se sentir que a via não está em condições ideais, reduza a velocidade. Lembre-se: a sinalização traz os limites máximos de velocidade, o que não significa que você não possa ir mais devagar.
Limites de velocidades
Você tem a obrigação de conduzir numa velocidade compatível com as condições da via, respeitando os limites de velocidade estabelecidos.
Embora os limites de velocidade sejam os que estão nas placas de sinalização, há determinadas circunstâncias momentâneas nas condições da via — tráfego, condições do tempo, obstáculos, aglomeração de pessoas — que exigem que você reduza a velocidade e redobre sua atenção, para conduzir com segurança. Quanto maior a velocidade, maior é o risco e mais graves são os acidentes e maior a possibilidade de morte no trânsito.
Vias urbanas e rodovias
Nas vias urbanas o trânsito é mais lento e intenso, com maior concentração de veículos e pedestres, principalmente nos horários de pico. Fique atento, obedeça à sinalização de trânsito e não caia na tentação de usar o celular, mesmo com o trânsito parado. Respeite as preferências.
Nas rodovias os limites de velocidades são maiores, não os ultrapasse pois são definidos de acordo com as condições das vias. Esteja sempre atento às reduções bruscas de velocidade, mantenha uma distância segura do veículo à frente, para que a distância de frenagem não seja prejudicada.
Verifique as condições do seu veículo e o abasteça com combustível ou carregue a bateria com Energia (em caso de veículos híbridos/elétricos) suficiente para completar o percurso.
Curvas
Diminua a velocidade, com antecedência, usando o freio e, se necessário, reduza a marcha antes de entrar na curva;
Comece a fazer a curva com movimentos suaves e contínuos, acelerando gradativamente e respeitando a velocidade máxima permitida.
Aclives
Ao transitar em um alive, certifique-se que a marcha correta esteja engatada para que o veículo possa manter uma velocidade compatível com a via em que está transitando.
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segurança no trânsito

Fique atento aos veículos à sua frente que possam diminuir a velocidade, mantenha uma distância segura.
Caso o trânsito pare, certifique-se que o veículo não desça ao sair da imobilidade.
Declives
Você percebe que à frente há um declive acentuado: antes que a descida comece, teste os freios e mantenha o câmbio engatado numa marcha reduzida durante a descida.
Nunca desça com o veículo desengrenado. Porque, em caso de necessidade, você não vai ter a força do motor para ajudar a parar, ou a reduzir a velocidade, e os freios podem não ser suficientes.
Não desligue o motor nas descidas. Com ele desligado, os freios não funcionam adequadamente, e o veículo pode atingir velocidades descontroladas.
Estreitamento de pista
Qualquer estreitamento de pista aumenta riscos. Pontes estreitas ou sem acostamento, obras, desmoronamento de barreiras, presença de objetos na pista, por exemplo, provocam estreitamentos.
Assim que você enxergar a sinalização ou perceber o estreitamento, redobre sua atenção, reduza a velocidade e a marcha e, quando for possível a passagem de apenas um veículo por vez, aguarde o momento oportuno, alternando a passagem com os outros veículos que vêm em sentido oposto.
Pontes
Ao se aproximar de uma ponte mantenha velocidade segura e mantenha distância dos veículos a sua frente.
Sobre as pontes ultrapasse somente se a sinalização assim o permitir e não estacione ou pare.
Túneis
Ao se aproximar de um túnel, acenda os faróis baixos (as luzes de rodagem diurna não são suficientes) do veículo e mantenha velocidade e distância seguras dos veículos à frente.
Nunca pare ou estacione o veículo dentro dos túneis.
Em caso de pane ou problemas com o veículo dentro do túnel, procure parar na faixa mais à direita das pistas de rolamento, ligue a sinalização de emergência do veículo e procure local seguro fora do veículo.
Nunca caminhe sobre a via dentro do túnel. Verifique se existem condições seguras para a instalação do triângulo de emergência a pelo menos 30 metros da retaguarda do veículo e procure auxílio das autoridades responsáveis pela via.
Passagens de nível
Em toda passagem de nível, com ou sem sinalização de segurança, placas, sinais de trânsito, etc., o condutor do veículo deve parar antes da passagem de nível, escutar se há aproximação de algum veículo pela linha férrea ou bonde, e prosseguir se a passagem estiver liberada e constatada a não aproximação de algum veículo pela linha.

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Jamais pare ou estacione sobre a passagem de nível. Em caso de pane, deixe o veículo imediatamente e procure auxílio das autoridades de trânsito responsáveis no local e das autoridades da via férrea.
Nunca circule sobra via férrea ou trilho.
Cruzamentos
Em um cruzamento, a circulação de veículos e de pessoas se altera a todo instante. Quanto mais movimentado, mais conflito há entre veículos, pedestres e ciclistas, aumentando os riscos de colisões e atropelamentos.
É muito comum, também, a presença de equipamentos como "orelhões", postes, lixeiras, banca de jornais e até mesmo cavaletes com propaganda nas esquinas, reduzindo ainda mais a percepção dos movimentos de pessoas e veículos.
Assim, ao se aproximar de um cruzamento, independentemente de existir algum tipo de sinalização, você deve redobrar a atenção e reduzir a velocidade do veículo.
Cruzamentos são áreas de risco no trânsito. Reduza a velocidade e respeite a sinalização!
Lembre-se sempre de algumas regras básicas:
- Se não houver sinalização, a preferência de passagem é do veículo que se aproxima do cruzamento pela direita;
- Se houver a placa PARE no seu sentido de direção, você deve parar, observar se é possível atravessar e só aí movimentar o veículo;
- Numa rotatória, a preferência de passagem é do veículo que nela já estiver circulando;
- Havendo sinalização por semáforo, o condutor deve fazer a passagem sob a luz verde. Sob a luz amarela, você deve reduzir a marcha e parar. Sob a luz amarela, você só deve fazer a travessia se já tiver entrado no cruzamento ou se essa condição for a mais segura para impedir que o veículo que vem atrás colida com o seu.
Nos cruzamentos com semáforos, você deve observar apenas o foco de luz que controla o tráfego da via em que você está e aguardar o sinal verde antes de movimentar seu veículo, mesmo que outros veículos, a seu lado, se movimentem antes.
Sinalização
A sinalização é um sistema de comunicação para ajudar você a conduzir com segurança. As várias formas de sinalização mostram o que é permitido e o que é proibido fazer, advertem sobre perigos na via e também indicam direções a seguir e pontos de interesse. A sinalização é projetada com base na engenharia e no comportamento humano, independentemente das habilidades individuais do condutor e do estado particular de conservação do veículo.
Por essa razão, você deve respeitar sempre a sinalização e adequar seu comportamento aos limites de seu veículo.
Iluminação
Condição da luz - A falta ou o excesso de luminosidade pode aumentar os riscos no trânsito. Ver e ser visto é uma regra básica para a condução segura. Confira como agir:
- Farol alto ou farol baixo. Verifique a respeito no manual de instruções do veículo.
No caso dos ciclos motorizados e do transporte coletivo de passageiros, este último quando trafegar em faixa própria, o uso da luz baixa do farol é obrigatório durante o dia e a noite.
- Mantenha os faróis regulados e utilize-os de forma correta. O sistema de iluminação e sinalização em boas condições é fundamental para a sua segurança e dos demais usuários da via. Portanto, verifique periodicamente o estado e o funcionamento do sistema de iluminação do seu veículo, evitando faróis e lanternas queimadas ou desreguladas, pois sem iluminação ou com iluminação deficiente você pode causar acidentes ou estar exposto às multas de trânsito.

Torne o trânsito seguro em qualquer lugar ou circunstância!
- Penumbra (ausência de luz). A penumbra (lusco-fusco) é uma ocorrência frequente na passagem do final da tarde para o início da noite ou do final da madrugada para o nascer do dia ou, ainda, quando o céu está nublado ou chove com intensidade. Sob essas condições, tão importante quanto ver é também ser visto. Ao menor sinal de iluminação precária, acenda o farol baixo. - Inclinação da luz solar. No início da manhã ou no final da tarde o sol, devido a sua inclinação, pode causar ofuscamento, reduzindo sua visão. Nem é preciso dizer que isso representa perigo de acidentes. Procure programar sua viagem para evitar essas condições.
O ofuscamento pode acontecer também pelo reflexo do sol em alguns objetos polidos, como garrafas, latas ou para-brisas.
Sob todas essas condições, reduza a velocidade do veículo, utilize óculos protetores (óculos de sol), e procure observar uma referência no lado direito da pista.
O ofuscamento também pode acontecer com os motoristas que vêm em sentido contrário, quando são eles que têm o sol pela frente. Nesse caso, redobre sua atenção, reduza a velocidade para seu maior conforto e segurança e acenda o farol baixo para garantir que você seja visto por eles.
Nos cruzamentos com semáforos, o sol, ao incidir sobre focos luminosos, pode impedir que você identifique corretamente a sinalização. Nesse caso, reduza a velocidade e redobre a atenção, até que tenha certeza da indicação do semáforo.
Acostamento
É uma parte da via, mas diferenciada da pista de rolamento, destinada à parada ou ao estacionamento de veículos em situação de emergência, à circulação de pedestres e de bicicletas, neste último caso, quando não houver local apropriado.
É proibido trafegar com veículos automotores no acostamento, pois isso pode causar acidentes com outros veículos parados ou atropelamentos de pedestres ou ciclistas. É proibido e perigoso trafegar pelo acostamento. Ele se destina às paradas de emergência e ao tráfego de pedestres e ciclistas!

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Obras
Durante a execução de reparos em vias, sinalizações são adicionadas para comunicar os motoristas e pedestres. Consulte o Anexo 2 deste manual para maiores informações.
Esteja atento para variações no pavimento, estreitamento de pistas, circulação de operários e principalmente a velocidade reduzida durante o local das obras.
Condições de pavimento
Ondulações, buracos, elevações, inclinações ou alterações do tipo de piso podem desestabilizar o veículo e provocar a perda do controle dele. Passar por buracos, depressões ou lombadas pode causar desequilíbrio em seu veículo, danificar componentes ou ainda fazer você perder a dirigibilidade. Ainda você pode agravar o problema se usar incorretamente os freios ou se fizer um movimento brusco com a direção.
Ao perceber antecipadamente essas ocorrências na pista, reduza a velocidade, usando os freios.
Mas evite acioná-los durante a passagem por buracos, depressões e lombadas, porque isso vai aumentar o desequilíbrio de todo o conjunto do veículo.
Trechos escorregadios
O atrito do pneu com o solo é reduzido pela presença de água, óleo, barro, areia, outros líquidos ou materiais na pista, e essa perda de aderência pode causar derrapagens e descontrole do veículo.
Fique sempre atento ao estado do pavimento da via e procure adequar sua velocidade a essa situação. Evite mudanças abruptas de velocidade e frenagens bruscas, que tornam mais difícil o controle do veículo nessas condições.
Calçadas e passeios
São locais destinados apenas à circulação de pedestres, sendo proibida a circulação de veículos automotores, nos quais a calçada é normalmente segregada em nível diferente da pista.
Já o passeio é separado por pintura ou elemento físico separador, livre de interferências.
Nos passeios, é permitida a circulação de ciclistas, excepcionalmente.
Condições adversas
Durante a condução, condições adversas podem ocorrer, como por exemplo, travessia de animais, objetos soltos pela via, condições climáticas extremas, etc.
Nessas situações, observe o ambiente ao seu redor e sinalize antes de realizar manobras ou variações bruscas de velocidade, caso necessário pare no acostamento e aguarde o momento seguro para continuar a condução.
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3.5 Ambiente: chuva; aquaplanagem, neblina, vento, temperatura, incêndios florestais e queimadas
Algumas condições climáticas e naturais afetam as condições de segurança do trânsito. Sob essas condições, você deve adotar atitudes que garantam a sua segurança e a dos demais usuários da via.
Chuva
A chuva reduz a visibilidade de todos, deixa a pista molhada e escorregadia e pode criar poças de água se o piso da pista for irregular, não tiver inclinação favorável ao escoamento de água ou se estiver com buracos.
É bom ficar alerta desde o início da chuva, quando a pista geralmente, fica mais escorregadia, devido à presença de óleo, areia ou outras impurezas.
Nessa situação, redobre sua atenção, acione a luz baixa do farol, aumente a distância do veículo a sua frente e reduza a velocidade até sentir conforto e segurança.
O estado de conservação dos pneus e a profundidade dos seus sulcos são muito importantes para evitar a perda de aderência sob a chuva.
Piso molhado reduz a aderência dos pneus. Velocidade reduzida e pneus em bom estado evitam acidentes!
Aquaplanagem
Com água na pista, pode ocorrer a aquaplanagem, que é a perda da aderência do pneu com o solo. É quando o veículo flutua na água e você perde totalmente o controle dele.
Para evitar essa situação de perigo, você deve observar com atenção a presença de poças de água sobre a pista, mesmo não havendo chuva, e reduzir a velocidade utilizando os freios, antes de entrar na região empoçada.
Quando o veículo estiver sobre poças de água, não é recomendável a utilização dos freios. Segure a direção com força para manter o controle de seu veículo.
O estado de conservação dos pneus e a profundidade de seus sulcos são igualmente importantes para evitar a perda de aderência.
Neblina
Sob neblina ou cerração, você deve imediatamente acender a luz baixa do farol (e o farol de neblina, se tiver), aumentar a distância do veículo a sua frente e reduzir a velocidade, até sentir mais segurança e conforto. Não use o farol alto porque ele reflete a luz nas partículas de água, reduzindo ainda mais a visibilidade. Sob neblina, reduza a velocidade e use a luz baixa do farol!
Vento
Ventos muito fortes, ao atingirem seu veículo em movimento, podem deslocá-lo, ocasionando a perda de estabilidade e o descontrole, que podem ser causa de colisões com outros veículos ou ainda de capotamentos.
Em alguns casos, esses trechos encontram-se sinalizados. Notando movimentos fortes da vegetação ou vendo a sinalização correspondente, reduza a velocidade para não ser surpreendido e para manter a estabilidade.
Os ventos também podem ser gerados pelo deslocamento de ar de outros veículos maiores em velocidade, no mesmo sentido ou no sentido contrário de tráfego ou ainda na saída de túneis. A velocidade deve ser reduzida, adequando-se a marcha do motor para diminuir a probabilidade de desestabilização do veículo.

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Temperatura
Durante períodos de baixas temperaturas, o condutor deve redobrar a atenção com itens básicos do veículo como combustível, bateria, fluidos e pneus.
Durante períodos de altas temperaturas, o condutor deve checar principalmente o fluido de arrefecimento do motor e mangueiras, a fim de evitar superaquecimento do motor.
Luz
As condições de iluminação são muito importantes na direção defensiva. A intensidade da luz natural ou artificial, em dado momento, pode afetar a capacidade do condutor de ver ou de ser visto. Pode haver luz demais, provocando ofuscamento, ou de menos, causando penumbra. Ao perceber farol alto em sentido contrário, pisque rapidamente os faróis para advertir o condutor, que vem em sua direção, de sua luz alta. Caso a situação persista, volte a visão para o acostamento do lado direito ao cruzar com ele.
Para motocicletas e outros veículos motorizados de duas rodas: proteja seus olhos da incidência direta da luz solar. Para isso você poderá usar óculos escuros ou uma viseira de capacete especial que filtre a luminosidade. Os problemas de luminosidade são mais comuns nas primeiras horas da manhã ou fim de tarde. Se possível, evite trafegar nesses horários. E se tiver mesmo que pilotar, redobre sua atenção. Como sempre, os faróis devem estar acesos.
Incêndios florestais e queimadas
A fumaça produzida pelas queimadas nos terrenos à margem da via provoca redução da visibilidade. Além disso, a fuligem proveniente da queimada pode reduzir a aderência ao piso.
Nos casos de queimadas, redobre sua atenção e reduza a velocidade. Ligue a luz baixa do farol e, depois que entrar na fumaça, não pare o veículo na pista, já que, com a falta de visibilidade, os outros motoristas podem não vê-lo parado na pista.
Todos esses fenômenos reduzem muito a capacidade visual do condutor, tornando difícil a visibilidade de outros veículos. Para o motociclista, a situação é muito pior. A menos que esteja bem protegido, o piloto sentirá os pingos de chuva como agulhadas na pele. Além de dificultarem a capacidade de ver e de ser visto, as más condições de tempo tornam estradas escorregadias e podem causar derrapagens, sobretudo para quem vai em duas rodas. Em situações de mau tempo, é preciso adaptar-se à nova realidade, tomando cuidados básicos: reduza a velocidade e redobre a atenção. Se o tempo estiver mesmo ruim, deixe a estrada e espere as condições melhorarem.
3.6 Respeito ao meio ambiente e convívio social no trânsito
A poluição do ar nas cidades é hoje uma das mais graves ameaças à qualidade de vida. Os principais causadores da poluição do ar são os veículos automotores. Os gases que saem do escapamento contêm monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio, hidrocarbonetos, óxidos de enxofre e material particulado (fumaça preta).
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segurança no trânsito

A quantidade desses gases depende do tipo e da qualidade do combustível e do tipo e da regulagem do motor. Quanto melhor é a queima do combustível ou, melhor dizendo, quanto melhor regulado estiver seu veículo, menor será a poluição.
A presença desses gases na atmosfera não é só um problema para cada uma das pessoas, é um problema para toda a coletividade do planeta.
O monóxido de carbono não tem cheiro, nem gosto e é incolor, sendo difícil sua identificação pelas pessoas, mas extremamente tóxico e causa tonturas, vertigens, alterações no sistema nervoso central e pode ser fatal, em altas doses, em ambientes fechados.
O dióxido de enxofre, presente na combustão do diesel, provoca coriza, catarro e danos irreversíveis aos pulmões e também pode ser fatal, em doses altas.
Os hidrocarbonetos, produtos da queima incompleta dos combustíveis (álcool, gasolina ou diesel), são responsáveis pelo aumento da incidência de câncer no pulmão, provocam irritação nos olhos, no nariz, na pele e no aparelho respiratório.
A fuligem, que é composta por partículas sólidas e líquidas, fica suspensa na atmosfera e pode atingir o pulmão das pessoas e agravar quadros alérgicos de asma e bronquite, irritação de nariz e garganta e facilitar a propagação de infecções gripais. A poluição sonora provoca muitos efeitos negativos. Os principais são distúrbios do sono, estresse, perda da capacidade auditiva, surdez, dores de cabeça, distúrbios digestivos, perda de concentração, aumento do batimento cardíaco e alergias.
Preservar o meio ambiente é uma necessidade de toda a sociedade, para a qual todos devem contribuir. Alguns procedimentos contribuem para reduzir a poluição atmosférica e a poluição sonora.
São eles:
- Regule e faça a manutenção periódica do motor;
• Calibre periodicamente os pneus; - Não carregue excesso de peso;
- Troque de marcha na rotação correta do motor;
- Evite reduções constantes de marcha, acelerações bruscas e freadas excessivas;
- Desligue o motor numa parada prolongada;
- Não acelere quando o veículo estiver em ponto morto ou parado no trânsito;
- Mantenha o escapamento e o silencioso em boas condições;
- Faça a manutenção periódica do equipamento destinado a reduzir os poluentes – catalisador

Você e a relação com o outro – o respeito à pessoa e a convivência solidária tornam o trânsito mais seguro!

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Primeiros socorros
4

4.1. Importância das noções de primeiros socorros; o que são primeiros socorros?
Primeiros Socorros são as primeiras providências tomadas no local do acidente. É o atendimento inicial e temporário, até a chegada de um socorro profissional. Quais são essas providências?
- Uma rápida avaliação da vítima;
- Aliviar as condições que ameacem a vida ou que possam agravar o quadro da vítima, com a utilização de técnicas simples;
- Acionar corretamente um serviço de emergência local.
Simples, não é?
As técnicas de Primeiros Socorros têm sido divulgadas para toda a sociedade, em todas as partes do mundo. E agora uma parte delas está disponível para você, neste capítulo. Leve as técnicas a sério, elas podem salvar vidas. E não há nada no mundo que valha mais que isso.
4.2. A sequência das ações de socorro: o que devo fazer primeiro? E depois?
É claro que cada acidente é diferente do outro. E, por isso, só se pode falar na melhor forma de socorro quando se sabe quais são as suas características.
Um veículo que está se incendiando, um local perigoso (uma curva, por exemplo), vítimas presas nas ferragens, a presença de cargas tóxicas, etc., tudo isso interfere na forma do socorro.
Suas ações também vão ser diferentes caso haja outras pessoas iniciando os socorros, ou mesmo se você estiver ferido.
Mas a sequência das ações a serem realizadas vai sempre ser a mesma:
- Manter a calma;
- Garantir a segurança;
- Pedir socorro;
- Controlar a situação;
- Verificar a situação das vítimas;
- Realizar algumas ações com as vítimas.
Cada uma dessas ações é detalhada nos próximos itens. O importante agora é fixá-las, ter sempre em mente a sequência delas.
E também saber que uma ação pode ser iniciada sem que a anterior tenha sido terminada. Você pode, por exemplo, começar a garantir a segurança sinalizando o local, parar para pedir socorro e voltar depois para completar a segurança do local.
Com calma e bom senso, os primeiros socorros podem evitar que as consequências do acidente sejam ampliadas.

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4.3 Como manter a calma e controlar a situação? Como pedir socorro?
Vamos manter a calma?
Você já viu que manter a calma é a primeira atitude a tomar no caso de um acidente.
É fundamental que, antes de agir, você recubra rapidamente a lucidez, reorganize os pensamentos e se mantenha calmo.
Num intervalo de segundos a poucos minutos, é fundamental que você siga o seguinte roteiro:
- Pare e pense! Não faça nada por instinto ou por impulso;
- Respire profundamente, algumas vezes;
- Veja se você sofreu ferimentos;
- Avalie a gravidade geral do acidente;
- Conforte os ocupantes do seu veículo;
- Mantenha a calma. Você precisa dela para controlar a situação e agir.
Como controlar a situação?
Verifique se entre as pessoas presentes há algum médico bombeiro, policial ou outro profissional acostumado a lidar com esse tipo de emergência.
Se não houver ninguém mais capacitado, assuma o controle e comece as ações. Com calma, você vai identificar o que é preciso fazer primeiro, mas tenha sempre em sua mente que:
- A ação inicial define todo o desenvolvimento do atendimento;
- Você precisa identificar os riscos para definir as ações.
Nem toda pessoa está preparada para assumir a liderança após um acidente. Esse pode ser o seu caso, mas numa emergência você poderá ter que tomar a frente. Siga as recomendações adiante, para que todos trabalhem de forma organizada e eficiente, diminuindo o impacto do acidente:
- Mostre decisão e firmeza nas suas ações;
- Peça ajuda aos outros envolvidos no acidente e aos que estiverem próximos;
- Distribua tarefas às pessoas ou forme equipes para executar as tarefas;
- Não perca tempo discutindo;
- Passe as tarefas mais simples, nos locais mais afastados do acidente, às pessoas que estejam mais desequilibradas ou contestadoras;
- Trabalhe muito, não fique só dando ordens;
- Motive todos, elogiando e agradecendo cada ação realizada.
Como pedir socorro?
Quanto mais cedo chegar um socorro profissional, melhor para as vítimas de um acidente.
Solicite um, o mais rápido possível.
Hoje, em grande parte do Brasil, podemos contar com serviços de atendimento a emergências.
O chamado Resgate, ligado aos Corpos de Bombeiros, os SAMUs, os atendimentos das próprias rodovias ou outros tipos de socorro recebem chamados por telefone, fazem uma triagem prévia e enviam equipes treinadas em ambulâncias equipadas. No próprio local, após uma primeira avaliação, os feridos são atendidos emergencialmente para, em seguida, serem transferidos a hospitais.

São serviços gratuitos, que têm, em muitos casos, números de telefone padronizados em todo o Brasil. Use o seu celular, o de outra pessoa, os telefones dos acostamentos das rodovias, os telefones públicos ou peça para alguém que esteja passando pelo local que vá a um telefone ou a um posto rodoviário acionar rapidamente o socorro.
A seguir estão listados os telefones de emergência mais comuns:
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4.4 A sinalização do local e a segurança
Como sinalizar e garantir a segurança de todos?
As diversas ações num acidente de trânsito podem ser feitas por mais de uma pessoa, ao mesmo tempo. Enquanto uma pessoa telefona, outra sinaliza o local e assim por diante.
Assim, ganha-se tempo para o atendimento, fazer a sinalização e garantir a segurança no local.
A importância de sinalizar o local
Os acidentes acontecem nas ruas e estradas, impedindo ou dificultando a passagem normal dos outros veículos. Por isso, esteja certo de que situações de perigo vão ocorrer (novos acidentes ou atropelamentos), se você demorar muito ou não sinalizar o local de forma adequada.
Algumas regras são fundamentais para você fazer a sinalização do acidente:
Demarque todo o desvio do tráfego até o acidente
Não é só a sinalização que deve-se iniciar bem antes do acidente. É necessário que todo o trecho, do início da sinalização até o acidente, seja demarcado, indicando quando houver desvio de direção. Se isso não puder ser feito de forma completa, faça o melhor que puder, aguardando as equipes de socorro, que deverão completar a sinalização e os desvios.

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Mantenha o tráfego fluindo
Outro objetivo importante na sinalização é manter a fluidez do tráfego, isto é, apesar do afunilamento provocado pelo acidente, deve sempre ser mantida uma via segura para os veículos passarem.
Faça isso por duas razões: se ocorrer uma parada no tráfego, o congestionamento, ao surgir repentinamente, pode provocar novas colisões. Além disso, não se esqueça de que, com o trânsito parado, as viaturas de socorro vão demorar mais a chegar.
Para manter o tráfego fluindo, tome as seguintes providências:
Mantenha, dentro do possível, as vias livres para o tráfego fluir;
Coloque pessoas ao longo do trecho sinalizado para cuidarem da fluidez;
Não permita que curiosos parem na via destinada ao tráfego;
▶ Sinalize no local do acidente.
Que materiais podem ser utilizados na sinalização?
Existem muitos materiais fabricados especialmente para sinalização, mas, na hora do acidente, você provavelmente terá apenas o triângulo de segurança à mão, já que ele é um dos itens obrigatórios de todos os veículos. Use o seu triângulo e os dos motoristas que estiverem no local.
Não se preocupe, pois com a chegada das viaturas de socorro os triângulos poderão ser substituídos por equipamentos mais adequados e devolvidos a seus donos.
Outros itens que forem encontrados nas imediações também podem ser usados, como galhos de árvore, cavaletes de obra, latas, pedaços de madeira, pedaços de tecido, plásticos, etc.
À noite ou sob neblina, a sinalização deve ser feita com materiais luminosos. Lanternas, pisca-alerta e faróis dos veículos devem sempre ser utilizados.
O importante é lembrar que tudo o que for usado para sinalização deve ser de fácil visualização e não pode oferecer risco, transformando-se em verdadeira armadilha para os passantes e outros motoristas.
O emprego de pessoas sinalizando é bastante eficiente, porém é sempre arriscado. Ao se colocar pessoas na sinalização, é necessário tomar alguns cuidados:
Suas roupas devem ser coloridas e contrastar com o terreno;
As pessoas devem ficar na lateral da pista, sempre de frente para o fluxo dos veículos;
Devem ficar o tempo todo agitando um pano colorido para alertar os motoristas;
▶ Prestar muita atenção e estar sempre preparadas para o caso de surgir algum veículo desgovernado;
As pessoas nunca devem ficar logo depois de uma curva ou em outro local perigoso. Elas têm que ser vistas de longe, pelos motoristas.
Onde deve ficar o início da sinalização?
Inicie a sinalização em um ponto em que os motoristas ainda não possam ver o acidente.
Não adianta ver o acidente quando já não há tempo suficiente para parar ou diminuir a velocidade.
No caso de vias de fluxo rápido, com veículos ou obstáculos na pista, é preciso alertar os motoristas antes que eles percebam o acidente. Assim, vai dar tempo para reduzir a velocidade, concentrar a atenção e desviar. Então, não se esqueça de que a sinalização deve começar antes do local do acidente ser visível.
Nem é preciso dizer que a sinalização deve ser feita antes da visualização nos dois sentidos (ida e volta), nos casos em que o acidente interferir no tráfego das duas mãos de direção.
Distância do acidente para início da sinalização
O condutor deverá acionar de imediato as luzes de advertência (pisca-alerta) providenciando a colocação do triângulo de sinalização ou equipamento similar à distância mínima de 30 metros da parte traseira do veículo.
O equipamento de sinalização de emergência deverá ser instalado perpendicularmente ao eixo da via, e em condição de boa visibilidade.
Como identificar riscos para garantir a segurança de todos?
Numa situação de acidente, você deve tomar providências que:
- Evitem agravamento do acidente, tais como novas colisões, atropelamentos ou incêndios;
- Garantam que as vítimas não terão suas lesões agravadas por uma demora no socorro ou uma remoção malfeita.
Sempre, além das providências já vistas (como acionar o Socorro, sinalizar o acidente e assumir o controle da situação), você deve também observar os itens complementares de segurança, tendo em mente as seguintes questões:
▶ Eu estou seguro?
Minha família e os passageiros de meu veículo estão seguros?
As vítimas estão seguras?
▶ Outras pessoas podem se ferir?
O acidente pode tomar maiores proporções?
Para isso, é preciso evitar os riscos que surgem em cada acidente, agindo rapidamente para evitá-los.
Quais os riscos mais comuns e quais os cuidados iniciais
É só acontecer um acidente que podem ocorrer várias situações de risco. As principais são:
Novas colisões;
Atropelamentos;
Incêndio;
Explosão;
Cabos de eletricidade;

Manual básico de segurança no trânsito
Óleo e obstáculos na pista;
Vazamento de produtos perigosos;
Doenças infectocontagiosas.
1. Novas colisões
Você já viu como sinalizar adequadamente o local do acidente. Seguindo as instruções, fica bem reduzida a possibilidade de novas colisões. Porém, imprevistos acontecem. Por isso, nunca é demais usar simultaneamente mais de um procedimento, aumentando ainda mais a segurança.
2. Atropelamentos
Adote as mesmas providências empregadas para evitar novas colisões. Mantenha o fluxo de veículos na pista livre. Oriente para que curiosos não parem na área de fluxo e que pedestres não fiquem caminhando na via.
Isole o local do acidente e evite a presença de curiosos.
Faça isso, sempre solicitando auxílio e distribuindo tarefas entre as pessoas que querem ajudar, mesmo que precisem ser orientadas para isso.
3. Incêndio
Sempre existe o risco de incêndio. E ele aumenta bastante quando ocorre vazamento de combustível ou danos nas baterias de veículos elétricos. Nesses casos é importante adotar os seguintes procedimentos:
Afaste os curiosos;
Se for fácil e seguro, desligue a ignição, retire as chaves e desconecte ou corte os cabos da bateria de baixa voltagem do veículo acidentado;
Oriente para que não fumem no local;
Se equipado, pegue o extintor de seu veículo e deixe-o pronto para uso, a uma distância segura do local de risco;
Para usar seu extintor, siga as seguintes instruções:
Mantenha o extintor em pé, na posição vertical;
Quebre o lacre e acione o gatilho;
Dirija o jato para a base das chamas, e não para o meio do fogo;
▶ Faça movimentos em forma de leque, cobrindo toda a área em chamas;
Não jogue o conteúdo aos poucos. Para um melhor resultado, empregue grandes quantidades de produto, se possível com o uso de vários extintores ao mesmo tempo. No caso de incêndio em veículos elétricos ou híbridos, devido a diferentes tecnologias / baterias utilizadas por cada fabricante/modelo, a melhor opção é se afastar do veículo e se for fácil e seguro, isolar a área e procurar por ajuda o mais prontamente possível.
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segurança no trânsito

4. Explosão
Se o acidente envolver algum caminhão de combustível, gás ou outro material inflamável, que esteja vazando ou já em chamas, a via deve ser totalmente interditada, conforme as distâncias recomendadas, e todo o local evacuado.
5. Cabos de eletricidade
Nas colisões com postes, é muito comum que cabos elétricos se rompam e fiquem energizados, na pista ou mesmo sobre os veículos. Alguns desses cabos são de alta voltagem, e podem causar mortes. Jamais tenha contato com esses cabos, mesmo que ache que eles não estão energizados.
No interior dos veículos as pessoas estão seguras, desde que os pneus estejam intactos e não haja nenhum contato com o chão. Se o cabo estiver sobre o veículo, as pessoas podem ser eletrocutadas ao tocar o solo. Isso já não ocorre se permanecerem no interior do veículo, que está isolado pelos pneus.
Outro risco é de o cabo chicotear próximo a um vazamento de combustível, pois a faísca produzida pode causar um incêndio.
Mesmo não havendo esses riscos, não mexa nos cabos, apenas isole o local e afaste os curiosos. Caso exista qualquer dos riscos citados ou alguém eletrocutado, use um cano longo de plástico ou uma madeira seca e, num movimento brusco, afaste o cabo. Não faça isso com bambu, metal ou madeira molhada. E nunca imagine que o cabo já está desligado.
6. Óleo e obstáculos na pista
Os fragmentos dos veículos acidentados devem ser removidos da pista onde haja trânsito de veículos. Se possível, jogue terra ou areia sobre o óleo derramado.
Normalmente isso é feito depois, pelas equipes de socorro, mas se você tiver segurança para se adiantar, pode evitar mais riscos no local.
7. Vazamento de produtos perigosos
Interdite totalmente a pista e evacue a área, quando veículos que transportam produtos perigosos estiverem envolvidos no acidente e existir algum vazamento.
8. Doenças infectocontagiosas
Hoje, as doenças infectocontagiosas são uma realidade. Evite qualquer contato com o sangue ou secreções das vítimas.
9. Limpeza da pista
Encerrado o atendimento e não havendo equipes especializadas no local, retire da pista a sinalização de advertência do acidente e outros objetos que possam representar riscos ao trânsito de veículos.

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4.5 Iniciando o socorro às vítimas: o que é possível fazer? As limitações no atendimento às vítimas
Você não é um profissional de resgate e por isso deve se limitar a fazer o mínimo necessário em favor da vítima até a chegada do socorro. Infelizmente, vão existir algumas situações em que o socorro, mesmo chegando rapidamente e com equipamentos e profissionais treinados, pouco poderá fazer pela vítima. Você, mesmo com toda a boa vontade, também pode vir a enfrentar uma situação em que seja necessário mais que sua solidariedade. Mesmo nessas situações difíceis, não se espera que você faça algo para o qual não está preparado ou treinado.
Fazendo contato com a vítima
Depois de garantido pelo menos o básico em segurança e feita a solicitação do socorro, é o momento em que você pode iniciar contato com a vítima. Se a janela estiver aberta, fale com a vítima sem abrir a porta. Se for abrir a porta, faça-o com muito cuidado para não movimentar a vítima. Você pode pedir a algum ocupante do veículo para destravar as portas, caso necessário.
Ao iniciar seu contato com a vítima, faça tudo sempre com base em quatro atitudes: informe, ouça, aceite e seja solidário.
Informe à vítima o que você está fazendo para ajudá-la e, com certeza, ela vai ser mais receptiva a seus cuidados.
Ouça e aceite suas queixas e a sua expressão de ansiedade, respondendo às perguntas com calma e de forma apaziguadora. Não minta e não dê informações que causem impacto ou estimulem a discussão sobre a culpa no acidente.
Seja solidário e permaneça junto à vítima em um local onde ela possa ver você, sem que isso coloque em risco sua segurança.
Algumas vítimas de acidente podem tornar-se agressivas, não permitindo acesso ou auxílio.
Tente a ajuda de familiares ou conhecidos dela, se houver algum, mas se a situação colocar você em risco, afaste-se.
Cintos de segurança e respiração
Veja se o cinto de segurança está dificultando a respiração da vítima. Nesse caso, e só nesse caso, você deve soltá-lo, sem movimentar o corpo da vítima.
Impedindo movimentos da cabeça
É procedimento importante e fácil de ser aplicado, mesmo em vítimas de atropelamento.
Segure a cabeça da vítima, pressionando a região das orelhas, impedindo a movimentação da cabeça. Se a vítima estiver de bruços ou de lado, procure alguém treinado para avaliar se ela necessita ser virada e como fazê-lo, antes de o socorro chegar. Em geral ela só deve ser virada se não estiver respirando. Se estiver de bruços e respirando, sustente a cabeça nessa posição e aguarde o socorro chegar.
Se a vítima estiver sentada no carro, mantenha a cabeça na posição encontrada. Como na situação anterior, ela pode ser movimentada se não estiver respirando, mas a ajuda de alguém com treinamento prático é necessária.
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segurança no trânsito

Vítima inconsciente
Ao tentar manter contato com a vítima, faça perguntas simples e diretas, tais como:
Você está bem? Qual é seu nome? O que aconteceu? Você sabe onde está?
O objetivo dessas perguntas é apenas identificar a consciência da vítima. Ela pode responder bem e naturalmente a suas perguntas, e isso é um bom sinal, mas pode estar confusa ou mesmo nada responder.
Se ela não der nenhuma resposta, demonstrando estar inconsciente ou desmaiada, mesmo depois de você chamá-la em voz alta, ligue novamente para o serviço de socorro, complemente as informações e siga as orientações que receber. Além disso, indague entre as pessoas que estão no local se há alguém treinado e preparado para atuar nessa situação. Em um acidente, a movimentação de vítima inconsciente e mesmo a identificação de uma parada respiratória ou cardíaca exigem treinamento prático específico.
Controlando a hemorragia externa
São diversas as técnicas para conter uma hemorragia externa. Algumas são simples e outras complexas, e estas só devem ser aplicadas por profissionais. A mais simples, que qualquer pessoa pode realizar, é a compressão do ferimento, diretamente sobre ele, com gaze ou pano limpo. Você pode necessitar de luvas para sua proteção, para não se contaminar.
Naturalmente você deve cuidar só das lesões facilmente visíveis que continuam sangrando e daquelas que podem ser cuidadas sem a movimentação da vítima.
Só aja em lesões e hemorragias se você se sentir seguro para isso.
Escolha um local seguro para as vítimas
Muitas das pessoas envolvidas no acidente já podem ter saído sozinhas do veículo, e também podem estar desorientadas e traumatizadas com o acontecido. É importante que você localize um local sem riscos e junte essas pessoas nele. Isso irá facilitar muito o atendimento e o controle da situação, quando chegar a equipe de socorro.
Proteção contra frio, sol e chuva
Você já deve ter ouvido que aquecer uma vítima é um procedimento que impede o agravamento de seu estado. É verdade, mas aquecer uma vítima não é elevar sua temperatura, mas, sim, protegê-la, para que ela não perca o calor de seu próprio corpo. Ela também não pode ficar exposta ao sol. Por isso, proteja-a do sol, da chuva e do frio, utilizando qualquer peça de vestimenta disponível. Em dias frios ou chuvosos as pessoas andam com os vidros dos veículos fechados, muitas vezes sem agasalho. Após o acidente ficam expostas e precisam ser protegidas do tempo, que pode agravar sua situação.
4.6 O que não se deve fazer com uma vítima de acidente
Não movimente.
Não faça torniquetes.
Não tire o capacete de um motociclista.
Não dê nada para beber.

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Você só quer ajudar, mas muitos são os procedimentos que podem agravar a situação da vítima. Os mais comuns e que você deve evitar são:
▶ Movimentar a vítima.
▶ Retirar capacetes de motociclistas.
Aplicar torniquetes para estancar hemorragias.
Dar algo para a vítima tomar.
Não movimente a vítima
A movimentação da vítima pode causar piora de uma lesão na coluna ou de uma fratura de braço ou perna.
A movimentação da cabeça ou do tronco da vítima que sofreu um acidente com impacto que deforma ou amassa veículos, ou num atropelamento, pode agravar muito uma lesão de coluna Num acidente pode haver uma fratura ou deslocamento de uma vértebra da coluna, por onde passa a medula espinhal. É ela que transporta todo o comando nervoso do corpo, que sai do cérebro e atinge o tronco, os braços e as pernas. Movimentando a vítima nessa situação, você pode deslocar ainda mais a vértebra lesada e danificar a medula, causando paralisia dos membros ou ainda da respiração, o que com certeza vai provocar danos muito maiores, talvez irreversíveis.
No caso dos membros fraturados, a movimentação pode causar agravamento das lesões internas no ponto de fratura, provocando o rompimento de vasos sanguíneos ou lesões nos nervos, levando a graves complicações.
Assim, a movimentação de uma vítima só deve ser realizada antes da chegada de uma equipe de socorro se houver perigos imediatos, tais como incêndio, perigo do veículo cair, ou seja, desde que esteja presente algum risco incontrolável.
Não havendo risco imediato, não movimente a vítima.
Até mesmo no caso de vítimas que saem andando do acidente, é melhor que não se movimentem e aguardem o socorro chegar para uma melhor avaliação. Aconselhe-as a aguardar sentadas no veículo, ou em outro lugar seguro.
Não tire o capacete de um motociclista
Retirar o capacete de um motociclista que se acidenta é uma ação de alto risco. A atitude será de maior risco se ele estiver inconsciente. A simples retirada do capacete pode movimentar intensamente a cabeça e agravar lesões existentes no pescoço ou no crânio. Aguarde a equipe de socorro ou pessoas habilitadas para que eles realizem essa ação.
Não aplique torniquetes
O torniquete não deve ser realizado para estancar hemorragias externas. Atualmente esse procedimento é feito só por profissionais treinados e, mesmo assim, em caráter de exceção; quase nunca é aconselhado.
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segurança no trânsito

Não dê nada para a vítima ingerir
Nada deve ser dado para ingerir a uma vítima de acidente que possa ter lesões internas ou fraturas e que, certamente, será transportada para um hospital. Nem mesmo água.
Se o socorro já foi chamado, aguarde os profissionais, que vão decidir sobre a conveniência ou não. O motivo é que a ingestão de qualquer substância pode interferir de forma negativa nos procedimentos hospitalares. Por exemplo, se a vítima for submetida à cirurgia, o estômago com água ou alimentos é fator que aumenta o risco no atendimento hospitalar.
Como exceção, há os casos de pessoas cardíacas que fazem uso de alguns medicamentos em situações de emergência, geralmente aplicados embaixo da língua. Não os impeça de fazer uso desses medicamentos, se for rotina para eles.
4.7 Primeiros socorros: a importância de um curso prático
Você estudou este capítulo e já sabe quais são as primeiras ações a serem tomadas num acidente. Mesmo assim, é importante fazer um Curso Prático de Primeiros Socorros?
Um treinamento em Primeiros Socorros vai ser sempre de grande utilidade em qualquer momento de sua vida, seja em casa, no trabalho ou no lazer. Podem ser muitas e variadas as situações em que seu conhecimento pode levar a uma ação imediata e garantir a sobrevida de uma vítima. Isso, tanto em casos de acidente como em situações de emergência que não envolvem trauma ou ferimentos.
Atuar em Primeiros Socorros requer o domínio de habilidades que só podem ser adquiridas em treinamentos práticos, como a compressão torácica externa, conhecida como massagem cardíaca, apenas para citar um exemplo.
Outras técnicas de socorro são diferentes para casos de trauma e emergências sem trauma, como, por exemplo, a abertura das vias aéreas para que a vítima respire, ou ainda a necessidade e a forma de se movimentar uma vítima, etc. Essas diferenças implicam procedimentos distintos, e as técnicas devem ser adquiridas em treinamento sob supervisão de um instrutor qualificado.
Outras habilidades a serem desenvolvidas em treinamento são as maneiras de se utilizar os materiais (tais como talas, bandagens triangulares, máscaras para realizar a respiração), como atuar em áreas com material contaminado, quando e quais materiais podem ser utilizados para imobilizar a coluna cervical (pescoço), etc. São muitas as situações que podem ser aprendidas em um curso prático.
Mesmo assim, nenhum treinamento em Primeiros Socorros dá a qualquer pessoa a condição de substituir completamente um sistema profissional de socorro.

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Anexos do Código Brasileiro de Trânsito

Dos Conceitos de Definições
| Acostamento | Parte da via diferenciada da pista de rolamento destinada à parada ou estacionamento de veículos, em caso de emergência, e à circulação de pedestres e bicicletas, quando não houver local apropriado para esse fim. |
| Agente da autoridade de trânsito | Pessoa, civil ou policial militar, credenciada pela autoridade de trânsito para o exercício das atividades de fiscalização, operação, policiamento ostensivo de trânsito ou patrulhamento. |
| Ar alveolar | Ar expirado pela boca de um indivíduo, originário dos alvéolos pulmonares. |
| Automóvel | Veículo automotor destinado ao transporte de passageiros, com capacidade para até oito pessoas, exclusive o condutor. |
| Autoridade de trânsito | Dirigente máximo de órgão ou entidade executivo integrante do sistema nacional de trânsito ou pessoa por ele expressamente credenciada. |
| Balanço traseiro | Distância entre o plano vertical, passando pelos centros das rodas traseiras extremas e o ponto mais recuado do veículo, considerando-se todos os elementos rigidamente fixados ao mesmo. |
| Bicicleta | Veículo de propulsão humana, dotado de duas rodas, não sendo, para efeito deste código, similar à motocicleta, motoneta e ciclomotor. |
| Bicicletário | Local, na via ou fora dela, destinado ao estacionamento de bicicletas. |
| Bonde | Veículo de propulsão elétrica que se move sobre trilhos. |
| Bordo da pista | Margem da pista, podendo ser demarcada por linhas longitudinais de bordo que delineiam a parte da via destinada à circulação de veículos. |
| Calçada | Parte da via, normalmente segregada e em nível diferente, não destinada à circulação de veículos, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário urbano, sinalização, vegetação e outros fins. |
| Caminhão-trator | Veículo automotor destinado a tracionar ou arrastar outro. |
| Caminhonete | Veículo destinado ao transporte de carga com peso bruto total (pbt) de três mil e quinhentos quilogramas. |
| Camioneta | Veículo misto destinado a transporte de passageiros e carga no mesmo compartimento. |
| Canteiro central | Obstáculo físico construído como separador de duas pistas de rolamento, eventualmente substituído por marcas viárias (canteiro fictício). |
| Capacidade máxima de tração (cmt) | Máximo peso que a unidade de tração é capaz de tracionar, indicado pelo fabricante, baseado em condições sobre suas limitações de geração e multiplicação de momento de força e resistência dos elementos que compõem a transmissão. |
| Carreata | Deslocamento em fila na via de veículos automotores em sinal de regozijo, de reivindicação, de protesto cívico ou de uma classe. |

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segurança no trânsito
| Carro de mão | Veículo de propulsão humana utilizado no transporte de pequenas cargas. |
| Carroça | Veículo de tração animal destinado ao transporte de carga. |
| Catadióptrico | Dispositivo de reflexão e refração de luz utilizado na sinalização de vias e veículos (“olho de gato”). |
| Charrete | Veículo de tração animal destinado ao transporte de pessoas. |
| Ciclo | Veículo de pelo menos duas rodas à propulsão humana. |
| Ciclofaixa | Parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de ciclos, delimitada por sinalização específica. |
| Ciclomotor | Veículo de duas ou três rodas, provido de um motor de combustão interna, cuja cilindrada não exceda a cinquenta centímetros cúbicos (3,05 polegadas cúbicas) e cuja velocidade máxima de fabricação não exceda a cinquenta quilômetros por hora. |
| Ciclovia | Pista própria destinada à circulação de ciclos, separada físicamente do tráfego comum. |
| Conversão | Movimento em ângulo, à esquerda ou à direita, de mudança da direção original do veículo. |
| Cruzamento | Interseção de duas vias em nível. |
| Dispositivo de segurança | Qualquer elemento que tenha a função específica de proporcionar maior segurança ao usuário da via, alertando-o sobre situações de perigo que possam colocar em risco sua integridade física e dos demais usuários da via ou danificar seriamente o veículo. |
| Estacionamento | Imobilização de veículos por tempo superior ao necessário para embarque ou desembarque de passageiros. |
| Estrada | Via rural não pavimentada. |
| Etilômetro | Aparelho destinado à medição do teor alcoólico no ar alveolar. |
| Faixas de domínio | Superfície lindeira às vias rurais, delimitada por lei específica e sob responsabilidade do órgão ou entidade de trânsito competente com circunscrição sobre a via. |
| Faixas de trânsito | Qualquer uma das áreas longitudinais em que a pista pode ser subdividida, sinalizada ou não por marcas viárias longitudinais, que tenham uma largura suficiente para permitir a circulação de veículos automotores. |
| Fiscalização | Ato de controlar o cumprimento das normas estabelecidas na legislação de trânsito, por meio do poder da polícia administrativa de trânsito, no âmbito de circunscrição dos órgãos e entidades executivos de trânsito e de acordo com as competências definidas no código. |
| Foco de pedestres | Indicação luminosa de permissão ou impedimento de locomoção na faixa apropriada. |
| Freio de estacionamento | Dispositivo destinado a manter o veículo imóvel na ausência do condutor ou, no caso de um reboque, se este se encontra desengatado. |
| Freio de segurança ou motor | Dispositivo destinado a diminuir a marcha do veículo no caso de falha do freio de serviço. |
| Freio de serviço | Dispositivo destinado a provocar a diminuição da marcha do veículo ou pará-lo. |
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segurança no trânsito

| Gestos de agentes | Movimentos convencionais de braço, adotados exclusivamente pelos agentes de autoridades de trânsito nas vias, para orientar, indicar o direito de passagem dos veículos ou pedestres ou emitir ordens, sobrepondo-se ou completando outra sinalização ou norma constante deste código. |
| Gestos de condutores | Movimentos convencionais de braço, adotados exclusivamente pelos condutores, para orientar ou indicar que vão efetuar uma manobra de mudança de direção, redução brusca de velocidade ou parada. |
| Ilha | Obstáculo físico, colocado na pista de rolamento, destinado à ordenação dos fluxos de trânsito em uma interseção. |
| Infração | Inobservância a qualquer preceito da legislação de trânsito, às normas emanadas do código de trânsito, do conselho nacional de trânsito e à regulamentação estabelecida pelo órgão ou entidade executiva do trânsito. |
| Interseção | Todo cruzamento em nível, entroncamento ou bifurcação, incluindo as áreas formadas por tais cruzamentos, entroncamentos ou bifurcações. |
| Interrupção de marcha | Imobilização do veículo para atender circunstância momentânea do trânsito. |
| Licenciamento | Procedimento anual, relativo a obrigações do proprietário de veículo, comprovado por meio de documento específico (certificado de licenciamento anual). |
| Logradouro público | Espaço livre destinado pela municipalidade à circulação, parada ou estacionamento de veículos, ou à circulação de pedestres, tais como calçada, parques, áreas de lazer, calçadões. |
| Lotação | Carga útil máxima, incluindo condutor e passageiros, que o veículo transporta, expressa em quilogramas para os veículos de carga, ou número de pessoas, para os veículos de passageiros. |
| Lote lindeiro | Aquele situado ao longo das vias urbanas ou rurais e que com elas se limita. |
| Luz alta | Facho de luz do veículo destinado a iluminar a via até uma grande distância do veículo. |
| Luz baixa | Facho de luz do veículo destinado a iluminar a via diante do veículo, sem ocasionar ofuscamento ou incômodo injustificáveis aos condutores e outros usuários da via que venham em sentido contrário. |
| Luz de freio | Luz do veículo destinada a indicar aos demais usuários da via, que se encontram atrás do veículo, que o condutor está aplicando o freio de serviço. |
| Luz indicadora de direção (pisca-pisca) | Luz do veículo destinada a indicar aos demais usuários da via que o condutor tem o propósito de mudar de direção para a direita ou para a esquerda. |
| Luz de marcha a ré | Luz do veículo destinada a iluminar atrás do veículo e advertir aos demais usuários da via que o veículo está efetuando ou a ponto de efetuar uma manobra de marcha a ré. |
| Luz de neblina | Luz do veículo destinada a aumentar a iluminação da via em caso de neblina, chuva forte ou nuvens de pó. |
| Luz de posição (lanterna) | Luz do veículo destinada a indicar a presença e a largura do veículo. |

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| Manobra | Movimento executado pelo condutor para alterar a posição em que o veículo está no momento em relação à via. |
| Marcas viárias | Conjunto de sinais constituídos de linhas, marcações, símbolos ou legendas, em tipos e cores diversas, apostos ao pavimento da via. |
| Micro-ônibus | Veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para até vinte passageiros. |
| Motocicleta | Veículo automotor de duas rodas, com ou sem side-car, dirigido por condutor em posição montada. |
| Motoneta | Veículo automotor de duas rodas, dirigido por condutor em posição sentada. |
| Motor-casa (motorhome) | Veículo automotor cuja carroçaria seja fechada e destinada a alojamento, escritório, comércio ou finalidades análogas. |
| Noite | Período do dia compreendido entre o pôr do sol e o nascer do sol. |
| Ônibus | Veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para mais de vinte passageiros, ainda que, em virtude de adaptações com vista à maior comodidade destes, transporte número menor. |
| Operação de carga e descarga | Imobilização do veículo, pelo tempo estritamente necessário ao carregamento ou descarregamento de animais ou carga, na forma disciplinada pelo órgão ou entidade executivo de trânsito competente com circunscrição sobre a via. |
| Operação de trânsito | Monitoramento técnico baseado nos conceitos de engenharia de tráfego, das condições de fluidez, de estacionamento e parada na via, de forma a reduzir as interferências, tais como veículos quebrados, acidentados, estacionados irregularmente atrapalhando o trânsito, prestando socorros imediatos e informações aos pedestres e condutores. |
| Parada | Imobilização do veículo com a finalidade e pelo tempo estritamente necessário para efetuar embarque ou desembarque de passageiros. |
| Passagem de nível | Todo o cruzamento de nível entre uma via e uma linha férrea ou trilho de bonde com pista própria. |
| Passagem por outro veículo | Movimento de passagem à frente de outro veículo que se desloca no mesmo sentido, em menor velocidade, mas em faixas distintas da via. |
| Passagem subterrânea | Obra de arte destinada à transposição de vias, em desnível subterrâneo, e ao uso de pedestres ou veículos. |
| Passarela | Obra de arte destinada à transposição de vias, em desnível aéreo, e ao uso de pedestres. |
| Passeio | Parte da calçada ou da pista de rolamento, neste último caso, separada por pintura ou elemento físico separador, livre de interferências, destinada à circulação exclusiva de pedestres e, excepcionalmente, de ciclistas. |
| Patrulhamento | Função exercida pela polícia rodoviária federal com o objetivo de garantir obediência às normas de trânsito, assegurando a livre circulação e evitando acidentes. |
| Perímetro urbano | Limite entre área urbana e área rural. |
| Peso bruto total (pbt) | Peso máximo que o veículo transmite ao pavimento, constituído da soma da tara mais a lotação. |
| Peso bruto total combinado (pbtc) | Peso máximo transmitido ao pavimento pela combinação de um caminhão-trator mais seu semirreboque ou do caminhão mais o seu reboque ou reboques. |
| Pisca-alerta | Luz intermitente do veículo, utilizada em caráter de advertência, destinada a indicar aos demais usuários da via que o veículo está imobilizado ou em situação de emergência. |
| Pista | Parte da via normalmente utilizada para a circulação de veículos, identificada por elementos separadores ou por diferenças de nível em relação às calçadas, ilhas ou aos canteiros centrais. |
| Placas | Elementos colocados na posição vertical, fixados ao lado ou suspensos sobre a pista, transmitindo mensagens de caráter permanente e, eventualmente, variáveis, mediante símbolos ou legendas pré-reconhecidas e legalmente instituídas como sinais de trânsito. |
| Policiamento ostensivo de trânsito | Função exercida pelas polícias militares com o objetivo de prevenir e reprimir atos relacionados com a segurança pública e de garantir obediência às normas relativas à segurança de trânsito, assegurando a livre circulação e evitando acidentes. |
| Ponte | Obra de construção civil destinada a ligar margens opostas de uma superfície líquida qualquer. |
| Reboque | Veículo destinado a ser engatado atrás de um veículo automotor. |
| Refúgio | Parte da via, devidamente sinalizada e protegida, destinada ao uso de pedestres durante a travessia da mesma. |
| Regulamentação da via | Implantação de sinalização de regulamentação pelo órgão ou entidade competente com circunscrição sobre a via, definindo, entre outros, sentido de direção, tipo de estacionamento, horários e dias. |
| Refúgio | Parte da via, devidamente sinalizada e protegida, destinada ao uso de pedestres durante a travessia da mesma. |
| Renach | Registro nacional de condutores habilitados. |
| Renavam | Registro nacional de veículos automotores. |
| Retorno | Movimento de inversão total de sentido da direção original de veículos. |
| Rodovia | Via rural pavimentada. |
| Semirreboque | Veículo de um ou mais eixos que se apoia na sua unidade tratora ou é a ela ligado por meio de articulação. |
| Sinais de trânsito | Elementos de sinalização viária que se utilizam de placas, marcas viárias, equipamentos de controle luminosos, dispositivos auxiliares, apitos e gestos, destinados exclusivamente a ordenar ou dirigir o trânsito dos veículos e pedestres. |
| Sinalização | Conjunto de sinais de trânsito e dispositivos de segurança colocados na via pública com o objetivo de garantir sua utilização adequada, possibilitando melhor fluidez no trânsito e maior segurança dos veículos e pedestres que nela circulam. |

Manual básico de segurança no trânsito
| Sons por apito | Sinais sonoros, emitidos exclusivamente pelos agentes da autoridade de trânsito nas vias, para orientar ou indicar o direito de passagem dos veículos ou pedestres, sobrepondo-se ou completando sinalização existente no local ou norma estabelecida neste código. |
| Tara | Peso próprio do veículo, acrescido dos pesos da carroçaria e equipamento, do combustível, das ferramentas e acessórios, da roda sobressalente, do extintor de incêndio e do fluido de arrefecimento, expresso em quilogramas. |
| Trailer | Reboque ou semirreboque tipo casa, com duas, quatro, ou seis rodas, acoplado ou adaptado à traseira de automóvel ou camioneta, utilizado em geral em atividades turísticas como alojamento, ou para atividades comerciais. |
| Trânsito | Movimentação e imobilização de veículos, pessoas e animais nas vias terrestres. |
| Transposição de faixas | Passagem de um veículo de uma faixa demarcada para outra. |
| Trator | Veículo automotor construído para realizar trabalho agrícola, de construção e pavimentação e tracionar outros veículos e equipamentos. |
| Ultrapassagem | Movimento de passar à frente de outro veículo que se desloca no mesmo sentido, em menor velocidade e na mesma faixa de tráfego, necessitando sair e retornar à faixa de origem. |
| Utilitário | Veículo misto caracterizado pela versatilidade do seu uso, inclusive fora de estrada. |
| Veículo articulado | Combinação de veículos acoplados, sendo um deles automotor. |
| Veículo automotor | Todo veículo a motor de propulsão que circule por seus próprios meios, e que serve normalmente para o transporte viário de pessoas e coisas, ou para a tração viária de veículos utilizados para transporte de pessoas e coisas. O termo compreende os veículos conectados a uma linha elétrica e que não circulam sobre trilhos (ônibus elétrico). |
| Veículo de carga | Veículo destinado ao transporte de carga, podendo transportar dois passageiros, exclusive o condutor. |
| Veículo de coleção | Aquele que, mesmo tendo sido fabricado há mais de trinta anos, conserva suas características originais de fabricação e possui valor histórico próprio. |
| Veículo conjugado | Combinação de veículos, sendo o primeiro um veículo automotor e os demais reboques ou equipamentos de trabalho agrícola, construção, terraplenagem ou pavimentação. |
| Veículo de grande porte | Veículo automotor destinado ao transporte de carga com peso bruto total (pbt) máximo superior a dez mil quilogramas e de passageiros, superior a vinte passageiros. |
| Veículo de passageiros | Veículo destinado ao transporte de pessoas e suas bagagens. |
| Veículo misto | Veículo automotor destinado ao transporte simultâneo de carga e passageiro. |
| Via | Superfície por onde transitam veículos, pessoas e animais, compreendendo a pista, a calçada, o acostamento, ilha e canteiro central. |
Manual básico de
segurança no trânsito

| Via de trânsito rápido | Aquila caracterizada por acessos especiais com o trânsito livre, sem interseções em nível, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em nível. |
| Via arterial | Aquila caracterizada por interseções em nível, geralmente controlada por semáforo, com acessibilidade aos lotes lindeiros e às vias secundárias e locais, possibilitando o trânsito dentro das regiões da cidade. |
| Via coletora | Aquila destinada a coletar e distribuir o trânsito que tenha necessidade de entrar ou sair das vias de trânsito rápido ou arteriais, possibilitando o trânsito dentro das regiões da cidade. |
| Via local | Aquila caracterizada por interseções em nível não semaforizadas, destinada apenas ao acesso local ou a áreas restritas. |
| Via rural | Estradas e rodovias. |
| Via urbana | Ruas, avenidas, vielas, ou caminhos e similares abertos à circulação pública, situadas na área urbana, caracterizadas principalmente por possuírem imóveis edificados ao longo de sua extensão. |
| Vias e áreas de pedestres | Vias ou conjunto de vias destinadas à circulação prioritária de pedestres. |
| Viaduto | Obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior. |
5.2. Anexo II – Resolução Contran 160 de 22 de abril de 2004 e suas sucedâneas
1. Sinalização vertical
É um subsistema da sinalização viária cujo meio de comunicação está na posição vertical, normalmente em placa, fixado ao lado ou suspenso sobre a pista, transmitindo mensagens de caráter permanente e, eventualmente, variáveis, através de legendas e/ou símbolos pré-reconhecidos e legalmente instituídos.

Manual básico de segurança no trânsito
A sinalização vertical é classificada de acordo com sua função, compreendendo os seguintes tipos:
Sinalização de Regulamentação;
Sinalização de Advertência;
Sinalização de Indicação.
1.1 Sinalização de regulamentação
Tem por finalidade informar aos usuários as condições, proibições, obrigações ou restrições no uso das vias. Suas mensagens são imperativas e o desrespeito a elas constitui infração.
1.1.1 Formas e Cores
A forma padrão do sinal de regulamentação é a circular, e as cores são vermelha, preta e branca.
Características dos Sinais de Regulamentação:
| FORMA COR | |||
![]() | ![]() | fundo branca | |
| símbolo preta | |||
| tarja vermelha | |||
| orla vermelha | |||
| letras preta | |||
Constituem exceção, quanto à forma, os sinais
R-1 – Parada Obrigatória e R-2 – Dê a Preferência, com as características:
| SINAL COR | |||
| FORMA CÓDIGO | |||
![]() | R-1 | fundo vermelha | |
| orla interna | branca | ||
| orla externa | vermelha | ||
| letras | branca | ||
![]() | R-2 | fundo | branca |
| orla | vermelha | ||
1.1.2 Dimensões mínimas
Devem ser observadas as dimensões mínimas dos sinais, conforme o ambiente em que são implantados, considerando-se que o aumento no tamanho dos sinais implica em aumento nas dimensões de orlas, tarjas e símbolos.
a) Sinais de forma circular
| Via | Diâmetro mínimo (m) | Tarja mínima (m) | Orla mínima (m) |
| Urbana 0,40 0,040 0,040 | |||
| Rural (estrada) 0,50 0,050 0,050 | |||
| Rural (rodovia) 0,75 0,075 0,070 | |||
| Áreas protegidas por legislação especial * | 0,30 0,030 | 0,060 |
(*) relativa a patrimônio histórico, artístico, cultural, arquitetônico, arqueológico e natural
(*) relativa a patrimônio histórico, artístico, cultural, arquitetônico, arqueológico e natural
c) Sinal de forma triangular - R-2
| Via | Lado mínimo (m) | Orla mínima (m) |
| Urbana 0,75 0,10 | ||
| Rural (estrada) 0,75 0,10 | ||
| Rural (rodovia) 0,90 0,15 | ||
| Áreas protegidas por legislação especial * | 0,40 0,06 |
(*) relativa a patrimônio histórico, artístico, cultural, arquitetônico, arqueológico e natural
As informações complementares, cujas características são descritas no item 1.1.5, possuem a forma retangular.
1.1.3 Dimensões Recomendadas
a) Sinais de forma circular
| Via | Diâmetro (m) | Tarja (m) | Orla (m) |
| Urbana (trânsito rápido) | 0,75 | 0,075 | 0,075 |
| Urbana (demais vias) 0,50 | 0,050 | 0,050 | |
| Rural (estrada) | 0,75 | 0,075 | 0,075 |
| Rural (rodovia) | 1,00 | 0,100 | 0,100 |
1.1.4 Conjunto de Sinais de Regulamentação
| R-1Paradaobrigatória | R-2De aPreferência | R-3SentidoProibido | R-4aProibido Virar àEsquerda | R-4bProibido Virar àDireita | R-5aProibidoRetomar àEsquerda | R-5bProibidoRetomar àDireita |
| R-6aProibidoEstacionar | R-6bEstacionamentoRegulamentado | R-6cProibidoParar eEstacionar | R-7ProibidoUltrapassar | R-8aProibido mucarde taxa oupista de trânsito daesquerda para à direta | R-8bProibidomucar de taxa oupista de trânsito da direta para a esquerda | R-9Proibidotrânsitode caminhões |
| R-10Proibidotrânsitode veículos automotores | R-11Proibidotrânsitode veículos detração animal | R-12Proibidotrânsitode bicicletas | R-13Proibidotrânsitode tratores emaquinas decoras | R-14Peso BrutoTotalmáximopermitido | R-15Altura maximapermitida | R-16Larguramáxima permitida |
| R-17Peso máximopermitidopor eixo | R-18Comprimentomáximopermitido | R-19Velocidademáximapermitida | R-20Proibidacionatbuzina ou sinalsonoro | R-21Alfândega | R-22Uso corrigatóriodo corrichtos | R-23Conserve-sea direta |
| R-24a Sentido de circulação da via/pista | R-24b Passagem obrigatória | R-25a Vire à esquerda | R-25b Vire à direita | R-25c Siga em trente ou à esquerda | R-256 Siga em trente ou à direita | R-26 Siga em frente |
| R-27 Caminhões, ônibus e veículos de grande porte mantenham-se à direta | R-28 Duplo sentido de circulação | R-29 Probílico trânsito de pedestres | R-30 Pedestre, ande pela esquerda | R-31 Pedestre, ande pela direita | R-32 Circulação exclusiva de ônibus | R-33 Sentido de circulação na rotatória |
| R-34 Cirulação exclusiva de bicibletas | R-35a Ciclista, transite à esquerda | R-35b Ciclista, transite à direita | R-36a Ciclistas a esquerda, pedestres à direita | R-36o Ciclistas à direta, pedestres à esquerda | R-37 Probílico trânsito de motocicletas, motonetas e ciclomotores | R-38 Probílico trânsito de ônibus |
| R-39Circulação exclusiva de caminhão | R-40Trânsito proibido a carros de mão |

1.1.5. Informações Complementares
Sendo necessário acrescentar informações para complementar os sinais de regulamentação, como período de validade, características e uso do veículo, condições de estacionamento, além de outras, deve ser utilizada uma placa adicional ou incorporada à placa principal, formando um só conjunto, na forma retangular, com as mesmas cores do sinal de regulamentação.
Características das Informações Complementares
| Cores | |
| Fundo | Branca |
| Orla interna (opcional) | Vermelha |
| Orla externa | Branca |
| Tarja | Vermelha |
| Legenda | Preta |

Não se admite acrescentar informação complementar para os sinais R-1 - Parada Obrigatórla e R-2 - Dê a Preferência.
Nos casos em que houver símbolos, estes devem ter a forma e cores definidas em legislação específica.
Exemplos:

text_image
E INÍCIO ↑ E TÉRMINO ↓ E TÁXI E 2° a 5° 00 • 30 h 00 • 30 h Sábado 00 • 30 h
Manual básico de segurança no trânsito

text_image
ESTACIONAMENTO ROTATIVO Obrigatório em de cartão 01 horas - 1 cartão 02 horas - 2 cartões 2° ≧ 6° - 07 - 19h 36hados - 07 - 13h
text_image
E 2ª a 6ª 7 - 20h CARGA E DESCARGA PERMITIDA 2ª a 6ª 7 - 8h 18 - 20h






1.2 Sinalização de advertência
Tem por finalidade alertar os usuários da via para condições potencialmente perigosas, indicando sua natureza.
1.2.1 Formas e Cores
A forma padrão dos sinais de advertência é quadrada, devendo uma das diagonais ficar na posição vertical. À sinalização de advertência estão associadas as cores amarela e preta.
Características dos Sinais de Advertência:
| FORMA COR | ||
![]() | fundo amarela | |
| símbolo preta | ||
| orla interna preta | ||
| orla externa amarela | ||
| legenda preta | ||
Constituem exceções:
quanto à cor:
- o sinal A-24 – Obras, que possui fundo e orla externa na cor laranja;
- o sinal A-14 – Semáforo à Frente, que possui símbolo nas cores preta, vermelha, amarela e verde;
- todos os sinais que, quando utilizados na sinalização de obras, possuem fundo na cor laranja.

quanto à forma, os sinais:
A Sinalização Especial de Advertência e as Informações Complementares, cujas características são descritas nos itens 1.2.4 e 1.2.5, possuem a forma retangular.
1.2.2 Dimensões Mínimas
Devem ser observadas as dimensões mínimas dos sinais, conforme a via em que são implantados, considerando-se que o aumento no tamanho dos sinais implica em aumento nas dimensões de orlas e símbolos.
a) Sinais de forma quadrada
| Via | Lado mínimo (m) | Orla externa mínima (m) | Orla interna mínima (m) |
| Urbana 0,45 0,010 0,020 | |||
| Rural (estrada) 0,50 0,010 0,020 | |||
| Rural (rodovia) 0,60 0,010 0,020 | |||
| Áreas protegidas por legislação especial * | 0,30 0,006 | 0,012 |
(*) relativa a patrimônio histórico, artístico, cultural, arquitetônico, arqueológico e natural
Obs.: Nos casos de placas de advertência desenhadas numa placa adicional, o lado mínimo pode ser de 0,300 m.

Manual básico de segurança no trânsito
a) Sinais de forma retangular
| Via | Lado maior mínimo (m) | Lado menor mínimo (m) | Orla externa mínima (m) | Orla interna mínima (m) |
| Urbana 0,50 0,25 0,010 0,020 | ||||
| Rural (estrada) 0,80 0,40 0,010 0,020 | ||||
| Rural (rodovia) 1,00 0,50 0,010 0,020 | ||||
| Áreas protegidas por legislação especial * | 0,40 0,20 0,006 0,012 | |||
(*) relativa a patrimônio histórico, artístico, cultural, arquitetônico, arqueológico e natural
| Parâmetro Variação | |
| Relação de dimensões de largura e comprimento dos braços | de 1:6 a 1:10 |
| Ângulos menores formados entre os dois braços | entre 45° e 55° |
1.2.3 Conjunto de Sinais de Advertência
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | a | a | a esqueria] |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
| Bifuraçao calloquá a | En compaiono obliquo a | En compaiono obliquo | contrarias | subessivas | interseçao | Confluencia |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | de rada | de ta |

![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
1.2.4 Sinalização especial de advertência
Estes sinais são empregados nas situações em que não é possível a utilização dos sinais apresentados no item 1.2.3.
O formato adotado é retangular, de tamanho variável em função das informações nelas contidas, e suas cores são amarela e preta.
Características da Sinalização Especial de Advertência
| Cores | |
| Fundo Amarela | |
| Símbolo Preta | |
| Orla interna Preta | |
| Orla externa Amarela | |
| Tarja Preta | |
| Legenda Preta |
Na sinalização de obras, o fundo e a orla externa devem ser na cor laranja.

Manual básico de segurança no trânsito
Exemplos:
a) Sinalização especial para faixas ou pistas exclusivas de ônibus




b) Sinalização especial para pedestres

Pedestre: veículos nos dois sentidos

Pedestre: bicicleta nos dois sentidos
c) Sinalização especial de advertência somente para rodovias, estradas, e vias de trânsito rápido

text_image
100 40 A 500 m
text_image
6.0m 4.0m A 1 km1.2.5 Informações Complementares
Havendo necessidade de fornecer informações complementares aos sinais de advertência, estas devem ser inscritas em placa adicional ou incorporada à placa principal formando um só conjunto, na forma retangular, admitida a exceção para a placa adicional contendo o número de linhas férreas que cruzam a pista.
As cores da placa adicional devem ser as mesmas dos sinais de advertência.
Características das Informações Complementares
| Cores |
| Fundo Amarela |
| Orla interna Preta |
| Orla externa Amarela |
| Tarja Preta |
| Legenda Preta |
Exemplos: 1.3 Sinalização de indicação

text_image
A 300 m PRÓXIMA QUADRA ÚLTIMA SAÍDA ÚLTIMA SAÍDA PRÓXIMOS 300 m ÚLTIMA SAÍDA A 50 m ÚLTIMA SAÍDA A 200 m número de listas líneas LOMBADA 4,0 m Utilize Desvio FAIXA ADICIONAL A 500 mTem por finalidade identificar as vias e os locais de interesse, bem como orientar condutores de veículos quanto aos percursos, os destinos, as distâncias e os serviços auxiliares, podendo também ter como função a educação do usuário. Suas mensagens possuem caráter informativo ou educativo.
As placas de indicação estão divididas nos seguintes grupos:
1.3.1 Placas de identificação
Posicionam o condutor ao longo do seu deslocamento, ou com relação a distâncias ou ainda aos locais de destino.
a) Placas de identificação de rodovias e estradas
Características das placas de identificação de rodovias e estradas pan-americanas.
| FORMA COR | Dimensões mínimas (m) | |||
| fundo | branca altura 0,45 | |||
| orla interna | preta chanfro inclinado 0,14 | |||
| orla externa | branca largura superior 0,44 | |||
| legenda | preta largura inferior 0,41 | |||
| orla interna | 0,02 | |||
| orla externa | 0,01 | |||

Manual básico de segurança no trânsito
Características das placas de identificação de rodovias e estradas federais
| FORMA COR | Dimensões mínimas (m) | |||
| fundo | branca largura 0,45 | |||
| orla interna | preta altura 0,45 | |||
| orla externa | branca orla interna 0,02 | |||
| tarja | preta orla externa 0,01 | |||
| legendas | preta tarja 0,02 | |||
Características das placas de identificação de rodovias e estradas estaduais
| FORMA COR | Dimensões mínimas (m) | |||
| fundo | branca largura 0,51 | |||
| orla interna | preta altura 0,45 | |||
| orla externa | branca orla interna 0,02 | |||
| legendas | preta orla externa 0,01 | |||
b) Placas de identificação de municípios
Características das placas de identificação de municípios
| FORMA COR | Dimensões mínimas (m) | |||
| GOIÂNIAFLORIANÓPOLIS | fundo | azul altura das letras | 0,20* | |
| orla interna | branca orla interna 0,02 | |||
| orla externa | azul orla externa 0,01 | |||
| legendas | branca | |||
(*) áreas protegidas por legislação especial (patrimônio histórico, arquitetônico, etc.) podem apresentar altura de letra inferior, desde que atenda aos critérios de legibilidade
c) Placas de identificação de regiões de interesse de tráfego e logradouros
A parte de cima da placa deve indicar o bairro ou avenida/rua da cidade. A parte de baixo, a região ou zona em que o bairro ou avenida/rua estiver situado. Esta parte da placa é opcional.
Características das placas de identificação de regiões de interesse de tráfego e logradouros
| FORMA COR | Dimensões mínimas (m) | |||
| Retangular | fundo | azul altura | das letras 0,10 | |
| orla interna | branca | orla interna 0,02 | ||
| orla externa | azul | orla externa 0,01 | ||
| tarja | branca | tarja | 0,02 | |
| legendas | branca | |||
Exemplos:



Getúlio Vargas
Av. Navegantes
d) Placas de identificação nominal de pontes, viadutos, túneis e passarelas
Características das placas de identificação nominal de pontes, viadutos, túneis e passarelas
| FORMA COR | Dimensões mínimas (m) | |||
| Retangular, com lado maior na horizontal | fundo | azul altura | das letras 0,10 | |
| orla interna | branca orla | interna 0,02 | ||
| orla externa | azul orla externa | 0,01 | ||
| tarja | branca tarja | 0,02 | ||
| legendas | branca | |||
Exemplos:

text_image
Ponte Cidade Jardim Zona Sul
text_image
Ponte sobre Rio São Francisco Extensão 450 me) Placas de identificação quilométrica
Características das placas de identificação quilométrica
| FORMA COR | Dimensões mínimas (m) | |||
![]() | fundo | azul altura | das letras 0,150 | |
| orla interna | branca | altura das letras (ponto cardeal) | 0,125 | |
| orla externa | azul | altura do algarismo | 0,150 | |
| tarja | branca orla interna | 0,020 | ||
| legendas | branca orla externa | 0,010 | ||
| tarja* | 0,010 | |||
(*) quando separar a informação adicional do ponto cardeal
Na utilização em vias urbanas as dimensões devem ser determinadas em função do local e do objetivo da sinalização.

Manual básico de segurança no trânsito
f) Placas de identificação de limite de municípios, divisa de estados, fronteira, perímetro urbano
Características das placas de identificação de limite de municípios, divisa de estados, fronteira, perímetro urbano
| FORMA COR | Dimensões mínimas (m) | |||
| Retangular, com lado maior na horizontal | fundo | azul altura das letras 0,12 | ||
| orla interna | branca orla interna 0,02 | |||
| orla externa | azul orla externa 0,01 | |||
| tarja | branca tarja 0,02 | |||
| legendas | branca | |||
Exemplos:

flowchart
graph TD
A["LIMITE DE MUNICÍPIOS"] --> B["Recife"]
B --> C["Jaboatão"]
D["FRONTEIRA"] --> E["Brasil"]
E --> F["Argentina"]
G["PERÍMETRO URBANO"] --> H["Pindamonhangaba"]
I["DIVISA DE ESTADOS"] --> J["Minas Gerais"]
J --> K["Espírito Santo"]
f) Placas de pedágio
Características das placas de pedágio
| FORMA COR | Dimensões mínimas (m) | |||
| Retangular, com lado maior na horizontal | fundo | azul altura das letras 0,20 | ||
| orla interna | branca orla interna 0,02 | |||
| orla externa | azul orla externa 0,01 | |||
| tarja | branca tarja 0,01 | |||
| legendas | branca | |||
| seta | branca | |||
Exemplos:

text_image
PEDÁGIO 1 km AUTOMÓVEL UTILITÁRIO ↓ PEDÁGIO 1 km ÔNIBUS CAMINHÃO ↓ PEDÁGIO 1 km PASSAGEM LIVRE1.3.2 Placas de orientação de destino
Indicam ao condutor a direção que o mesmo deve seguir para atingir determinados lugares, orientando seu percurso e/ou distâncias.
a) Placas indicativas de sentido (direção)
(*) áreas protegidas por legislação especial (patrimônio histórico, arquitetônico, etc.) podem apresentar altura de letra inferior, desde que atenda aos critérios de legibilidade
Exemplos:

flowchart
graph TD
A["CEAGESP"] --> B["Inst. Butantã"]
C["Zona Leste"] --> D["Dutra"]
E["São Luiz"] --> F["Terezina"]
G["Dutra Fernão Dias"] --> H["Outward Arrow"]
I["Zona Norte"] --> J["Barra"]
K["R. Vermelho"] --> L["Zona Oeste"]
M["Centro Zona Norte"] --> N["Outward Arrow"]
O["RETORNO"] --> P["Outward Arrow"]

Manual básico de segurança no trânsito
b) Placas indicativas de distância
Características das placas indicativas de distância
| FORMA | Mensagens de localidades | Mensagens de nomes de rodovias/estradas ou associadas aos seus símbolos | ||
| Cor | Cor | |||
| Retangular, com lado maior na horizontal | fundo | verde fundo azul | ||
| orla interna | branca orla interna branca | |||
| orla externa | verde orla externa azul | |||
| tarja | branca tara branca | |||
| legendas | branca legendas branca | |||
| setas | branca setas branca | |||
| símbolos – de acordo com a rodovia/estrada | ||||
| Dimensões mínimas (m) | ||
| Altura das letras | VIA URBANA | 0,125* |
| VIA RURAL | 0,150* | |
| orla interna | 0,020 | |
| orla externa | 0,010 | |
| Tarja | 0,010 | |
(*) áreas protegidas por legislação especial (patrimônio histórico, arquitetônico, etc.) podem apresentar altura de letra inferior, desde que atenda aos critérios de legibilidade
Exemplos:

other
| Team | Distance (km) | | :--- | :--- | | Vitória | 80 | | Guarapari | 125 | | Brasília | 79 | | Dutra | 10 | | S. J. dos Campos | 16 | | Caraguatatuba | 85 | | Campos do Jordão | 95 |
c) Placas diagramadas
Características das placas diagramadas
| FORMA | Mensagens de localidades | Mensagens de nomes de rodovias/estradas ou associadas aos seus símbolos | |||
| Cor | Cor | ||||
![]() | ![]() | fundo | verde fundo azul | ||
| orla interna | branca orla interna branca | ||||
| orla externa | verde orla externa azul | ||||
| tarja | branca tarja branca | ||||
| legendas | branca legendas branca | ||||
| Retangular, com lado maior na vertical | setas | branca setas branca | |||
| símbolos – | de acordo com a rodovia/estrada | ||||
| Dimensões mínimas (m) | |
| Altura das letras | VIA URBANA 0,125* |
| VIA RURAL 0,150* | |
| orla interna | 0,020 |
| orla externa | 0,010 |
| tarja | 0,010 |
(*) áreas protegidas por legislação especial (patrimônio histórico, arquitetônico, etc.) podem apresentar altura de letra inferior, desde que atenda aos critérios de legibilidade
Exemplos:

text_image
Dutra Zona Norte Centro Rio de Janeiro Jacareí Sta. Branca Salesópolis A 500 m Jd. Flamboyant Sousas Av. Anchieta Prefeitura1.3.3 Placas educativas
Têm a função de educar os usuários da via quanto ao seu comportamento adequado e seguro no trânsito. Podem conter mensagens que reforcem normas gerais de circulação e conduta.

Manual básico de
segurança no trânsito
Características das placas educativas
| Forma | Cor | Dimensões mínimas (m) | |||
| Retangular,com lado maior nahorizontal | fundo | branca | Altura da letra(placa para condutores) | VIA URBANA | 0,125* |
| orla interna | preta | VIA RURAL | 0,150* | ||
| orla externa | branca | Altura da letra(placa para condutores) | 0,050 | ||
| tarja | preta | orla interna | 0,020 | ||
| legendas | preta | orla externa | 0,010 | ||
| pictograma | preta | tarja | 0,010 | ||
| pictograma | 0,200 x 0,200 | ||||
(*) áreas protegidas por legislação especial (patrimônio histórico, arquitetônico, etc.) podem apresentar altura de letra inferior, desde que atenda aos critérios de legibilidade.
Exemplos:
![]() | [N T C] | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | n | [ZZZ3W] | ![]() | [Ustive Passagem Subterrânea |
1.3.4 Placas de Serviços Auxiliares
Indicam aos usuários da via os locais onde os mesmos podem dispor dos serviços indicados, orientando sua direção ou identificando estes serviços.
Quando num mesmo local encontra-se mais de um tipo de serviço, os respectivos símbolos podem ser agrupados numa única placa.
a) Placas para condutores
Características das placas de serviços auxiliares para condutores
| Forma | Cor | Dimensões mínimas (m) | ||||
![]() | fundo | azul | Quadro interno | VIA URBANA | 0,20 x 0,20 | |
| quadro interno | branca | VIA RURAL | 0,40 x 0,40 | |||
| seta | branca | |||||
| Placa retangular; quadro interno quadrado | legenda | branca | ||||
| pictograma | fundo | branca | ||||
| figura | preta* | |||||
(*) Constitui exceção a placa indicativa de “Pronto Socorro” onde o Símbolo deve ser vermelho.
Exemplos de pictogramas
![]() |
Exemplos:

text_image
A 500 m 1 km Hosp. S. Kubitschek →b) Placas para pedestres
Características das placas de serviços auxiliares para pedestres
| Forma Cor | Dimensões mínimas (m) | ||||
Retangular, lado maior na horizontal | fundo | azul | altura das letras | 0,05 | |
| orla interna | branca | orla interna | 0,02 | ||
| orla externa | azul | orla externa | 0,01 | ||
| tarja | branca | tarja | 0,01 | ||
| setas | branca | pictograma | 0,20 x 0,20 | ||
| legenda | branca | ||||
| pictograma | fundo | branca | |||
| figura | preta | ||||
Exemplos:
![]() | Travessia de Pedestres | → |
![]() | ![]() | |

Manual básico de segurança no trânsito
Indicam aos usuários da via os locais onde os mesmos podem dispor dos atrativos turísticos existentes, orientando sobre sua direção ou identificando estes pontos de interesse.
Exemplos de Pictogramas:
| TNA-01 Praia | TNA-02 Cachoeiras e Quedas d'água | TNA-03 Patrimônio Natural | TNA-04 Estância Hidromineral |
| TAD-1Aeroclube | TAD-2Marina | TAD-3Área para EsporNáuticos |
Área de recreação
| TAR-01Área de Descanso | TAR-02Barco de Passeio | TAR-03Parque |
Atrativos históricos e culturais
| THC-01Templo | THC-02Arquitetura Histórica | THC-03Museu | THC-04Espaço Cultural |
Atrativos históricos e culturais
![]() | ||||
| TIT-01Festaspopulares | TIT-02Teatro | TIT-03Convenções | TIT-04Artesanato | TIT-05Zoológico |
![]() | ||||
| TIT-06Planetário | TIT-07Feira Típica | TIT-08ExposiçãoAgropecuária | TIT-09Rodeio | TIT-10Pavilhão deFeirase Exposições |

a) Placas de identificação de atrativo turístico
Características das placas de identificação de atrativo turístico
| FORMA COR | Dimensões mínimas (m) | ||||
![]() | fundo | marrom | altura das letras | 0,10 | |
| orla interna | branca orla interna | 0,02 | |||
| orla externa | marrom orla externa | 0,01 | |||
| Retangular | pictograma | tarja | branca pictograma | 0,40 x 0,40 | |
| legendas | preta | ||||
Exemplos:

text_image
Praia de Pajuçara
text_image
Pq. Nacional de Itatiaia(*) áreas protegidas por legislação especial (patrimônio histórico, arquitetônico, etc.) podem apresentar altura de letra inferior, desde que atenda aos critérios de legibilidade.

Manual básico de segurança no trânsito
Exemplo:

text_image
Mus. da Inconfidência Igr. N. Sra. do Carmo Museu do Oratórioc) Placas indicativas de distância de atrativos turísticos
Características
| Forma Cor | |||
| Retangular | fundo marrom | ||
| orla interna branca | |||
| orla externa marrom | |||
| tarja branca | |||
| setas branca | |||
| pictograma | fundo branca | ||
| figura | preta | ||
| Dimensões mínimas (m) | ||
| altura da letra(placa para condutores) | VIA URBANA 0,125* | |
| VIA RURAL 0,150* | ||
| altura da letra (placa para pedestres) 0,050 | ||
| orla interna 0,020 | ||
| orla externa 0,010 | ||
| pictograma 0,200 x 0,200 | ||
(*) áreas protegidas por legislação especial (patrimônio histórico, arquitetônico, etc.) podem apresentar altura de letra inferior, desde que atenda aos critérios de legibilidade
Exemplos:

text_image
Palácio Boa Vista 6 km Museu Felícia Leirner 9 km
text_image
Taperapuã 2 km Rio dos Mangues 4 km Ponta Grande 6 km2. Sinalização horizontal
É um subsistema da sinalização viária que se utiliza de linhas, marcações, símbolos e legendas, pintados ou apostos sobre o pavimento das vias.
Tem como função organizar o fluxo de veículos e pedestres; controlar e orientar os deslocamentos em situações com problemas de geometria, topografia ou frente a obstáculos; complementar os sinais verticais de regulamentação, advertência ou indicação. Em casos específicos, tem poder de regulamentação.
2.1 Características
A sinalização horizontal mantém alguns padrões cuja mescla e a forma de coloração na via definem os diversos tipos de sinais.
2.1.1 Padrão de traçado
Seu padrão de traçado pode ser:
Contínuo: são linhas sem interrupção pelo trecho da via onde estão demarcando; podem estar longitudinalmente ou transversalmente apostas à via.
Tracejado ou seccionado: são linhas interrompidas, com espaçamentos respectivamente de extensão igual ou maior que o traço.
Símbolos e legendas: são informações escritas ou desenhadas no pavimento, indicando uma situação ou complementando sinalização vertical existente.
2.1.2 Cores
A sinalização horizontal se apresenta em cinco cores:
Amarela: utilizada na regulação de fluxos de sentidos opostos; na delimitação de espaços proibidos para estacionamento e/ou parada e na marcação de obstáculos.
Vermelha: utilizada para proporcionar contraste, quando necessário, entre a marca viária e o pavimento das ciclo-faixas e/ou ciclovias, na parte interna destas, associada à linha de bordo branca ou de linha de divisão de fluxo de mesmo sentido e nos símbolos de hospitais e farmácias (cruz).
Branca: utilizada na regulação de fluxos de mesmo sentido; na delimitação de trechos de vias, destinados ao estacionamento regulamentado de veículos em condições especiais; na marcação de faixas de travessias de pedestres, símbolos e legendas.
Azul: utilizada nas pinturas de símbolos de pessoas portadoras de deficiência física, em áreas especiais de estacionamento ou de parada para embarque e desembarque.
Preta: utilizada para proporcionar contraste entre o pavimento e a pintura.

Manual básico de segurança no trânsito
Para identificação da cor, neste documento, é adotada a seguinte convenção:

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Cor amarela Cor branca Sentido de circulação2.2 Classificação
A sinalização horizontal é classificada em:
marcas longitudinais;
marcas transversais;
marcas de canalização;
marcas de delimitação e controle de estacionamento e/ou parada;
inscrições no pavimento.
2.2.1 Marcas longitudinais
Separam e ordenam as correntes de tráfego, definindo a parte da pista destinada normalmente à circulação de veículos, a sua divisão em faixas, a separação de fluxos opostos, faixas de uso exclusivo de um tipo de veículo, reversíveis, além de estabelecer as regras de ultrapassagem e transposição.
De acordo com a sua função, as marcas longitudinais são subdivididas nos seguintes tipos:
a) Linhas de divisão de fluxos opostos
Separam os movimentos veiculares de sentidos contrários e regulamentam a ultrapassagem e os deslocamentos laterais, exceto para acesso a imóvel lindeiro.

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Simples Continua Simples Seccionada Dupla Continua Dupla Continua/Seccionada Dupla Seccionada| Largura das linhas: mínima 0,10 m máxima 0,15 m | Distância entre mínima 0,10 m as linhas: máxima 0,15 m |
| Relação entre A e B: mínima 1:2 máxima 1:3 | Cor: amarela |
Exemplos de aplicação:

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Ultrapassagem permitida para os dois sentidos Ultrapassagem permitida somente no sentido B Ultrapassagem proibida para os dois sentidos Ultrapassagem proibida para os dois sentidosb) Linhas de divisão de fluxo de mesmo sentido
Separam os movimentos veiculares de mesmo sentido e regulamentam a ultrapassagem e a transposição.

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CONTÍNUA SECCIONADA Largura da linha: mínima 0,10 m máxima 0,20 m Demarcação de faixa exclusiva mínima 0,20 m no fluxo Largura da linha: máxima 0,30 m Relação entre A e B: mínima 1:2 máxima 1:3 Cor: brancaExemplos de aplicação:

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• Proibida a ultrapassagem e a transposição de faixa entre A-B-C • P ermitida a ultrapassagem e a transposição de faixa entre D-E-Fc) Linhas de bordo
Delimita a parte da pista destinada ao deslocamento de veículos.

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CONTÍNUA Largura da linha: mínima 0,10 m máxima 0,30 m Cor: branca
Manual básico de
segurança no trânsito
Exemplos de aplicação: Exemplos de aplicação:

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Pista dupla canteiro central Pista única com duplo sentido de circulaçãod) Linha de continuidade
Proporciona continuidade a outras marcações longitudinais, quando há quebra no seu alinhamento visual.

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TRACEJADA AMARELA TRACEJADA BRANCA Largura da linha: a mesma da linha à qual dá continuidade Relação entre A e B: 1:1 Cor: branca, quando dá continuidade a linhas brancas; amarela, quando dá continuidade a linhas amarelas.
Ordenam os deslocamentos frontais dos veículos e os harmonizam com os deslocamentos de outros veículos e dos pedestres, assim como informam os condutores sobre a necessidade de reduzir a velocidade e indicam travessia de pedestres e posições de parada.

Manual básico de segurança no trânsito
Em casos específicos têm poder de regulamentação.
De acordo com a sua função, as marcas transversais são subdivididas nos seguintes tipos:
a) Linha de retenção
Indica ao condutor o local limite em que deve parar o veículo.

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Simple horizontal white line on a dark gray background (no text or symbols)Largura da linha: mínima 0,30 m
máxima 0,60 m
Cor: branca
Exemplos de aplicação:

b) Linhas de estímulo de redução de velocidade
Conjunto de linhas paralelas que, pelo efeito visual, induzem o condutor a reduzir a velocidade do veículo.

Exemplos de aplicação:

c) Linha de "Dê a preferência"
Indica ao condutor o local limite em que deve parar o veículo, quando necessário, em locais sinalizados com a placa R-2.

Exemplos de aplicação:

d) Faixas de travessia de pedestre
Regulamentam o local de travessia de pedestres.

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Tipo ZEBRADA Tipo PARALELA Largura da linha A: mínima 0,30 m máxima 0,40 m Distância entre as linhas B: mínima 0,30 m máxima 0,80 m Largura da faixa C: mínima 3,00 m recomendada 4,00 m Largura da linha D: mínima 0,40 m máxima 0,60 m Largura da faixa E: mínima 3,00 m recomendada 4,00 m Cor: brancaExemplo de aplicação:

e) Marcação de cruzamentos rodocicloviários
Regulamenta o local de travessia de ciclistas.

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Cruzamento em ângulo reto Cruzamento obliquoLado do quadrado ou losango: mínima 0,40 m | Relação: A = B = C | Cor: branca
Exemplos de aplicação:

f) Marcação de Área de Conflito
Assinala aos condutores a área da pista em que não devem parar e estacionar os veículos, prejudicando a circulação.

Largura da linha de borda externa - A : mínima 0,15 m Clor: branca
Largura da linha de borda externa - B: mínima 0,11 m
Espaçamento entre os eixos das linhas internas - C: mínima 1,00 m
g) Marcação de Área de Cruzamento com Faixa Exclusiva Indica ao condutor a existência de faixa(s) exclusiva(s).

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BRANCO : fluxo AMARELO: contrafluxo Lado do quadrado: mínima 1,0 m Cor: AMARELA - para faixas exdusivas no contrafluxo BRANCA - para faixas exclusivas no fluxoExemplos de aplicação:

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caçada caçadaManual básico de
segurança no trânsito

Exemplo de aplicação:

2.2.3 Marcas de canalização
Orientam os fluxos de tráfego em uma via, direcionando a circulação de veículos.
Regulamentam as áreas de pavimento não utilizáveis.
Devem ser na cor branca quando direcionam fluxos de mesmo sentido e na proteção de estacionamento e na cor amarela quando direcionam fluxos de sentidos opostos.


Manual básico de
segurança no trânsito
| Dimensões Circulação | Áres de proteção de estacionamento | |
| Largura da linha lateral A mín | ma 0,10 m mínima 0,10 m | |
| Largura da linha lateral B mín | ma 0,30 m mínima 0,10 m | |
| máxima 0,50 m máxima 0,40 m | ||
| Largura da linha lateral C mín | ma 1,10 m mínima 0,30 m | |
| máxima 3,50 m máxima 0,60 m | ||
Exemplos de aplicação:
| Ordenação de movimentos em trevos com alças e faixas de aceleração/ desaceleração | ![]() |
| Ordenação de movimento em retornos com faixa adicional para o movimento | ![]() |
| Ilhas de canalização e refúgio pa a pedestresr | ![]() |
| Cantero central formado com marcas de canalização e conversão à esquerda | ![]() |
Manual básico de
segurança no trânsito

Marca de alternância do
movimento de faixas
por sentido

Ilhas de canalização
envolvendo obstáculos
na pista

Acomodação de início de
cantero central

Proteção de área de estacionamento

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salipad salipad
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colgada → → colgada
Manual básico de segurança no trânsito
2.2.4 Marcas de delimitação e controle de estacionamento e/ou parada
Delimitam e propiciam melhor controle das áreas onde é proibido ou regulamentado o estacionamento e a parada de veículos, quando associadas à sinalização vertical de regulamentação. Em casos específicos, têm poder de regulamentação. De acordo com sua função, as marcas de delimitação e controle de estacionamento e parada são subdivididas nos seguintes tipos:
a) Linha de Indicação de Proibição de Estacionamento e/ou Parada
Delimita a extensão da pista ao longo da qual se aplica a proibição de estacionamento ou de parada e estacionamento estabelecida pela sinalização vertical correspondente.

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guia calçadaExemplo de aplicação:

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calçada → → → calçadaDelimita a extensão da pista destinada à operação exclusiva de parada. Deve sempre estar associada ao sinal de regulamentação correspondente.
É opcional o uso destas sinalizações quando utilizadas junto ao marco do ponto de parada de transporte coletivo.

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gula → calçada calçada calçada calçadaLargura da linha: mínima 0,10 m | Cor: amarela máxima 0,20 m
Exemplo de aplicação:
Marca delimitadora para parada de ônibus em faixa de trânsito

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calçada CALGADA calçada
Manual básico de segurança no trânsito
Marca delimitadora para parada de ônibus em faixa de estacionamento

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colgada colgadaMarca delimitadora para parada de ônibus feita em reentrância da calçada

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calçada → → calçadaMarca delimitadora para parada de ônibus em faixa de trânsito com avanço de calçada na faixa de estacionamento

Marca delimitadora para parada de ônibus com supressão de parte da marcação

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caliganda denino caliganda caliganda denino caligandaDelimita o trecho de pista no qual é permitido o estacionamento estabelecido pelas normas gerais de circulação e conduta ou pelo sinal R-6b.
• Paralelo ao meio-fio:
Linha simples contínua ou tracejada

Largura da linha: mínima 0,10 m
máxima 0,20 m
Relação: 1:1 Cor: branca
- Em ângulo:
Linha contínua

Dimensões: A = mínima 0,10 m
máxima 0,20 m
B = largura efetiva da vaga
C = comprimento da vaga
B e C, estabelecidas em função das dimensões dos veículos a utilizar as vagas.

Manual básico de
segurança no trânsito
Exemplos de aplicação:

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Estacionamento paralelo ao meio-fio calçada guin optional calçada não CARBA E DESCARGA ← calçada Marca COM delimitação da vaga calçada → → calçada Marca SEM delimitação da vaga calçada → → calçadaEstacionamento em ângulo

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garjeta Tumour the corridor calçada sula calçada → → calçadaEstacionamento em
áreas isoladas

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calçada2.2.5 Inscrições no pavimento
Melhoram a percepção do condutor quanto às condições de operação da via, permitindo-lhe tomar a decisão adequada, no tempo apropriado, para as situações que se lhe apresentarem. São subdivididas nos seguintes tipos:
a) Setas direcionais
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
| SIGA EM FRENTE | VIRE À ESQUERDA | VIRE À DIREITA | SIGA EM FRENTE OU VIRE À ESQUERDA | SIGA EM FRENTE OU VIRE À DIREITA | RETORNO À ESQUERDA | RETORNO À DIREITA |
Comprimento da seta:
Fluxo veicular: mínimo 5,00 m
máximo 7,50 m
Fluxo pedestre (somente seta "Siga em Frente" de mínima 2,00 m com parte da haste suprimida): máxima 4,00 m
Cor: branca
Indicativo de mudança obrigatória de faixa

Indicativo de movimento curva (uso em situação de curva acentuada)

Comprimento da seta: minimo 5,00 m | máximo 7,50 m
Comprimento da seta: mínimo 4,50 m
Cor: branca

Manual básico de segurança no trânsito
Exemplos de aplicação:

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acostamento acostamento
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calcuta calcuta
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calipada calipada
segurança no trânsito

b) Símbolos
Indicam e alertam o condutor sobre situações específicas na via.
| Dê a preferência:Indicativo de interseção com a via que tem preferência | ![]() | Cruz de Santo André Indicativo de cruzamento rodoferroviário | ![]() | Bicicleta:Indicativo de via, pista ou faixa de trânsito de uso de ciclistas | ![]() |
| Comprimento A: mínimo 3,60 m | máximo 6,00 m | Comprimento A: 6,00 m | ||||
Indica c ![]() | ![]() | Indicativo de local de estacionamento de veículos que transportam ou sejam por pessoasconduzidos portadoras de deficiências físicas | ![]() |
| Diâmetro mínimo 1,20 m Lado mínimo 1,20 m | |||
| Cores: conforme indicadas | |||
Exemplos de aplicação:
| Cruzamento rodoferroviário | ![]() |
| Cruzamento com via preferencial | ![]() |

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b) Legendas
Advertem acerca de condições particulares de operação da via e complementam os sinais de regulamentação e advertência.

bar
| Component | Dimension (m) | | --------- | ------------- | | Labs base | 0.8 | | Para legenda transversal ao fluxo veicular | 1.60 | | Para legenda longitudinal ao fluxo veicular | 0.25 | | Cor: branca | 4.9 |Exemplos de aplicação:

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PARE DEVAGAR ← OLHE → km/h ONIBUS ESCOLA CARGA E DESCARGA 80 km/h ou 803. Dispositivos auxiliares
Dispositivos Auxiliares são elementos aplicados ao pavimento da via, junto a ela, ou nos obstáculos próximos, de forma a tornar mais eficiente e segura a operação da via. São constituídos de materiais, formas e cores diversos, dotados ou não de refletividade, com as funções de:
- incrementar a percepção da sinalização, do alinhamento da via ou de obstáculos à circulação;
- reduzir a velocidade praticada;
- oferecer proteção aos usuários;
- alertar os condutores quanto a situações de perigo potencial ou que requeiram maior atenção.
Os Dispositivos Auxiliares são agrupados, de acordo com suas funções, em:
Dispositivos delimitadores;
Dispositivos de canalização;
Dispositivos de sinalização de alerta;
Alterações nas características do pavimento;
Dispositivos de proteção contínua;
Dispositivos luminosos;
Dispositivos de proteção a áreas de pedestres e/ou ciclistas;
Dispositivos de uso temporário.
3.1 Dispositivos delimitadores
São elementos utilizados para melhorar a percepção do condutor quanto aos limites do espaço destinado ao rolamento e a sua separação em faixas de circulação. São apostos em série no pavimento ou em suportes, reforçando marcas viárias, ou ao longo das áreas adjacentes a elas.
Podem ser mono ou bidirecionais em função de possuírem uma ou duas unidades refletivas. O tipo e a(s) cor(es) das faces refletivas são definidos em função dos sentidos de circulação na via, considerando como referencial um dos sentidos de circulação, ou seja, a face voltada para este sentido.
unidades refletivas mono ou bidirecionais, afixadas em suporte.

Cor do elemento refletivo:
BRANCA – para ordenar fluxos de mesmo sentido;
AMARELA – para ordenar fluxos de sentidos opostos:
VERMELHA – em vias rurais, de pista simples, duplo sentido de circulação, podem ser utilizadas unidades refletivas na cor vermelha, junto ao bordo da pista ou acostamento do sentido oposto.

Manual básico de segurança no trânsito
Balizadores de pontes, viadutos, túneis, barreiras e defensas:
unidades refletivas afixadas ao longo do guarda-corpo e/ou mureta de obras de arte, de barreiras e defensas.

BRANCA – para ordenar fluxos de mesmo sentido;
AMARELA – para ordenar fluxos de sentidos opostos;
VERMELHA – em vias rurais, de pista simples, duplo sentido de circulação, podem ser utilizadas unidades refletivas na cor vermelha, afixados no guarda-corpo ou mureta de obras de arte, barreiras e defensas do sentido oposto.
Tachas:
elementos contendo unidades refletivas, aplicados diretamente no pavimento.

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Planta elemento relativo VistaCor do corpo: BRANCA ou AMARELA, de acordo com a marca viária que complementa.
Cor do elemento refletivo:
BRANC A – para ordenar fluxos de mesmo sentido;
AMARELA – para ordenar fluxos de sentidos opostos;
VERMELHA – em rodovias, de pista simples, duplo sentido de circulação, podem ser utilizadas unidades refletivas na cor vermelha, junto à linha de bordo do sentido oposto.
Especificação mínima: Norma ABNT.
Exemplos de aplicação:

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vermelho branco acostamento amarelo acostamento branco vermelhoTachões:
elementos contendo unidades refletivas, aplicados diretamente no pavimento.

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Planta elemento relativo VistaCor do corpo: AMARELA
Cor do elemento refletivo:
BRANCA – para ordenar fluxos de mesmo sentido;
AMARELA – para ordenar fluxos de sentidos opostos;
VERMELHA – em rodovias, de pista simples, duplo sentido de circulação, podem ser utilizadas unidades refletivas na cor vermelha, junto à linha de bordo do sentido oposto.
Especificação mínima: Norma ABNT.
Manual básico de
segurança no trânsito

Cilindros
delimitadores

Cor do corpo: PRETA
Cor do material refletivo: AMARELA
Exemplos de aplicação:

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calçada → → →3.2 Dispositivos de canalização
Os dispositivos de canalização são apostos em série sobre a superfície pavimentada.
Tipos de Dispositivos de Canalização:
Prismas:
têm a função de substituir a guia da calçada (meio-fio) quando não for possível sua construção imediata.

têm a função de segregar pistas para uso exclusivo de determinado tipo de veículo ou pedestres.

3.3 Dispositivos de sinalização de alerta
São elementos que têm a função de melhorar a percepção do condutor quanto aos obstáculos e situações geradoras de perigo potencial à sua circulação, que estejam na via ou adjacentes à mesma, ou quanto a mudanças bruscas no alinhamento horizontal da via.
Possuem as cores amarela e preta quando sinalizam situações permanentes e adquirem cores laranja e branca quando sinalizam situações temporárias, como obras.

Manual básico de segurança no trânsito
Tipos de Dispositivos de Sinalização de Alerta:
| unidades refletivas apostas no próprio obstáculo, destinadas a alertar o condutor quanto à existência de obstáculo disposto na via ou adjacente a ela. |

Obstáculos com passagem por ambos os lados


Obetáculos com passagem só pela esquerda

Utilizado na parte superior do obstáculo
Exemplos de aplicação:

| unidades refletivas fixadas em suporte destinadas a alertar o condutor do veículo quanto situação potencial de perigo.à |

Marcador de pengo
indicando que a
passa em deverá sero
feita pela direita

Marcador de perigo indicando que a passagem poderá ser festa tanto pela direita como pela escuerda

Marcador de pergo
indicando que a
passa em deverá serg
feita pela esquerda
Cores: PRETA E AMARELO REFLETIVO
Relação dos lados: 1:3

Marcador de penho indicando que a passagem poderá ser feita tanto pela direita como pela esquerda
Marcadores de alinhamento:
unidades refletivas fixadas em suporte destinadas alertar o condutor do veículo quanto a situação potencial de perigo.
Cores: PRETA FOSCA E AMARELO REFLETIVO

Marcador de perigo indicando que a passagem poderá ser feita tanto pela direta como pela esquerda
3.4 Alterações nas características do pavimento
São recursos que alteram as condições normais da pista de rolamento, quer pela sua elevação com a utilização de dispositivos físicos colocados sobre a mesma, quer pela mudança nítida de características do próprio pavimento. São utilizados para:
estimular a redução da velocidade;
aumentar a aderência ou atrito do pavimento;
alterar a percepção do usuário quanto a alterações de ambiente e uso da via, induzindo-o a adotar comportamento cauteloso;
incrementar a segurança e/ou criar facilidades para a circulação de pedestres e/ou ciclistas.
3.5 Dispositivos de proteção contínua
São elementos colocados de forma contínua e permanente ao longo da via, confeccionados em material flexível, maleável ou rígido, que têm como objetivo:
evitar que veículos e/ou pedestres transponham determinado local;
evitar ou dificultar a interferência de um fluxo de veículos sobre o fluxo oposto.
Tipos de dispositivos para fluxo de pedestres e ciclistas:

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Gradis de canalização e retenção: devem ter altura máxima de 1,20 m e permitir intervisibilidade entre velículos e pedestres. Gradil maleável Gradil rígidoDispositivos de contenção e bloqueio:

Tipos de dispositivos para fluxo veicular:

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Defensas metálicas Especificação mínima: Norma ABNT Tipo simples Tipo duplaBarreiras de concreto

Especificação mínima: Norma ABNT Simples Dupla

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segurança no trânsito
Dispositivos antiofuscamento

São dispositivos que se utilizam de recursos luminosos para proporcionar melhores condições de visualização da sinalização, ou que, conjugados a elementos eletrônicos, permitem a variação da sinalização ou de mensagens, como por exemplo:
advertência de situação inesperada à frente;
- mensagens educativas visando o comportamento adequado dos usuários da via;
orientação em praças de pedágio e pátios públicos de estacionamento;
informação sobre condições operacionais das vias;
orientação do trânsito para a utilização de vias alternativas;
regulamentação de uso da via.
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Painéis eletrônicos DESVIO A 500 M TRÂNSITO LENTO KM 30 AO KM 34,5 ACIDENTE NA PISTA painéis com setas luminosas3.7 Dispositivos de uso temporário
São elementos fixos ou móveis diversos, utilizados em situações especiais e temporárias, como operações de trânsito, obras e situações de emergência ou perigo, com o objetivo de alertar os condutores, bloquear e/ou canalizar o trânsito, proteger pedestres, trabalhadores, equipamentos, etc.
Aos dispositivos de uso temporário estão associadas as cores laranja e branca.
Tipos de dispositivos de uso temporário:

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Cones Cilindro Balizador móvel TamboresEspecificação mínima: Norma ABNT Cores: LARANJA e faixas refletivas BRANCAS
Fita zebrada

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laranda brancaCavaletes

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Articulados viasta frontal viasta lateral sentido de circulação Desmontáveis viasta frontal viasta lateralBarreiras

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Fixas ← sentido de circulação →
Manual básico de
segurança no trânsito
Móveis

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vista frontal vista lateral sentido de circulaçãoCancelas

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santido de circulaçãoGradis

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viota frontal viota lateral Fixe Dobrável
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OBRAS NA PISTA REDUZA A VELOCIDADE DESVO → Nova circulação na Rua das Rosas USE O CINTO DE SEGURANÇA TAMBÉM NO BANCO TRASEIRO4. Sinalização semafórica
A sinalização semafórica é um subsistema da sinalização viária que se compõe de indicações luminosas acionadas alternada ou intermitentemente através de sistema elétrico/eletrônico, cuja função é controlar os deslocamentos.
Existem dois (2) grupos:
- a sinalização semafórica de regulamentação;
- a sinalização semafórica de advertência.
Formas e dimensões
| Semáforo destinado a | Forma do foco | Dimensão da lente |
| Movimento veicular Circular | Diâmetro: 200 mm ou 300 mm | |
| Movimento de pedestres e ciclistas | Quadrada | Lado mínimo: 200 mm |
4.1 Sinalização semafórica de regulamentação
A sinalização semafórica de regulamentação tem a função de efetuar o controle do trânsito num cruzamento ou seção de via, através de indicações luminosas, alternando o direito de passagem dos vários fluxos de veículos e/ou pedestres.

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Compõe-se de indicações luminosas de cores preestabelecidas, agrupadas num único conjunto, dispostas verticalmente ao lado da via ou suspensas sobre ela, podendo neste caso ser fixadas horizontalmente.
4.1.2. Cores das Indicações Luminosas
As cores utilizadas são:
a) Para controle de fluxo de pedestres
Vermelha: indica que os pedestres não podem atravessar.
Vermelha Intermitente: assinala que a fase durante a qual os pedestres podem atravessar está a ponto de terminar. Isto indica que os pedestres não podem começar a cruzar a via e os que tenham iniciado a travessia na fase verde se desloquem o mais breve possível para o local seguro mais próximo.
Verde: assinala que os pedestres podem atravessar.
b) Para controle de fluxo de veículos
Vermelha: indica obrigatoriedade de parar.
Amarela: indica “atenção”, devendo o condutor parar o veículo, salvo se isto resultar em situação de perigo.
Verde: indica permissão de prosseguir na marcha, podendo o condutor efetuar as operações indicadas pelo sinal luminoso, respeitadas as normas gerais de circulação e conduta.
4.1.3. Tipos
a) Para veículos
Compostos de três indicações luminosas, dispostas na sequência preestabelecida ao lado:

text_image
vermelho amarelo verde vermelho amarelo verdeO acendimento das indicações luminosas deve ser na sequência verde, amarelo, vermelho, retornando ao verde.
Para efeito de segurança recomenda-se o uso de, no mínimo, dois conjuntos de grupos focais por aproximação, ou a utilização de um conjunto de grupo focal composto de dois focos vermelhos, um amarelo e um verde.
Compostos de duas indicações luminosas, dispostas na sequência preestabelecida abaixo. Para uso exclusivo em controles de acesso específico, tais como praças de pedágio e balsa.

text_image
vermelho verde vermelho verdeCom símbolos, que podem estar isolados ou integrando um semáforo de três ou duas indicações luminosas.

text_image
Direção controlada vermelho amarelo verde vermelho amarelo verdeControle ou faixa reversível

text_image
vermelho verde vermelho verdeDireção livre

b) Para pedestres

flowchart
graph TD
A["vermelho"] --> B["red human figure"]
C["vermelho"] --> D["red hand icon"]
E["verde"] --> F["green walking figure"]
G["verde"] --> H["green walking figure"]
4.1 Sinalização semafórica de advertência
A sinalização semafórica de advertência tem a função de advertir da existência de obstáculo ou situação perigosa, devendo o condutor reduzir a velocidade e adotar as medidas de precaução compatíveis com a segurança para seguir adiante.
Compõe-se de uma ou duas luzes de cor amarela, cujo funcionamento é intermitente ou piscante alternado, no caso de duas indicações luminosas.

text_image
amarelo amarelo amarelo amarelo amarelo
Manual básico de segurança no trânsito
No caso de grupo focal de regulamentação, admite-se o uso isolado da indicação luminosa em amarelo intermitente, em determinados horários e situações específicas. Fica o condutor do veículo obrigado a reduzir a velocidade e respeitar o disposto no Artigo 29, inciso III, alínea C.
5. Sinalização de obras
A Sinalização de Obras tem como característica a utilização dos sinais e elementos de Sinalização Vertical, Horizontal, Semafórica e de Dispositivos e Sinalização Auxiliares combinados de forma que:
- os usuários da via sejam advertidos sobre a intervenção realizada e possam identificar seu caráter temporário; - sejam preservadas as condições de segurança e fluidez do trânsito e de acessibilidade;
- os usuários sejam orientados sobre caminhos alternativos;
- sejam isoladas as áreas de trabalho, de forma a evitar a deposição e/ou lançamento de materiais sobre a via.
Na sinalização de obras, os elementos que compõem a sinalização vertical de regulamentação, a sinalização horizontal e a sinalização semafórica têm suas características preservadas.
A sinalização vertical de advertência e as placas de orientação de destino adquirem características próprias de cor, sendo adotadas as combinações das cores laranja e preta. Entretanto, mantêm as características de forma, dimensões, símbolos e padrões alfanuméricos:
| Sinalização vertical de ADVERTÊNCIA ou INDICAÇÃO | Cor utilizada para sinalização de obras |
| Fundo Laranja | |
| Símbolo Preta | |
| Orla Preta | |
| Tarjas Preta | |
| Setas Preta | |
| Letras Preta |
Os dispositivos auxiliares obedecem às cores estabelecidas no capítulo 3 deste Anexo, mantendo as características de forma, dimensões, símbolos e padrões alfanuméricos.
São exemplos de sinalização de obras:

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PRÓXIMOS 300 m

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3,4 m Utilize Desvio ↑Manual básico de
segurança no trânsito

6. Gestos
a) Gestos de agentes da autoridade de trânsito
As ordens emanadas por gestos de Agentes da Autoridade de Trânsito prevalecem sobre as regras de circulação e as normas definidas por outros sinais de trânsito. Os gestos podem ser:
| SINAL Significado | ||
![]() | Braço levantado verticalmente, com a palma da mão para a frente. | Ordem de parada obrigatória para todos os veículos. Quando executada em intersecções, os veículos que já se encontrem nela não são obrigados a parar. |
![]() | Braços estendidos horizontalmente, com a palma da mão para a frente. | Ordem de parada obrigatória para todos os veículos que venham de direções que cortem ortogonalmente a direção indicada pelos braços estendidos, qualquer que seja o sentido de seu deslocamento. |
![]() | Braço levantado verticalmente, com a palma da mão para a frente, do lado do trânsito a que se destina. | Ordem de parada obrigatória para todos os veículos que venham de direções que cortem ortogonalmente a direção indicada pelo braço estendido, qualquer que seja o sentido de seu deslocamento. |
| SINAL Significado | ||
![]() | Braço estendido horizontalmente, com a palma da mão para baixo, fazendo movimentos verticais. | Ordem de diminuição da velocidade. |
![]() | Braço estendido horizontalmente, agitando uma luz vermelha para um determinado veículo. | Ordem de parada para os veículos aos quais a luz é dirigida. |
![]() | Braço levantado, com movimento de antebraço da frente para a retaguarda e a palma da mão voltada para trás. | Ordem de seguir. |

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b) Gestos de condutores Especificações técnicas do sinal sonoro da sinalização



Dobrar à esquerda Dobrar à direita
Diminuir a marcha ou parar
Válidos para todos os tipos de veículos.
7. Sinais sonoros
| Sinais de apito | Significado | Emprego |
| Um silvo breve | SIGA | Liberar o trânsito em direção/sentido indicado pelo agente |
| Dois silvos breves | PARE Indicar parada obrigatória | |
| Um silvo longo | DIMINUIR A MARCHA | Quando for necessário fazer diminuir a marcha dos veículos |
Os sinais sonoros somente devem ser utilizados em conjunto com os gestos dos agentes.
semafórica para travessia de pedestres com deficiência visual
| Momento Intermitência Duração Frequência | |||
| Para o sinal sonoro de localização | 0,5 Hz(1 ciclo a cada 2 s) | 60 ms(± 2 ms) | 950 Hz(± 10 Hz) |
| Para o sinal sonoro de início do tempo de travessia (silvo inicial do tempo de verde do foco de pedestre) | 1 pulso único antecedendo o sinal sonoro de travessia | 160 ms(± 5 ms) | 2000 Hz (± 10 Hz), decrescendo gradativamente até 500 Hz (± 10 Hz) |
| Para o sinal sonoro de travessia (tempo de verde do foco de pedestre) | 1 Hz(1 ciclo/s) | 160 ms(± 5 ms) | Frequência modulada:2000 Hz (± 10 Hz)+ 500 Hz (± 10 Hz) |
| Para o sinal sonoro de advertência de encerramento de travessia (tempo de vermelho intermitente do foco de pedestre) | 2 Hz(2 ciclos/s) | 160 ms(± 5 ms) | Frequência modulada:2000 Hz (± 10 Hz)+ 500 Hz (± 10 Hz) |
Manual básico de
segurança no trânsito
publicado pela

Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares
Rua Américo Brasiliense, 2.171 - conjunto 907 a 910 Chácara Santo Antônio - 04715-005 - São Paulo - SP - Brasil
Tel. 55 11 5181-0222 | abraciclo@abraciclo.com.br www.abraciclo.com.br
O conteúdo deste manual foi regulamentado pela Resolução CONTRAN 711/2017 e desenvolvido pela AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, com a participação da ABRÁCICLO.
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Retangular, lado maior na horizontal





















Indicativo de local de estacionamento de veículos que transportam ou sejam por pessoasconduzidos portadoras de deficiências físicas







